DESCOBRIMENTO DO BRASIL
Verdades e mentiras sobre Cabral e o descobrimento
Mentira: Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil. Verdade: Quem descobriu foram navegantes espanhóis. Ele apenas tomou posse, em nome do rei Dom Manoel. Mentira: Cabral era um grande navegador português. Verdade: Era um nobre, sem grandes feitos náuticos anteriores. E depois também não voltou mais a velejar. Mentira: Ao regressar, Cabral foi aclamado pela Corte.
Verdade: O rei não deu importância ao seu feito
Falta um ano para que se comemore, oficialmente, cinco séculos de descobrimento do Brasil. Grandes festas estão sendo programadas, com grandes redes de TV prometendo trazer o papa para rezar a missa no “mesmo” local onde ela foi rezada pela primeira vez no continente. Mas a verdade é que o país não foi descoberto no dia 22 de abril de 1500, a façanha não foi obra de portugueses comandados por Pedro Álvares Cabral, que, por sinal, nem era um grande navegante.
Mesmo que a versão portuguesa estivesse correta, e os homens de Cabral fossem os primeiros europeus a pisar na América do Sul, a frota não desembarcou em Porto Seguro, como se aprende na escola, e sim na baía de Santa Cruz de Cabrália, a 46 km ao norte dali. Enfim, a história do descobrimento está recheada de equívocos que muitos interesses e a eterna lei do menor esforço teimam em preservar.
Nos meios científicos já se tem como certa a presença de espanhóis na costa brasileira antes de Cabral. O pesquisador Julio Louzada Neto (ver box nesta página) informa que há um marco em espanhol na costa cearense datado de 1497 – provavelmente obra de Vicente Pinzón, experiente navegador que participou da frota do italiano Cristovão Colombo, descobridor da América em 1492. Pinzón descobriu o rio Amazonas, que batizou de “Mar Dulce”. Há evidências de que sua última passagem pelo Brasil aconteceu em fevereiro de 1500, em região próxima ao atual Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco.
Dias depois de Pinzón, partiu da Espanha outro navegador, Diogo de Lepe, com o mesmo objetivo de explorar a então desconhecida América. Ele atingiu o litoral brasileiro em março.
É evidente que espanhóis e portugueses já sabiam que o Brasil existia. A dúvida era se se tratava de uma ilha ou de um continente. Entre os navegadores, como o português Vasco da Gama, o Brasil era chamado de “Ilha dos Papagaios Vermelhos”. Essas teses já foram provadas e documentadas. Porém, como escreveu o jornalista gaúcho Eduardo Bueno em seu livro “A Viagem do Descobrimento”, nada tira a importância da descoberta oficial de Pedro Álvares: “O descobrimento sociológico do Brasil coube aos portugueses”, finaliza ele.
O descobridor, subestimado
Uma coisa é certa: desde àquela época Portugal não deu o valor que Cabral merecia. Documentos, monumentos históricos e fatos contados nos livros demonstram que nosso descobridor foi, por diversas vezes, subestimado. Isso fica claro quando se traça uma comparação, por exemplo, entre Pedro Álvares e Vasco da Gama, o navegador que descobriu a rota marítima até às Índias.
Enquanto Gama foi aclamado pelo povo e pelo rei por ter achado o caminho até Calcutá, Cabral voltava de sua longa viagem esgotado e com sua frota destruída e humilhada. A tentativa de estabelecer uma feitoria nas Índias falhou: apenas cinco das 13 naus que partiram no dia 9 de março do Tejo, regressaram. Nem a notícia da descoberta de novas terras ao sudoeste da África - o Brasil - alegrou o rei: afinal, concluiu Dom Manoel, que importância poderia ter um lugar em que não haviam especiarias, nem metais preciosos?
Dom Manoel acreditou que a nova terra poderia ter a função geográfica de servir apenas como escala das naus que partiriam a Calcutá. Logo, porém, o rei percebeu que a parada era “fora de mão”. Por mais este motivo, resolveu ignorar a descoberta de Pedro Álvares.
Só 30 anos depois da volta do navegador a Portugal, quando o país estava mergulhado em dívidas provocadas exatamente por esta ambição de gastar fortunas à procura de riquezas nem sempre achadas, que os lusos começaram a prestar atenção no potencial econômico que o Brasil poderia oferecer.
Enquanto nos escritos do túmulo de Cabral, localizado na pequena cidade de Santarém, nem ao menos mencionam seu maior feito - o descobrimento do Brasil -, o corpo de Vasco da Gama encontra-se imortalizado no Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa ao lado de outros grandes nomes da cultura e da história de Portugal, como o próprio rei Dom Manoel, o rei Dom Sebastião, Fernando Pessoa e Luís Vaz de Camões. Falando no mais famoso escritor português, por que será que Camões não se lembrou ou não reservou pelo menos uma estrofe das 1102 existentes nos "Lusíadas" - escrito por volta de 1568 - , para falar sobre Cabral?
O grande poema épico celebra as virtudes e o valor do povo português na época dos descobrimentos, tendo Vasco da Gama como figura central e sua viagem "por mares nunca dantes navegados" como enredo, mas cita também outros importantes navegadores, como Duarte Pacheco, Afonso de Albuquerque, Paulo da Gama e Fernão de Magalhães. Observação: Camões viajou para a Índia em uma nau comandada por Fernão Álvares Cabral, sobrinho de Pedro Álvares.
35 quilos de ouro
Pela viagem e pela descoberta, Cabral recebeu de remuneração 35 quilos de ouro. Vasco da Gama levou cerca de 350 quilos por ter alcançado as Índias por via marítima. Enquanto o primeiro não ascendeu a um grau superior da nobreza depois da sua viagem, Gama recebeu o título de Dom em 1500 e conseguiria ainda a sua promoção nobiliárquica a Conde da Vidigueira. Um fato curioso: ironicamente – ou propositadamente, quem sabe – os escudos, dinheiro português, exibem hoje os retratos dos grandes navegadores da época áurea de Portugal. Vasco da Gama, claro, está estampado na nota de cinco mil escudos, enquanto que o rosto de Cabral aparece na nota de mil escudos.
Aumentando o descrédito de Cabral, ainda hoje existem dúvidas quanto à sua qualificação para comandar um frota de tão grande porte. Pouco se sabe sobre seus dotes náuticos. Alguns historiadores acreditam que ele só foi nomeado por pertencer a uma família nobre portuguesa muito ligada à corte e também por ser casado com uma das mulheres mais ricas daquela época: Dona Isabel de Castro, que era neta dos reis Dom Fernando de Portugal e Dom Henrique de Castela.
Antes de ter partido nesta viagem, o descobridor do Brasil havia lutado na África. Até aí, não há muito o que louvar, já que a maioria dos jovens portugueses em idade militar partiam para a África com os mesmos fins. Porém, com toda sua obsessão por novas conquistas, é de duvidar que o rei Manoel fosse louco suficiente para encarregar um novato da importante missão de conquistar Calcutá, como era o objetivo principal da missão comandada por Cabral. (Lúcia Calasso, especial para o JT).
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Descobrimento do Brasil para crianças
Brasil, 1500
Quando os portugueses chegaram aqui, em 1500, os índios viviam nas matas.
E como eram bonitas as nossas matas!
Não existiam no Brasil cidades como as de hoje em dia, nem ruas, nem casas.
Os índios moravam numa espécie de choupana chamada de oca.
As famílias faziam as suas ocas lado a lado, formando uma aldeia, que cercavam e chamavam de taba.
Naquela época moravam aqui dois curumins (como chamavam os indiozinhos), Ubirajara e Jaci.
Eles viviam brincando, trabalhando e aprendendo com os pais deles.
Naquele dia do mês de abril eles estavam tomando banho de mar com os outros curumins quando viram chegar uma porção de barcos diferentes.
Saíram correndo para avisar a sua tribo e logo a praia ficou cheia de índios.
E todos, ali na praia, viram descer das caravelas, em pequenos barcos, uns homens esquisitos, com o corpo todo coberto e a cara (ai que medo!)
Cheia de pêlos.
Os curumins ficaram escondidos atrás das árvores, espiando.
Os guerreiros da tribo receberam aqueles forasteiros como amigos.
Colocaram os arcos e as flechas no chão e começaram a trocar presentes.
Chapéus enfeitados para cá, cocares de penas coloridas para lá.
Foi no meio dessa confusão que os dois curumins resolveram ir nadando até os barcos, escondidos.
Subiram num barco pelas cordas e logo estavam no tombadilho. Mas tomaram um grande susto. No barco havia muitos bichos. Eles nunca tinham visto uma galinha e saíram gritando assustados na língua deles:
Socorro! Socorro!...
Chegaram correndo na proa do barco.
E lá estava sentado, dando risada, um homem enfeitado, com chapéu e tudo.
Era Pedro Álvares Cabral.
Ele colocou os curumins no colo e fez muita festa. Mas os dois logo, logo pularam pela amurada e foram nadando depressa para a praia.
Esta história os curumins, quando cresceram, contaram para os seus filhos, que contaram para os filhos deles e assim por diante e, hoje, eu estou contando para vocês.
Faz tanto tempo, mas eu me lembro.
Foi no ano da graça de 1500.
O Brasil não tinha nem nome, não era conhecido do outro lado do mar.
Mas, na Europa (bem longe daqui), moravam sábios, homens famosos, grandes reis com seus vassalos (empregados).
Vivian em cidades bonitas ou vilas.
Moravam em casas, palácios e castelos.
Vestiam roupas diferentes, roupas de antigamente.
O pessoal da Europa adorava viajar. Não iam até a lua, como agora, mas queriam descobrir todas as terras do planeta Terra.
Um dia, dom Manuel, o rei de Portugal, preparou uma grande esquadra. (Muitos barcos e navios). Treze barcos, entre navios redondos e lindas caravelas.
O chefe da expedição era o comandante Pedro Álvares Cabral.
A partida foi muito festejada. A viagem era muito perigosa, mas os navegantes tinham a alma corajosa.
E assim partiram as naus (navios e caravelas) da Torre de Belém, em Portugal. Deixaram o rio Tejo e navegaram no mar. Viajaram muitos dias e muitas noites.
Os primeiros sinais de terra, galhos de planta, apareceram boiando no mar quarenta e três dias depois. Era o dia 21 de abril de 1500.
No outro dia avistaram um morro, que foi batizado de Monte pascoal, e as costas da terra descoberta, que foi chamada de Ilha de Vera Cruz. No dia seguinte, 23 de abril, o comandante mandou uma expedição a terra em pequenos barcos. Os índios aguardavam os portugueses pacificamente, na praia, com seus enfeites, arcos e flechas.
