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ALFABETIZAÇÃO- 9 duvidas respondidas

Inserir todas as crianças de seis anos em um ambiente alfabetizador foi um dos principais objetivos da aprovação do Ensino Fundamental de 9 anos, em fevereiro de 2006. A medida beneficiou crianças que não tinham acesso à Educação Infantil, ficando, muitas vezes, completamente distantes da cultura escrita - o que poderia representar um obstáculo para a sua experiência futura de alfabetização. 

Apesar de a medida ser um passo importante, Telma Weisz, criadora do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), do Ministério da Educação, acredita que ainda há muito a aprimorar na questão da alfabetização, sobretudo porque a tarefa não é apenas dos professores das séries iniciais. "Estamos sempre nos alfabetizando, a cada novo tipo de texto com o qual entramos em contato durante a vida", afirma. 

Por essa razão, tratar leitura e escrita como conteúdo central em todos os estágios é a maior garantia de sucesso que as escolas podem ter para inserir os estudantes na sociedade. É o que fazem muitas professoras de 1ª a 4ª série de Catas Altas (MG), capacitadas pelo Programa Escola que Vale. Mesmo recebendo crianças que não nunca tiveram contato com o chamado mundo letrado antes da 1ª série, os educadores conseguem alfabetizar ao final de um ano. 

"Um fator determinante para a alfabetização é a crença do professor de que o aluno pode aprender, independentemente de sua condição social", diz Antônio Augusto Gomes Batista, diretor do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Universidade Federal de Minas Gerais. Esse olhar do docente abre as portas do mundo da escrita para os que vêm de ambientes que não ofereceram essa bagagem. 

No município de São José dos Campos (SP), professores de Educação Infantil tentam evitar essa defasagem, lendo diariamente para os pequenos. Assim, por meio de brincadeiras, criam situações das quais a língua escrita faz parte. Já em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, duas especialistas de Língua Portuguesa e Ciências tiveram de correr atrás do prejuízo com turmas de 5ª série que ainda apresentavam problemas de escrita. Para isso, aliaram muita leitura a um trabalho sobre prevenção à aids, que fazia sentido para eles e tinha uma função social. 

Com base nessas experiências, relatadas a seguir, e na opinião de especialistas, respondemos a nove questões sobre alfabetização, mostrando ser possível formar leitores e escritores competentes em qualquer estágio do desenvolvimento. 


