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EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - Curso on line
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é um segmento destinado aos jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de completar os estudos da Educação Básica na idade correta.
Indicado a professores, profissionais de educação e todos aqueles que tenham interesse na capacitação para a Educação de Jovens e Adultos, o curso aborda técnicas de alfabetização, mostra como adaptar-se à realidade dos alunos e ensinar de forma prática e didática.
Com a crescente concorrência por vagas no mercado de trabalho, cada vez mais jovens e adultos estão aproveitando para concluir seus estudos, gerando uma grande demanda por profissionais qualificados para atuar com EJA.
A proposta deste curso online é, através de vídeo-aulas dinâmicas e interativas, trazer elementos que possam auxiliar o profissional de educação – seja ele atuante com Educação de Jovens e Adultos ou no Ensino Fundamental e Médio, desenvolvendo habilidades para uma melhor interação com os seus alunos.
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- Aprenda práticas educativas para lidar com diferentes faixas etárias
- Ajude, através de seu trabalho, pessoas com dificuldades de aprendizado
- Desenvolva técnicas de organização e aproveitamento do espaço da sala de aula
- Saiba como utilizar novas ferramentas no processo de ensino-aprendizagem que ampliem a visão dos alunos
Além das vídeo-aulas, o curso conta também com apostilas que podem ser impressas e o apoio de um professor para tirar quaisquer dúvidas. Ao final, você recebe o certificado de conclusão em casa, sem custo adicional.
Os principais tópicos do Curso de Educação de Jovens e Adultos são:
Unidade 1: Conceitos
- Apresentação
- O que é a Educação de Jovens e Adultos - EJA
- Educação de Jovens e Adultos no Brasil - Histórico
- O Método Paulo Freire
- Quadro – Resumo Histórico
Unidade 2: Fundamentos Legais e Políticas Educacionais
- Apresentação
- Diretrizes curriculares e questões legais
- Alfabetização de jovens e adultos
- Íntegra da Resolução CNE/CEB
- Parecer 11/2000 e LDBEN
- Políticas educacionais
- Programas federais
- Iniciativas de EJA nos estados
- Formação de Leitores e Acervos
- Alfabetização nas prisões
- Alfabetização e letramento
- Índices de analfabetismo
Unidade 3: Formação e Qualificação Docente
- Apresentação
- Habilidades e competências do professor de EJA
- Administrando Conflitos
- Formação docente para atuar com EJA
- Leituras complementares
Unidade 4: Realidade dos Alunos de EJA
- Alunos jovens e adultos
- Tempo distante e tempo presente
- O espaço da sala de aula
- Espaço da sociabilidade
- Referências dos alunos
- Atividades culturais e competências
- O aprendizado da Matemática entre jovens e adultos
- Novas tecnologias em sala de aula
Unidade 5: Ensino e Aprendizagem em EJA
- Atividade escolar e situação de aprendizagem
- O processo do conhecimento
- Assuntos de interesse dos alunos
- Ampliando horizontes
- Conhecimento e solidariedade
- Conclusão
Acesse o link para saber mais:
MATERNAL - orientações para professora
.Dê tempo e espaço para a criança fazer coisas para si mesma
.Dê-lhe jogos para que ela use as habilidades motoras que envolvam pular, jogar bola
.Deixe-a colocar liquidos de uma jarra para um copo
.Providencie uma variedade de materiais e atividades para usar enquanto voce a acompanha.
.Responda a todas as questões sobre para que as coisas são e como funcionam.
.Providencie experiencias ineditas para a aprendizagem.
.Repita experiencias frequentemente. Criança não aprende fazendo alguma coisa só uma vez.
.Reforce ideias acuradas da criança e percepções com palavras: "Você está certo, nós precisamos de mais uma colher na nossa mesa".
.Escute-a
.Comece a ler livros de historias com enredo simples e ensine-lhe cantigas com letras mais simples
.Inclua mais objetos para serem usados em jogos dramáticos
.Mostre-lhe que você a ama e confia nela.
.responda a suas ofertas de amizade.Mostre constantemente que você gosta dela.
>Deixe-a ajudar em atividades reais, como limpar
.Agradeça-lhe e elogie a sua ajuda.
.Aceite os fortes sentimentos de companheiros imaginários ou medo de coisas imaginárias ou reais. Não brinque com esses sentimentos. Ore com a criança para que ela se sinta segura.
EDUCAÇÃO INFANTIL - formação continuada
Você que trabalha com Educação Infantil e Séries Iniciais sabe a importância do constante estudo e aprimoramento.
Na corrida rotina diária nem sempre há tempo para estudar e realizar cursos, por isso estudar em casa, pela internet, sem horario fixo (pois voce fará o seu horario), é uma enorme vantagem.
O curso tem avaliação e certificado válido em todo o território nacional.
Se já há um Plano de Carreira em seu município, certamente você sabe que um dos pré-requisitos para aumentos salariais é a sua formação continuada e esse certificado pode ser importante na proxima avaliação.
Veja o que ele apresenta para voce;
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Se você deseja entrar neste mercado de trabalho promissor da educação Infantil, aperfeiçoar-se para desempenhar melhor suas tarefas, ou se você apenas quer entender melhor como estimular seus próprios filhos, o Curso de Educação Infantil lhe fornecerá a mistura perfeita entre teoria e prática, apresentando o fundamento pedagógico da educação infantil e sugerindo uma série de atividades práticas para as diferentes idades.
Conheça as principais dificuldades das crianças e como tratá-las, como a dislexia, troca de letras, entre outras.
Organizado em dois Módulos complementares, o Curso de Educação Infantil começa definindo o que é Educação Infantil, sua história e como ela se enquadra na legislação brasileira. E ensina:
Conheça as principais dificuldades das crianças e como tratá-las, como a dislexia, troca de letras, entre outras.
Organizado em dois Módulos complementares, o Curso de Educação Infantil começa definindo o que é Educação Infantil, sua história e como ela se enquadra na legislação brasileira. E ensina:
- A diferença dos conceitos de pedagogia, educação e didática;
- As diferentes linhas pedagógicas, como Piaget, Montessori, Vigotsky, Waldorf;Os métodos de alfabetização;
- Como as crianças aprendem linguagem, números, ciências;
- A diferença entre cuidar, brincar e educar;
- A organização da rotina na sala de aula;
- A importância da Música para o desenvolvimento afetivo, cognitivo e social.
Além disso, o curso traz atividades, historinhas e fábulas e sugere brincadeiras e atividades como Caça ao Objeto, Corrida com Pés Amarrados, sempre explicando como realizar a atividade e apresentando seu conteúdo pedagógico.
O Curso é inteiramente on-line, com vídeo-aulas, apoio de tutor e apostila com atividades sugeridas para imprimir e copiar.
O Curso é inteiramente on-line, com vídeo-aulas, apoio de tutor e apostila com atividades sugeridas para imprimir e copiar.
Os principais tópicos do Curso de Educação Infantil são:
- O Que é Educação Infantil?
- Construção da Linguagem Oral e Escrita
- Construção do Conhecimento Lógico-Matemático
- Formação Pessoal e Social
- Conhecimento de Mundo
- Natureza e Sociedade
- Estatuto da Criança e do Adolescente
- A Pedagogia e a Filosofia
- Repensando a Educação Infantil
- O Papel dos Pais na Educação Escolar
- Linha Tradicional
- Linha Construtivista
- Linha Montessoriana
- Linha Waldorf
- A Troca de Letras na Alfabetização
- A Literatura Infantil
- Métodos de Alfabetização
- O Ensino de Matemática na Educação Infantil
- Propostas de Livros Didáticos para o Ensino da Matemática
- O Ensino de Matemática por meio de Jogos Infantis
- Brincadeiras com Conteúdo
- Mapa da Vizinhança
- Como Estimular o Uso de Números
- A Motricidade Infantil
- Formando Crianças Livres de Preconceitos
- Aprender e Brincar
- A Ciência e a Educação Infantil
- A Rotina na Educação Infantil
- Avaliação na Educação Infantil
- A Importância da Música na Aprendizagem
- As Modalidades de Textos Infantis
- As Fábulas e Exemplos de Fábulas
- Contos de Fadas, Lendas e Poesia
- Atividades para Educação Infantil
- Dinâmicas para Educação Infantil
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LINGUA PORTUGUESA - encontro consonantal e ordem alfabetica
Atividades simples onde o aluno deverá fazer pesquisa de palavras para completar a primeira atividade e organizar alfabeticamente a segunda.
