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Leitura

Tudo se reduz ao diálogo, à contraposição dialógica como centro. Tudo é meio, o diálogo é o fim. Uma só voz nada termina, nada resolve. Duas vozes são o mínimo de vida (BAKHTIN, 1979).
A prática da leitura é considerada um ato de constituição do sentido, pois a linguagem é um fenômeno profundamente social, histórico e ideológico,numa relação direta com a construção do sujeito, porque todo discurso se constitui na fronteira entre aquilo que é seu e aquilo que é do outro, de acordo com a concepção bakhtiniana da língua, ou seja, como um processo. Bakhtin elege a enunciação como o motor essencial da língua, pois esta se constitui, segundo ele, numa evolução ininterrupta, ou seja, num processo de criação contínua que se efetiva na e pela interação verbal dos interlocutores.
Bakhtin, ao estabelecer relações entre língua e vida, esclarece que "a língua penetra na vida pelos enunciados que a realizam, e é também por meio dos enunciados concretos que a vida penetra na língua". Assim,  a utilização da língua se dá sempre sob a forma de enunciados orais ou escritos "concretos e únicos", utilizados pelos participantes em cada uma das atividades humanas.
Considera ainda que cada esfera de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados - os gêneros do discurso, como denomina, com características temáticas, composicionais e estilísticas próprias.
Se, por um lado, Bakhtin destaca a individualidade do enunciado, por outro, reconhece os gêneros como enunciados "relativamente estáveis" utilizados em diferentes situações de comunicação.
O dialogismo bakhtiniano define o texto como um "tecido de muitas vozes" ou de muitos textos ou discursos, que se entrecruzam, completam-se respondem uns aos outros ou polemizam entre si no interior do texto. Por outro lado, o dialogismo diz respeito também às relações que se estabelecem entre o eu e o outro nos processos discursivos instaurados historicamente pelos sujeitos que, por sua vez, instauram-se e são instaurados por esses discursos.
É no acontecimento da enunciação que a palavra se torna concreta, como signo ideológico, e se transforma de acordo com o contexto em que surge. É no acontecimento da enunciação que ocorre polifonia, pois, segundo Bakhtin, "a palavra é o produto da relação recíproca entre falante e ouvinte, emissor e receptor".
Durante a leitura, o leitor depara-se com ideias que podem refutar, confirmar e antecipar respostas e objetivos. A leitura de textos passa a ser a forma mais imediata de aquisição - confrontação de sentidos acumulados historicamente pelo uso da linguagem. Isso significa que, num mundo demarcado pela comunicação escrita, cabe ao aluno, orientado pelo professor, a tarefa de negociar os sentidos e os diferentes significados históricos e culturais que lhe são apresentados nos textos que lê, do confronto de opiniões e pontos de vista fundamentados, discutindo as diferentes perspectivas que se encontram em jogo.
Ao compreender o uso da linguagem como interação na sociedade, o aluno amplia seu conhecimento de si e do outro, num processo dialógico, e passa a utilizar as diferentes linguagens como meio de comunicação, ou processo de construção de significados, tornando-se receptor e produtor de diversos textos, entendidos como unidade básica da linguagem verbal, oral e escrita.
O aluno deve ser considerado um receptor ativo e um produtor de diversos textos. Ao professor cabe o papel de mediador no processo de desenvolvimento das capacidades cognitivas e metacognitivas, focando o texto como o centro de todo processo de ensino e aprendizagem e conduzindo o aluno a compreender o processo de construção dos sentidos produzidos dialogicamente no convívio social. Para a efetivação desse objetivo, as atividades de sala de aula devem ser interativas, pois, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, a interação é o que faz com que a linguagem seja comunicativa.
É fundamental, pois, apresentar ao aluno os diferentes gêneros discursivos (canções, quadras populares, histórias em quadrinhos, tirinhas, bilhetes, lendas, contos, fábulas, notícias, reportagens, textos instrucionais, etc), promovendo a interação com a diversidade, evidenciando, assim, as várias funções da escrita.
Propõe-se a formação de uma biblioteca de classe, pois é importantíssimo que todas as crianças tenham contato com livros, revistas e jornais. Revistas precisam estar à disposição delas, também, para recorte de figuras, palavras,letras, etc. Todas devem ter acesso a esses materiais, principalmente aos livros, mesmo que, a principio, seja para manuseá-los, olhá-los, percorrê-los.

ALFABETIZAÇÃO - letra E


ALFABETIZAÇÃO - letra D


ALFABETIZAÇÃO - letra C



ALFABETIZAÇÃO - letra B


ALFABETIZAÇÃO - letra A



EDUCAÇÃO INFANTIL- coordenação motora


Alfabetização e letramento - parte 3

Já no nível silábico-alfabético a criança compreende que a escrita representa a fala e começa a perceber que cada emissão sonora (sílaba) pode ser representada, na escrita, por uma ou mais letras. Nesse período, é comum a criança combinar só vogais ou só consoantes, fazendo grafias equivalentes para palavras diferentes. Por exemplo, OA para sopa e para bota PT para pote e para pato. Em alguns casos, ela combina vogais e consoantes em uma mesma palavra, em uma tentativa de combinar sons, sem tornar, ainda, sua escrita socializável. Por exemplo, MAO para macaco.
Para a superação dessa fase, sugere-se:
.fazer a leitura apontada do texto do aluno, para que ele perceba se o número de sons pronunciados corresponde (ou não) ao que escreveu;
.propor a escrita de listas com finalidades diversas (registrar o nome dos alunos ausentes/presentes, itens de uma feira, ingredientes de uma receita, cardápio do lanche, titulo de textos lidos, etc);
.promover a escrita coletiva ou individual de parlendas, trava-línguas, charadas, provérbios, entre outros.
Segundo Ferreiro e Teberosky (1991), no nível alfabético, "a criança já compreendeu que cada um dos caracteres da escrita corresponde a valores menores que a sílaba. Isto não quer dizer que todas as barreiras tenham sido superadas: a partir deste momento, a criança se defrontará com as dificuldades da ortografia, mas não terá mais problemas de escrita, no sentido estrito".
Sabe-se atualmente, que um sujeito plenamente alfabetizado é aquele capaz de atuar com êxito nas mais diversas situações de uso da lingua escrita. Dessa maneira, não basta ter o dominio do codigo alfabético - saber codificar e decodificar um texto . É preciso conhecer a diversidade de textos que circulam socialmente, as funções deles e também os procedimentos adequados para interpreta-los e produzi-los. O processo de alfabetização, assim entendido, estende-se ao longo de toda a escolaridade.

EDUCAÇÃO INFANTIL - identidade


MATEMÁTICA - sequencia


ALFABETIZAÇÃO - qual é a letra


ALFABETIZAÇÃO - ligue pontos do alfabeto e expressões fisionômicas


EDUCAÇÃO INFANTIL - produção de texto


MATEMÁTICA - numeral 5