1.Meus alunos de 1ª série não tem contato com a escrita. Por onde começo?
O pouco acesso à cultura escrita se deve às condições sociais e econômicas em que vive grande parte da população. O aluno que vê diariamente os pais folheando revistas, assinando cheques, lendo correspondências e utilizando a internet tem muito mais facilidade de aprender a língua escrita do que outro cujos pais são analfabetos ou têm pouca escolaridade. Isso ocorre porque ao observar os adultos a criança percebe que a escrita é feita com letras e incorpora alguns comportamentos como folhear livros, pegar na caneta para brincar de escrever ou mesmo contar uma história ao virar as páginas de um gibi. Cabe à escola oferecer essas práticas sociais aos estudantes que não têm acesso a elas. O ponto de partida para democratizar o contato com a cultura escrita é tornar o ambiente alfabetizador: a sala deve ter livros, cartazes com listas, nomes e textos elaborados pelos alunos (ditados ao professor) nas paredes e recortes de jornais e revistas do interesse da garotada ao alcance de todos. Esses são alguns exemplos de como a classe pode se tornar um espaço provocador para que a criança encontre no sistema de escrita um desafio e uma diversão. Outra medida para democratizar esses conhecimentos em sala de aula é ler diariamente para a turma. "A criança lê pelos olhos do professor - porque ainda não pode fazer isso sozinha -, mas vai se familiarizando com a linguagem escrita", explica a educadora Patrícia Diaz, da equipe pedagógica do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac), em São Paulo.
2.Quando posso pedir que as crianças escrevam?
Elas devem escrever sempre, mesmo quando a escrita parece apenas rabiscos. Ao pegar o lápis e imitar os adultos, elas criam um "comportamento escritor". E, ao ter contato com textos e conhecer a estrutura deles, podem começar a elaborar os seus. No primeiro momento, as crianças ditam e você, professor, escreve num papel grande. Além de pensar na forma do texto, nessa hora os estudantes percebem, por exemplo, que escrevemos da esquerda para a direita. "Mostro que a escrita requer um tempo de reflexão antes de ser colocada no papel", afirma Cleonice Maria Rodrigues Magalhães, professora de 1ª série da Escola Municipal Agnes Pereira Machado, em Catas Altas (MG). Ela participou do Programa Escola que Vale, que capacitou professores de 1ª a 4ª série do município durante dois anos e meio. Antes da escrita, as crianças devem definir quem será o leitor. Assim, quando você lê o texto coletivo, elas imaginam se ele compreenderá a mensagem. Nas primeiras produções haverá palavras repetidas, como "daí". Pelo contato diário com textos, os alunos já são capazes de revisar e corrigir erros. "Com o tempo, antes mesmo de ditar, eles evitam repetir palavras e pensam na melhor forma de contar a história", afirma Rosana Scarpel da Silva, professora do Infantil IV (6 anos), da Escola Municipal de Educação Infantil Maria Alice Pasquarelli, em São José dos Campos. Em paralelo, é importante convidar a garotada a escrever no papel. Isso dá pistas valiosas sobre seu desenvolvimento.
3.Como faço todos avançarem se os niveis do conhecimento são muito diferentes?
Não há nada melhor em uma turma que a heterogeneidade. Como os níveis de conhecimento são variados, existe aí uma grande riqueza para ser trabalhada em sala. Organizar os alunos em grupos e duplas durante as atividades é fundamental para que eles troquem conhecimentos. Mas essa mistura deve ser feita com critérios. É preciso agrupar crianças que estejam em fases de alfabetização próximas. Quando você coloca uma que usa muitas letras para escrever cada palavra trabalhando com outra que usa uma letra para cada sílaba, a discussão pode ser produtiva. Como elas não sabem quem está com a razão, ambas terão de ouvir o colega, pensar a respeito, reelaborar seu pensamento e argumentar. Assim, as duas aprendem. Isso não ocorre, no entanto, se os dois estiverem em níveis muito diferentes. Nesse caso, é provável que o mais adiantado perca a paciência e queira fazer o serviço pelo outro
4.Posso alfabetizar minha turma de Educação Infantil?
