MATERNAL - orientações para professora



.Dê tempo e espaço para a criança fazer coisas para si mesma
.Dê-lhe jogos para que ela use as habilidades motoras que envolvam pular, jogar bola
.Deixe-a colocar liquidos de uma jarra para um copo
.Providencie uma variedade de materiais e atividades para usar enquanto voce a acompanha.
.Responda a todas as questões sobre para que as coisas são e como funcionam.
.Providencie experiencias ineditas para a aprendizagem.
.Repita experiencias frequentemente. Criança não aprende fazendo alguma coisa só uma vez.
.Reforce ideias acuradas da criança e percepções com palavras: "Você está certo, nós precisamos de mais uma colher na nossa mesa".
.Escute-a
.Comece a ler livros de historias com enredo simples e ensine-lhe cantigas com letras mais simples
.Inclua mais objetos para serem usados em jogos dramáticos
.Mostre-lhe que você a ama e confia nela.
.responda a suas ofertas de amizade.Mostre constantemente que você gosta dela.
>Deixe-a ajudar em atividades reais, como limpar
.Agradeça-lhe e elogie a sua ajuda.
.Aceite os fortes sentimentos de companheiros imaginários ou medo de coisas imaginárias ou reais. Não brinque com esses sentimentos. Ore com a criança para que ela se sinta segura.

EDUCAÇÃO INFANTIL - formação continuada

Você que trabalha com Educação Infantil e Séries Iniciais sabe a importância do constante estudo e aprimoramento.
Na corrida rotina diária nem sempre há tempo para estudar e realizar cursos, por isso estudar em casa, pela internet, sem horario fixo (pois voce fará o seu horario), é uma enorme vantagem.
O curso  tem avaliação e certificado válido em todo o território nacional.
Se já há um Plano de Carreira em seu município, certamente você sabe que um dos pré-requisitos para aumentos salariais é a sua formação continuada e esse certificado pode ser importante na proxima avaliação.
Veja o que ele apresenta para voce;

Se você deseja entrar neste mercado de trabalho promissor da educação Infantil, aperfeiçoar-se para desempenhar melhor suas tarefas, ou se você apenas quer entender melhor como estimular seus próprios filhos, o Curso de Educação Infantil lhe fornecerá a mistura perfeita entre teoria e prática, apresentando o fundamento pedagógico da educação infantil e sugerindo uma série de atividades práticas para as diferentes idades.

Conheça as principais dificuldades das crianças e como tratá-las, como a dislexiatroca de letras, entre outras.

Organizado em dois Módulos complementares, o Curso de Educação Infantil começa definindo o que é Educação Infantil, sua história e como ela se enquadra na legislação brasileira. E ensina:
  • A diferença dos conceitos de pedagogia, educação e didática;
  • As diferentes linhas pedagógicas, como Piaget, Montessori, Vigotsky, Waldorf;Os métodos de alfabetização;
  • Como as crianças aprendem linguagem, números, ciências;
  • A diferença entre cuidar, brincar e educar;
  • A organização da rotina na sala de aula;
  • A importância da Música para o desenvolvimento afetivo, cognitivo e social.
Além disso, o curso traz atividades, historinhas e fábulas e sugere brincadeiras e atividades como Caça ao Objeto, Corrida com Pés Amarrados, sempre explicando como realizar a atividade e apresentando seu conteúdo pedagógico.

O Curso é inteiramente on-line, com vídeo-aulas, apoio de tutor e apostila com atividades sugeridas para imprimir e copiar.
Os principais tópicos do Curso de Educação Infantil são:
  • O Que é Educação Infantil?
  • Construção da Linguagem Oral e Escrita
  • Construção do Conhecimento Lógico-Matemático
  • Formação Pessoal e Social
  • Conhecimento de Mundo
  • Natureza e Sociedade
  • Estatuto da Criança e do Adolescente
  • A Pedagogia e a Filosofia
  • Repensando a Educação Infantil
  • O Papel dos Pais na Educação Escolar
  • Linha Tradicional
  • Linha Construtivista
  • Linha Montessoriana
  • Linha Waldorf
  • A Troca de Letras na Alfabetização
  • A Literatura Infantil
  • Métodos de Alfabetização
  • O Ensino de Matemática na Educação Infantil
  • Propostas de Livros Didáticos para o Ensino da Matemática
  • O Ensino de Matemática por meio de Jogos Infantis
  • Brincadeiras com Conteúdo
  • Mapa da Vizinhança
  • Como Estimular o Uso de Números
  • A Motricidade Infantil
  • Formando Crianças Livres de Preconceitos
  • Aprender e Brincar
  • A Ciência e a Educação Infantil
  • A Rotina na Educação Infantil
  • Avaliação na Educação Infantil
  • A Importância da Música na Aprendizagem
  • As Modalidades de Textos Infantis
  • As Fábulas e Exemplos de Fábulas
  • Contos de Fadas, Lendas e Poesia
  • Atividades para Educação Infantil
  • Dinâmicas para Educação Infantil
Acesse o link e comece hoje mesmo!!!!



LINGUA PORTUGUESA - encontro consonantal e ordem alfabetica

Atividades simples onde o aluno deverá fazer pesquisa de palavras para completar a primeira atividade e organizar alfabeticamente a segunda.
Atividades que exigem ordem alfabetica estão sempre presentes nas verificações oficiais de aprendizagem pois exigem multiplos conhecimentos entre eles a ordem alfabetica que é um conhecimento super importante para que o aluno possa manusear um dicionário e ir em busca do conhecimento.


CIÊNCIAS - as quatro estaçoes para colorir



Ciências - a água no organismo


FORMAÇÃO CONTINUADA- A educação que temos...

Material enviado pela amiga Agna.
Baixe o texto em PDF:

FORMAÇÃO CONTINUADA - Piaget e Vygotsky

Diferenças e semelhanças.
Material enviado pela amiga Agna.