Atividades que exigem ordem alfabetica estão sempre presentes nas verificações oficiais de aprendizagem pois exigem multiplos conhecimentos entre eles a ordem alfabetica que é um conhecimento super importante para que o aluno possa manusear um dicionário e ir em busca do conhecimento.
Atividades que exigem ordem alfabetica estão sempre presentes nas verificações oficiais de aprendizagem pois exigem multiplos conhecimentos entre eles a ordem alfabetica que é um conhecimento super importante para que o aluno possa manusear um dicionário e ir em busca do conhecimento.
FORMAÇÃO CONTINUADA - Piaget e Vygotsky
Diferenças e semelhanças.
Material enviado pela amiga Agna.
Material enviado pela amiga Agna.
Do
que foi visto, é possível afirmar que tanto Piaget como Vygotsky concebem a
criança como um ser ativo, atento, que constantemente cria hipóteses sobre o
seu ambiente. Há, no entanto, grandes diferenças na maneira de conceber o
processo de desenvolvimento. As principais delas, em resumo, são as seguintes:
A) QUANTO AO PAPEL DOS
FATORES INTERNOS E EXTERNOS NO DESENVOLVIMENTO
Piaget
privilegia a maturação biológica; Vygotsky, o ambiente social, Piaget, por aceitar
que os fatores internos preponderam sobre os externos, postula que o
desenvolvimento segue uma seqüência fixa e universal de estágios. Vygotsky, ao
salientar o ambiente social em que a criança nasceu, reconhece que, em se
variando esse ambiente, o desenvolvimento também variará. Neste sentido, não se
pode aceitar uma visão única, universal, de desenvolvimento humano.
B) QUANTO À CONSTRUÇÃO
REAL
Piaget
acredita que os conhecimentos são elaborados espontaneamente pela criança, de
acordo com o estágio de desenvolvimento em que esta se encontra. A visão
particular e peculiar (egocêntrica) que as crianças mantêm sobre o mundo vai,
progressivamente, aproximando-se da concepção dos adultos: torna-se
socializada, objetiva. Vygotsky discorda de que a construção do conhecimento
proceda do individual para o social. Em seu entender a criança já nasce num
mundo social e, desde o nascimento, vai formando uma visão desse mundo através
da interação com adultos ou crianças mais experientes. A construção do real é,
então, mediada pelo interpessoal antes de ser internalizada pela criança. Desta
forma, procede-se do social para o individual, ao longo do desenvolvimento.
C) QUANTO AO PAPEL DA
APRENDIZAGEM
Piaget
acredita que a aprendizagem subordina-se ao desenvolvimento e tem pouco impacto
sobre ele. Com isso, ele minimiza o papel da interação social. Vygotsky, ao
contrário, postula que desenvolvimento e aprendizagem são processos que se
influenciam reciprocamente, de modo que, quanto mais aprendizagem, mais
desenvolvimento.
D) QUANTO AO PAPEL DA
LINGUAGEM NO DESENVOLVIMENTO E Á RELAÇÃO ENTRE LINGUAGEM E PENSAMENTO
Segundo
Piaget, o pensamento aparece antes da linguagem, que apenas é uma das suas
formas de expressão. A formação do pensamento depende, basicamente, da
coordenação dos esquemas sensorimotores e não da linguagem.Esta só pode ocorrer
depois que a criança já alcançou um determinado nível de habilidades mentais,
subordinando-se, pois, aos processos de pensamento. A linguagem possibilita à
criança evocar um objeto ou acontecimento ausente na comunicação de
conceitos.Piaget, todavia, estabeleceu uma clara separação entre as informações
que podem ser passadas por meio da linguagem e os processos que não parecem
sofrer qualquer influência dela. Este é o caso das operações cognitivas que não
podem ser trabalhadas por meio de treinamento específico feito com o auxílio da
linguagem. Por exemplo, não se pode ensinar, apenas usando palavras, a
classificar, a seriar, a pensar com responsabilidade.
Já
para Vygotsky, pensamento e linguagem são processos interdependentes, desde o
início da vida. A aquisição da linguagem pela criança modifica suas funções
mentais superiores: ela dá uma forma definida ao pensamento, possibilita o
aparecimento da imaginação, o uso da memória e o planejamento da ação. Neste
sentido, a linguagem, diferentemente daquilo que Piaget postula, sistematiza a
experiência direta das crianças e por isso adquire uma função central no
desenvolvimento cognitivo, reorganizando os processos que nele estão em
andamento.
Síntese das idéias da
Vygotsky
Para
Vygotsky, a cultura molda o psicológico, isto é, Determina a maneira de pensar.
Pessoas de diferentes culturas têm diferentes perfis psicológicos. As funções
psicológicas de uma pessoa são desenvolvidas ao longo do tempo e mediadas pelo
social, através de símbolos criados pela cultura. A linguagem representa a
cultura e depende do intercâmbio social. Os conceitos são construídos no
processo histórico e o cérebro humano é resultado da evolução. Em todas as
culturas, os símbolos culturais fazem a mediação. Os conceitos são construídos
e internalizados de maneira não linear e diferente para cada pessoa.Toda
abordagem é feita de maneira de maneira holística (ampla) e o cotidiano é
sempre em movimento, em transformação. È a Dialética.A palavra é o microcosmo,
o início de tudo e tem vários significados, ou seja, é polissêmica; a mente vai
sendo substituída historicamente pala pessoa, que é sujeito do seu
conhecimento.
Vygotsky
desenvolveu um grande trabalho, reconhecido pelos estudiosos sobre a formação
de conceitos. Os conceitos espontâneos ou do cotidiano, também chamados de
senso comum, são aqueles que não passaram pelo crivo da ciência. Os conceitos
científicos são formais, organizados, sistematizados, testados pelos meios científicos,
que em geral são transmitidos pela escola e que aos poucos vão sendo
incorporados ao senso comum. Trabalha com a idéia de zonas de desenvolvimento.
Todos temos uma zona de desenvolvimento real, composta por conceitos que já
dominamos. Vamos imaginar que numa escala de zero a 100, estamos no 30; esta é
a zona de desenvolvimento real nossa. Para os outros 70, sendo o nosso
potencial, Vygotsky chama de ZONA de DESENVOLVIMENTO PROXIMAL. Se uma pessoa
chega ao 100, a sua Zona de Desenvolvimento Proximal será ampliada, porque
estamos sempre adquirindo conceitos novos. Estabelece três estágios na
aquisição desses conceitos.O 1º é o dos Conceitos Sincréticos, ainda
psicológicos evolui em fases e a escrita acompanha. Uma criança
de,aproximadamente, três anos de idade escreve o nome da mãe ou do pai,
praticando a Escrita Indecifrável, ou seja, se o pai é alto, ela faz um risco
grande, se a mãe é baixa, ela risca algo pequeno.Aproximadamente aos 4 anos de
idade, a criança entra numa nova fase, a Escrita Pré-silábica, que pode ser
Unigráfica: semelhante ao desenho anterior, mas mais bem elaborado; Letras
Inventadas: não é possível ser entendido, porque não pertence a nenhum sistema
de signo; Letras Convencionais: jogadas aleatoriamente sem obedecer a nenhuma seqüência
lógica de escrita.
No
desenvolvimento, aos 4 ou 5 anos, a criança entra na fase da Escrita Silábica,
quando as letras convencionais representam sílabas, não separa vogais e
consoantes, faz uma mistura e às vezes só maiúsculas ou só minúsculas.
Com
aproximadamente 5 anos, a criança entra em outra fase, a Escrita Silábica
Alfabética. Neste momento a escrita é caótica, faltam letras, mas apresenta
evolução em relação à fase anterior.