E assim começa a história do Brasil com os nossos antepassados portugueses trocando presentes com os nossos antepassados índios. E dizem que o primeiro encontro do nosso povo foi muito bonito, mas a partir desta data os portugueses que chegaram ao nosso país só trouxeram tristeza e destruição para aquele povo.
Muitos anos depois um homem chamado Tiradentes que também não aceitava que os portugueses mandassem no nosso país, acabou morrendo tentando salvá-lo.
Quando os portugueses chegaram aqui, em 1500, os índios viviam nas matas.
E como eram bonitas as nossas matas!
Não existiam no Brasil cidades como as de hoje em dia, nem ruas, nem casas.
Os índios moravam numa espécie de choupana chamada de oca.
As famílias faziam as suas ocas lado a lado, formando uma aldeia, que cercavam e chamavam de taba.
Naquela época moravam aqui dois curumins (como chamavam os indiozinhos), Ubirajara e Jaci.
Eles viviam brincando, trabalhando e aprendendo com os pais deles.
Naquele dia do mês de abril eles estavam tomando banho de mar com os outros curumins quando viram chegar uma porção de barcos diferentes.
Saíram correndo para avisar a sua tribo e logo a praia ficou cheia de índios.
E todos, ali na praia, viram descer das caravelas, em pequenos barcos, uns homens esquisitos, com o corpo todo coberto e a cara (ai que medo!)
Cheia de pêlos.
Os curumins ficaram escondidos atrás das árvores, espiando.
Os guerreiros da tribo receberam aqueles forasteiros como amigos.
Colocaram os arcos e as flechas no chão e começaram a trocar presentes.
Chapéus enfeitados para cá, cocares de penas coloridas para lá.
Foi no meio dessa confusão que os dois curumins resolveram ir nadando até os barcos, escondidos.
Subiram num barco pelas cordas e logo estavam no tombadilho. Mas tomaram um grande susto. No barco havia muitos bichos. Eles nunca tinham visto uma galinha e saíram gritando assustados na língua deles:
Socorro! Socorro!...
Chegaram correndo na proa do barco.
E lá estava sentado, dando risada, um homem enfeitado, com chapéu e tudo.
Era Pedro Álvares Cabral.
Ele colocou os curumins no colo e fez muita festa. Mas os dois logo, logo pularam pela amurada e foram nadando depressa para a praia.
Esta história os curumins, quando cresceram, contaram para os seus filhos, que contaram para os filhos deles e assim por diante e, hoje, eu estou contando para vocês.
Faz tanto tempo, mas eu me lembro.
Foi no ano da graça de 1500.
O Brasil não tinha nem nome, não era conhecido do outro lado do mar.
Mas, na Europa (bem longe daqui), moravam sábios, homens famosos, grandes reis com seus vassalos (empregados).
Vivian em cidades bonitas ou vilas.
Moravam em casas, palácios e castelos.
Vestiam roupas diferentes, roupas de antigamente.
O pessoal da Europa adorava viajar. Não iam até a lua, como agora, mas queriam descobrir todas as terras do planeta Terra.
Um dia, dom Manuel, o rei de Portugal, preparou uma grande esquadra. (Muitos barcos e navios). Treze barcos, entre navios redondos e lindas caravelas.
O chefe da expedição era o comandante Pedro Álvares Cabral.
A partida foi muito festejada. A viagem era muito perigosa, mas os navegantes tinham a alma corajosa.
E assim partiram as naus (navios e caravelas) da Torre de Belém, em Portugal. Deixaram o rio Tejo e navegaram no mar. Viajaram muitos dias e muitas noites.
Os primeiros sinais de terra, galhos de planta, apareceram boiando no mar quarenta e três dias depois. Era o dia 21 de abril de 1500.
No outro dia avistaram um morro, que foi batizado de Monte pascoal, e as costas da terra descoberta, que foi chamada de Ilha de Vera Cruz. No dia seguinte, 23 de abril, o comandante mandou uma expedição a terra em pequenos barcos. Os índios aguardavam os portugueses pacificamente, na praia, com seus enfeites, arcos e flechas.
E assim começa a história do Brasil com os nossos antepassados portugueses trocando presentes com os nossos antepassados índios. E dizem que o primeiro encontro do nosso povo foi muito bonito, mas a partir desta data os portugueses que chegaram ao nosso país só trouxeram tristeza e destruição para aquele povo.
Muitos anos depois um homem chamado Tiradentes que também não aceitava que os portugueses mandassem no nosso país, acabou morrendo tentando salvá-lo.
Descobrimento do Brasil - texto informativo para professora
Abaixo no link um texto informativo sobre o Descobrimento do Brasil.
Documento de 67 páginas que estou postando só o link pois a mensagem ficaria muito extensa.
De qualquer forma, basta baixar e ler pelo proprio computador mesmo.
Documento de 67 páginas que estou postando só o link pois a mensagem ficaria muito extensa.
De qualquer forma, basta baixar e ler pelo proprio computador mesmo.
Texto Informativo sobre Tiradentes II
TIRADENTES
Em 1746 nasce no Sítio do Pombal, distrito de São José-del-Rei (hoje Tiradentes), na capitania de Minas Gerais Joaquim José da Silva Xavier. É batizado em 12 de novembro.
Em 1755 morre sua mãe e em 1757 com a morte de seu pai, o garoto Joaquim José passa a ser educado por seu padrinho, com quem aprende o ofício de arrancar dentes e fazer curativos.
Alto, magro, forte e vesgo o menino virou rapaz, hábil no manejo dos ferrinhos com que arrancava dentes, ficou conhecido como Tiradentes. Mas suas aspirações iam além de Minas e dos trabalhos de dentista. Vira muita fortuna se formar, muito aventureiro enriquecer, muito ouro sair da terra. Portugal, com seu poderio reduzido, dependia das importações da Inglaterra, mas continuava a viver na ostentação. O que pagava quase todas as contas e o luxo Português, era o ouro do Brasil.
Tiradentes deixou de ser dentista, resolvendo primeiro transportar mercadorias numa tropa de burros e depois tentar a sorte nas minas de ouro. Não fez fortuna.
Assim, em dezembro de 1775 aos 30 anos, sentou praça na 6ª companhia de Dragões da capitania de Minas Gerais. Por ser branco e descendente de portugueses cristãos, teve o privilégio de ingressar nas armas como oficial. Tornou-se alferes, o que equivaleria hoje ao posto de 2º tenente.
Joaquim José, o soldado, destacou-se pela correção e coragem primeiro em Minas, depois no Rio de Janeiro, capital da colônia.
Em Minas Gerais, os anos passavam e Tiradentes continuava um simples alferes. Não era promovido, embora tivesse colegas mais novos na tropa que já eram capitães. Homem de confiança, escolhido para missões de responsabilidade, Tiradentes mais de uma vez acompanhou o Governador de Minas Rodrigo de Meneses, em expedições de reconhecimento dos sertões, viagens em que, além de soldado, ajudava como cirurgião, traçava mapas, pesquisava terras para mineração e identificava minerais. Mas não o promoviam. Era sempre alferes. A injustiça estava marcando a vida de Joaquim José.
Os brasileiros são sempre esquecidos, todos os favores vão para os filhos do Reino. Algumas velhas idéias vão ganhando corpo na cabeça de Tiradentes. E nas tavernas, nos quartéis e pousos de beira de estrada, o Alferes, com seu vozeirão, começa a fazer críticas ao Governo, explicando que os nacionais estavam condenados a pobreza e a ignorância.
Aos 41 anos de idade, Tiradentes dava sentido à vida entregando-se ao sonho da independência. Não podia ser feliz em meio a exploração de sua gente: queria o que em outras partes do mundo muitos homens também desejavam.
No ano de 1788, a rainha de Portugal, Dona Maria I, tinha duas preocupações: impedir que as idéias de liberdade entrasse no seu reino e recuperar as finanças do país. A arrecadação não mais atingia a quantia fixada, pois as minas estavam se esgotando.
O povo era obrigado a completar o total de impostos devidos com o seus próprios recursos. A Corte Portuguesa exigia novo recolhimento das taxas atrasadas. Seria mais uma derrama, com a desculpa de que não havia queda de produção e sim contrabando.
Desde março de 1787, desiludido da vida militar, o alferes Joaquim José pedira licença e seguira paro o Rio. Em Minas os ideais de libertação fermentavam, mas não explodiam. E Tiradentes foi tentar vida nova no Rio.
No Rio, Tiradentes elaborou projetos importantes: queria construir armazéns no cais, para proteção e guarda das mercadorias, e sonhava resolver o problema de abastecimento de água da cidade, canalizando os rios Andarí e Maracanã. Praticando a medicina para viver, foi, ao mesmo tempo, fazendo grandes planos de engenharia.
As suas diversas petições para obras na Câmara Municipal, e elas exigiriam enormes financiamentos. Joaquim José, agora misto de médico e engenheiro, pensou em recorrer à pessoas de importância, que lhe facilitassem a aprovação da Câmara. Foi procurar o jovem José Alvares Maciel, que acabara de concluir seus estudos em Portugal e Inglaterra. Joaquim José e Maciel não se conheciam. Mas alguma coisa os ligava: ambos eram de Minas.
Maciel chegava da Europa alimentando sonhos de independência. Joaquim José vinha de Minas, onde fervia a indignação contra o governo. Os dois se somaram.
A conversa desviou-se da engenharia. Joaquim José queria noticias da Europa, das novas idéias, dos movimentos de libertação. Maciel pedia noticias de Minas do estado de coisas, da política portuguesa. O rio ia continuar sem água, no cais as mercadorias ficavam expostas as chuvas e ao sol. Os dois homens tinham coisas mais importantes para discutir.
Terminada a licença, Tiradentes regressa a Minas na escolta da mulher de Barbacena, o novo governador. Sua recente conversa com Maciel, que prometera encontra-lo em Vila Rica, revelara-lhe o caminho a seguir.
Nos meses que se seguem, Tiradentes procura ler tudo quanto se relacione com a independência das colônias inglesas na América do Norte e com os ideais europeus de libertação. Essa literatura, rara e difícil de ser obtida, vem escrita em francês e inglês, línguas que o alferes não dominava. Por isso, procura auxílio entre os intelectuais. Tiradentes quer descobrir o caminho da independência.
Juntos de novo, Tiradentes e Maciel começaram a traçar planos. Precisam da participação de um chefe militar que possa sublevar as tropas contra a coroa. Uma coincidência os ajuda. O comandante do regimento em que o Alferes está servindo, Tenente Coronel Francisco de Paula Freire de Andrada, é cunhado de Maciel. Vão procurá-lo, precisam conquista-lo para suas idéias. Mas tudo tem que ser feito com muito cuidado.