Do que foi visto, é possível afirmar que tanto Piaget como Vygotsky concebem a criança como um ser ativo, atento, que constantemente cria hipóteses sobre o seu ambiente. Há, no entanto, grandes diferenças na maneira de conceber o processo de desenvolvimento. As principais delas, em resumo, são as seguintes:
A) QUANTO AO PAPEL DOS FATORES INTERNOS E EXTERNOS NO DESENVOLVIMENTO
Piaget privilegia a maturação biológica; Vygotsky, o ambiente social, Piaget, por aceitar que os fatores internos preponderam sobre os externos, postula que o desenvolvimento segue uma seqüência fixa e universal de estágios. Vygotsky, ao salientar o ambiente social em que a criança nasceu, reconhece que, em se variando esse ambiente, o desenvolvimento também variará. Neste sentido, não se pode aceitar uma visão única, universal, de desenvolvimento humano.
B) QUANTO À CONSTRUÇÃO REAL
Piaget acredita que os conhecimentos são elaborados espontaneamente pela criança, de acordo com o estágio de desenvolvimento em que esta se encontra. A visão particular e peculiar (egocêntrica) que as crianças mantêm sobre o mundo vai, progressivamente, aproximando-se da concepção dos adultos: torna-se socializada, objetiva. Vygotsky discorda de que a construção do conhecimento proceda do individual para o social. Em seu entender a criança já nasce num mundo social e, desde o nascimento, vai formando uma visão desse mundo através da interação com adultos ou crianças mais experientes. A construção do real é, então, mediada pelo interpessoal antes de ser internalizada pela criança. Desta forma, procede-se do social para o individual, ao longo do desenvolvimento.
C) QUANTO AO PAPEL DA APRENDIZAGEM
Piaget acredita que a aprendizagem subordina-se ao desenvolvimento e tem pouco impacto sobre ele. Com isso, ele minimiza o papel da interação social. Vygotsky, ao contrário, postula que desenvolvimento e aprendizagem são processos que se influenciam reciprocamente, de modo que, quanto mais aprendizagem, mais desenvolvimento.
D) QUANTO AO PAPEL DA LINGUAGEM NO DESENVOLVIMENTO E Á RELAÇÃO ENTRE LINGUAGEM E PENSAMENTO
Segundo Piaget, o pensamento aparece antes da linguagem, que apenas é uma das suas formas de expressão. A formação do pensamento depende, basicamente, da coordenação dos esquemas sensorimotores e não da linguagem.Esta só pode ocorrer depois que a criança já alcançou um determinado nível de habilidades mentais, subordinando-se, pois, aos processos de pensamento. A linguagem possibilita à criança evocar um objeto ou acontecimento ausente na comunicação de conceitos.Piaget, todavia, estabeleceu uma clara separação entre as informações que podem ser passadas por meio da linguagem e os processos que não parecem sofrer qualquer influência dela. Este é o caso das operações cognitivas que não podem ser trabalhadas por meio de treinamento específico feito com o auxílio da linguagem. Por exemplo, não se pode ensinar, apenas usando palavras, a classificar, a seriar, a pensar com responsabilidade.
Já para Vygotsky, pensamento e linguagem são processos interdependentes, desde o início da vida. A aquisição da linguagem pela criança modifica suas funções mentais superiores: ela dá uma forma definida ao pensamento, possibilita o aparecimento da imaginação, o uso da memória e o planejamento da ação. Neste sentido, a linguagem, diferentemente daquilo que Piaget postula, sistematiza a experiência direta das crianças e por isso adquire uma função central no desenvolvimento cognitivo, reorganizando os processos que nele estão em andamento.

Síntese das idéias da Vygotsky
Para Vygotsky, a cultura molda o psicológico, isto é, Determina a maneira de pensar. Pessoas de diferentes culturas têm diferentes perfis psicológicos. As funções psicológicas de uma pessoa são desenvolvidas ao longo do tempo e mediadas pelo social, através de símbolos criados pela cultura. A linguagem representa a cultura e depende do intercâmbio social. Os conceitos são construídos no processo histórico e o cérebro humano é resultado da evolução. Em todas as culturas, os símbolos culturais fazem a mediação. Os conceitos são construídos e internalizados de maneira não linear e diferente para cada pessoa.Toda abordagem é feita de maneira de maneira holística (ampla) e o cotidiano é sempre em movimento, em transformação. È a Dialética.A palavra é o microcosmo, o início de tudo e tem vários significados, ou seja, é polissêmica; a mente vai sendo substituída historicamente pala pessoa, que é sujeito do seu conhecimento.
Vygotsky desenvolveu um grande trabalho, reconhecido pelos estudiosos sobre a formação de conceitos. Os conceitos espontâneos ou do cotidiano, também chamados de senso comum, são aqueles que não passaram pelo crivo da ciência. Os conceitos científicos são formais, organizados, sistematizados, testados pelos meios científicos, que em geral são transmitidos pela escola e que aos poucos vão sendo incorporados ao senso comum. Trabalha com a idéia de zonas de desenvolvimento. Todos temos uma zona de desenvolvimento real, composta por conceitos que já dominamos. Vamos imaginar que numa escala de zero a 100, estamos no 30; esta é a zona de desenvolvimento real nossa. Para os outros 70, sendo o nosso potencial, Vygotsky chama de ZONA de DESENVOLVIMENTO PROXIMAL. Se uma pessoa chega ao 100, a sua Zona de Desenvolvimento Proximal será ampliada, porque estamos sempre adquirindo conceitos novos. Estabelece três estágios na aquisição desses conceitos.O 1º é o dos Conceitos Sincréticos, ainda psicológicos evolui em fases e a escrita acompanha. Uma criança de,aproximadamente, três anos de idade escreve o nome da mãe ou do pai, praticando a Escrita Indecifrável, ou seja, se o pai é alto, ela faz um risco grande, se a mãe é baixa, ela risca algo pequeno.Aproximadamente aos 4 anos de idade, a criança entra numa nova fase, a Escrita Pré-silábica, que pode ser Unigráfica: semelhante ao desenho anterior, mas mais bem elaborado; Letras Inventadas: não é possível ser entendido, porque não pertence a nenhum sistema de signo; Letras Convencionais: jogadas aleatoriamente sem obedecer a nenhuma seqüência lógica de escrita.
No desenvolvimento, aos 4 ou 5 anos, a criança entra na fase da Escrita Silábica, quando as letras convencionais representam sílabas, não separa vogais e consoantes, faz uma mistura e às vezes só maiúsculas ou só minúsculas.
Com aproximadamente 5 anos, a criança entra em outra fase, a Escrita Silábica Alfabética. Neste momento a escrita é caótica, faltam letras, mas apresenta evolução em relação à fase anterior.
Com mais ou menos 6 anos de idade, a criança entra na fase da Escrita Alfabética: já conhece o valor sonoro das letras, mas ainda erra.Somente com o hábito de ler e escrever que esses erros vão sendo corrigidos.Ferreiro aconselha não corrigir a escrita da criança durante as primeiras fases. No início, ela não tem estrutura e depois vai adquirindo aos poucos. Nesse instante o erro deve ser trabalhado, porque a criança está adquirindo as estruturas necessárias.
Sobre educação de adultos, considera que as fases iniciais já foram eliminadas, porque mesmo sendo analfabeta, a pessoa conhece números e letras.
Considera a Zona de Desenvolvimento Proximal de Vygotsky, a lei de equilíbrio e desequilíbrio de Piaget e a internalização do conhecimento. Trabalha com hipóteses, no contexto, com visão de processo, aceitando a problematização, dentro da visão Dialética holística.