Sim, desde que a aprendizagem não seja uma tortura. Participar de aulas que despertem a curiosidade e envolvam brincadeiras e desafios nunca será algo cansativo. Em turmas que têm acesso à cultura escrita, a alfabetização ocorre mais facilmente. Por observar os adultos, ouvir historinhas contadas pelos pais e brincar de ler e escrever, algumas crianças chegam à Educação Infantil em fases avançadas. Por isso, oferecer acesso ao mundo escrito desde cedo é uma forma de amenizar as diferenças sociais e econômicas que abrem um abismo entre a qualidade da escolarização de crianças ricas e pobres. Dentro dessa concepção, a rede municipal de São José dos Campos implementou horas de trabalho coletivo para a formação continuada dos professores. Há um coordenador pedagógico por escola e uma equipe técnica responsável pelo acompanhamento dos coordenadores. As crianças de 3 a 6 anos atendidas pela rede aprendem, brincando, a usar socialmente a escrita. Em sala, os professores lêem diariamente e promovem brincadeiras. Os pequenos identificam com seu nome pastas e materiais, usam crachás, produzem textos coletivos que ficam expostos nas paredes e têm sempre à mão livros e brinquedos. "Nossas atividades incentivam a pensar sobre a escrita, tornando-a um objeto curioso a ser explorado. E tudo de forma dinâmica, porque a dispersão é rápida", conta Clarice Medeiros, professora do Infantil III (5 anos) da escola Maria Alice Pasquarelli. "No ano passado, quando recebi os alunos de 3 anos, eles já sabiam diversos poemas e conheciam Vinicius de Moraes. Também identificavam as diferenças entre alguns gêneros textuais", lembra Liliane Donata Pereira Rothenberger, professora do Infantil II (4 anos). De acordo com a orientadora pedagógica Helena Cristina Cruz Ruiz, o objetivo é desenvolver o comportamento leitor desde cedo para que os alunos se comuniquem bem, produzam conhecimentos e acessem informações.
5.Faz sentido oferecer textos a alunos não alfabetizados?
Canções, poesias e parlendas são úteis para se chegar à incrível mágica de fazer a criança ler sem saber ler. Quando ela decora uma cantiga, pode acompanhar com o dedinho as letras que formam as estrofes. Conhecendo o que está escrito, resta descobrir como isso foi feito. Se o aluno sabe que o título é Atirei o Pau no Gato, ele tenta ler e verificar o que está escrito com base no que sabe sobre as letras e as palavras - sempre acompanhado pelo professor. O leitor eficiente só inicia a leitura depois de observar o texto, sua forma, seu portador (revista, jornal, livro etc.) e as figuras que o acompanham e imaginar o tema. Pense que você nunca viu um jornal em alemão. Mesmo sem saber decifrar as palavras, é possível "ler". Se há uma foto de dois carros batidos, por exemplo, deduz-se que a reportagem é sobre um acidente. Ao mostrar vários gêneros, você permite à criança conhecer os aspectos de cada um e as pistas que trazem sobre o conteúdo. Assim, ela é capaz de antecipar o que virá no texto, contribuindo para a qualidade da leitura.
6.Como seleciono e uso os textos em sala de aula?
Segundo Patrícia Diaz, do Cedac, é preciso ter critérios e objetivos bem estabelecidos ao escolher os textos. Por exemplo: se ao tentar diversificar os gêneros você ler um por dia, os alunos não perceberão as características de cada um. "O ideal é que a turma passeie por diversos gêneros ao longo do ano, mas que o professor trace um plano de trabalho para se aprofundar em um ou dois", afirma. Patrícia sugere a narração como base para o trabalho na alfabetização inicial, pois ela permite ao aluno aprender sobre a estrutura da linguagem e do encadeamento de idéias. A escolha dos textos deve ser feita de acordo com o repertório da turma. É preciso verificar se a maioria dos alunos passou ou não pela Educação Infantil, que experiência eles têm com a escrita e que gêneros conhecem. Durante a leitura de uma revista, por exemplo, é importante chamar a atenção para títulos, legendas e fotos. Assim, as crianças aprendem sobre a forma e o conteúdo. Se o texto é sobre plantas, percebem que nomes científicos aparecem em itálico. "Por isso é fundamental trabalhar com os originais ou fotocópias", ressalta Patrícia. Adaptar os textos também não é recomendável. As crianças devem ter contato com obras originais, uma vez que, ao longo da vida, serão elas que cruzarão o seu caminho. Se um texto é muito difícil para turmas de uma certa faixa etária, o melhor é procurar outro, sobre o mesmo assunto, de compreensão mais fácil.