O tenente-coronel está em casa, adoentado. Tiradentes passa a falar do desgosto do povo, dos temores que ameaça da nova derrama produzida, do sofrimento em que vivia toda gente. Maciel também presente começa abrir o jogo. E o tenente-coronel, pensando e ouvindo, concorda. Pronto: as tropas da rebelião contra coroa já tinha em Paula Freire o seu comandante.
A primeira reunião dos conspiradores aconteceu em fins de 1788 na casa do tenente-coronel Paula Freire. A eles se unira o Padre Carlos Correia de Toledo e Melo, vigário de São João-del-Rei, homem rico e influente. A conspiração foi acrescentando com a participação do Cônego Luiz Vieira da Silva, do Padre Oliveira Rolim e dos poetas juristas Tomás Antônio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa e Alvarenga Peixoto. Com o correr do tempo, mais nomes se juntariam aos primeiros.
Tiradentes dá inicio a campanha revolucionária aberta. Num tempo em que criticar o soberano era crime gravíssimo. Tiradentes não quer que o povo de sua terra se revolte apenas para lutar contra impostos. Quer a liberdade do Brasil. E assim iniciou-se a Inconfidência, como seria conhecida a rebelião, já que os revoltosos estavam negando fidelidade a coroa portuguesa.
Os planos foram traçados: na ocasião da derrama, Tiradentes, depois de prender o governador despertaria Vila Rica aos gritos de Liberdade. A pretexto de restaurar a ordem, Paula Freire e suas tropas ocupariam a cidade e com Vila Rica sob controle, declararia sua adesão à inconfidência. As vilas vizinhas estavam prontas para dar o apoio preciso: O padre Rolim garantia a adesão de Serro Frio; o Cônego de Melo e seu irmão sargento-mor e comandante de cavalaria Luís Vaz de Toledo Piza, respondiam por São João-del-Rei, enquanto Alvarenga Peixoto vinha preparando a sedição na povoação de campanha.
Os inconfidentes sabiam que haveria luta. E se preparavam para ela.
A coisa entra em ritmo de urgência: Tiradentes queria que se proclamasse a republica, mas o nome do novo país não ficou decidido, porque a maioria dos conjurados queria antes saber até que ponto o Brasil estava disposto a livrar-se do domínio português. Redigem um projeto de Constituição; a capital deve ser transferida para São João-del-Rei: Vila Rica em troca vai ganhar uma universidade; debateram o fim da escravidão, mas deixaram a questão em suspense, já que alguns não acham o momento oportuno. Tiradentes propõe que a bandeira da nova República seja um triângulo simbolizando a Santíssima Trindade, riscado em vermelho sobre o fundo branco. Alvarenga sugere uma inscrição tomada ao poeto latino Virgílio: Libertas quae sera tamen - Liberdade ainda que tardia.
Agora é só esperar que Barbacena decrete a derrama. Os inconfidentes resolveram não mais se reunir: combinam uma senha: Tal dia é o "batizado". O batizado seria a data da derrama.
O Coronel Joaquim Silvério dos Reis, fazendeiro e minerador no lugar chamado Igreja Nova da Borda do Campo ( hoje Barbacena ), comandante de tropa em São João del Rei, pessoa de reputação duvidosa, chegou à conspiração através do sargento Mor Toledo Piza. Embora não apreciando, os inconfidentes aceitaram a aproximação. Silvério dos Reis devia enorme quantia ao Governo português e ficara arruinado com a derrama. Assim, os conspiradores julgaram poder confiar nele. Mas não lhes ocorreu, que para alguém como Silvério, havia formas mais fáceis e menores arriscadas de livrar-se de suas dividas. Introduzido no movimento, conheceu todos os segredos.
Mas eram outros os planos de Silvério dos Reis. Com todas as informações sobre a inconfidência, a quinze de março de 1789 correu ao palácio de Barbacena para trocar a cabeça dos companheiros pelo perdão das suas dívidas. Barbacena, para ganhar tempo, suspendeu imediatamente a decretação da derrama.
Nesse instante crucial, o Alferes Tiradentes não estava em Vila Rica: tinha ido ao Rio com a desculpa de ver como iam os seus requerimentos de obras públicas, para conseguir o apoio da guarnição carioca. Sua ausência auxiliou o desmoronamento da rebelião. Os conspiradores limitaram a aguardar os acontecimentos. E começaram as prisões.
A rebelião seria esmagada sem que um tiro fosse disparado. O delator Silvério dos Reis, que a mando de Barbacena foi espionar Tiradentes para facilitar ao Vice-rei o trabalho de prende-lo. O traidor encontra sua vítima e lhe relata os fatos de Minas: A derrama está suspensa, Barbacena desconfia de alguma coisa.
Tiradentes sente que a revolução corre perigo, mas não desconfia de Silvério e até lhe conta que estava sendo seguido que sabia serem soldados da capitania do Rio.
Vendo seus planos ameaçados, o Alferes decide voltar a Minas. E lá está o Alferes tramando plano de fuga, quando uma imprudência põe tudo a perder. Tiradentes queria notícias de Minas e para obte-las mandou um amigo, o padre Inácio Nogueira, a procura de Silvério dos Reis. Outra vez, o traidor foi fiel à traição e entregou o padre ao Vice-rei. O sacerdote inconfidente Inácio Nogueira resistiu o quanto pôde, mas as torturas acabaram por vence-lo, levando a indicar a casa onde estava Tiradentes. Uma patrulha saiu em sua busca . E é assim que, a 10 de maio de 1789, prenderam Joaquim José com uma bacamarte na mão, mas já sem poder resistir.
Enquanto isso, em Vila Rica os conspiradores se dividiam. Apenas o padre Oliveira Rolim tentava começar o levante de qualquer maneira, só desistindo quando achou que a tarefa tornara-se impossível.
Com a derrota, os homens revelavam-se: Alvarenga Peixoto aconselhava que, se fossem presos, deviam negar tudo; o Cônego de Melo, acovardado, recusava-se até falar no assunto e Tenente-coronel Paula Freire, a quem deveria caber a iniciativa de resistir ao Governo com seus soldados abandonou a cidade, indo para sua fazenda, de onde voltou para denunciar os companheiros e tentar salvar-se. Traiu, mas não conseguiu escapar.
As prisões foram numerosas. Ia começar a devassa, inquérito rigoroso para julgar os acusados de crime infame, segundo a coroa portuguesa. Por decisão Real, o processo correu no Rio de Janeiro.
No Rio de Janeiro, mantidos em celas individuais, só se avistando com seus interrogadores ou delatores com quem eram acareados, os inconfidentes aguardaram a sentença durante 3 longos anos. Completamente isolados do mundo, com os bens seqüestrados e a família posta na miséria, os prisioneiros esperavam.
O primeiro a ceder foi Alvarenga. Em lágrimas, sob a mais violenta crise, contou tudo. E um a um os outros todos se declararam culpados. Somente Gonzaga resistiu até o fim, insistindo na sua inocência, fortalecido pela absoluta falta de provas contra si.
Em três interrogatórios Tiradentes negou tudo. Mas no quarto, a 18 de janeiro de 1790, apareceu com resolução nova. Confessou. Não quis entretanto, que seu ato fosse inútil e, frustrado em libertar sua pátria, tentou ao menos salvar os companheiros. E confessou não só sua participação, mas assumiu a culpa de todos. Mentiu ser o único chefe e apresentou os companheiros como inocentes a quem pervertera.
No processo estavam envolvidos 34 acusados. Muitos tinham tido papel secundário, alguns nem mesmo participação ativa.
A 18 de abril de 1792, os 5 réus padres receberam a sentença: 3 deles, o Cônego Melo o padre Rolim e o padre José Lopes de Oliveira, foram condenados à forca; os outros dois atingidos pelo degredo perpétuo - seriam expulsos do Brasil e enviados para um lugar remoto, em alguma outra colônia, até morrem.
No dia seguinte 19, às 2 da madrugada os oficiais da justiça entraram na cadeia com a sentença para os 29 civis militares.
Os nomes dos réus com suas culpas desfilaram um a um até que o escrivão passou a ler as penas. Digno e sereno, Tiradentes ouviu a sua sentença.
- Portanto condenam ao réu Joaquim José da Silva Xavier, por alcunha Tiradentes, alferes que foi da tropa paga da capitania de Minas, a que com braço e pregação seja conduzido pelas ruas publicas ao lugar da forca e nela morra morte natural para sempre, e que depois de morto lhe seja cortada a cabeça e levada a Vila Rica, onde em o lugar mais publico dela será pregada, em um poste alto até que o tempo a consuma; e o seu corpo será dividido em quatro quartos, e pregado em postes pelo caminho de Minas no Sítio da Varginha e das Cebolas, onde o réu teve as suas infames práticas, e os mais nos sítios de maiores povoações até que o tempo também os consumam; declaram o réu infame, e a casa em que vivia em Vila Rica será arrasada e salgada, para que nunca mais no chão se edifique, e , não sendo própria será avaliada e paga a seu dono pelos bens confiscados.
Após a leitura da sentença, reunidos réus e confessores, houve muito choro, lamentações e pânico.
A um canto, com seu confessor frei Raimundo de Pena Forte, Tiradentes murmura quase numa oração: Se Deus me ouvisse, só eu morreria e não eles.
E, como se Deus atendesse ao apelo, no dia seguinte, todas as penas de morte foram comutadas para o degredo, exceto uma. A coroa fazia questão de enforcar ao menos um dos conspiradores, para que servisse de exemplo: Tiradentes fora o escolhido.
E na confusão, ninguém prestou atenção a Tiradentes; ninguém lhe agradeceu o papel heróico e digno. Somente Frei Penaforte recolheu-lhe as palavras:
- Dez vidas eu daria, se as tivesse, para salvar as deles.
A Rua do Piolho, onde está a cadeia, o largo da Lampadosa e o Campo de São Domingos estão cheios de gente. As janelas Estão apinhadas. As tropas fazem alas da cadeia ao Campo de São Domingos.
O objetivo da Coroa era fazer da execução uma festa. Mas na manhã ensolarada, a multidão tem o rosto sombrio.
Era o dia 21 de abril de 1792. O ar estava cheio de vozes e de tambores. As 7 da manhã, o negro Capitânia que vai servir de carrasco, entra no oratório da cadeia, onde está Tiradentes. Traz nos braços comprida e grossa corda e o camisolão branco dos condenados. Tiradentes está sem barba, o cabelo todo raspado, preparado para enfrentar a morte. O carrasco lhe pede perdão pelo que o obrigam a fazer. Tiradentes beija-lhe as mãos. E sem roupa alguma, veste o feio manto dos que vão para forca, dizendo:
- Meu Salvador morreu também assim, nu, por meus pecados.