Teoria Piagetiana
A Psicologia de Piaget está fundamentada na idéia de equilibração e desequilibração. Quando uma pessoa entra em contato com um novo conhecimento, há naquele momento um desequilíbrio e surge a necessidade, de voltar ao equilíbrio. O processo começa com a assimilação do elemento novo, com a incorporação às estruturas já esquematizadas, através da interação. Há mudanças no sujeito e tem início o processo de acomodação, que aos poucos chega à organização interna. Começa a adaptação externa do sujeito e a internalização já aconteceu. Um novo desequilíbrio volta a acontecer e pode ser provocada por carência, curiosidade, dúvida etc. O movimento é dialético (de movimento constante) e o domínio afetivo acompanha sempre o cognitivo (habilidades intelectuais), no processo endógeno.
Piaget trabalhou o desenvolvimento humano em etapas, períodos, estágios etc.
Erro na teoria Piagetiana
Se uma pessoa erra e continua errando, uma das três situações está ocorrendo:
· Se a pessoa não tem estrutura suficiente para compreender determinado conhecimento, deve-se criar um ambiente melhor de trabalho, clima, diálogo, porque é impossível criar estruturas necessárias. EX: não se deve ensinar conhecimentos abstratos, teorias complicadas para uma criança que ainda não atingiu a faixa etária esperada, que se encontra no período das operações concretas;
· Se a pessoa possui estruturas em formação, o professor deve trabalhar com a idéia de que o erro é construtivo, deve fazer a mediação, ajudando o aluno a superar as dificuldades;

 · Se a pessoa possui estruturas e não aprende, os procedimentos estão errados. O professor fará intervenção para que o aluno tome consciência do erro. Em muitos casos quem deve mudar os seus procedimentos é o professor

 Acomodação (Piaget)

Acomodação no sentido formulado por Jean Piaget pode ser entendida como um dos mecanismos da adaptação que estruturam e impulsionam o desenvolvimento cognitivo. É o processo pelo qual os esquemas mentais existentes modificam-se em função das experiências e relações com o meio. É o movimento que o organismo realiza para se submeter às exigências exteriores, adequando-se ao meio. O outro mecanismo da adaptação é a assimilação, que consiste no processo mental pelo qual os dados das experiências se incorporam aos esquemas de ação e aos esquemas operatórios existentes, num movimento de integração do meio no organismo. O processo de regulação entre a assimilação e a acomodação é a equilibração. Em algumas atividades mentais predomina a assimilação (jogo simbólico) e em outras predomina a acomodação (reprodução).

Para Piaget, o desenvolvimento cognitivo do indivíduo está sempre passando por equilíbrios e desequilíbrios. Isso se dá com a mínima interferência, seja ela orgânica ou ambiental. Para que passe do desequilíbrio para o equilíbrio são acionados dois mecanismos: O de assimilação e acomodação. Por exemplo, a inteligência seria uma assimilação, pois incorpora dados da experiência no indivíduo. Assim, uma vez que ele assimilou intelectualmente uma nova experiência, vai formar um novo esquema ou modificar o esquema antes vigente. Então, na medida que ele compreende aquele novo conhecimento ele se apropria dele e se acomoda, aquilo passa a ser normal. Então, volta novamente ao equilíbrio. Esse período que a pessoa assimila e se acomoda ao novo é chamado de adaptação. Pode-se dizer, que dessa forma, se dá o processo de evolução do desenvolvimento humano.



DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM: UMA REVISÃO SEGUNDO AUSUBEL, PIAGET E VYGOTSKY
João Alfredo Carrara
Por mais de vinte anos as perguntas “como aprendemos?” e “como conhecemos?” continuam questionando paradigmas educativos tradicionais e provocando uma série de mudanças nos enfoques, processos e práticas educativas. Por sua vez, esta situação renova o interesse de pedagogos, psicólogos, filósofos e biólogos não apenas no processo de aprender como nos seus respectivos objetos de conhecimento. As contribuições de Ausubel, Piaget, Vygotsky, entre muitos outros, permitem ampliar nossa compreensão sobre a aprendizagem, a cognição e os processos de construção de conhecimentos na sala de aula, e geram reflexões em torno do papel do docente e o ensino que propiciam estabelecer um diálogo interdisciplinar com a pedagogia e com a didática. Neste sentido, tanto a experiência como a investigação mostra que os processos de ensino e aprendizagem constituem um corpo conceitual cada dia mais complexo e interdisciplinar.
Existe um certo consenso de que a educação deve promover o desenvolvimento integral das pessoas e sobre a aprendizagem de determinados conteúdos da cultura necessários para que elas sejam membros da abordagem sócio-cultural de referência. Mesmo assim, problemas aparecem quando se trata de explicar o que se entende por desenvolvimento e aprendizagem e quais são as relações entre os dois processos. O desenvolvimento pode ser considerado um processo através do qual as pessoas, a partir das estruturas disponíveis em cada momento, se apropriam da cultura do grupo social dentro do qual estão imersas. Se bem que o desenvolvimento das pessoas, como diz Piaget, tem uma dinâmica interna. Isto é possível devido às interações sociais estabelecidas entre o indivíduo e os diferentes agentes que atuam como mediadores da cultura – pais e docentes (VYGOTSKY, 1987).
Utilizando este conceito de desenvolvimento, entende-se, então a aprendizagem como um processo de construção individual através do qual se faz uma interpretação pessoal e única da tal cultura. Desde esta perspectiva, os processos de aprendizagem não são uma mera associação de estímulos e respostas ou de acumulação de conhecimentos; são mudanças qualitativas nas estruturas e esquemas existentes de complexidade crescente (PIAGET, 1990). Aprender não quer dizer fazer uma interpretação e representação interna da realidade ou informação externa, mas fazer uma interpretação e representação pessoal de tal realidade. Isto faz com que o processo de aprendizagem seja único e “irrepetível” em cada caso. Esta construção individual não se opõe à interação pessoal, pelo contrário, as duas se complementam.
Igualmente ao desenvolvimento, a aprendizagem é um processo interno. Ninguém pode aprender por nós. Mas aprendemos graças aos processos de interação social com outras pessoas que atuam como mediadores dos conteúdos da cultura, estabelecidos no currículo escolar, graças aos processos de interação e de comunicação com os docentes e com seus pares. A aprendizagem cooperativa entre alunos demonstra ser também uma poderosa ferramenta para o seu desenvolvimento.
O conceito construtivista, como estrutura explicativa dos processos de ensino/aprendizagem se alimentam de várias teorias, sendo a teoria da aprendizagem significativa de Ausubel a de maior utilidade por ter sido formulada dentro de experiências vivenciadas na sala de aula. Segundo este autor, existem vários tipos de aprendizagem, mas deve-se procurar incentivar a aprendizagem significativa sendo esta, por definição, uma aprendizagem integral e relacionada com o contexto social do aprendiz. A partir deste ponto de vista, o aprender envolve a produção de mudanças nos conceitos prévios e que tal aprendizagem serve para continuar aprendendo. As condições que possibilitam este processo estão relacionadas com a pessoa (disposição e estrutura cognitiva) e com o material (seu potencial significativo para o estudante). Aqui o aluno assume um papel ativo no processo de reconstrução e construção de conhecimentos (AUSUBEL; NOVAK; HANESIAN, 1983).
Na América Latina, os processos de inovação educativa encontram-se não apenas no construtivismo, como também na longa tradição da pedagogia popular que entende a aprendizagem como um processo autônomo, ativo e interno de construção de novos conhecimentos que contribuem necessariamente ao desenvolvimento integral da pessoa. Este desenvolvimento pessoal leva a considerar de forma relacionada os quatro pilares da aprendizagem propostos no relatório da UNESCO de Educação para o século XXI: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver.
Não se pode separar os processos de aprendizagem dos processos de ensino. Os dois são interdependentes na medida que a forma em que planificamos o ensino é decisiva para que o aluno possa construir aprendizagens significativas. Da perspectiva do conceito construtivista, o ensino não consiste em transmitir conhecimentos acabados aos alunos; o que é necessário é oferecer ajuda para que cada aluno consiga construir as aprendizagens básicas estabelecidas no currículo escolar (PIAGET, 1990).
Assim sendo, a função docente é desenhar e organizar experiências educativas utilizando o princípio da centralidade do estudante como sujeito ativo da aprendizagem. O educador atua como mediador entre o aluno e os conteúdos que este precisa aprender, ajustando o apoio pedagógico ao processo de cada um. Nesta perspectiva, o ensino não é um conjunto de receitas que se pode aplicar a todos os alunos e situações uniformemente; pelo contrário, é uma atividade dinâmica dentro do qual intervém múltiplos fatores que impedem prever de antemão o que vai acontecer nas aulas. Este fato obriga o professor a refletir e revisar constantemente a sua prática pedagógica para identificar os fatores estratégicos a serem utilizados para promover a aprendizagem significativa de todos os alunos.
Por parte daquele que ensina, então, a compreensão dos processos de ensino e aprendizagem requer um conhecimento profundo de cognição, pensamento, linguagem, inteligência e, particularmente, das atividades e processos mentais de atenção, percepção, memória, representação, racionamento, tomada de decisões e solução de problemas entre outros.
Além destes aspectos, faz-se relevante o conhecimento sobre as questões afetivas e emocionais, dada a sua importância e grande influência nos processos de aprendizagem e bem-estar das pessoas. A promoção das habilidades de ordem superior como a auto-regulação metacognitiva e a criatividade também são fundamentais dentro de um mundo repleto de mudanças e incertezas, onde cada dia o indivíduo usa informações que demandam habilidades relacionadas com a melhoria das suas capacidades de processamento e a utilização de estratégias que potencializam sua capacidade de aprendizagem.
Para concluir, é importante deixar claro que o conceito construtivista não é suficiente para explicar a multiplicidade de fatores que atuam nos processos de ensino e aprendizagem dentro da escola. Os docentes precisam complementar os seus conhecimentos com teorias sobre a organização das instituições, a comunicação, o desenvolvimento afetivo e emocional, a pedagogia humanizadora e libertadora, entre outros, para poder desenvolver uma ação educativa que promova não apenas o desenvolvimento de seus alunos, como também o desenvolvimento da escola como instituição política e socialmente coerente com o contexto regional em que está inserida.
REFERÊNCIAS
AUSUBEL; NOVAK; HANESIAN. Psicología Educativa: Un punto de vista cognoscitivo. 2°ed.México:Trillas,1983.Disponível no site www.didacticahistoria.com/psic/psic02.htm
PIAGET, J. Epistemologia Genética. SP, Martins Fontes, 1990.
PIAGET, J. A linguagem e o pensamento. São Paulo: Martins Fontes, 1986.
VYGOTSKY, L. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
VYGOTSKY, L Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
YGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
Esse livro, organizado por pesquisadores americanos, é constituído de manuscritos, palestras e ensaios elaborados pelo autor. Divide-se basicamente em duas partes: a primeira reúne textos que tratam mas especificamente de temas pertencentes à psicologia cognitiva, dentre eles: a questão do instrumento e o símbolo no desenvolvimento infantil. O problema da percepção, atenção e memória e a internalização das funções psicológicas superiores. A Segunda esclarece pontos acerca das implicações educacionais decorrentes dessa teoria, tais como: as relações entre aprendizado e desenvolvimento, a importância do brinquedo e do aprendizado da língua escrita. No final desse livro os organizadores apresentam uma relação (em ordem cronológica) dos inúmeros trabalhos de Vygotsky publicados em russo e dos traduzidos para o inglês. A primeira edição americana é de 1978