Com
mais ou menos 6 anos de idade, a criança entra na fase da Escrita Alfabética:
já conhece o valor sonoro das letras, mas ainda erra.Somente com o hábito de
ler e escrever que esses erros vão sendo corrigidos.Ferreiro aconselha não
corrigir a escrita da criança durante as primeiras fases. No início, ela não
tem estrutura e depois vai adquirindo aos poucos. Nesse instante o erro deve
ser trabalhado, porque a criança está adquirindo as estruturas necessárias.
Sobre
educação de adultos, considera que as fases iniciais já foram eliminadas,
porque mesmo sendo analfabeta, a pessoa conhece números e letras.
Considera
a Zona de Desenvolvimento Proximal de Vygotsky, a lei de equilíbrio e
desequilíbrio de Piaget e a internalização do conhecimento. Trabalha com
hipóteses, no contexto, com visão de processo, aceitando a problematização,
dentro da visão Dialética holística.
Teoria
Piagetiana
A
Psicologia de Piaget está fundamentada na idéia de equilibração e
desequilibração. Quando uma pessoa entra em contato com um novo conhecimento,
há naquele momento um desequilíbrio e surge a necessidade, de voltar ao
equilíbrio. O processo começa com a assimilação do elemento novo, com a
incorporação às estruturas já esquematizadas, através da interação. Há mudanças
no sujeito e tem início o processo de acomodação, que aos poucos chega à
organização interna. Começa a adaptação externa do sujeito e a internalização
já aconteceu. Um novo desequilíbrio volta a acontecer e pode ser provocada por
carência, curiosidade, dúvida etc. O movimento é dialético (de movimento
constante) e o domínio afetivo acompanha sempre o cognitivo (habilidades
intelectuais), no processo endógeno.
Piaget
trabalhou o desenvolvimento humano em etapas, períodos, estágios etc.
Erro
na teoria Piagetiana
Se
uma pessoa erra e continua errando, uma das três situações está ocorrendo:
·
Se a pessoa não tem estrutura suficiente para compreender determinado
conhecimento, deve-se criar um ambiente melhor de trabalho, clima, diálogo,
porque é impossível criar estruturas necessárias. EX: não se deve ensinar
conhecimentos abstratos, teorias complicadas para uma criança que ainda não
atingiu a faixa etária esperada, que se encontra no período das operações
concretas;
·
Se a pessoa possui estruturas em formação, o professor deve trabalhar com a
idéia de que o erro é construtivo, deve fazer a mediação, ajudando o aluno a
superar as dificuldades;
·
Se a pessoa possui estruturas e não aprende, os procedimentos estão errados. O
professor fará intervenção para que o aluno tome consciência do erro. Em muitos
casos quem deve mudar os seus procedimentos é o professor
Acomodação (Piaget)
Acomodação no sentido formulado por Jean Piaget pode ser entendida como um dos
mecanismos da adaptação que estruturam e impulsionam o desenvolvimento
cognitivo. É o processo pelo qual os esquemas mentais existentes modificam-se
em função das experiências e relações com o meio. É o movimento que o organismo
realiza para se submeter às exigências exteriores, adequando-se ao meio. O
outro mecanismo da adaptação é a assimilação, que consiste no processo mental
pelo qual os dados das experiências se incorporam aos esquemas de ação e aos
esquemas operatórios existentes, num movimento de integração do meio no
organismo. O processo de regulação entre a assimilação e a acomodação é a
equilibração. Em algumas atividades mentais predomina a assimilação (jogo
simbólico) e em outras predomina a acomodação (reprodução).
Para Piaget, o desenvolvimento cognitivo do indivíduo está sempre passando por equilíbrios e desequilíbrios. Isso se dá com a mínima interferência, seja ela orgânica ou ambiental. Para que passe do desequilíbrio para o equilíbrio são acionados dois mecanismos: O de assimilação e acomodação. Por exemplo, a inteligência seria uma assimilação, pois incorpora dados da experiência no indivíduo. Assim, uma vez que ele assimilou intelectualmente uma nova experiência, vai formar um novo esquema ou modificar o esquema antes vigente. Então, na medida que ele compreende aquele novo conhecimento ele se apropria dele e se acomoda, aquilo passa a ser normal. Então, volta novamente ao equilíbrio. Esse período que a pessoa assimila e se acomoda ao novo é chamado de adaptação. Pode-se dizer, que dessa forma, se dá o processo de evolução do desenvolvimento humano.
Para Piaget, o desenvolvimento cognitivo do indivíduo está sempre passando por equilíbrios e desequilíbrios. Isso se dá com a mínima interferência, seja ela orgânica ou ambiental. Para que passe do desequilíbrio para o equilíbrio são acionados dois mecanismos: O de assimilação e acomodação. Por exemplo, a inteligência seria uma assimilação, pois incorpora dados da experiência no indivíduo. Assim, uma vez que ele assimilou intelectualmente uma nova experiência, vai formar um novo esquema ou modificar o esquema antes vigente. Então, na medida que ele compreende aquele novo conhecimento ele se apropria dele e se acomoda, aquilo passa a ser normal. Então, volta novamente ao equilíbrio. Esse período que a pessoa assimila e se acomoda ao novo é chamado de adaptação. Pode-se dizer, que dessa forma, se dá o processo de evolução do desenvolvimento humano.
DESENVOLVIMENTO
E APRENDIZAGEM: UMA REVISÃO SEGUNDO AUSUBEL, PIAGET E VYGOTSKY
João
Alfredo Carrara
Por
mais de vinte anos as perguntas “como aprendemos?” e “como conhecemos?”
continuam questionando paradigmas educativos tradicionais e provocando uma
série de mudanças nos enfoques, processos e práticas educativas. Por sua vez,
esta situação renova o interesse de pedagogos, psicólogos, filósofos e biólogos não apenas no
processo de aprender como nos seus respectivos objetos de conhecimento. As
contribuições de Ausubel, Piaget, Vygotsky, entre muitos outros, permitem
ampliar nossa compreensão sobre a aprendizagem, a cognição e os processos de
construção de conhecimentos na sala de aula, e geram reflexões em torno do
papel do docente e o ensino que propiciam estabelecer um diálogo interdisciplinar
com a pedagogia e com a didática. Neste sentido, tanto a experiência como a
investigação mostra que os processos de ensino e aprendizagem constituem um
corpo conceitual cada dia mais complexo e interdisciplinar.
Existe
um certo consenso de que a educação deve promover o desenvolvimento integral
das pessoas e sobre a aprendizagem de determinados conteúdos da cultura
necessários para que elas sejam membros da abordagem sócio-cultural de
referência. Mesmo assim, problemas aparecem quando se trata de explicar o que
se entende por desenvolvimento e aprendizagem e quais são as relações entre os
dois processos. O desenvolvimento pode ser considerado um processo através do
qual as pessoas, a partir das estruturas disponíveis em cada momento, se
apropriam da cultura do grupo social dentro do qual estão imersas. Se bem que o
desenvolvimento das pessoas, como diz Piaget, tem uma dinâmica interna. Isto é
possível devido às interações sociais estabelecidas entre o indivíduo e os
diferentes agentes que atuam como mediadores da cultura – pais e docentes
(VYGOTSKY, 1987).
Utilizando
este conceito de desenvolvimento, entende-se, então a aprendizagem como um
processo de construção individual através do qual se faz uma interpretação
pessoal e única da tal cultura. Desde esta perspectiva, os processos de
aprendizagem não são uma mera associação de estímulos e respostas ou de
acumulação de conhecimentos; são mudanças qualitativas nas estruturas e
esquemas existentes de complexidade crescente (PIAGET, 1990). Aprender não quer
dizer fazer uma interpretação e representação interna da realidade ou
informação externa, mas fazer uma interpretação e representação pessoal de tal
realidade. Isto faz com que o processo de aprendizagem seja único e
“irrepetível” em cada caso. Esta construção individual não se opõe à interação
pessoal, pelo contrário, as duas se complementam.