Recebe no pescoço a corda do carrasco. Não são ainda 9 horas e começa o triste cortejo. Sai à frente uma companhia de soldados. Depois os frades dizendo orações. E, em seguida, Tiradentes, laço no pescoço, a ponta da corda segura pelo carrasco.
Os tambores não cobrem a voz de Tiradentes que reza com o povo. Súbito, no meio de uma frase, um baque surdo. O bater dos tambores cresce, o corpo de Tiradentes balança no ar.
São 11 horas e 20 minutos. O sol vai alto. Tiradentes está morto.
Na morte, venceu Tiradentes. Apenas uma semana depois da execução registrava-se um novo ato de desobediência ao Governo de Portugal: apesar da vigilância dos guarda, desaparece a cabeça de Tiradentes, embora possa Ter sido apenas um ato de piedade cristã, mostra também que o Governo não mais intimidava o povo. Os traidores souberam disso pelo rancor que a população lhes devotava.
Os habitantes de Minas Gerais estavam mais preparados para a revolta do que supunham os próprios inconfidentes. Não fossem a indecisão e a pusilanimidade de Paula Freire, o comandante das tropas, e é possível que a história da Independência do Brasil tivesse sido diferente. A cada instante tornava-se mais difícil a Portugal impedir que as idéias liberais se propagassem pelo Brasil. E, em cada novo pensamento rebelde, em cada gesto de desobediência política, em cada desejo de liberdade estava a sombra de um homem enforcado. Tiradentes mostrara o caminho.
Em 1746 nasce no Sítio do Pombal, distrito de São José-del-Rei (hoje Tiradentes), na capitania de Minas Gerais Joaquim José da Silva Xavier. É batizado em 12 de novembro.
Em 1755 morre sua mãe e em 1757 com a morte de seu pai, o garoto Joaquim José passa a ser educado por seu padrinho, com quem aprende o ofício de arrancar dentes e fazer curativos.
Alto, magro, forte e vesgo o menino virou rapaz, hábil no manejo dos ferrinhos com que arrancava dentes, ficou conhecido como Tiradentes. Mas suas aspirações iam além de Minas e dos trabalhos de dentista. Vira muita fortuna se formar, muito aventureiro enriquecer, muito ouro sair da terra. Portugal, com seu poderio reduzido, dependia das importações da Inglaterra, mas continuava a viver na ostentação. O que pagava quase todas as contas e o luxo Português, era o ouro do Brasil.
Tiradentes deixou de ser dentista, resolvendo primeiro transportar mercadorias numa tropa de burros e depois tentar a sorte nas minas de ouro. Não fez fortuna.
Assim, em dezembro de 1775 aos 30 anos, sentou praça na 6ª companhia de Dragões da capitania de Minas Gerais. Por ser branco e descendente de portugueses cristãos, teve o privilégio de ingressar nas armas como oficial. Tornou-se alferes, o que equivaleria hoje ao posto de 2º tenente.
Joaquim José, o soldado, destacou-se pela correção e coragem primeiro em Minas, depois no Rio de Janeiro, capital da colônia.
Em Minas Gerais, os anos passavam e Tiradentes continuava um simples alferes. Não era promovido, embora tivesse colegas mais novos na tropa que já eram capitães. Homem de confiança, escolhido para missões de responsabilidade, Tiradentes mais de uma vez acompanhou o Governador de Minas Rodrigo de Meneses, em expedições de reconhecimento dos sertões, viagens em que, além de soldado, ajudava como cirurgião, traçava mapas, pesquisava terras para mineração e identificava minerais. Mas não o promoviam. Era sempre alferes. A injustiça estava marcando a vida de Joaquim José.
Os brasileiros são sempre esquecidos, todos os favores vão para os filhos do Reino. Algumas velhas idéias vão ganhando corpo na cabeça de Tiradentes. E nas tavernas, nos quartéis e pousos de beira de estrada, o Alferes, com seu vozeirão, começa a fazer críticas ao Governo, explicando que os nacionais estavam condenados a pobreza e a ignorância.
Aos 41 anos de idade, Tiradentes dava sentido à vida entregando-se ao sonho da independência. Não podia ser feliz em meio a exploração de sua gente: queria o que em outras partes do mundo muitos homens também desejavam.
No ano de 1788, a rainha de Portugal, Dona Maria I, tinha duas preocupações: impedir que as idéias de liberdade entrasse no seu reino e recuperar as finanças do país. A arrecadação não mais atingia a quantia fixada, pois as minas estavam se esgotando.
O povo era obrigado a completar o total de impostos devidos com o seus próprios recursos. A Corte Portuguesa exigia novo recolhimento das taxas atrasadas. Seria mais uma derrama, com a desculpa de que não havia queda de produção e sim contrabando.
Desde março de 1787, desiludido da vida militar, o alferes Joaquim José pedira licença e seguira paro o Rio. Em Minas os ideais de libertação fermentavam, mas não explodiam. E Tiradentes foi tentar vida nova no Rio.
No Rio, Tiradentes elaborou projetos importantes: queria construir armazéns no cais, para proteção e guarda das mercadorias, e sonhava resolver o problema de abastecimento de água da cidade, canalizando os rios Andarí e Maracanã. Praticando a medicina para viver, foi, ao mesmo tempo, fazendo grandes planos de engenharia.
As suas diversas petições para obras na Câmara Municipal, e elas exigiriam enormes financiamentos. Joaquim José, agora misto de médico e engenheiro, pensou em recorrer à pessoas de importância, que lhe facilitassem a aprovação da Câmara. Foi procurar o jovem José Alvares Maciel, que acabara de concluir seus estudos em Portugal e Inglaterra. Joaquim José e Maciel não se conheciam. Mas alguma coisa os ligava: ambos eram de Minas.
Maciel chegava da Europa alimentando sonhos de independência. Joaquim José vinha de Minas, onde fervia a indignação contra o governo. Os dois se somaram.
A conversa desviou-se da engenharia. Joaquim José queria noticias da Europa, das novas idéias, dos movimentos de libertação. Maciel pedia noticias de Minas do estado de coisas, da política portuguesa. O rio ia continuar sem água, no cais as mercadorias ficavam expostas as chuvas e ao sol. Os dois homens tinham coisas mais importantes para discutir.
Terminada a licença, Tiradentes regressa a Minas na escolta da mulher de Barbacena, o novo governador. Sua recente conversa com Maciel, que prometera encontra-lo em Vila Rica, revelara-lhe o caminho a seguir.
Nos meses que se seguem, Tiradentes procura ler tudo quanto se relacione com a independência das colônias inglesas na América do Norte e com os ideais europeus de libertação. Essa literatura, rara e difícil de ser obtida, vem escrita em francês e inglês, línguas que o alferes não dominava. Por isso, procura auxílio entre os intelectuais. Tiradentes quer descobrir o caminho da independência.
Juntos de novo, Tiradentes e Maciel começaram a traçar planos. Precisam da participação de um chefe militar que possa sublevar as tropas contra a coroa. Uma coincidência os ajuda. O comandante do regimento em que o Alferes está servindo, Tenente Coronel Francisco de Paula Freire de Andrada, é cunhado de Maciel. Vão procurá-lo, precisam conquista-lo para suas idéias. Mas tudo tem que ser feito com muito cuidado.
O tenente-coronel está em casa, adoentado. Tiradentes passa a falar do desgosto do povo, dos temores que ameaça da nova derrama produzida, do sofrimento em que vivia toda gente. Maciel também presente começa abrir o jogo. E o tenente-coronel, pensando e ouvindo, concorda. Pronto: as tropas da rebelião contra coroa já tinha em Paula Freire o seu comandante.
A primeira reunião dos conspiradores aconteceu em fins de 1788 na casa do tenente-coronel Paula Freire. A eles se unira o Padre Carlos Correia de Toledo e Melo, vigário de São João-del-Rei, homem rico e influente. A conspiração foi acrescentando com a participação do Cônego Luiz Vieira da Silva, do Padre Oliveira Rolim e dos poetas juristas Tomás Antônio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa e Alvarenga Peixoto. Com o correr do tempo, mais nomes se juntariam aos primeiros.
Tiradentes dá inicio a campanha revolucionária aberta. Num tempo em que criticar o soberano era crime gravíssimo. Tiradentes não quer que o povo de sua terra se revolte apenas para lutar contra impostos. Quer a liberdade do Brasil. E assim iniciou-se a Inconfidência, como seria conhecida a rebelião, já que os revoltosos estavam negando fidelidade a coroa portuguesa.
Os planos foram traçados: na ocasião da derrama, Tiradentes, depois de prender o governador despertaria Vila Rica aos gritos de Liberdade. A pretexto de restaurar a ordem, Paula Freire e suas tropas ocupariam a cidade e com Vila Rica sob controle, declararia sua adesão à inconfidência. As vilas vizinhas estavam prontas para dar o apoio preciso: O padre Rolim garantia a adesão de Serro Frio; o Cônego de Melo e seu irmão sargento-mor e comandante de cavalaria Luís Vaz de Toledo Piza, respondiam por São João-del-Rei, enquanto Alvarenga Peixoto vinha preparando a sedição na povoação de campanha.
Os inconfidentes sabiam que haveria luta. E se preparavam para ela.
A coisa entra em ritmo de urgência: Tiradentes queria que se proclamasse a republica, mas o nome do novo país não ficou decidido, porque a maioria dos conjurados queria antes saber até que ponto o Brasil estava disposto a livrar-se do domínio português. Redigem um projeto de Constituição; a capital deve ser transferida para São João-del-Rei: Vila Rica em troca vai ganhar uma universidade; debateram o fim da escravidão, mas deixaram a questão em suspense, já que alguns não acham o momento oportuno. Tiradentes propõe que a bandeira da nova República seja um triângulo simbolizando a Santíssima Trindade, riscado em vermelho sobre o fundo branco. Alvarenga sugere uma inscrição tomada ao poeto latino Virgílio: Libertas quae sera tamen - Liberdade ainda que tardia.
Agora é só esperar que Barbacena decrete a derrama. Os inconfidentes resolveram não mais se reunir: combinam uma senha: Tal dia é o "batizado". O batizado seria a data da derrama.
O Coronel Joaquim Silvério dos Reis, fazendeiro e minerador no lugar chamado Igreja Nova da Borda do Campo ( hoje Barbacena ), comandante de tropa em São João del Rei, pessoa de reputação duvidosa, chegou à conspiração através do sargento Mor Toledo Piza. Embora não apreciando, os inconfidentes aceitaram a aproximação. Silvério dos Reis devia enorme quantia ao Governo português e ficara arruinado com a derrama. Assim, os conspiradores julgaram poder confiar nele. Mas não lhes ocorreu, que para alguém como Silvério, havia formas mais fáceis e menores arriscadas de livrar-se de suas dividas. Introduzido no movimento, conheceu todos os segredos.