FORMAÇÃO CONTINUADA - A prática educativa

Texto enviado pela amiga Agna:


Para saber quem é ANTONI ZABALA.

A PRÁTICA EDUCATIVA: UNIDADES DE ANÁLISE
Buscar a competência em seu ofício é característica de qualquer bom profissional. Zabala elabora um modelo que seria capaz de trazer subsídios para a análise da prática profissional. Como opção, utiliza-se do modelo de interpretação, que se contrapõe àquele em que o professor é um aplicador de fórmulas herdadas da tradição, fundamentando-se no pensamento prático e na capacidade reflexiva do docente.
A finalidade da escola é promover a formação integral dos alunos, segundo Zabala, que critica as ênfases atribuídas ao aspecto cognitivo. Para ele, é na instituição escolar, através das relações construídas a partir das experiências vividas, que se estabelecem os vínculos e as condições que definem as concepções pessoais sobre si e os demais. A partir dessa posição ideológica acerca da finalidade da educação escolarizada, é conclamada a necessidade de uma reflexão profunda e permanente da condição de cidadania dos alunos, e da sociedade em que vivem.
Sobre os conteúdos da aprendizagem, seus significados são ampliados para além da questão do que ensinar, encontrando sentido na indagação sobre por que ensinar. Deste modo, acabam por envolver os objetivos educacionais, definindo suas ações no âmbito concreto do ambiente de sala de aula.
Esses conteúdos assumem o papel de envolver todas as dimensões da pessoa, caracterizando as seguintes tipologias de aprendizagem: factual e conceitual (o que se deve aprender?); procedimental(o que se deve fazer?); e atitudinal (como se deve ser?).
Sobre a concepção de aprendizagem, o autor afirma que não é possível ensinarmos sem nos determos nas referências de como os alunos aprendem, chamando a atenção para as particularidades dos processos de aprendizagem de cada aluno (diversidade). O construtivismo é eleito como concepção metodológica em virtude da validação empírica de uma série de princípios psicopedagógicos: os esquemas de conhecimento; o nível de desenvolvimento e dos conhecimentos prévios, e a aprendizagem significativa. Baseada nessa concepção, a aprendizagem dos conteúdos apresenta características específicas para cada tipologia.
AS SEQÜÊNCIAS DIDÁTICAS E AS SEQÜÊNCIAS DE CONTEÚDO 
Zabala explicita que a ordenação articulada das atividades seria o elemento diferenciador das metodologias, e que o primeiro aspecto característico de um método seria o tipo de ordem em que se propõem as atividades. Ressalta que o parcelamento da prática educativa tem certo grau de artificialidade, explicável pela dificuldade em encontrar um sistema interpretativo adequado, que deveria permitir o estudo conjunto de todas as variáveis incidentes nos processos educativos. A seqüência considera a importância das intenções educacionais na definição dos conteúdos de aprendizagem e o papel das atividades que são propostas. Alguns critérios para análise das seqüências reportam que os conteúdos de aprendizagem agem explicitando as intenções educativas podendo abranger as dimensões: conceituais; procedimentais; e atitudinais.
Certos questionamentos pareceram-nos relevantes:
ü  Na seqüência há atividades que nos permitam determinar os conhecimentos prévios?;
ü   Atividades cujos conteúdos sejam propostos de forma significativa e funcional?;
ü  Atividades em que possamos inferir sua adequação ao nível de desenvolvimento de cada aluno?;
ü  Atividades que representem um desafio alcançável?;
ü   Provoquem um conflito cognitivo e promovam a atividade mental?;
ü  Sejam motivadoras em relação à aprendizagem dos novos conteúdos?;
ü  Estimulem a auto-estima e o auto-conceito?;
ü    Ajudem o aluno a adquirir habilidades relacionadas com o aprender a aprender, sendo cada vez mais autônomo em suas aprendizagens?
O PAPEL DOS PROFESSORES E DOS ALUNOS
O autor expõe o valor das relações que se estabelecem entre os professores, os alunos e os conteúdos no processo ensino e aprendizagem. Comenta que essas se sobrepõem às seqüências didáticas, visto que o professor e os alunos possuem certo grau de participação nesse processo, diferente do ensino tradicional, caracterizado pela transmissão/recepção e reprodução de conhecimentos. Examina, dentro da concepção construtivista, a natureza dos diferentes conteúdos, o papel dos professores e dos alunos, bem como a relação entre eles no processo, colocando que o professor necessita diversificar as estratégias, propor desafios, comparar, dirigir e estar atento à diversidade dos alunos, o que significa estabelecer uma interação direta com eles.
  O professor possui uma série de funções nessas relações interativas: o planejamento e a  plasticidade na aplicação desse plano, o que permite uma adaptação às necessidades dos alunos; levar em conta as contribuições dos alunos no início e durante as atividades; auxiliá-los a encontrar sentido no que fazem, comunicando objetivos, levando-os a enxergar os processos e o que se espera  deles; estabelecer metas alcançáveis; oferecer ajuda adequada no processo de construção do aluno; promover o estabelecimento de relações com o novo conteúdo apresentado, e exigir dos alunos  análise, síntese e avaliação do trabalho; estabelecer um ambiente e relações que facilitem a auto-estima e o auto-conceito; promover canais de comunicação entre professor/aluno, aluno/aluno; potencializar a autonomia, possibilitando a metacognição; avaliar o aluno conforme sua capacidade e esforço.
Em seguida, aborda a influência dos tipos dos conteúdos procedimentais e atitudinais na estruturação das interações educativas na aula. Nos procedimentais, o professor necessita perceber e criar condições adequadas às necessidades específicas de cada aluno; nos atitudinais, é preciso articular ações formativas, não bastando propor debates e reflexões sobre comportamento cooperativo, tolerância, justiça, respeito mútuo etc.; é preciso viver o clima de solidariedade, tolerância.... E trabalhar conteúdos atitudinais é muito difícil, envolvendo em primeiro lugar a contradição entre o que é trabalhado na escola e o sistema social, ou o que é veiculado pela mídia.
A ORGANIZAÇÃO SOCIAL DA CLASSE
Antoni Zabala procurou analisar as diferentes formas de organização social dos alunos
vivenciadas na escola e sua relação com o processo de aprendizagem.