Igualmente
ao desenvolvimento, a aprendizagem é um processo interno. Ninguém pode aprender
por nós. Mas aprendemos graças aos processos de interação social com outras
pessoas que atuam como mediadores dos conteúdos da cultura, estabelecidos no
currículo escolar, graças aos processos de interação e de comunicação com os
docentes e com seus pares. A aprendizagem cooperativa entre alunos demonstra
ser também uma poderosa ferramenta para o seu desenvolvimento.
O
conceito construtivista, como estrutura explicativa dos processos de
ensino/aprendizagem se alimentam de várias teorias, sendo a teoria da
aprendizagem significativa de Ausubel a de maior utilidade por ter sido formulada
dentro de experiências vivenciadas na sala de aula. Segundo este autor, existem
vários tipos de aprendizagem, mas deve-se procurar incentivar a aprendizagem
significativa sendo esta, por definição, uma aprendizagem integral e
relacionada com o contexto social do aprendiz. A partir deste ponto de vista, o
aprender envolve a produção de mudanças nos conceitos prévios e que tal
aprendizagem serve para continuar aprendendo. As condições que possibilitam
este processo estão relacionadas com a pessoa (disposição e estrutura
cognitiva) e com o material (seu potencial significativo para o estudante).
Aqui o aluno assume um papel ativo no processo de reconstrução e construção de
conhecimentos (AUSUBEL; NOVAK; HANESIAN, 1983).
Na
América Latina, os processos de inovação educativa encontram-se não apenas no
construtivismo, como também na longa tradição da pedagogia popular que entende
a aprendizagem como um processo autônomo, ativo e interno de construção de
novos conhecimentos que contribuem necessariamente ao desenvolvimento integral
da pessoa. Este desenvolvimento pessoal leva a considerar de forma relacionada
os quatro pilares da aprendizagem propostos no relatório da UNESCO de Educação
para o século XXI: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e
aprender a conviver.
Não
se pode separar os processos de aprendizagem dos processos de ensino. Os dois
são interdependentes na medida que a forma em que planificamos o ensino é
decisiva para que o aluno possa construir aprendizagens significativas. Da perspectiva
do conceito construtivista, o ensino não consiste em transmitir conhecimentos
acabados aos alunos; o que é necessário é oferecer ajuda para que cada aluno
consiga construir as aprendizagens básicas estabelecidas no currículo escolar (PIAGET, 1990).
Assim
sendo, a função docente é desenhar e organizar experiências educativas utilizando o princípio da
centralidade do estudante como sujeito ativo da aprendizagem. O educador atua
como mediador entre o aluno e os conteúdos que este precisa aprender, ajustando
o apoio pedagógico ao processo de cada um. Nesta perspectiva, o ensino não é um
conjunto de receitas que se pode aplicar a todos os alunos e situações
uniformemente; pelo contrário, é uma atividade dinâmica dentro do qual intervém
múltiplos fatores que impedem prever de antemão o que vai acontecer nas aulas.
Este fato obriga o professor a refletir e revisar constantemente a sua prática
pedagógica para identificar os fatores estratégicos a serem utilizados para
promover a aprendizagem significativa de todos os alunos.
Por
parte daquele que ensina, então, a compreensão dos
processos de ensino e aprendizagem requer um conhecimento profundo de cognição,
pensamento, linguagem, inteligência e, particularmente, das atividades e
processos mentais de atenção, percepção, memória, representação, racionamento,
tomada de decisões e solução de problemas entre outros.
Além
destes aspectos, faz-se relevante o conhecimento sobre as questões afetivas e
emocionais, dada a sua importância e grande influência nos processos de
aprendizagem e bem-estar das pessoas. A promoção das habilidades de ordem
superior como a auto-regulação metacognitiva e a criatividade também são
fundamentais dentro de um mundo repleto de mudanças e incertezas, onde cada dia
o indivíduo usa informações que demandam habilidades relacionadas com a
melhoria das suas capacidades de processamento e a utilização de estratégias
que potencializam sua capacidade de aprendizagem.
Para
concluir, é importante deixar claro que o conceito
construtivista não é suficiente para explicar a multiplicidade de fatores que
atuam nos processos de ensino e aprendizagem dentro da escola. Os docentes
precisam complementar os seus conhecimentos com teorias sobre a organização das
instituições, a comunicação, o desenvolvimento afetivo e emocional, a pedagogia
humanizadora e libertadora, entre outros, para poder desenvolver uma ação
educativa que promova não apenas o desenvolvimento de seus alunos, como também
o desenvolvimento da escola como instituição política e socialmente coerente
com o contexto regional em que está inserida.
REFERÊNCIAS
AUSUBEL;
NOVAK; HANESIAN. Psicología Educativa: Un punto de vista cognoscitivo.
2°ed.México:Trillas,1983.Disponível no site www.didacticahistoria.com/psic/psic02.htm
PIAGET,
J. Epistemologia Genética. SP, Martins Fontes, 1990.
PIAGET,
J. A linguagem e o pensamento. São Paulo: Martins Fontes, 1986.
VYGOTSKY,
L. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
VYGOTSKY,
L Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
YGOTSKY, L. S. A
formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
Esse
livro, organizado por pesquisadores americanos, é constituído de manuscritos,
palestras e ensaios elaborados pelo autor. Divide-se basicamente em duas partes:
a primeira reúne textos que tratam mas especificamente de temas pertencentes à
psicologia cognitiva, dentre eles: a questão do instrumento e o símbolo no
desenvolvimento infantil. O problema da percepção, atenção e memória e a
internalização das funções psicológicas superiores. A Segunda esclarece pontos
acerca das implicações educacionais decorrentes dessa teoria, tais como: as
relações entre aprendizado e desenvolvimento, a importância do brinquedo e do
aprendizado da língua escrita. No final desse livro os organizadores apresentam
uma relação (em ordem cronológica) dos inúmeros trabalhos de Vygotsky
publicados em russo e dos traduzidos para o inglês. A primeira edição americana
é de 1978
FORMAÇÃO CONTINUADA - A prática educativa
Texto enviado pela amiga Agna:
Para saber quem é ANTONI
ZABALA.
A PRÁTICA EDUCATIVA: UNIDADES DE ANÁLISE
Buscar a competência em seu ofício é característica de qualquer bom profissional. Zabala elabora um modelo que seria capaz de trazer subsídios para a análise da prática profissional. Como opção, utiliza-se do modelo de interpretação, que se contrapõe àquele em que o professor é um aplicador de fórmulas herdadas da tradição, fundamentando-se no pensamento prático e na capacidade reflexiva do docente.
A finalidade da escola é promover a formação integral dos alunos, segundo Zabala, que critica as ênfases atribuídas ao aspecto cognitivo. Para ele, é na instituição escolar, através das relações construídas a partir das experiências vividas, que se estabelecem os vínculos e as condições que definem as concepções pessoais sobre si e os demais. A partir dessa posição ideológica acerca da finalidade da educação escolarizada, é conclamada a necessidade de uma reflexão profunda e permanente da condição de cidadania dos alunos, e da sociedade em que vivem.
Sobre os conteúdos da aprendizagem, seus significados são ampliados para além da questão do que ensinar, encontrando sentido na indagação sobre por que ensinar. Deste modo, acabam por envolver os objetivos educacionais, definindo suas ações no âmbito concreto do ambiente de sala de aula.
Esses conteúdos assumem o papel de envolver todas as dimensões da pessoa, caracterizando as seguintes tipologias de aprendizagem: factual e conceitual (o que se deve aprender?); procedimental(o que se deve fazer?); e atitudinal (como se deve ser?).
Sobre a concepção de aprendizagem, o autor afirma que não é possível ensinarmos sem nos determos nas referências de como os alunos aprendem, chamando a atenção para as particularidades dos processos de aprendizagem de cada aluno (diversidade). O construtivismo é eleito como concepção metodológica em virtude da validação empírica de uma série de princípios psicopedagógicos: os esquemas de conhecimento; o nível de desenvolvimento e dos conhecimentos prévios, e a aprendizagem significativa. Baseada nessa concepção, a aprendizagem dos conteúdos apresenta características específicas para cada tipologia.