Mas eram outros os planos de Silvério dos Reis. Com todas as informações sobre a inconfidência, a quinze de março de 1789 correu ao palácio de Barbacena para trocar a cabeça dos companheiros pelo perdão das suas dívidas. Barbacena, para ganhar tempo, suspendeu imediatamente a decretação da derrama.
Nesse instante crucial, o Alferes Tiradentes não estava em Vila Rica: tinha ido ao Rio com a desculpa de ver como iam os seus requerimentos de obras públicas, para conseguir o apoio da guarnição carioca. Sua ausência auxiliou o desmoronamento da rebelião. Os conspiradores limitaram a aguardar os acontecimentos. E começaram as prisões.
A rebelião seria esmagada sem que um tiro fosse disparado. O delator Silvério dos Reis, que a mando de Barbacena foi espionar Tiradentes para facilitar ao Vice-rei o trabalho de prende-lo. O traidor encontra sua vítima e lhe relata os fatos de Minas: A derrama está suspensa, Barbacena desconfia de alguma coisa.
Tiradentes sente que a revolução corre perigo, mas não desconfia de Silvério e até lhe conta que estava sendo seguido que sabia serem soldados da capitania do Rio.
Vendo seus planos ameaçados, o Alferes decide voltar a Minas. E lá está o Alferes tramando plano de fuga, quando uma imprudência põe tudo a perder. Tiradentes queria notícias de Minas e para obte-las mandou um amigo, o padre Inácio Nogueira, a procura de Silvério dos Reis. Outra vez, o traidor foi fiel à traição e entregou o padre ao Vice-rei. O sacerdote inconfidente Inácio Nogueira resistiu o quanto pôde, mas as torturas acabaram por vence-lo, levando a indicar a casa onde estava Tiradentes. Uma patrulha saiu em sua busca . E é assim que, a 10 de maio de 1789, prenderam Joaquim José com uma bacamarte na mão, mas já sem poder resistir.
Enquanto isso, em Vila Rica os conspiradores se dividiam. Apenas o padre Oliveira Rolim tentava começar o levante de qualquer maneira, só desistindo quando achou que a tarefa tornara-se impossível.
Com a derrota, os homens revelavam-se: Alvarenga Peixoto aconselhava que, se fossem presos, deviam negar tudo; o Cônego de Melo, acovardado, recusava-se até falar no assunto e Tenente-coronel Paula Freire, a quem deveria caber a iniciativa de resistir ao Governo com seus soldados abandonou a cidade, indo para sua fazenda, de onde voltou para denunciar os companheiros e tentar salvar-se. Traiu, mas não conseguiu escapar.
As prisões foram numerosas. Ia começar a devassa, inquérito rigoroso para julgar os acusados de crime infame, segundo a coroa portuguesa. Por decisão Real, o processo correu no Rio de Janeiro.
No Rio de Janeiro, mantidos em celas individuais, só se avistando com seus interrogadores ou delatores com quem eram acareados, os inconfidentes aguardaram a sentença durante 3 longos anos. Completamente isolados do mundo, com os bens seqüestrados e a família posta na miséria, os prisioneiros esperavam.
O primeiro a ceder foi Alvarenga. Em lágrimas, sob a mais violenta crise, contou tudo. E um a um os outros todos se declararam culpados. Somente Gonzaga resistiu até o fim, insistindo na sua inocência, fortalecido pela absoluta falta de provas contra si.
Em três interrogatórios Tiradentes negou tudo. Mas no quarto, a 18 de janeiro de 1790, apareceu com resolução nova. Confessou. Não quis entretanto, que seu ato fosse inútil e, frustrado em libertar sua pátria, tentou ao menos salvar os companheiros. E confessou não só sua participação, mas assumiu a culpa de todos. Mentiu ser o único chefe e apresentou os companheiros como inocentes a quem pervertera.
No processo estavam envolvidos 34 acusados. Muitos tinham tido papel secundário, alguns nem mesmo participação ativa.
A 18 de abril de 1792, os 5 réus padres receberam a sentença: 3 deles, o Cônego Melo o padre Rolim e o padre José Lopes de Oliveira, foram condenados à forca; os outros dois atingidos pelo degredo perpétuo - seriam expulsos do Brasil e enviados para um lugar remoto, em alguma outra colônia, até morrem.
No dia seguinte 19, às 2 da madrugada os oficiais da justiça entraram na cadeia com a sentença para os 29 civis militares.
Os nomes dos réus com suas culpas desfilaram um a um até que o escrivão passou a ler as penas. Digno e sereno, Tiradentes ouviu a sua sentença.
- Portanto condenam ao réu Joaquim José da Silva Xavier, por alcunha Tiradentes, alferes que foi da tropa paga da capitania de Minas, a que com braço e pregação seja conduzido pelas ruas publicas ao lugar da forca e nela morra morte natural para sempre, e que depois de morto lhe seja cortada a cabeça e levada a Vila Rica, onde em o lugar mais publico dela será pregada, em um poste alto até que o tempo a consuma; e o seu corpo será dividido em quatro quartos, e pregado em postes pelo caminho de Minas no Sítio da Varginha e das Cebolas, onde o réu teve as suas infames práticas, e os mais nos sítios de maiores povoações até que o tempo também os consumam; declaram o réu infame, e a casa em que vivia em Vila Rica será arrasada e salgada, para que nunca mais no chão se edifique, e , não sendo própria será avaliada e paga a seu dono pelos bens confiscados.
Após a leitura da sentença, reunidos réus e confessores, houve muito choro, lamentações e pânico.
A um canto, com seu confessor frei Raimundo de Pena Forte, Tiradentes murmura quase numa oração: Se Deus me ouvisse, só eu morreria e não eles.
E, como se Deus atendesse ao apelo, no dia seguinte, todas as penas de morte foram comutadas para o degredo, exceto uma. A coroa fazia questão de enforcar ao menos um dos conspiradores, para que servisse de exemplo: Tiradentes fora o escolhido.
E na confusão, ninguém prestou atenção a Tiradentes; ninguém lhe agradeceu o papel heróico e digno. Somente Frei Penaforte recolheu-lhe as palavras:
- Dez vidas eu daria, se as tivesse, para salvar as deles.
A Rua do Piolho, onde está a cadeia, o largo da Lampadosa e o Campo de São Domingos estão cheios de gente. As janelas Estão apinhadas. As tropas fazem alas da cadeia ao Campo de São Domingos.
O objetivo da Coroa era fazer da execução uma festa. Mas na manhã ensolarada, a multidão tem o rosto sombrio.
Era o dia 21 de abril de 1792. O ar estava cheio de vozes e de tambores. As 7 da manhã, o negro Capitânia que vai servir de carrasco, entra no oratório da cadeia, onde está Tiradentes. Traz nos braços comprida e grossa corda e o camisolão branco dos condenados. Tiradentes está sem barba, o cabelo todo raspado, preparado para enfrentar a morte. O carrasco lhe pede perdão pelo que o obrigam a fazer. Tiradentes beija-lhe as mãos. E sem roupa alguma, veste o feio manto dos que vão para forca, dizendo:
- Meu Salvador morreu também assim, nu, por meus pecados.
Recebe no pescoço a corda do carrasco. Não são ainda 9 horas e começa o triste cortejo. Sai à frente uma companhia de soldados. Depois os frades dizendo orações. E, em seguida, Tiradentes, laço no pescoço, a ponta da corda segura pelo carrasco.
Os tambores não cobrem a voz de Tiradentes que reza com o povo. Súbito, no meio de uma frase, um baque surdo. O bater dos tambores cresce, o corpo de Tiradentes balança no ar.
São 11 horas e 20 minutos. O sol vai alto. Tiradentes está morto.
Na morte, venceu Tiradentes. Apenas uma semana depois da execução registrava-se um novo ato de desobediência ao Governo de Portugal: apesar da vigilância dos guarda, desaparece a cabeça de Tiradentes, embora possa Ter sido apenas um ato de piedade cristã, mostra também que o Governo não mais intimidava o povo. Os traidores souberam disso pelo rancor que a população lhes devotava.
Os habitantes de Minas Gerais estavam mais preparados para a revolta do que supunham os próprios inconfidentes. Não fossem a indecisão e a pusilanimidade de Paula Freire, o comandante das tropas, e é possível que a história da Independência do Brasil tivesse sido diferente. A cada instante tornava-se mais difícil a Portugal impedir que as idéias liberais se propagassem pelo Brasil. E, em cada novo pensamento rebelde, em cada gesto de desobediência política, em cada desejo de liberdade estava a sombra de um homem enforcado. Tiradentes mostrara o caminho.
Texto informativo sobre Tiradentes
Tiradentes (HISTÓRIA)
Na noite da insurreição que libertaria Minas Gerais do jugo português, segundo Tiradentes pretendia, os líderes da inconfidência sairiam às ruas de Vila Rica dando vivas à república, com o que ganhariam a imediata adesão da população. Delatada e esmagada a conspiração, o movimento fracassou sem ter tido a oportunidade de pôr à prova a combatividade do povo brasileiro, o que certamente teria estimulado sua ambição de independência.
Joaquim José da Silva Xavier nasceu em 1746, na Fazenda do Pombal, próxima ao arraial de Santa Rita do Rio Abaixo, entre a Vila de São José, hoje Tiradentes, e São João del-Rei. Era filho do português Domingos da Silva Santos, proprietário rural, e da brasileira Antônia da Encarnação Xavier. Joaquim José era o quarto dos sete irmãos. Órfão aos 11 anos, não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de um padrinho, que era cirurgião. Empreendedor, exerceu várias profissões, entre as quais a de mascate e minerador. Tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em Vila Rica, e se dedicou também às práticas farmacêuticas. O exercício da profissão de dentista valeu-lhe o cognome Tiradentes, usado depreciativamente nos autos da devassa e popularizado desde então.
Tiradentes tornou-se técnico em reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos, com os conhecimentos que adquirira no trabalho de mineração. Os governadores o enviavam, por esses dotes, em reconhecimento e levantamento do sertão. Joaquim José alistou-se na tropa da capitania de Minas Gerais e, em 1781, a rainha Maria I nomeou-o comandante da patrulha do Caminho Novo, estrada que conduzia ao Rio de Janeiro. No exercício da função de garantir o ouro e os diamantes extraídos da capitania, fez amizades nas vendas e estalagens do caminho. Nesse período, começou a criticar a espoliação do Brasil pela metrópole, que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos portugueses e a pobreza em que o povo permanecia.