Percebeu que todo tipo de organização grupal dos alunos, assim como todas as atividades a serem programadas/desenvolvidas pela escola e a própria forma de gestão que esta emprega, devem levar em consideração os tipos de aprendizagens que estão proporcionando a seus alunos e os objetivos expressos pela própria escola. Desse modo, alertou para o fato de que inconscientemente a instituição escolar, ao não refletir sobre esses aspectos, pode acabar por desenvolver uma aprendizagem inversa àquilo que apregoa. Tais considerações apresentam-se bastante úteis aos profissionais da educação, para que reflitam sobre a importância de se organizar o grupo de alunos, levando em consideração o tipo de aprendizagem e conteúdo que esperam desenvolver nestes, percebendo que a organização social da classe tem relação direta com a aprendizagem..
A ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS 
São analisadas as relações e a forma de vincular os diferentes conteúdos de aprendizagem. Ao longo da história, os conhecimentos foram alocados em disciplinas, em uma lógica da organização curricular. Contudo, nos últimos anos é cada vez mais comum encontrarmos propostas que rompem com a organização por unidades centradas exclusivamente em disciplinas; o autor denominou tais métodos de globalizadores.
Ele defende a organização dos conteúdos pelo método de ensino global, pois os conteúdos de aprendizagem só podem ser considerados relevantes na medida em que desenvolvam nos alunos a capacidade para compreender uma realidade que se manifesta globalmente. No tocante aos métodos globalizadores, o autor descreve as possibilidades dos centros de interesse de Decroly, os métodos de projetos de Kilpatrick, o estudo do meio, e os projetos de trabalhos globais.
OS MATERIAIS CURRICULARES E OUTROS RECURSOS DIDÁTICOS.
Materiais curriculares são os instrumentos que proporcionam referências e critérios para tomar decisões: no planejamento, na intervenção direta no processo de ensino/aprendizagem e em sua avaliação. São meios que ajudam os professores a responder aos problemas concretos que as diferentes fases dos processos de planejamento, execução e avaliação lhes apresentam.
A AVALIAÇÃO
Realiza-se uma severa crítica à forma como habitualmente é compreendida a avaliação. A pergunta inicial “por que temos que avaliar”, necessária para que se entenda qual deve ser o objeto e o sujeito da avaliação, demora um pouco a ser respondida. A proposta elimina a idéia da avaliação apenas do aluno como sujeito que aprende e propõe também uma avaliação de como o professor ensina. Elabora a idéia de que devemos realizar uma avaliação que seja inicial, reguladora capaz de acompanhar o progresso do ensino, final e integradora. Esta divisão é empregada como necessária para se continuar fazendo o que se faz, ou o que se deve fazer de novo, o que é mais uma justificativa para a avaliação, o por quê avaliar.
 Em o que avaliar propõe a avaliação de fatos, conceitos, procedimentos e atitudes, chegando a justificar a prova escrita para fatos e conceitos, seja-a do tipo mais rápido ou exaustivo. Uma nota importante diz respeito à observação de que os conceitos podem ser mais bem avaliados quando a expressão verbal é possível, e não apenas a escrita, da mesma forma que vê nas pessoas a necessidade de uma expressão de gestos, citando o exemplo do uso das mãos que os indivíduos fazem para explicar melhor esses conceitos.
Esclarece que os procedimentos só podem ser avaliados enquanto um saber fazer, propondo uma avaliação sistemática em situações naturais ou artificialmente criadas. Afirma que os conteúdos atitudinais implicam na observação das atitudes em diferentes situações e levanta a possibilidade das pessoas não darem o devido valor às atitudes enquanto um conteúdo, pelo fato das mesmas não poderem ser quantificadas. Utiliza a metáfora do médico que não possui instrumentos para medir dor, enjôo ou estresse e, nem por isso deixa de diagnosticar e medicar. Neste ponto, pode-se fazer uma transposição dos objetivos referentes à avaliação de conceitos, procedimentos e atitudes. Também para esta área é mais fácil a utilização de avaliações sobre conceitos e procedimentos do que sobre as atitudes, mas a observação continua a ser a forma preferida de avaliação para atitudes e procedimentos. Acredita que esta deva ser compartilhada e não tratada como uma filosofia do engano ou do caçador e da caça. Para isto ela precisa ser vista como pertencente a um clima de cooperação e cumplicidade entre professores e alunos.  Por último, deixa dúvidas sobre se as notas ou classificações deveriam ser totalmente públicas, da forma como é atualmente, pois entende que isto esbarra em uma dimensão ética, ou seja, além da dimensão pública existe uma privada e íntima que precisa ser respeitada. Duvida o autor dos efeitos estimulantes desta divulgação da forma como é feita.
No seu estudo sobre a avaliação, Zabala explica que a função social da avaliação é ser um instrumento essencial para direcionar o processo da aprendizagem, tendo o cuidado de avaliar de diferentes formas verificando a capacidade de cada aluno, a avaliação, portanto ajuda o aluno a interpretar o seu próprio conhecimento. Diferente da avaliação sancionadora onde a função social é seletiva cabe aos alunos obter bons resultados a partir de uma rígida disciplina que o condicione a memorizar o maior número de conhecimentos possíveis, ou seja, não é o ensino que deve se adaptar ao aluno, mas o aluno que precisa se adaptar aos conteúdos. (1998, p.199)
Em fim, Zabala nos ajuda a pensar uma prática centrada no sujeito onde a função social da aprendizagem seja ensinar integralmente a todos considerando suas especificidades onde a avaliação é muito mais completa, pois entende que cada aluno  é um  sujeito em formação.
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
A prática educativa parece ter inúmeras facetas, algumas contempladas por essa obra de Antoni Zabala. Contudo, generalizações do trabalho docente podem incorrer em engodos, pela superficialidade referente ao contexto de atuação de cada professor. Quanto às especificidades contextuais, as considerações do autor pareceram superar essa limitação, pois a obra tratou de princípios.
Tais inferências abrangeram: problematização das vivências, inclusão dos alunos, organização das condições de ensino e aprofundamento significativo e integral dos conteúdos nas três dimensões. 