A PRÁTICA EDUCATIVA: UNIDADES DE ANÁLISE
Buscar a competência em seu ofício é característica de qualquer bom profissional. Zabala elabora um modelo que seria capaz de trazer subsídios para a análise da prática profissional. Como opção, utiliza-se do modelo de interpretação, que se contrapõe àquele em que o professor é um aplicador de fórmulas herdadas da tradição, fundamentando-se no pensamento prático e na capacidade reflexiva do docente.
A finalidade da escola é promover a formação integral dos alunos, segundo Zabala, que critica as ênfases atribuídas ao aspecto cognitivo. Para ele, é na instituição escolar, através das relações construídas a partir das experiências vividas, que se estabelecem os vínculos e as condições que definem as concepções pessoais sobre si e os demais. A partir dessa posição ideológica acerca da finalidade da educação escolarizada, é conclamada a necessidade de uma reflexão profunda e permanente da condição de cidadania dos alunos, e da sociedade em que vivem.
Sobre os conteúdos da aprendizagem, seus significados são ampliados para além da questão do que ensinar, encontrando sentido na indagação sobre por que ensinar. Deste modo, acabam por envolver os objetivos educacionais, definindo suas ações no âmbito concreto do ambiente de sala de aula.
Esses conteúdos assumem o papel de envolver todas as dimensões da pessoa, caracterizando as seguintes tipologias de aprendizagem: factual e conceitual (o que se deve aprender?); procedimental(o que se deve fazer?); e atitudinal (como se deve ser?).
Sobre a concepção de aprendizagem, o autor afirma que não é possível ensinarmos sem nos determos nas referências de como os alunos aprendem, chamando a atenção para as particularidades dos processos de aprendizagem de cada aluno (diversidade). O construtivismo é eleito como concepção metodológica em virtude da validação empírica de uma série de princípios psicopedagógicos: os esquemas de conhecimento; o nível de desenvolvimento e dos conhecimentos prévios, e a aprendizagem significativa. Baseada nessa concepção, a aprendizagem dos conteúdos apresenta características específicas para cada tipologia.
AS SEQÜÊNCIAS DIDÁTICAS E AS SEQÜÊNCIAS DE CONTEÚDO
Zabala explicita que a
ordenação articulada das atividades seria o elemento diferenciador das
metodologias, e que o primeiro aspecto característico de um método seria o tipo
de ordem em que se propõem as atividades. Ressalta que o parcelamento da
prática educativa tem certo grau de artificialidade, explicável pela
dificuldade em encontrar um sistema interpretativo adequado, que deveria
permitir o estudo conjunto de todas as variáveis incidentes nos processos
educativos. A seqüência considera a importância das intenções educacionais na
definição dos conteúdos de aprendizagem e o papel das atividades que são
propostas. Alguns critérios para análise das seqüências reportam que os conteúdos
de aprendizagem agem explicitando as intenções educativas podendo abranger as
dimensões: conceituais; procedimentais; e atitudinais.
Certos questionamentos pareceram-nos relevantes:
Certos questionamentos pareceram-nos relevantes:
ü
Na seqüência há
atividades que nos permitam determinar os conhecimentos prévios?;
ü
Atividades cujos conteúdos sejam propostos de
forma significativa e funcional?;
ü
Atividades em que
possamos inferir sua adequação ao nível de desenvolvimento de cada aluno?;
ü
Atividades que
representem um desafio alcançável?;
ü
Provoquem um conflito cognitivo e promovam a
atividade mental?;
ü
Sejam motivadoras
em relação à aprendizagem dos novos conteúdos?;
ü
Estimulem a
auto-estima e o auto-conceito?;
ü Ajudem o
aluno a adquirir habilidades relacionadas com o aprender a aprender, sendo cada
vez mais autônomo em suas aprendizagens?
O PAPEL DOS PROFESSORES E DOS ALUNOS
O autor expõe o valor das relações que se estabelecem entre os professores, os alunos e os conteúdos no processo ensino e aprendizagem. Comenta que essas se sobrepõem às seqüências didáticas, visto que o professor e os alunos possuem certo grau de participação nesse processo, diferente do ensino tradicional, caracterizado pela transmissão/recepção e reprodução de conhecimentos. Examina, dentro da concepção construtivista, a natureza dos diferentes conteúdos, o papel dos professores e dos alunos, bem como a relação entre eles no processo, colocando que o professor necessita diversificar as estratégias, propor desafios, comparar, dirigir e estar atento à diversidade dos alunos, o que significa estabelecer uma interação direta com eles.
O professor possui uma série de funções nessas relações interativas: o planejamento e a plasticidade na aplicação desse plano, o que permite uma adaptação às necessidades dos alunos; levar em conta as contribuições dos alunos no início e durante as atividades; auxiliá-los a encontrar sentido no que fazem, comunicando objetivos, levando-os a enxergar os processos e o que se espera deles; estabelecer metas alcançáveis; oferecer ajuda adequada no processo de construção do aluno; promover o estabelecimento de relações com o novo conteúdo apresentado, e exigir dos alunos análise, síntese e avaliação do trabalho; estabelecer um ambiente e relações que facilitem a auto-estima e o auto-conceito; promover canais de comunicação entre professor/aluno, aluno/aluno; potencializar a autonomia, possibilitando a metacognição; avaliar o aluno conforme sua capacidade e esforço.
O PAPEL DOS PROFESSORES E DOS ALUNOS
O autor expõe o valor das relações que se estabelecem entre os professores, os alunos e os conteúdos no processo ensino e aprendizagem. Comenta que essas se sobrepõem às seqüências didáticas, visto que o professor e os alunos possuem certo grau de participação nesse processo, diferente do ensino tradicional, caracterizado pela transmissão/recepção e reprodução de conhecimentos. Examina, dentro da concepção construtivista, a natureza dos diferentes conteúdos, o papel dos professores e dos alunos, bem como a relação entre eles no processo, colocando que o professor necessita diversificar as estratégias, propor desafios, comparar, dirigir e estar atento à diversidade dos alunos, o que significa estabelecer uma interação direta com eles.
O professor possui uma série de funções nessas relações interativas: o planejamento e a plasticidade na aplicação desse plano, o que permite uma adaptação às necessidades dos alunos; levar em conta as contribuições dos alunos no início e durante as atividades; auxiliá-los a encontrar sentido no que fazem, comunicando objetivos, levando-os a enxergar os processos e o que se espera deles; estabelecer metas alcançáveis; oferecer ajuda adequada no processo de construção do aluno; promover o estabelecimento de relações com o novo conteúdo apresentado, e exigir dos alunos análise, síntese e avaliação do trabalho; estabelecer um ambiente e relações que facilitem a auto-estima e o auto-conceito; promover canais de comunicação entre professor/aluno, aluno/aluno; potencializar a autonomia, possibilitando a metacognição; avaliar o aluno conforme sua capacidade e esforço.
Em seguida, aborda a
influência dos tipos dos conteúdos procedimentais e atitudinais na estruturação
das interações educativas na aula. Nos procedimentais, o professor necessita
perceber e criar condições adequadas às necessidades específicas de cada aluno;
nos atitudinais, é preciso articular ações formativas, não bastando propor
debates e reflexões sobre comportamento cooperativo, tolerância, justiça,
respeito mútuo etc.; é preciso viver o clima de solidariedade, tolerância.... E
trabalhar conteúdos atitudinais é muito difícil, envolvendo em primeiro lugar a
contradição entre o que é trabalhado na escola e o sistema social, ou o que é
veiculado pela mídia.
A ORGANIZAÇÃO SOCIAL DA CLASSE
Antoni Zabala procurou analisar as diferentes formas de organização social dos alunos
vivenciadas na escola e sua relação com o processo de aprendizagem.