Apesar do bom desempenho nas missões oficiais de responsabilidade que lhe foram confiadas, Tiradentes era sempre preterido nas promoções e só atingiu o posto de alferes. Insatisfeito com essa situação, Joaquim José pediu licença da cavalaria em 1787. Deu início então, sem sucesso, a projetos de vulto como a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para melhoria do abastecimento de água do Rio de Janeiro. Enquanto aguardava o deferimento dos pedidos que fizera para as obras, permaneceu por volta de um ano na capital.
Ao mesmo tempo em que procurava levar à frente seus desígnios particulares, Joaquim José já pregava a liberdade para a colônia. Em 1788 ligou-se ao filho do capitão-mor de Vila Rica, José Álvares Maciel, que chegara recentemente da Europa e comparava o progresso industrial na Inglaterra com a situação da colônia. De volta a Minas Gerais, Joaquim José fez propaganda em Vila Rica e arredores a favor da independência do Brasil. Organizou um movimento aliado a integrantes do clero e pessoas de certa projeção social, como Cláudio Manuel da Costa, antigo secretário de governo, Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor da Comarca e Inácio José de Alvarenga Peixoto, minerador.
O recente movimento de independência das colônias americanas e a formação dos Estados Unidos, cujo modelo era conhecido e atraía a simpatia de parte da elite brasileira, inspirou a conspiração em Vila Rica e em outros pontos de Minas Gerais, bem como no Rio de Janeiro. Fatores regionais e econômicos contribuíram também para a articulação da conspiração de Minas Gerais, pois na capitania começara a declinar a mineração do ouro. Os moradores já não conseguiam cumprir o pagamento anual de cem arrobas de ouro destinado à Real Fazenda, motivo pelo qual aderiram à propaganda contra a ordem estabelecida.
O movimento libertário de Vila Rica, segundo os autos da~devassa, foi deflagrado pela "derrama", cobrança forçada e geral dos impostos em atraso desde 1762, que chegava a 538 arrobas de ouro. O encarregado de comandar a derrama era o novo governador de Minas Gerais, Luís Antônio Furtado de Mendonça, visconde de Barbacena, que por isso já não contava com a simpatia da população.
A conspiração, no entanto, foi delatada pelos portugueses Basílio de Brito Malheiro do Lago e Joaquim Silvério dos Reis -- que obteve assim o perdão de vultoso débito para com a Fazenda Real --, assim como pelo açoriano Inácio Correia de Pamplona. Em fevereiro de 1789, o visconde de Barbacena suspendeu a derrama e ordenou a prisão dos conjurados.
Tiradentes, no entanto, partira para o Rio de Janeiro para promover maiores articulações. Avisado de que estava sendo seguido por granadeiros disfarçados, escondeu-se na casa de um amigo e planejou a fuga para Minas Gerais. Não suspeitava de Joaquim Silvério dos Reis, que o seguira ao Rio de Janeiro a mando de Barbacena, e pediu ao padre Inácio Nogueira que fosse ter com o traidor. Joaquim Silvério entregou o padre e, em 10 de maio de 1789, Tiradentes foi preso.
Durante o processo, que se arrastou por três anos, Tiradentes assumiu inteira responsabilidade pela conjuração. Foi o único que não mereceu clemência da rainha dona Maria I: condenado à morte junto com dez de seus companheiros, estes tiveram a pena comutada por favor real. Sete réus foram condenados a degredo perpétuo e um a degredo temporário. Alguns foram absolvidos e permaneceu em segredo a sentença dos eclesiásticos.
Na manhã de 21 de abril de 1792, um sábado, Tiradentes percorreu em procissão as ruas engalanadas do centro da cidade do Rio de Janeiro, no trajeto entre a cadeia pública e o largo da Lampadosa, atual praça Tiradentes, onde fora armado o patíbulo. Executado, esquartejaram-lhe o corpo. Com seu sangue lavrou-se a certidão de que estava cumprida a sentença, e foi declarada infame sua memória. A cabeça do herói foi exposta no alto de um poste em Vila Rica; os restos mortais foram distribuídos ao longo do Caminho Novo -- Cebolas, Varginha do Lourenço, Barbacena e Queluz (antiga Carijós) --, lugares onde fizera suas prédicas pela liberdade.
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Na noite da insurreição que libertaria Minas Gerais do jugo português, segundo Tiradentes pretendia, os líderes da inconfidência sairiam às ruas de Vila Rica dando vivas à república, com o que ganhariam a imediata adesão da população. Delatada e esmagada a conspiração, o movimento fracassou sem ter tido a oportunidade de pôr à prova a combatividade do povo brasileiro, o que certamente teria estimulado sua ambição de independência.
Joaquim José da Silva Xavier nasceu em 1746, na Fazenda do Pombal, próxima ao arraial de Santa Rita do Rio Abaixo, entre a Vila de São José, hoje Tiradentes, e São João del-Rei. Era filho do português Domingos da Silva Santos, proprietário rural, e da brasileira Antônia da Encarnação Xavier. Joaquim José era o quarto dos sete irmãos. Órfão aos 11 anos, não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de um padrinho, que era cirurgião. Empreendedor, exerceu várias profissões, entre as quais a de mascate e minerador. Tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em Vila Rica, e se dedicou também às práticas farmacêuticas. O exercício da profissão de dentista valeu-lhe o cognome Tiradentes, usado depreciativamente nos autos da devassa e popularizado desde então.
Tiradentes tornou-se técnico em reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos, com os conhecimentos que adquirira no trabalho de mineração. Os governadores o enviavam, por esses dotes, em reconhecimento e levantamento do sertão. Joaquim José alistou-se na tropa da capitania de Minas Gerais e, em 1781, a rainha Maria I nomeou-o comandante da patrulha do Caminho Novo, estrada que conduzia ao Rio de Janeiro. No exercício da função de garantir o ouro e os diamantes extraídos da capitania, fez amizades nas vendas e estalagens do caminho. Nesse período, começou a criticar a espoliação do Brasil pela metrópole, que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos portugueses e a pobreza em que o povo permanecia.
Apesar do bom desempenho nas missões oficiais de responsabilidade que lhe foram confiadas, Tiradentes era sempre preterido nas promoções e só atingiu o posto de alferes. Insatisfeito com essa situação, Joaquim José pediu licença da cavalaria em 1787. Deu início então, sem sucesso, a projetos de vulto como a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para melhoria do abastecimento de água do Rio de Janeiro. Enquanto aguardava o deferimento dos pedidos que fizera para as obras, permaneceu por volta de um ano na capital.
Ao mesmo tempo em que procurava levar à frente seus desígnios particulares, Joaquim José já pregava a liberdade para a colônia. Em 1788 ligou-se ao filho do capitão-mor de Vila Rica, José Álvares Maciel, que chegara recentemente da Europa e comparava o progresso industrial na Inglaterra com a situação da colônia. De volta a Minas Gerais, Joaquim José fez propaganda em Vila Rica e arredores a favor da independência do Brasil. Organizou um movimento aliado a integrantes do clero e pessoas de certa projeção social, como Cláudio Manuel da Costa, antigo secretário de governo, Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor da Comarca e Inácio José de Alvarenga Peixoto, minerador.
O recente movimento de independência das colônias americanas e a formação dos Estados Unidos, cujo modelo era conhecido e atraía a simpatia de parte da elite brasileira, inspirou a conspiração em Vila Rica e em outros pontos de Minas Gerais, bem como no Rio de Janeiro. Fatores regionais e econômicos contribuíram também para a articulação da conspiração de Minas Gerais, pois na capitania começara a declinar a mineração do ouro. Os moradores já não conseguiam cumprir o pagamento anual de cem arrobas de ouro destinado à Real Fazenda, motivo pelo qual aderiram à propaganda contra a ordem estabelecida.
O movimento libertário de Vila Rica, segundo os autos da~devassa, foi deflagrado pela "derrama", cobrança forçada e geral dos impostos em atraso desde 1762, que chegava a 538 arrobas de ouro. O encarregado de comandar a derrama era o novo governador de Minas Gerais, Luís Antônio Furtado de Mendonça, visconde de Barbacena, que por isso já não contava com a simpatia da população.
A conspiração, no entanto, foi delatada pelos portugueses Basílio de Brito Malheiro do Lago e Joaquim Silvério dos Reis -- que obteve assim o perdão de vultoso débito para com a Fazenda Real --, assim como pelo açoriano Inácio Correia de Pamplona. Em fevereiro de 1789, o visconde de Barbacena suspendeu a derrama e ordenou a prisão dos conjurados.
Tiradentes, no entanto, partira para o Rio de Janeiro para promover maiores articulações. Avisado de que estava sendo seguido por granadeiros disfarçados, escondeu-se na casa de um amigo e planejou a fuga para Minas Gerais. Não suspeitava de Joaquim Silvério dos Reis, que o seguira ao Rio de Janeiro a mando de Barbacena, e pediu ao padre Inácio Nogueira que fosse ter com o traidor. Joaquim Silvério entregou o padre e, em 10 de maio de 1789, Tiradentes foi preso.
Durante o processo, que se arrastou por três anos, Tiradentes assumiu inteira responsabilidade pela conjuração. Foi o único que não mereceu clemência da rainha dona Maria I: condenado à morte junto com dez de seus companheiros, estes tiveram a pena comutada por favor real. Sete réus foram condenados a degredo perpétuo e um a degredo temporário. Alguns foram absolvidos e permaneceu em segredo a sentença dos eclesiásticos.
Na manhã de 21 de abril de 1792, um sábado, Tiradentes percorreu em procissão as ruas engalanadas do centro da cidade do Rio de Janeiro, no trajeto entre a cadeia pública e o largo da Lampadosa, atual praça Tiradentes, onde fora armado o patíbulo. Executado, esquartejaram-lhe o corpo. Com seu sangue lavrou-se a certidão de que estava cumprida a sentença, e foi declarada infame sua memória. A cabeça do herói foi exposta no alto de um poste em Vila Rica; os restos mortais foram distribuídos ao longo do Caminho Novo -- Cebolas, Varginha do Lourenço, Barbacena e Queluz (antiga Carijós) --, lugares onde fizera suas prédicas pela liberdade.
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Projeto Dia do Indio para quinto ano
I IDENTIFICAÇÃO:
Conteúdo: Português – “Substantivo Coletivo”
Tema: Índios ( Semana do Índio)
Participantes:
Duração : Uma semana
II JUSTIFICATIVA:
A partir da necessidade de mostrar às crianças a importância que o índio tem para nossa sociedade brasileira, e que o conjunto de substantivos forma o subst. Coletivo decidimos elaborar este projeto.
Começaremos estudando sobre os costumes indígenas, sendo assim, partiremos para um estudo sobre substantivos, tendo como auge o substantivo coletivo.