Educação Infantil - Identidade com a Proclamação da Republica


Educação Infantil - embalagens e etiquetas

Conforme prometido, passado a eleição, o blog voltaria ao seu foco educacional!
E a vida continua!

Educação Infantil e 1ª série do Ensino Fundamental
INTRODUÇÃO
Por que ensinar a ler etiquetas e embalagens?
As etiquetas e embalagens são portadores de textos que cumprem a função de informar. Dizem a composição do produto, que cuidados são exigidos para seu funcionamento e manutenção, data de validade, modo de usar e de armazenar o produto... Veiculam textos escritos curtos e utilizam imagens. Ser capaz de compreender esses textos é fundamental para o exercício da cidadania e, se bem utilizados na alfabetização, podem trazer contribuições importantes também para os avanços dos alunos no processo de aquisição de procedimentos de leitor da escrita verbal e não-verbal.

Seqüência didática

Esta seqüência de trabalho centra-se em atividades de leitura baseadas numa proposta significativa de alfabetização. Visa, com isso, formar leitores e escritores, e não apenas decifradores do sistema.

Para organizar essa seqüência é preciso considerar:

- Os conhecimentos prévios dos alunos. Neste caso, o grau de familiaridade com esse tipo de texto. Ou seja, é preciso saber que conhecimentos os alunos já têm sobre as embalagens e etiquetas. O que imaginam que possa estar escrito e onde podemos encontrá-las.
- Os conhecimentos dos alunos sobre o sistema alfabético. Quais alunos já são capazes de ler e quais são capazes de antecipar o significado de uma mensagem apoiados em recursos como as imagens, por exemplo.

- As características concretas do grupo. Como se trata de atividades que os alunos realizarão em grupos, saber o que os alunos já sabem é fundamental para organizar bons agrupamentos.

- As diferenças individuais. Possivelmente há diferenças no grupo em relação ao conhecimento sobre os textos com os quais se trabalhará. Conhecer e levar em conta esse conhecimento é importante para se definir quais resultados de aprendizagem podem ser esperados.

OBJETIVOS

Ao final das atividades, espera-se que o aluno esteja apto a:

- Reconhecer situações em que faz sentido buscar informações nas embalagens e etiquetas.

- Identificar o tipo de informação possível de ser encontrada em cada texto desses portadores.

- Identificar as principais informações trazidas nas embalagens e nas etiquetas.

- Utilizar estratégias de leitura para buscar informações nos textos: antecipar o significado; utilizar as informações não verbais; utilizar o conhecimento de mundo; auto corrigir-se quando as antecipações não forem confirmadas pelo texto.

RECURSOS DIDÁTICOS

Embalagens de produtos diversos•

Etiquetas ou reproduções das mesmas (destas que vêm pregadas no interior• dos tênis, nas roupas de cama, de mesa e banho e nas vestimentas pessoais)

• Papel sulfite

Cola•

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Cada tipo de atividade exige uma determinada organização.

1ª atividade – pequenos grupos de no máximo 4 alunos. Garanta que cada grupo tenha alunos com mais informação e aluno com menos informação.

2ª atividade – com a sala toda. Organize um círculo.

3ª atividade – em pequenos grupos. Podem ser os mesmos grupos da atividade 1. É importante que os alunos trabalhem com o mesmo grupo durante um tempo para melhorar o relacionamento com os colegas.

1º dia – atividade 1

Leve para a classe embalagens e etiquetas que você recortou. Se não for possível, faça reproduções (tire cópias de embalagens para manter as características originais do portador).Tente garantir embalagens e etiquetas de produtos que sejam comuns onde você mora.

Isso é importante para que alunos possam antecipar significados. Se o produto não for conhecido esta antecipação ficará prejudicada.

Organize grupos. Cada grupo recebe uma embalagem ou etiqueta. As crianças devem identificar qual o produto e o que deve estar escrito. Entregue a embalagem e peça ao grupo para responder:

Qual é o produto?

Para que ele serve?

O que deve estar escrito na embalagem?

Onde está o nome do produto? (Peça para que apontem).

Quais outras informações devem estar escritas?

Por que existem letras grandes e letras pequenas?

Peça para que colem a embalagem recebida no papel sulfite e apresente para a sala.

Como lição de casa, solicite aos grupos que procurem outras etiquetas e embalagens.

2º dia - atividade 2

Vamos achar a embalagem?

Recolha as embalagens trazidas pelos alunos. Cole-as na lousa. Organize um círculo com os alunos de forma que todos possam ver todas as embalagens. Diga à turma que todos vão participar de um jogo. Você diz o nome de um produto e as crianças devem procurar na lousa onde está a embalagem correspondente. Combine algumas atitudes com os alunos. Levantar a mão, por exemplo, quando achar. Se podem ou não levantar do lugar para procurar melhor. Se precisarem de dicas, devem pedi-las.

Comece o jogo. Fale o nome do primeiro produto. Você pode também iniciar por dicas: “Serve para escovar o dente”; “ Usamos quando vamos lavar o cabelo”. Chame os alunos para pegar e embalagem. Explore as informações da embalagem. Verifique o prazo de validade e discuta por que essa informação aparece na etiqueta. Leia as informações sobre a composição e armazenamento do produto e todas outras informações importantes que estão na embalagem. Discuta com os alunos o que pode acontecer com alguém que compra um produto sem ler a embalagem.

Orientação: Durante o jogo, vá chamando os alunos. Para aqueles com menos informação dê dicas do tipo “Começa com a mesma letra do seu nome”, “ Tem seis letras”.

Lição de casa: peça às crianças que perguntem aos adultos com quem moram se costumam ler as embalagens quando vão comprar algum produto.