7.Ao fim da primeira série, todos devem estar alfabetizados?
Não necessariamente, apesar de ser recomendável. Se a criança foi exposta a textos e leituras variadas e teve oportunidade de refletir sobre a língua e produzir textos, é bem provável que ela termine essa série alfabetizada. Mas isso depende de outros fatores, como ter cursado a Educação Infantil e recebido apoio dos pais em casa. "Crianças que não têm esse contato com textos e que não convivem com leitores podem precisar de mais tempo para aprender o sistema de escrita. Mas minha experiência mostra que nenhuma criança leva mais de dois anos para isso", diz a educadora Telma Weisz, de São Paulo. Como na educação não existem fôrmas em que se encaixem as crianças, é papel da escola oferecer condições para que elas se desenvolvam, sempre respeitando o ritmo de cada uma. Quando se adota o sistema de ciclos, isso ocorre naturalmente, pois os alunos têm possibilidade de se aperfeiçoar no ano seguinte. Quando não há essa chance, eles correm o risco de engrossar os índices de reprovação. O aluno pode iniciar a 2ª série ainda tendo que melhorar a sua compreensão sobre o sistema de escrita, mas ao fim do segundo ano a escola teve tempo suficiente para ensinar a todos.
8.Preciso ensinar o nome das letras?
Sim. Como a criança poderá falar sobre o que está estudando sem saber o nome das letras? Ter esse conhecimento ajuda a turma a explicar qual letra deve iniciar uma palavra, por exemplo. Para ensinar isso, basta citar o nome das letras durante conversas corriqueiras. Se a criança está mostrando a que quer usar e não sabe o nome, basta que você a aponte e diga qual é. Trata-se de algo que se aprende naturalmente e de forma rápida, sem precisar de atividades de decoreba que cansam e desperdiçam o seu tempo e o do aluno.
9.Como ajudo alunos de 5ª série que não lêem e não escrevem bem?
É angustiante para o professor receber crianças com problemas de alfabetização. Por não conhecer o assunto, acredita que a escrita incorreta é indício de que elas não se alfabetizaram. Mas nem sempre essa avaliação é verdadeira. O mais comum é a criança já dominar a base alfabética, mas ter sérios problemas de ortografia e interpretação. Daí a impressão de que ela não sabe ler e escrever. Foi essa experiência por que passaram as professoras Valéria de Araújo Pereira, de Língua Portuguesa, e Jaidê Canuto de Sousa, de Ciências, ambas da Escola Estadual Maria Catharina Comino, em Taboão da Serra (SP). Em 2005, elas lecionavam para uma turma de 5ª série de recuperação de ciclos com muitos problemas de escrita, o que as motivou a procurar a Diretoria de Ensino para participar do programa Letra e Vida, oferecido pela rede paulista a professores de 1ª a 4ª série. "Fiquei surpresa com a insistência das duas. Como havia vagas, abrimos uma exceção e valeu a pena", diz Silvia Batista de Freitas, coordenadora-geral do programa na Diretoria de Ensino da cidade. O curso iniciou em março. No segundo semestre, a turma de alunos foi distribuída nas salas regulares. Com o objetivo de trabalhar a escrita, Valéria e Jaidê elaboraram um projeto sobre aids. Os alunos assistiram a vídeos, debateram e levantaram o que sabiam e o que gostariam de saber sobre o assunto. As leituras foram sistemáticas e diárias, com pesquisas em livros, revistas, enciclopédias, internet e panfletos informativos - gênero escolhido para ser o produto final do projeto. "Leitura e escrita não são apenas conteúdos de Língua Portuguesa. São práticas necessárias em todas as disciplinas e em todas as séries", diz Jaidê. "Por isso, temos a responsabilidade de conhecer o modo como os alunos aprendem e assim estimulá-los a ser leitores e escritores mais competentes", conclui Valéria.