Concluindo, diante da comemoração do dia do índio, decidimos despertar nos alunos o prazer de conhecer o surgimento da nossa cultura (que atualmente está um pouco esquecida) e a vontade de cultivá-la. Através destas descobertas culturais, da comemoração, estaremos levando aos alunos a descobrirem o que é um substantivo coletivo (= conjunto de espécies, animais, coisas, pessoas), e faremos isto, devido a palavra tribo = que é o coletivo de índios, que aparecerá no decorrer do projeto.
III OBJETIVOS:
Gerais: - Resgatar a cultura brasileira, aprendendo neste assunto a classificação do substantivo, principalmente o substantivo coletivo.
Específicos: - Conhecer substantivo coletivo.
- Reconhecer nos diversos textos os coletivos.
- Conscientizar-se do surgimento da cultura brasileira.
- Preservar nossa cultura.
IV DESENVOLVIMENTO:
Incentivar os alunos com a música “Vamos Brincar De Índio – XUXA”
Interpretar a letra da música (oral/escrita)
Conversar, trocar informações com a turma a respeito dos índios.
Explicar que os índios foram os primeiros habitantes do Brasil, seus costumes, sua língua, sua forma de religião e sua cultura.
Construir texto a partir do que foi explicado.
Revisar substantivo, comum, próprio, introduzindo coletivo, a partir da música já citada.
Pesquisar em grupo alguns substantivos coletivo.
Confeccionar um cartaz com os coletivos pesquisados.
Realizar atividades
Confeccionar um mural sobre “Índios Ontem/Hoje”.
Desenhar objetos indígenas e pintar o desenho do índio.
Brincar “o índiozinho saiu da oca”
Confeccionar cocar do índio
Dramatizar a música “Vamos Brincar de Índio”.
MATÉRIA PRINCIPAL:
Português:
Após ouvirmos a música “Vamos Brincar de Índio”, distribuiremos aos alunos a letra da música (redigida em extenso), a fim de interpretá-la oral/escrita. (anexo1)
Revisar através de uma conversa informal, o substantivo comum e próprio.
EX: Vamos relembrar o que é subst. Comum e Próprio. Alguém se lembra:
Substantivo: É a palavra que dá nome aos seres (pessoas, animais, coisas)
Substantivo Comum: É aquele que dá nome a seres dentro de sua espécie. (escrito com letra minúscula) – índio, oca.
Substantivo Próprio: É aquele que dá nome ao ser, dentro da sua espécie, de modo particular. ( escrito com letra maiúscula) – Xuxa, Brasil.
Introduzir substantivo coletivo.
Substantivo Coletivo: São substantivos que mesmo no singular, designam um conjunto de seres da mesma espécie. Indica um conjunto de pessoas, animais ou coisas.
EX: Vamos observar na música quais coletivos que aparecem: um conjunto de ocas forma uma aldeia; um conjunto de índios forma uma tribo.
Dividir a sala em grupos (a quantidade fica a critério do professor) e pediremos que os componentes dos grupos pesquisem “8” substantivos coletivos (quantidade que o prof. determinar). Através dos livros da biblioteca da escola.
Fazer um cartaz contendo todos os coletivos pesquisados.
Produzir textos a partir do tema índio.
Realizar atividades de fixação:
1) Vamos escrever os substantivos coletivos que nos lembram sobre os índios:
a) Pássaros
b) Peixes
c) Índios
d) Ocas
e) Árvores
2) Rescreva as frases abaixo, substituindo a palavra em destaque por um coletivo que lhe corresponda e alterando o que for necessário.
a) Os artistas da novela saíram atrasados
O elenco da novela saiu atrasado.
b) As abelhas estão produzindo mel.
O enxame está produzindo mel.
c) Os jurados se reuniram na sala secreta.
O júri se reuniu na sala secreta.
d) As fotos estão perfeitas.
O álbum está perfeito.
e) Os músicos são um sucesso.
A banda é um sucesso.
f) Os alunos estão aprendendo o conteúdo.
A turma ou classe está aprendendo o conteúdo.
3) Ligue os substantivos coletivos no seu significado:
( 1 ) Alcatéia ( 9) Chaves
( 2 ) Vara ( 4 ) Mapas
( 3) Rebanho ( 6) Ladrões
( 4 ) Atlas (5 ) Aves
( 5 ) Bando ( 8 ) Flores
( 6 ) Quadrilha ( 7) Estrelas
( 7) Constelação ( 2 ) Porcos
( 8 ) Ramalhete ( 1 ) Lobos
( 9 ) Molho ( 3 ) Gado em geral, ovelhas...
( 10 ) Cacho ( 10 ) Uva, banana.....
4) Ditado ( ditar o substantivo comum para escrever o coletivo e vice –versa):
a) Discoteca = discos
b) Livros = biblioteca
c) Pelotão = soldados
d) Ilhas = arquipélago
e) Cães = matilha
f) Fauna = animais
g) Plantas = flora
h) Réstia = alho, cebola
i) Letras = alfabeto
j) Pessoas = multidão
l) Galeria = quadros
m) Clero = sacerdotes
INTERDISCIPLINARIDADE:
Artes :
Passar/ouvir (no aparelho de som) a música “Vamos Brincar de Índio”
Desenhar objetos indígenas
Confeccionar Cartazes(com coletivos) e Mural (com gravuras/textos sobre os índios).
Pintar o desenho do índio e construir uma história ( anexo 2)
História:
Explicar sobre os índios através de rodas de conversa com a turma:
Quem foram os 1º hab.? Como andavam? Seus costumes? .........
A partir de conhecimentos que o professor possui ele explicará:
Indígenas
Na época do descobrimento, o Brasil era habitado por indígenas. Os índios foram os primeiros habitantes do Brasil. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, a terra já era deles. Eles formavam várias tribos. A reunião das tribos formavam a nação.
As duas grandes nações que habitavam o Brasil eram os Tupi – Guaranis (no litoral) e Iês – Tapuias (no interior).
Suas casas eram chamadas ocas, dispostas em círculo em torno da ocara (pátio) e protegidas por uma cerca chamada caiçara.
Andavam nus ou seminus. Enfeitavam-se com penas, dentes de animais, ossos, pedaços de madeira e geralmente pintavam os corpos.
Cada tribo tinha um chefe que era chamado de pajé.
Alimentavam-se da caça, pesca, e frutas.
Cultivavam o milho, a mandioca, diversas frutas, como o cará, etc.
Com o milho fermentado faziam uma bebida bem forte, chamada Cauim.
Dormiam me redes, tecidas por eles e quando morriam eram enterrados em potes de barros ou enleados na rede, acompanhados de suas armas.
Distribuir o texto “ Índios” para a turma (em extenso)
Índios:
Os índios foram os primeiros habitantes do Brasil.
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, a terra já era deles.
Eles tinham seus costumes, suas leis e sua língua.
Os homens brancos chegaram e quiseram mudar tudo.
Ensinaram seus costumes, sua religião, sua língua.
Além disso, obrigavam os índios a trabalharem para eles, como escravos.
Os índios se revoltaram. Muitos fugiram, indo viver em outros lugares.
Quando havia lutas, os homens brancos quase sempre venciam, porque tinham armas de fogo.
Antes havia muitos índios no Brasil. Atualmente são bem poucos.
Até hoje, os brancos continuam expulsando os índios de suas terras.
O índio também é um brasileiro, ele precisa ser respeitado.
Veja como é a vida dos índios numa comunidade indígena que ainda conserva os costumes de antigamente:
Os índios moram em ocas. Um conjunto de ocas chama-se tabas ou aldeias.
Eles plantam, caçam, pescam e fabricam suas armas.
Os índios se alimentam de carnes de animais (que eles caçam ou pescam), de banana, milho, mandioca e de outros vegetais e frutas.
O chefe da tribo é o cacique ou morubixaba.
O Chefe religioso é o pajé.
As armas são arco e flecha, a lança e o tacape.
Interpretação: - Quem foram os primeiros moradores do Brasil?
- Como eram seus costumes?
- Como vivia o índio, antes da chegada dos portugueses? E hoje?
- Desenhe algo que os índios usavam “armas, enfeites”
Educação Religiosa:
Através do poema “Jesuítas e a catequese “, conversaremos com a turma sobre a religião do índios (que adoravam a natureza) , as diferenças / semelhanças com a nossa religião ( adorar o Deus verdadeiro) .
JESUITAS E A CATEQUESE
Os primeiros governadores
Querendo os índios aproveitar
Trouxeram os Jesuítas
Para os catequizar
Padre José de Anchieta
Deu-lhes fé, ajuda e amor
E ensinou-lhes a existência
De um ser supremo : o Criador
Outro nobre jesuíta
Que os índios pacificou
Foi o grande Manoel da Nobrega
Que em si nunca pensou
Outro que veio ajuda-los
Foi o Padre Manoel Vieira
Que trabalhou sem cessar
Sem nunca sentir canseira
Como eles, muitos outros
Distribuindo saber e amor
E aqui , nossa homenagem
A estes, Padre de valor!
MATEMÁTICA:
Problemas envolvendo subst. Coletivo e o assunto índio:
1) Numa aldeia moram 147 índios. Sabemos que em cada oca moram 7 índios. Quantas ocas existem nessa aldeia?
147 : 7= 21 R. Existem 21 ocas.
2) Uma tribo indígena alimentou-se com um cardume composto de 36 peixes. Outra tribo se alimentou com o dobro deste cardume. E uma terceira tribo com a metade do dobro da segunda. Quantos peixes foram consumidos pela 1,2, e 3 tribo? E as três juntas quanto consumiram?
1º = 36 36+72+36= 144.
2º = 36x2= 72
3º = 72: 2 = 36 R. Consumiram num total 144 peixes.
Criar problemas envolvendo coletivo (com as 4 operações fundamentais).
EDUCAÇÃO FÍSICA:
Levar os alunos para quadra ou pátio da escola. Desenhar no chão “ocas (casa dos índios)” a quantidade de alunos que estiver presente, tirar um.
EX: Tem 40 alunos, iremos desenhar 39 ocas, irá faltar um , que este será o cacique.
Após os desenhos feitos, cada aluno irá virar indiozinho e ocupará uma oca, exceto o cacique. Quando o professor dizer: o indiozinho saiu da oca, todos deverão sair e procurar outra oca, o cacique deverá procurar uma oca, e quem ficar sem oca vira o cacique.
V CULMINÂNCIA:
Encerraremos o projeto com a confecção do cocar indígena, e a dramatização da música “Vamos Brincar de Índio”
VI RECURSOS:
- Folhas mimeografadas
- Aparelho de som (fita)
- Quadro e giz
- Papel graffit e cartolina
VII TÉCNICA
- Aulas expositivas explicativas, ilustrativas e demonstrativas.