Percebeu que todo tipo de organização grupal dos alunos, assim como todas as atividades a serem programadas/desenvolvidas pela escola e a própria forma de gestão que esta emprega, devem levar em consideração os tipos de aprendizagens que estão proporcionando a seus alunos e os objetivos expressos pela própria escola. Desse modo, alertou para o fato de que inconscientemente a instituição escolar, ao não refletir sobre esses aspectos, pode acabar por desenvolver uma aprendizagem inversa àquilo que apregoa. Tais considerações apresentam-se bastante úteis aos profissionais da educação, para que reflitam sobre a importância de se organizar o grupo de alunos, levando em consideração o tipo de aprendizagem e conteúdo que esperam desenvolver nestes, percebendo que a organização social da classe tem relação direta com a aprendizagem..
Antoni Zabala procurou analisar as diferentes formas de organização social dos alunos
vivenciadas na escola e sua relação com o processo de aprendizagem.
Percebeu que todo tipo de organização grupal dos alunos, assim como todas as atividades a serem programadas/desenvolvidas pela escola e a própria forma de gestão que esta emprega, devem levar em consideração os tipos de aprendizagens que estão proporcionando a seus alunos e os objetivos expressos pela própria escola. Desse modo, alertou para o fato de que inconscientemente a instituição escolar, ao não refletir sobre esses aspectos, pode acabar por desenvolver uma aprendizagem inversa àquilo que apregoa. Tais considerações apresentam-se bastante úteis aos profissionais da educação, para que reflitam sobre a importância de se organizar o grupo de alunos, levando em consideração o tipo de aprendizagem e conteúdo que esperam desenvolver nestes, percebendo que a organização social da classe tem relação direta com a aprendizagem..
A ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS
São analisadas as relações e
a forma de vincular os diferentes conteúdos de aprendizagem. Ao longo da
história, os conhecimentos foram alocados em disciplinas, em uma lógica da
organização curricular. Contudo, nos últimos anos é cada vez mais comum
encontrarmos propostas que rompem com a organização por unidades centradas
exclusivamente em disciplinas; o autor denominou tais métodos de
globalizadores.
Ele defende a organização dos conteúdos pelo método de ensino global, pois os conteúdos de aprendizagem só podem ser considerados relevantes na medida em que desenvolvam nos alunos a capacidade para compreender uma realidade que se manifesta globalmente. No tocante aos métodos globalizadores, o autor descreve as possibilidades dos centros de interesse de Decroly, os métodos de projetos de Kilpatrick, o estudo do meio, e os projetos de trabalhos globais.
OS MATERIAIS CURRICULARES E OUTROS RECURSOS DIDÁTICOS.
Materiais curriculares são os instrumentos que proporcionam referências e critérios para tomar decisões: no planejamento, na intervenção direta no processo de ensino/aprendizagem e em sua avaliação. São meios que ajudam os professores a responder aos problemas concretos que as diferentes fases dos processos de planejamento, execução e avaliação lhes apresentam.
A AVALIAÇÃO
Realiza-se uma severa crítica à forma como habitualmente é compreendida a avaliação. A pergunta inicial “por que temos que avaliar”, necessária para que se entenda qual deve ser o objeto e o sujeito da avaliação, demora um pouco a ser respondida. A proposta elimina a idéia da avaliação apenas do aluno como sujeito que aprende e propõe também uma avaliação de como o professor ensina. Elabora a idéia de que devemos realizar uma avaliação que seja inicial, reguladora capaz de acompanhar o progresso do ensino, final e integradora. Esta divisão é empregada como necessária para se continuar fazendo o que se faz, ou o que se deve fazer de novo, o que é mais uma justificativa para a avaliação, o por quê avaliar.
Ele defende a organização dos conteúdos pelo método de ensino global, pois os conteúdos de aprendizagem só podem ser considerados relevantes na medida em que desenvolvam nos alunos a capacidade para compreender uma realidade que se manifesta globalmente. No tocante aos métodos globalizadores, o autor descreve as possibilidades dos centros de interesse de Decroly, os métodos de projetos de Kilpatrick, o estudo do meio, e os projetos de trabalhos globais.
OS MATERIAIS CURRICULARES E OUTROS RECURSOS DIDÁTICOS.
Materiais curriculares são os instrumentos que proporcionam referências e critérios para tomar decisões: no planejamento, na intervenção direta no processo de ensino/aprendizagem e em sua avaliação. São meios que ajudam os professores a responder aos problemas concretos que as diferentes fases dos processos de planejamento, execução e avaliação lhes apresentam.
A AVALIAÇÃO
Realiza-se uma severa crítica à forma como habitualmente é compreendida a avaliação. A pergunta inicial “por que temos que avaliar”, necessária para que se entenda qual deve ser o objeto e o sujeito da avaliação, demora um pouco a ser respondida. A proposta elimina a idéia da avaliação apenas do aluno como sujeito que aprende e propõe também uma avaliação de como o professor ensina. Elabora a idéia de que devemos realizar uma avaliação que seja inicial, reguladora capaz de acompanhar o progresso do ensino, final e integradora. Esta divisão é empregada como necessária para se continuar fazendo o que se faz, ou o que se deve fazer de novo, o que é mais uma justificativa para a avaliação, o por quê avaliar.
Em o que avaliar propõe a avaliação de fatos,
conceitos, procedimentos e atitudes, chegando a justificar a prova escrita para
fatos e conceitos, seja-a do tipo mais rápido ou exaustivo. Uma nota importante
diz respeito à observação de que os conceitos podem ser mais bem avaliados
quando a expressão verbal é possível, e não apenas a escrita, da mesma forma
que vê nas pessoas a necessidade de uma expressão de gestos, citando o exemplo
do uso das mãos que os indivíduos fazem para explicar melhor esses conceitos.
Esclarece que os
procedimentos só podem ser avaliados enquanto um saber fazer, propondo uma
avaliação sistemática em situações naturais ou artificialmente criadas. Afirma
que os conteúdos atitudinais implicam na observação das atitudes em diferentes
situações e levanta a possibilidade das pessoas não darem o devido valor às
atitudes enquanto um conteúdo, pelo fato das mesmas não poderem ser
quantificadas. Utiliza a metáfora do médico que não possui instrumentos para
medir dor, enjôo ou estresse e, nem por isso deixa de diagnosticar e medicar.
Neste ponto, pode-se fazer uma transposição dos objetivos referentes à
avaliação de conceitos, procedimentos e atitudes. Também para esta área é mais
fácil a utilização de avaliações sobre conceitos e procedimentos do que sobre
as atitudes, mas a observação continua a ser a forma preferida de avaliação
para atitudes e procedimentos. Acredita que esta deva ser compartilhada e não
tratada como uma filosofia do engano ou do caçador e da caça. Para isto ela
precisa ser vista como pertencente a um clima de cooperação e cumplicidade
entre professores e alunos. Por último,
deixa dúvidas sobre se as notas ou classificações deveriam ser totalmente
públicas, da forma como é atualmente, pois entende que isto esbarra em uma
dimensão ética, ou seja, além da dimensão pública existe uma privada e íntima
que precisa ser respeitada. Duvida o autor dos efeitos estimulantes desta
divulgação da forma como é feita.
No seu estudo
sobre a avaliação, Zabala explica que a função social da avaliação é ser um
instrumento essencial para direcionar o processo da aprendizagem, tendo o
cuidado de avaliar de diferentes formas verificando a capacidade de cada aluno,
a avaliação, portanto ajuda o aluno a interpretar o seu próprio conhecimento.
Diferente da avaliação sancionadora onde a função social é seletiva cabe aos
alunos obter bons resultados a partir de uma rígida disciplina que o condicione
a memorizar o maior número de conhecimentos possíveis, ou seja, não é o ensino
que deve se adaptar ao aluno, mas o aluno que precisa se adaptar aos conteúdos.
(1998, p.199)
Em fim,
Zabala nos ajuda a pensar uma prática centrada no sujeito onde a função social
da aprendizagem seja ensinar integralmente a todos considerando suas
especificidades onde a avaliação é muito mais completa, pois entende que cada
aluno é um sujeito em formação.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A prática educativa parece
ter inúmeras facetas, algumas contempladas por essa obra de Antoni Zabala.