Excelente matéria retirada do site:
http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/dicas-alfabetizacao-403863.shtml

PAIS & FILHOS/INFORMÁTICA PARA PROFESSORES - consulta ao Ideb

O Governo Federal disponibilizou uma ferramenta um line onde pais podem consultar a nota do IDEB da escola de seus filhos, ou professores também podem verificar esses dados:

O sistema é taxativo e as escolas com notas inferiores a 6,0 recebem da apresentadora Malu Mader a seguinte mensagem:

"Esta escola ainda não tem uma educação de qualidade. Converse com o diretor e descubra como você pode ajudar".

Fica aqui o endereço do site para consulta:

PROJETO QUINTO ANO (10) - A sala de aula


ATIVIDADES PARA ALUNOS (estão em anexo)
2º. Pedro e Paulo utilizaram o como unidade de comprimento:
O pé de Pedro coube 60 vezes e o de Paulo 50 vezes no comprimento da sala.
Como cada pessoa escolheu uma unidade de medida diferente (Ângela e Maria utilizaram o palmo e Pedro e Paulo utilizaram o pé), os resultados obtidos são diferentes, o que dificulta a comunicação entre elas.
Vamos medir a sala com o pé?
Anote aqui o resultado:........................................
Como todos podemos notar as medidas não são as mesmas, não só porque usaram unidades de medidas diferentes, mas porque também o pé e o palmo de uma pessoa é maior ou menor que o de outra pessoa.
Quando os povos começaram a vender e a comprar coisas, dividir as terras, construir navios, casas, essas maneiras individuais de medir foram sendo deixadas de lado.
Para facilitar e simplificar essa comunicação, isto é, para que todos pudessem obter os mesmos resultados ao medir alguma coisa fixou-se o metro como unidade padrão de comprimento.
Utiliza-se o metro para medir a altura das pessoas, o comprimento de uma peça de tecidos, a distância entre duas casas, a largura de um rio, a extensão de uma rua.
            Existem vários instrumentos de medida que utilizam o metro como padrão. Você já deve ter visto algum desses objetos ou mesmo ter algum deles em sua casa.  Veja:
 
fita métrica
 
metro de madeira
trena
A régua escolar também é baseada no metro e em escala menor: os centímetros.



PROJETO QUINTO ANO (9) - A sala de aula

EXPLICAÇÃO ORAL

>>Pergunte aos alunos o que eles sabem sobre como surgiram as medidas.

Conte a eles a historia abaixo, você pode organizar um círculo, ou levar os alunos para o pátio, para baixo de uma árvore se sua historia tiver, o importante é que esse momento de escuta seja diferente, isso despertará a curiosidade do aluno em ouvir o que você tem a contar:

            Antes de inventar a fita métrica, a trena e outros instrumentos para tirar medidas, o homem utilizava seu próprio corpo como referência.

            Foi daí que surgiram medidas como a polegada, o palmo, o pé, o passo, a jarda (tomando por base o conhecimento de um braço estendido), a braça (os dois braços estendidos, como na cruz).Alguns desses padrões continuam sendo utilizados até hoje.

            Veja quanto eles medem em centímetros:

1 polegada = 2,54 cm

1 pé = 30,48 cm

1 jarda = 91,44 cm

            Ao final deste texto explique que as diferenças das medidas de cada criança para a sala de aula, se modificaram justamente porque cada criança tem o tamanho do  palmo diferente, de forma que nunca se chega ao mesmo resultado de outra pessoa. Imagina a confusão para medir já que cada pessoa chegava num resultado diferente.

            Este tipo de medição simples, que pode ser realizada com palmo, com pé ou com outro objeto qualquer é chamado de unidade de medida não padronizada!

Outro texto para contar aos alunos

Medindo o metro

Antes, o homem era a medida de tudo. Foi quando surgiram a polegada, os pés, a jarda, etc. Só que o mundo foi crescendo, novas terras foram sendo conhecidas. E havia a necessidade de medidas para distâncias maiores.

Então a própria Terra - e não mais o corpo humano - passou a ser referência. Surgiram a légua, a milha e o metro, que tinham como referência um meridiano terrestre (os meridianos são as circunferências imaginárias traçadas na superfície do globo, passando pelos dois pólos).

Para se chegar à definição do metro, por exemplo, dividia-se um meridiano em quatro e essa quarta parte era dividida em 10 milhões de partes iguais. Cada uma dessas pequenas partes equivalia a 1 metro

Da mesma forma que acontece com o segundo, o metro também vem ganhando diversas definições ao longo dos séculos. Em 1799, o metro padrão passou a ser igual à distância entre duas linhas paralelas existentes num protótipo de platina, depositado nos Arquivos da França.

Já em 1983, foi adotado outro padrão para se definir o metro. Desta vez a referência foi a velocidade de propagação da luz. Um metro ficou estipulado como sendo uma parte da distância percorrida pela luz em 1 segundo. Mais exatamente: 1 metro = 1/300.000.000 dessa distância.

PROJETO QUINTO ANO (8) - A sala de aula


Orientação para professor(a):

>>Elabore uma tabela no quadro-negro com o nome de todos os alunos.