3º dia - atividade 3

Leve para a sala de aula etiquetas diversas. Em pequenos grupos os alunos devem identificar quais mensagens devem estar escritas em cada uma delas. Pergunte onde podem ser encontradas. Explore alguns símbolos muito utilizadas por essas etiquetas, como indicações de como lavar, como passar etc.

Você pode também pedir para identificar o tamanho da roupa, se estiver trabalhando com peças de vestuário. Como eu posso fazer para ter certeza que a roupa irá me servir, sem vestir a roupa? SUGESTÕES para o Trabalho Interdisciplinar



As atividades com etiquetas e embalagens permitem fazer conexões com outras áreas de conhecimento. Ao trabalhar com embalagens, pode-se classificar os produtos por sua origem, discutir processos de industrialização e uso de tecnologia. Outra possibilidade é a conexão com a Matemática. As atividades também podem estar relacionadas com a educação para o consumo e podem possibilitar estudos temáticos: alimentação, brinquedos etc.



AVALIAÇÃO

Observe a produção dos alunos e registre-a conforme a pauta de avaliação abaixo.

Nome do aluno

Identifica o produto nas embalagens

Utiliza as imagens e o contexto para antecipar o significado

Não precisa das imagens para dar significado ao texto

Reconhece as situações de uso das embalagens e etiquetas

Projeto Itau Social

Recebi a mensagem da querida amiga Maria do Carmo, passei no site para conferir
e estou recomendando pois tenho certeza que é do seu interesse também.
O Projeto Itau Social está distribuindo kits de livros de leitura infantil gratuitamente.
Basta passar no site, preencher o cadastro e solicitar.
A coleção será entregue na sua casa, sem nenhum custo.
Pode ser solicitada por professores ou pessoas maiores de 18 anos que não estejam ligadas
à area.

http://www.lerfazcrescer.com.br/#/home

Enre no site, clique em peça o seu kit
preencha os dados e em cerca de 20 dias
seu kit estará chegando na tua casa.

Ajude a divulgar!  espalhe a notícia entre suas colegas de trabalho
afinal, oportunidades como essa, merecem nossa propaganda!

Qualquer sugestão nesse sentido, que quiser ver divulgado
pode mandar para meu email: obancodeatividades@hotmail.com

afinal, a união faz a força!

MATERNAL - Projeto Cores e Formas Geométricas

1) Tema: Brincando com Cores e Formas
2) Objeto Detonador: Este projeto tem o objetivo de fazer com que a criança

conheça as cores e formas que estão presentes em todos os ambientes em que

vive.

3) Justificativa

Nesta fase, é importante propiciar à criança a visualização, exploração,

contato e manuseio de diversos objetos que compõem o universo das cores e

formas, possibilitando a criança identifica-las.

4) Perfil do grupo

Crianças de dois e três anos de idade, participativas e curiosas em contínuo

processo de desenvolvimento e descobrimento do seu mundo.

5) Objetivos

- Conceituais:

• Identificar cores e formas.

• Nomear cores e formas.

• Ampliar vocabulário.

Desenvolva percepções visuais, auditivas e táteis.

• Reconhecer a existência de diferentes formas, (ler) e interpretar.

- Procedimentais:

• Conhecer e nomear cores e formas.

• Aprender a usar as cores.

• Reproduzir cores e formas.

• Ampliar vocabulário.

• Reconhecer existência de formas e cores do mundo.

• Utilizar diversos materiais plásticos para ampliar suas possibilidades de

expressão.

• Produzir trabalhos de arte, utilizando linguagem do desenho, da pintura,

da colagem e da construção.

• Ampliar o conhecimento do mundo.

• Desenhar a partir do que foi observado.

- Atitudinais:

• Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural.

• Identificar, valorizar e reconhecer as cores e formas.

• Deleitar-se no momento de desenhar.

• Apreciar as artes visuais.

• Possibilitar a integração com pessoas e ambientes.

6) Janelas:

• Linguagem oral e escrita.

• Artes visuais.

• Natureza e sociedade.

• Matemática.

• Movimento.

• Música.

7) Etapas

- Organizar as crianças em rodinha de forma que todas possam olhar-se e

interagir. Conversar sobre as cores primárias e algumas secundárias e sobre

as formas (quadrado, retângulo, círculo e triângulo).

- Mostrar fotos coloridas, observando a diversidade de cores e ressaltando

suas formas. Perguntar a cor preferida de cada um, trabalhando com o lúdico

(a cor da roupa da criança, etc.).

- Realizar experiência com anilina nas cores primárias com água em

recipiente transparente para que observem o resultado.

- Apresentar os Blocos Lógicos e valorizar suas cores primárias. Permitir

que manuseiem. Propor as seguintes perguntas para despertar sua observação:

Vocês conhecem os Blocos Lógicos? Quais são essas figuras geométricas? Quais

suas cores?, Etc.

- Ouvir a música arco íris (Xuxa)

- Registrar com guache de cores variado o que mais chamou atenção da criança

na música;

- Folhar revistas e observar o que mais lhes chama a atenção;

- Confeccionar mural com figuras escolhidas pelas crianças;

- Levar as crianças a observarem as cores de tinta que temos.

- Registrar a cor vermelha: pintar com guache o coração.

- Registrar a cor azul: pintar um céu com buchinha e guache e colar estrelas.

- Registrar a cor amarela: pintar um girassol com cola colorida.

- Registrar a cor verde: papel crepom molhado e batido.

- Deixar as crianças misturarem as cores de tinta a seu critério e observar

as cores novas que descobriu;

- Falar as crianças, sobre o arco íris, se sabem o que é, quem já viu;

- Brincar com massinha nas cores do arco íris;

- Confeccionar um arco íris com as crianças. Registrar o arco íris usando

mistura de cores de tinta guache com buchinha.

- Conversar com as crianças sobre as cores da natureza e seres vivos

(peixes, mar e conchinhas). Registro com areia e guache misturados, colagem

de peixinhos feitos com furador.

- Organizar um aquário na sala com um peixinho;

- Escolher um nome para o peixinho;

- Explicar as crianças quais os cuidados que devemos ter com o peixinho e

como proceder;

- Fazer registro de um peixe com colagem de papel celofane.

- Dividir a tarefa de cuidar do peixinho com as crianças;

- Explicar aos pais o objetivo da atividade e solicitar autorização para que

a criança leve o peixinho para passar uma noite em sua casa;

- Realizar um sorteio em sala e colocar em um cartaz, o roteiro do peixinho

para que as crianças possam saber quando será sua vez de levar para casa

Ouvir a música "Aquarela". Registrar, usando lápis de cor para aquarela.

- Espalhar formas geométricas coloridas pela sala de aula e pedir que as

crianças as encontrem. Incentivar a dizerem o nome e a cor. Pedir que colem

esta figura em uma folha e que a partir dela façam um desenho;

- Fazer uma casinha com formas geométricas, e pedir que montem,

identificando qual é cada forma. Fazer também um prédio e comparar as formas

geométricas usadas;

- Brincar de jogo dos quatro cantos: desenhar um grande quadrado no chão, e

cada um fica num canto, e tem um pego. Quando a professora fala trocou, os

colegas tem que trocar de lugar e o pego tem que tentar entrar em um dos

cantinhos.