Contudo, generalizações do trabalho docente podem incorrer em engodos, pela
superficialidade referente ao contexto de atuação de cada professor. Quanto às
especificidades contextuais, as considerações do autor pareceram superar essa
limitação, pois a obra tratou de princípios.
Tais inferências abrangeram:
problematização das vivências, inclusão dos alunos, organização das condições
de ensino e aprofundamento significativo e integral dos conteúdos nas três
dimensões.
VALE A PENA LER
Da resenha http://www.ufscar.br/~defmh/spqmh/pdf/rbce.PDF
Da resenha http://www.ufscar.br/~defmh/spqmh/pdf/rbce.PDF
Educação Infantil - embalagens e etiquetas
Conforme prometido, passado a eleição, o blog voltaria ao seu foco educacional!
E a vida continua!
Educação Infantil e 1ª série do Ensino Fundamental
INTRODUÇÃO
Por que ensinar a ler etiquetas e embalagens?
As etiquetas e embalagens são portadores de textos que cumprem a função de informar. Dizem a composição do produto, que cuidados são exigidos para seu funcionamento e manutenção, data de validade, modo de usar e de armazenar o produto... Veiculam textos escritos curtos e utilizam imagens. Ser capaz de compreender esses textos é fundamental para o exercício da cidadania e, se bem utilizados na alfabetização, podem trazer contribuições importantes também para os avanços dos alunos no processo de aquisição de procedimentos de leitor da escrita verbal e não-verbal.
Seqüência didática
Esta seqüência de trabalho centra-se em atividades de leitura baseadas numa proposta significativa de alfabetização. Visa, com isso, formar leitores e escritores, e não apenas decifradores do sistema.
Para organizar essa seqüência é preciso considerar:
- Os conhecimentos prévios dos alunos. Neste caso, o grau de familiaridade com esse tipo de texto. Ou seja, é preciso saber que conhecimentos os alunos já têm sobre as embalagens e etiquetas. O que imaginam que possa estar escrito e onde podemos encontrá-las.
- Os conhecimentos dos alunos sobre o sistema alfabético. Quais alunos já são capazes de ler e quais são capazes de antecipar o significado de uma mensagem apoiados em recursos como as imagens, por exemplo.
- As características concretas do grupo. Como se trata de atividades que os alunos realizarão em grupos, saber o que os alunos já sabem é fundamental para organizar bons agrupamentos.
- As diferenças individuais. Possivelmente há diferenças no grupo em relação ao conhecimento sobre os textos com os quais se trabalhará. Conhecer e levar em conta esse conhecimento é importante para se definir quais resultados de aprendizagem podem ser esperados.
OBJETIVOS
Ao final das atividades, espera-se que o aluno esteja apto a:
- Reconhecer situações em que faz sentido buscar informações nas embalagens e etiquetas.
- Identificar o tipo de informação possível de ser encontrada em cada texto desses portadores.
- Identificar as principais informações trazidas nas embalagens e nas etiquetas.
- Utilizar estratégias de leitura para buscar informações nos textos: antecipar o significado; utilizar as informações não verbais; utilizar o conhecimento de mundo; auto corrigir-se quando as antecipações não forem confirmadas pelo texto.
RECURSOS DIDÁTICOS
Embalagens de produtos diversos•
Etiquetas ou reproduções das mesmas (destas que vêm pregadas no interior• dos tênis, nas roupas de cama, de mesa e banho e nas vestimentas pessoais)
• Papel sulfite
Cola•
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Cada tipo de atividade exige uma determinada organização.
1ª atividade – pequenos grupos de no máximo 4 alunos. Garanta que cada grupo tenha alunos com mais informação e aluno com menos informação.
2ª atividade – com a sala toda. Organize um círculo.
3ª atividade – em pequenos grupos. Podem ser os mesmos grupos da atividade 1. É importante que os alunos trabalhem com o mesmo grupo durante um tempo para melhorar o relacionamento com os colegas.
1º dia – atividade 1
Leve para a classe embalagens e etiquetas que você recortou. Se não for possível, faça reproduções (tire cópias de embalagens para manter as características originais do portador).Tente garantir embalagens e etiquetas de produtos que sejam comuns onde você mora.
Isso é importante para que alunos possam antecipar significados. Se o produto não for conhecido esta antecipação ficará prejudicada.
Organize grupos. Cada grupo recebe uma embalagem ou etiqueta. As crianças devem identificar qual o produto e o que deve estar escrito. Entregue a embalagem e peça ao grupo para responder:
Qual é o produto?
Para que ele serve?
O que deve estar escrito na embalagem?
Onde está o nome do produto? (Peça para que apontem).
Quais outras informações devem estar escritas?
Por que existem letras grandes e letras pequenas?
Peça para que colem a embalagem recebida no papel sulfite e apresente para a sala.
Como lição de casa, solicite aos grupos que procurem outras etiquetas e embalagens.
2º dia - atividade 2
Vamos achar a embalagem?
Recolha as embalagens trazidas pelos alunos. Cole-as na lousa. Organize um círculo com os alunos de forma que todos possam ver todas as embalagens. Diga à turma que todos vão participar de um jogo. Você diz o nome de um produto e as crianças devem procurar na lousa onde está a embalagem correspondente. Combine algumas atitudes com os alunos. Levantar a mão, por exemplo, quando achar. Se podem ou não levantar do lugar para procurar melhor. Se precisarem de dicas, devem pedi-las.
Comece o jogo. Fale o nome do primeiro produto. Você pode também iniciar por dicas: “Serve para escovar o dente”; “ Usamos quando vamos lavar o cabelo”. Chame os alunos para pegar e embalagem. Explore as informações da embalagem. Verifique o prazo de validade e discuta por que essa informação aparece na etiqueta. Leia as informações sobre a composição e armazenamento do produto e todas outras informações importantes que estão na embalagem. Discuta com os alunos o que pode acontecer com alguém que compra um produto sem ler a embalagem.
Orientação: Durante o jogo, vá chamando os alunos. Para aqueles com menos informação dê dicas do tipo “Começa com a mesma letra do seu nome”, “ Tem seis letras”.
Lição de casa: peça às crianças que perguntem aos adultos com quem moram se costumam ler as embalagens quando vão comprar algum produto.
3º dia - atividade 3
Leve para a sala de aula etiquetas diversas. Em pequenos grupos os alunos devem identificar quais mensagens devem estar escritas em cada uma delas. Pergunte onde podem ser encontradas. Explore alguns símbolos muito utilizadas por essas etiquetas, como indicações de como lavar, como passar etc.
Você pode também pedir para identificar o tamanho da roupa, se estiver trabalhando com peças de vestuário. Como eu posso fazer para ter certeza que a roupa irá me servir, sem vestir a roupa? SUGESTÕES para o Trabalho Interdisciplinar
As atividades com etiquetas e embalagens permitem fazer conexões com outras áreas de conhecimento. Ao trabalhar com embalagens, pode-se classificar os produtos por sua origem, discutir processos de industrialização e uso de tecnologia. Outra possibilidade é a conexão com a Matemática. As atividades também podem estar relacionadas com a educação para o consumo e podem possibilitar estudos temáticos: alimentação, brinquedos etc.
AVALIAÇÃO
Observe a produção dos alunos e registre-a conforme a pauta de avaliação abaixo.
Nome do aluno
Identifica o produto nas embalagens
Utiliza as imagens e o contexto para antecipar o significado
Não precisa das imagens para dar significado ao texto
Reconhece as situações de uso das embalagens e etiquetas
E a vida continua!
Educação Infantil e 1ª série do Ensino Fundamental
INTRODUÇÃO
Por que ensinar a ler etiquetas e embalagens?
As etiquetas e embalagens são portadores de textos que cumprem a função de informar. Dizem a composição do produto, que cuidados são exigidos para seu funcionamento e manutenção, data de validade, modo de usar e de armazenar o produto... Veiculam textos escritos curtos e utilizam imagens. Ser capaz de compreender esses textos é fundamental para o exercício da cidadania e, se bem utilizados na alfabetização, podem trazer contribuições importantes também para os avanços dos alunos no processo de aquisição de procedimentos de leitor da escrita verbal e não-verbal.