>>Pergunte a eles o resultado de suas medições e anote para realizar algumas comparações.

>>Questionamentos aos alunos:

.qual a maior medida?

.de quem é a maior medida?

.por quê?

.quem apresentou medidas iguais?(se houver)

.qual a diferença entre a maior e a menor medida?

>>Peça aos alunos que registrem em seu caderno uma tabela reduzida contendo:

.o seu resultado;

.o resultado de dois amigos;

.o maior e o menor resultado;

.o resultado da professora;

A tabelinha das crianças deverá ficar mais ou menos assim:

Nomes
Medida
Da criança

1 amigo

1 amigo

Maior resultado

Menor resultado

professora


*sempre colocando os nomes das pessoas em cada linha e o numero de medida.

*Na elaboração dessa tabela não se esqueça de destacar que os substantivos próprios (nomes das pessoas) deverão iniciar com letra maiúscula!

Esses questionamentos orais utilizam habilidades de cálculo mental, observação de registros, atenção e concentração.

Por mais simples que pareça, vários conceitos são trabalhados aqui!

PROJETO QUINTO ANO (7) - A sala de aula

Conhecimento teórico para caderno dos alunos (em anexo)

MEDIDAS DE COMPRIMENTO

            Uma coisa pode ser medida de várias maneiras diferentes. Por exemplo, para medir o comprimento da sala, Marta, Ângela, Pedro e Paulo fizeram o seguinte:

1º. Marta e Ângela utilizaram o palmo como unidade de comprimento:
O palmo de Maria coube 80 vezes e o de Ângela 70 vezes no comprimento da sala de aula.
            Para medir com palmo é importante saber que:
Palmo significa: Distância entre a ponta do polegar e a do dedo mínimo,  bem afastados um do outro.
Desenhe na folha do seu caderno o contorno de sua mão.
Meça com uma régua quantos centímetros tem o seu palmo e anote:............

ATIVIDADE PRÁTICA
Vamos medir o comprimento da sala de aula utilizando o palmo? Anote aqui o resultado:..........
Professora:
Deixe as crianças à vontade para realizar essa atividade, se tiverem que tirar carteiras do lugar, essa bagunça, descontrai o ambiente da sala de aula e torna a prática ainda mais produtiva.
Você sabe o que é comprimento? Faça uma pesquisa no dicionário:
............................................................................................................................................................................................................................................................
           
 **para aluno verifique anexo 2

PROJETO QUINTO ANO (6) - A sala de aula


MEDIDAS

            É comum enfrentarmos situações em que precisamos medir alguma coisa.

            Vejamos alguns exemplos:

            Quando acordamos e olhamos as horas no relógio.


             Quando compramos um refrigerante:


              Quando compramos tecidos:


             Quando compramos carnes:


** este mesmo explicativo  configuração meia folha de sulfite para caderno de aluno com as imagens em escala de cinza para economia de tinta de impressora, em anexos.
Questione os alunos sobre as imagens apresentadas e a que tipo de medidas elas estão se referindo. Assim você já terão noção sobre os conhecimentos prévios que as crianças dispõe sobre medidas, se sabem nomear, centímetros, metros,quilos, gramas, litros, horas, etc.

PROJETO QUINTO ANO (5) - A sala de aula

Orientação para professora: 

Pesquise no Google Maps a localização da sua escola, é só abrir o site e digitar o nome da rua, numero, cidade e estado:

No google aparecerá desta forma.
Você pode selecionar somente o mapa, colar no Programa Paint, deixar só o mapa e se tiver uma impressora HP, utilizar as configurações de impressão em cartaz ou pôster para fazer uma cópia ampliada do mapa tamanho 2 x 2 que seria 4 folhas de sulfite ou maior até.Aqui mesmo em outro momento já ensinei a fazer esse tipo de impressão, veja na matéria:
A sua escola já ficará marcada com o ponto A.
Pelas respostas dos alunos, procure marcar onde cada um mora no mapa com pontos representando letras e números por exemplo A1, A2 dependendo do tamanho da sua turma ou com a sequencia de letras (B, C, etc) para que depois todos possam visualizar a sua casa e distancia em relação à escola.
Este mapa deverá ficar exposto em algum lugar de acesso da sala, para que as crianças possam olha-lo, comparar, contrastar em qualquer outro momento que queiram.
A realização desse mapa será o fechamento dessa primeira fase, para mostrar que diversas realidades e diversas pessoas se reúnem todos os dias na sala de aula: objeto principal do estudo e trabalho. Ou  seja, todos os dias, as crianças que vivem nos arredores da escola, se reúnem naquele ponto A que é  a sala de aula.
Caso não tenha como reproduzir o mapa via Google, você pode elabora-lo com os alunos através de desenhos, localizando a escola e o máximo de quadras possíveis para que consiga marcar a localização de todos os alunos.
Realizando o mapa google, dependendo de como ficar a marcação e caso você tenha como reproduzir um por aluno, pode ampliar a atividade pedindo para que cada aluno delimite as ruas pela qual passa para se deslocar de sua casa até a escola e quanto tempo gasta no trajeto.
E também explorar com os alunos as formas geométricas das quadras, linhas paralelas e perpendiculares, tudo em conversas informais, pois conhecimento  não precisa necessariamente ser copiado do quadro-negro e decorado!
Uma novidade que a professora conta tem muito mais valor do que folhas e folhas de caderno.

PROJETO QUINTO ANO (4) - A sala de aula

Atividade para alunos (cópia do quadro-negro ou reprodução em mimeógrafo ou impressora da versão em anexo). 

Complete os espaços em branco com as informações pedidas:
            Os alunos do quinto ano estudam na Escola...............................................,

essa escola oferece aulas do .............................à...................................ano.

            Localizada no bairro............,na rua......................número.......na cidade de........................................estado .........................................

            Os alunos desta escola, moram nas proximidades, ou no próprio bairro ou no bairro .........................................................que faz divisa com o bairro onde a escola se localiza.

            Eu me chamo......... e moro no bairro ............................A minha casa localiza-se à .......................quadras da escola.

            Para vir à escola todos os dias eu .........................

E levo aproximadamente .....................minutos para realizar esse trajeto. Acordo às.............................................................

Antes de vir para a escola eu......................................................................(descrição da rotina em casa).



**o objetivo desta ficha é saber a distância da casa do aluno até a escola, localizar a escola geograficamente pois é importante que as crianças saibam sobre a cidade, sobre seu estado, sobre sua localização na propria cidade (divisão dos bairros) e conhecer um pouco mais da rotina das crianças.
Após preenchimento da mesma, pode-se realizar exposição oral das respostas individualmente (fica toda) ou cada trecho de respostas, levando a outros questionamentos e apontamentos de acordo com a realidade local.


PROJETO QUINTO ANO (3) - A sala de aula

CONTEÚDOS ABORDADOS
Nas diversas áreas do conhecimento:

.medidas de comprimento;

.situações problemas envolvendo as quatro operações;

.as quatro operações;

.gráficos;

.fração: escrita

               Leitura

              Representação

              Operações

              Comparações

              Equivalências

              Quantidade

              Denominadores diferentes

.figuras geométricas;

.sólidos geométricos;

.sistema monetário;

.perímetro;

.área;

.divisibilidade;

.números decimais;

.porcentagem;

.uso de régua;

.diagonal;

.triângulos: classificação e cálculo de área

.Tangram;

.escala;

.produção de: (frases, texto descritivo, texto narrativo, texto  instrucional, poesias, história em quadrinhos, bilhete, placa de conscientização);

.substantivos;

.M antes de P e B;

.uso dos porquês;

.uso de mais e mas;

.inicial maiúscula;

.interpretação textual;

.pesquisa bibliográfica;

.pesquisa ao dicionário;

.direitos e deveres dos alunos;

.matéria-prima;

.indústrias;

.industrias no Estado e localmente;

.cuidados com o patrimônio escolar;

.mapas;

.zona rural e urbana;

.maquete;

.profissões;

.reciclagem;

.artes diversas