- Esconder em sala algumas formas geométricas. Mostrar uma forma e a turma

deve encontrar a mesma forma mostrada. Colocar formas geométricas nas

crianças e pedi-los para achar as mesmas formas;

- Registro da figura geométrica quadrado: pintar com guache o quadrado

apresentado e ao lado desenhar seu próprio quadrado na cor desejada.

- Registro da figura geométrica triângulo: utilizar um sorvete na casquinha

e pedir que coloram apenas o triângulo com giz de cera.

- Registro da figura geométrica retângulo: a partir do desenho de um

caminhão, pedir que coloram apenas a parte retangular.

- Brincar de bolinhas de sabão e enfatizar o formato. Registrar círculos

coloridos;

- Trabalho de registro: pintar de azul todos os quadrados. A outra forma

pinte como quiser.

- Trabalhar a bandeira brasileira. Fazer o contorno da bandeira brasileira.

Cortar vários pedacinhos de papel verde em formato de retângulo, vários

amarelos em formato de losango e vários azuis em formato de círculo. Montar

um mosaico da bandeira.

- Colar círculo amarelo numa folha e pedi-los para desenhar um sol.

- Realizar brincadeira no salão: usar um grande lençol e várias bolinhas

coloridas (da piscina de bolinha) colocando todas as bolas em cima do lençol

e fazendo um grande quadrado com todos os alunos segurando-o. Dar um sinal e

propor que todos sacudam bem o lençol até todas as bolinhas caírem no chão.

Estas ficarão misturadas, então, propor que corram buscando as bolas por cor

para guardar.

- Trabalho de registro montando mosaico com as cores das bolinhas.

- Colar no chão um quadrado vermelho, um triângulo amarelo e um círculo

azul. Ir brincando: meninas dentro do círculo azul... Meninos no quadrado

vermelho... Meninas com cabelo preso no triângulo amarelo...

8) Avaliação

• Será feita avaliação ao longo do projeto observando o cumprimento de

etapas.

9)Duração

• Aproximadamente dois meses junto com outras atividades trabalhadas também, ou seja, esse projeto NÃO deve ser trabalhado isoladamente !

MATEMÁTICA - cálculo mental sobre medidas



EDUCAÇÃO INFANTIL - observação do ambiente

 Peça aos alunos que observem o céu à noite e, com a ajuda dos pais ou outro adulto, preencham um relatório assim:
Para concluir a atividade,faça algumas perguntas:
.O que vocês acharam de fazer essa observação?
.Alguma coisa atrapalhou a observação (por exemplo, luzes da cidade, chuva, falta de um instrumento, como telescópio, frio da noite, nuvens, poluição).

Proponha aos alunos que observem e descrevam o dia neste momento.
Algumas perguntas que voce pode fazer;
.O dia está nublado ou não?
.Será que vai chover?
.Como podemos saber isso?
.Está fazendo frio ou calor?
.Está ventando?
.Como podemos saber se está ventando?

Proponha uma experimentação para que os alunos observem o arco-íris. No pátio da escola, em um dia de sol, lance um jato de água com a mangueira, na direção do Sol.Vocês verão um arco-iris.

Uma experiencia com gelo permite perceber a ação do calor do Sol.
Deixe um pedaço de gelo dentro de um copo sob o sol e outro na sombra. Os alunos observarão qual derrete primeiro.
pergunte aos alunos:
.O que sentimos quando ficamos no sol?
.Além do gelo, o que mais derrete ou amolece se ficar no sol?
Exemplos: sorvete, chocolate, gelatina, algodão-doce.



EDUCAÇÃO

Qualifique-se e Trabalhe em Casa



Uma Reportagem exibida no Jornal Nacional, da Rede Globo, chamou a atenção para o crescimento do número de Empresas que contratam funcionários para trabalhar em casa.

Segundo a reportagem, “A vantagem de trabalhar em casa é que você economiza tempo de trânsito e a sua qualidade de vida aumenta muito, você pode estar próximo da sua faMília num ambiente mais aconchegante”
“Em três anos, o número de brasileiros trabalhando em casa com carteira assinada quase dobrou. (…) o total de empregados em domicílio já passa de 200 mil.”, completa a reportagem.
A maioria das vagas para Trabalhar em Casa está na área de Telemarketing, porém outras como Informática, Administração, Contabilidade, Recursos Humanos e Professores em geral também estão com demanda crescente.
O Cursos 24 Horas encaminha seus alunos para vagas de empregos na área dos cursos. “Todos os meses recebemos contatos de diversas empresas solicitando indicações de alunos para possível contratação”, afirma Luiz Campos, diretor do Cursos 24 Horas.
Aproveite esta oportunidade de qualificar-se com Cursos Online de Qualidade nas mais diversas áreas e encaminhe seu currículo para empresas que optam pelo trabalho em casa.
Todos os nossos Cursos são 100% Online e contam com apostilas, apoio de professor e certificado de conclusão enviado pelos correios. São cursos completos a partir de apenas R$ 20,00. Veja a lista de cursos no banner acima da pagina.



EDUCAÇÃO - Distúrbios de aprendizagem



Quando alguém apresenta dificuldades para ler, escrever, se concentrar e/ou aprender, suas oportunidades de sucesso na escola e na vida são diminuídas. É comum que essas dificuldades sejam associadas a uma menor capacidade intelectual, porém o problema real pode ser algum Distúrbio de Aprendizagem.
Os Distúrbios de Aprendizagem podem ser encontrados em crianças, adolescentes e pessoas na fase adulta, eles geram dificuldades que são percebidas na escola e na vida das pessoas portadoras desses distúrbios.
Neste curso você conhecerá as Dificuldades e os Distúrbios de Aprendizagem, aprenderá suas causas, como detectá-los e tratá-los, além de conhecer qual deve ser o papel dos Pais, Professores e da Escola no tratamento dos distúrbios.
Aprenda como identificar, lidar e tratar os Distúrbios:
Dislexia


Disgrafia


Disortografia


Afasia


Disartria


Discalculia


Acalculia


Apraxia


Dispraxia


Gagueira


Déficit de atenção


TDAH

Saiba também como lidar e tratar as Dificuldades de Aprendizagem, como Autismo, Síndrome de Asperger, Síndrome de Down e Deficiência Mental.
Aprenda tudo por meio de vídeo-aulas dinâmicas e interativas, com um tutor virtual, exemplos e exercícios. Você também pode baixar as apostilas do curso para arquivar e/ou imprimir. Ao final, receba o seu Certificado de Conclusão em casa, sem custo adicional.

Carga horaria: 60 horas
Excelente certificado para apresentação em Prova de Títulos
Extremamente indicado para estudantes de Pedagogia e outras áreas relacionadas à Educação
Você estuda em casa, não precisa programar tempo maior para transporte e deslocamento até local do curso, pois tudo é feito pelo seu computador, além de não ter mais gastos adicionais com transporte. Muitas vezes sair de casa com chuva, frio, para se especializar.
Baixissimo valor se comparado ao beneficio.
Vale muito a pena começar hoje mesmo!!!!
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