Seqüência didática
Esta seqüência de trabalho centra-se em atividades de leitura baseadas numa proposta significativa de alfabetização. Visa, com isso, formar leitores e escritores, e não apenas decifradores do sistema.
Para organizar essa seqüência é preciso considerar:
- Os conhecimentos prévios dos alunos. Neste caso, o grau de familiaridade com esse tipo de texto. Ou seja, é preciso saber que conhecimentos os alunos já têm sobre as embalagens e etiquetas. O que imaginam que possa estar escrito e onde podemos encontrá-las.
- Os conhecimentos dos alunos sobre o sistema alfabético. Quais alunos já são capazes de ler e quais são capazes de antecipar o significado de uma mensagem apoiados em recursos como as imagens, por exemplo.
- As características concretas do grupo. Como se trata de atividades que os alunos realizarão em grupos, saber o que os alunos já sabem é fundamental para organizar bons agrupamentos.
- As diferenças individuais. Possivelmente há diferenças no grupo em relação ao conhecimento sobre os textos com os quais se trabalhará. Conhecer e levar em conta esse conhecimento é importante para se definir quais resultados de aprendizagem podem ser esperados.
OBJETIVOS
Ao final das atividades, espera-se que o aluno esteja apto a:
- Reconhecer situações em que faz sentido buscar informações nas embalagens e etiquetas.
- Identificar o tipo de informação possível de ser encontrada em cada texto desses portadores.
- Identificar as principais informações trazidas nas embalagens e nas etiquetas.
- Utilizar estratégias de leitura para buscar informações nos textos: antecipar o significado; utilizar as informações não verbais; utilizar o conhecimento de mundo; auto corrigir-se quando as antecipações não forem confirmadas pelo texto.
RECURSOS DIDÁTICOS
Embalagens de produtos diversos•
Etiquetas ou reproduções das mesmas (destas que vêm pregadas no interior• dos tênis, nas roupas de cama, de mesa e banho e nas vestimentas pessoais)
• Papel sulfite
Cola•
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Cada tipo de atividade exige uma determinada organização.
1ª atividade – pequenos grupos de no máximo 4 alunos. Garanta que cada grupo tenha alunos com mais informação e aluno com menos informação.
2ª atividade – com a sala toda. Organize um círculo.
3ª atividade – em pequenos grupos. Podem ser os mesmos grupos da atividade 1. É importante que os alunos trabalhem com o mesmo grupo durante um tempo para melhorar o relacionamento com os colegas.
1º dia – atividade 1
Leve para a classe embalagens e etiquetas que você recortou. Se não for possível, faça reproduções (tire cópias de embalagens para manter as características originais do portador).Tente garantir embalagens e etiquetas de produtos que sejam comuns onde você mora.
Isso é importante para que alunos possam antecipar significados. Se o produto não for conhecido esta antecipação ficará prejudicada.
Organize grupos. Cada grupo recebe uma embalagem ou etiqueta. As crianças devem identificar qual o produto e o que deve estar escrito. Entregue a embalagem e peça ao grupo para responder:
Qual é o produto?
Para que ele serve?
O que deve estar escrito na embalagem?
Onde está o nome do produto? (Peça para que apontem).
Quais outras informações devem estar escritas?
Por que existem letras grandes e letras pequenas?
Peça para que colem a embalagem recebida no papel sulfite e apresente para a sala.
Como lição de casa, solicite aos grupos que procurem outras etiquetas e embalagens.
2º dia - atividade 2
Vamos achar a embalagem?
Recolha as embalagens trazidas pelos alunos. Cole-as na lousa. Organize um círculo com os alunos de forma que todos possam ver todas as embalagens. Diga à turma que todos vão participar de um jogo. Você diz o nome de um produto e as crianças devem procurar na lousa onde está a embalagem correspondente. Combine algumas atitudes com os alunos. Levantar a mão, por exemplo, quando achar. Se podem ou não levantar do lugar para procurar melhor. Se precisarem de dicas, devem pedi-las.
Comece o jogo. Fale o nome do primeiro produto. Você pode também iniciar por dicas: “Serve para escovar o dente”; “ Usamos quando vamos lavar o cabelo”. Chame os alunos para pegar e embalagem. Explore as informações da embalagem. Verifique o prazo de validade e discuta por que essa informação aparece na etiqueta. Leia as informações sobre a composição e armazenamento do produto e todas outras informações importantes que estão na embalagem. Discuta com os alunos o que pode acontecer com alguém que compra um produto sem ler a embalagem.
Orientação: Durante o jogo, vá chamando os alunos. Para aqueles com menos informação dê dicas do tipo “Começa com a mesma letra do seu nome”, “ Tem seis letras”.
Lição de casa: peça às crianças que perguntem aos adultos com quem moram se costumam ler as embalagens quando vão comprar algum produto.
3º dia - atividade 3
Leve para a sala de aula etiquetas diversas. Em pequenos grupos os alunos devem identificar quais mensagens devem estar escritas em cada uma delas. Pergunte onde podem ser encontradas. Explore alguns símbolos muito utilizadas por essas etiquetas, como indicações de como lavar, como passar etc.
Você pode também pedir para identificar o tamanho da roupa, se estiver trabalhando com peças de vestuário. Como eu posso fazer para ter certeza que a roupa irá me servir, sem vestir a roupa? SUGESTÕES para o Trabalho Interdisciplinar
As atividades com etiquetas e embalagens permitem fazer conexões com outras áreas de conhecimento. Ao trabalhar com embalagens, pode-se classificar os produtos por sua origem, discutir processos de industrialização e uso de tecnologia. Outra possibilidade é a conexão com a Matemática. As atividades também podem estar relacionadas com a educação para o consumo e podem possibilitar estudos temáticos: alimentação, brinquedos etc.
AVALIAÇÃO
Observe a produção dos alunos e registre-a conforme a pauta de avaliação abaixo.
Nome do aluno
Identifica o produto nas embalagens
Utiliza as imagens e o contexto para antecipar o significado
Não precisa das imagens para dar significado ao texto
Reconhece as situações de uso das embalagens e etiquetas
Projeto Itau Social
Recebi a mensagem da querida amiga Maria do Carmo, passei no site para conferir
e estou recomendando pois tenho certeza que é do seu interesse também.
O Projeto Itau Social está distribuindo kits de livros de leitura infantil gratuitamente.
Basta passar no site, preencher o cadastro e solicitar.
A coleção será entregue na sua casa, sem nenhum custo.
Pode ser solicitada por professores ou pessoas maiores de 18 anos que não estejam ligadas
à area.
http://www.lerfazcrescer.com.br/#/home
Enre no site, clique em peça o seu kit
preencha os dados e em cerca de 20 dias
seu kit estará chegando na tua casa.
Ajude a divulgar! espalhe a notícia entre suas colegas de trabalho
afinal, oportunidades como essa, merecem nossa propaganda!
Qualquer sugestão nesse sentido, que quiser ver divulgado
pode mandar para meu email: obancodeatividades@hotmail.com
afinal, a união faz a força!
e estou recomendando pois tenho certeza que é do seu interesse também.
O Projeto Itau Social está distribuindo kits de livros de leitura infantil gratuitamente.
Basta passar no site, preencher o cadastro e solicitar.
A coleção será entregue na sua casa, sem nenhum custo.
Pode ser solicitada por professores ou pessoas maiores de 18 anos que não estejam ligadas
à area.
http://www.lerfazcrescer.com.br/#/home
Enre no site, clique em peça o seu kit
preencha os dados e em cerca de 20 dias
seu kit estará chegando na tua casa.
Ajude a divulgar! espalhe a notícia entre suas colegas de trabalho
afinal, oportunidades como essa, merecem nossa propaganda!
Qualquer sugestão nesse sentido, que quiser ver divulgado
pode mandar para meu email: obancodeatividades@hotmail.com
afinal, a união faz a força!
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