VIII AVALIAÇÃO:
- A avaliação será feita durante todo o andamento do projeto. O aluno é valorizado em todas as atividades que participará. Em resumo, o aluno é avaliado a todo instante.
IX BIBLIOGRAFIA:
Festas das Palavras – Dirce Guedes de Azevedo (vol 3)
Gramática de Hoje – Ernani Terra e José de Nicola
Estudos Sociais – Maria da Glória Santos Mariano e Rosemary Faria Assad
Espírito Santo Nossa História/ Nossa Gente – Luiz G. Santos Neves,
Léa Brígida R. Alvarenga Rosa e Renato J. Costa Pacheco.
Conteúdo: Português – “Substantivo Coletivo”
Tema: Índios ( Semana do Índio)
Participantes:
Duração : Uma semana
II JUSTIFICATIVA:
A partir da necessidade de mostrar às crianças a importância que o índio tem para nossa sociedade brasileira, e que o conjunto de substantivos forma o subst. Coletivo decidimos elaborar este projeto.
Começaremos estudando sobre os costumes indígenas, sendo assim, partiremos para um estudo sobre substantivos, tendo como auge o substantivo coletivo.
Concluindo, diante da comemoração do dia do índio, decidimos despertar nos alunos o prazer de conhecer o surgimento da nossa cultura (que atualmente está um pouco esquecida) e a vontade de cultivá-la. Através destas descobertas culturais, da comemoração, estaremos levando aos alunos a descobrirem o que é um substantivo coletivo (= conjunto de espécies, animais, coisas, pessoas), e faremos isto, devido a palavra tribo = que é o coletivo de índios, que aparecerá no decorrer do projeto.
III OBJETIVOS:
Gerais: - Resgatar a cultura brasileira, aprendendo neste assunto a classificação do substantivo, principalmente o substantivo coletivo.
Específicos: - Conhecer substantivo coletivo.
- Reconhecer nos diversos textos os coletivos.
- Conscientizar-se do surgimento da cultura brasileira.
- Preservar nossa cultura.
IV DESENVOLVIMENTO:
Incentivar os alunos com a música “Vamos Brincar De Índio – XUXA”
Interpretar a letra da música (oral/escrita)
Conversar, trocar informações com a turma a respeito dos índios.
Explicar que os índios foram os primeiros habitantes do Brasil, seus costumes, sua língua, sua forma de religião e sua cultura.
Construir texto a partir do que foi explicado.
Revisar substantivo, comum, próprio, introduzindo coletivo, a partir da música já citada.
Pesquisar em grupo alguns substantivos coletivo.
Confeccionar um cartaz com os coletivos pesquisados.
Realizar atividades
Confeccionar um mural sobre “Índios Ontem/Hoje”.
Desenhar objetos indígenas e pintar o desenho do índio.
Brincar “o índiozinho saiu da oca”
Confeccionar cocar do índio
Dramatizar a música “Vamos Brincar de Índio”.
MATÉRIA PRINCIPAL:
Português:
Após ouvirmos a música “Vamos Brincar de Índio”, distribuiremos aos alunos a letra da música (redigida em extenso), a fim de interpretá-la oral/escrita. (anexo1)
Revisar através de uma conversa informal, o substantivo comum e próprio.
EX: Vamos relembrar o que é subst. Comum e Próprio. Alguém se lembra:
Substantivo: É a palavra que dá nome aos seres (pessoas, animais, coisas)
Substantivo Comum: É aquele que dá nome a seres dentro de sua espécie. (escrito com letra minúscula) – índio, oca.
Substantivo Próprio: É aquele que dá nome ao ser, dentro da sua espécie, de modo particular. ( escrito com letra maiúscula) – Xuxa, Brasil.
Introduzir substantivo coletivo.
Substantivo Coletivo: São substantivos que mesmo no singular, designam um conjunto de seres da mesma espécie. Indica um conjunto de pessoas, animais ou coisas.
EX: Vamos observar na música quais coletivos que aparecem: um conjunto de ocas forma uma aldeia; um conjunto de índios forma uma tribo.
Dividir a sala em grupos (a quantidade fica a critério do professor) e pediremos que os componentes dos grupos pesquisem “8” substantivos coletivos (quantidade que o prof. determinar). Através dos livros da biblioteca da escola.
Fazer um cartaz contendo todos os coletivos pesquisados.
Produzir textos a partir do tema índio.
Realizar atividades de fixação:
1) Vamos escrever os substantivos coletivos que nos lembram sobre os índios:
a) Pássaros
b) Peixes
c) Índios
d) Ocas
e) Árvores
2) Rescreva as frases abaixo, substituindo a palavra em destaque por um coletivo que lhe corresponda e alterando o que for necessário.
a) Os artistas da novela saíram atrasados
O elenco da novela saiu atrasado.
b) As abelhas estão produzindo mel.
O enxame está produzindo mel.
c) Os jurados se reuniram na sala secreta.
O júri se reuniu na sala secreta.
d) As fotos estão perfeitas.
O álbum está perfeito.
e) Os músicos são um sucesso.
A banda é um sucesso.
f) Os alunos estão aprendendo o conteúdo.
A turma ou classe está aprendendo o conteúdo.
3) Ligue os substantivos coletivos no seu significado:
( 1 ) Alcatéia ( 9) Chaves
( 2 ) Vara ( 4 ) Mapas
( 3) Rebanho ( 6) Ladrões
( 4 ) Atlas (5 ) Aves
( 5 ) Bando ( 8 ) Flores
( 6 ) Quadrilha ( 7) Estrelas
( 7) Constelação ( 2 ) Porcos
( 8 ) Ramalhete ( 1 ) Lobos
( 9 ) Molho ( 3 ) Gado em geral, ovelhas...
( 10 ) Cacho ( 10 ) Uva, banana.....
4) Ditado ( ditar o substantivo comum para escrever o coletivo e vice –versa):
a) Discoteca = discos
b) Livros = biblioteca
c) Pelotão = soldados
d) Ilhas = arquipélago
e) Cães = matilha
f) Fauna = animais
g) Plantas = flora
h) Réstia = alho, cebola
i) Letras = alfabeto
j) Pessoas = multidão
l) Galeria = quadros
m) Clero = sacerdotes
INTERDISCIPLINARIDADE:
Artes :
Passar/ouvir (no aparelho de som) a música “Vamos Brincar de Índio”
Desenhar objetos indígenas
Confeccionar Cartazes(com coletivos) e Mural (com gravuras/textos sobre os índios).
Pintar o desenho do índio e construir uma história ( anexo 2)
História:
Explicar sobre os índios através de rodas de conversa com a turma:
Quem foram os 1º hab.? Como andavam? Seus costumes? .........
A partir de conhecimentos que o professor possui ele explicará:
Indígenas
Na época do descobrimento, o Brasil era habitado por indígenas. Os índios foram os primeiros habitantes do Brasil. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, a terra já era deles. Eles formavam várias tribos. A reunião das tribos formavam a nação.
As duas grandes nações que habitavam o Brasil eram os Tupi – Guaranis (no litoral) e Iês – Tapuias (no interior).
Suas casas eram chamadas ocas, dispostas em círculo em torno da ocara (pátio) e protegidas por uma cerca chamada caiçara.
Andavam nus ou seminus. Enfeitavam-se com penas, dentes de animais, ossos, pedaços de madeira e geralmente pintavam os corpos.
Cada tribo tinha um chefe que era chamado de pajé.
Alimentavam-se da caça, pesca, e frutas.
Cultivavam o milho, a mandioca, diversas frutas, como o cará, etc.
Com o milho fermentado faziam uma bebida bem forte, chamada Cauim.
Dormiam me redes, tecidas por eles e quando morriam eram enterrados em potes de barros ou enleados na rede, acompanhados de suas armas.
Distribuir o texto “ Índios” para a turma (em extenso)
Índios:
Os índios foram os primeiros habitantes do Brasil.
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, a terra já era deles.
Eles tinham seus costumes, suas leis e sua língua.
Os homens brancos chegaram e quiseram mudar tudo.
Ensinaram seus costumes, sua religião, sua língua.
Além disso, obrigavam os índios a trabalharem para eles, como escravos.
Os índios se revoltaram. Muitos fugiram, indo viver em outros lugares.
Quando havia lutas, os homens brancos quase sempre venciam, porque tinham armas de fogo.
Antes havia muitos índios no Brasil. Atualmente são bem poucos.
Até hoje, os brancos continuam expulsando os índios de suas terras.
O índio também é um brasileiro, ele precisa ser respeitado.
Veja como é a vida dos índios numa comunidade indígena que ainda conserva os costumes de antigamente:
Os índios moram em ocas. Um conjunto de ocas chama-se tabas ou aldeias.
Eles plantam, caçam, pescam e fabricam suas armas.
Os índios se alimentam de carnes de animais (que eles caçam ou pescam), de banana, milho, mandioca e de outros vegetais e frutas.
O chefe da tribo é o cacique ou morubixaba.
O Chefe religioso é o pajé.
As armas são arco e flecha, a lança e o tacape.
Interpretação: - Quem foram os primeiros moradores do Brasil?
- Como eram seus costumes?
- Como vivia o índio, antes da chegada dos portugueses? E hoje?
- Desenhe algo que os índios usavam “armas, enfeites”
Educação Religiosa:
Através do poema “Jesuítas e a catequese “, conversaremos com a turma sobre a religião do índios (que adoravam a natureza) , as diferenças / semelhanças com a nossa religião ( adorar o Deus verdadeiro) .
JESUITAS E A CATEQUESE
Os primeiros governadores
Querendo os índios aproveitar
Trouxeram os Jesuítas
Para os catequizar
Padre José de Anchieta
Deu-lhes fé, ajuda e amor
E ensinou-lhes a existência
De um ser supremo : o Criador
Outro nobre jesuíta
Que os índios pacificou
Foi o grande Manoel da Nobrega
Que em si nunca pensou
Outro que veio ajuda-los
Foi o Padre Manoel Vieira
Que trabalhou sem cessar
Sem nunca sentir canseira
Como eles, muitos outros
Distribuindo saber e amor
E aqui , nossa homenagem
A estes, Padre de valor!
MATEMÁTICA:
Problemas envolvendo subst. Coletivo e o assunto índio:
1) Numa aldeia moram 147 índios. Sabemos que em cada oca moram 7 índios. Quantas ocas existem nessa aldeia?
147 : 7= 21 R. Existem 21 ocas.
2) Uma tribo indígena alimentou-se com um cardume composto de 36 peixes. Outra tribo se alimentou com o dobro deste cardume. E uma terceira tribo com a metade do dobro da segunda. Quantos peixes foram consumidos pela 1,2, e 3 tribo? E as três juntas quanto consumiram?
1º = 36 36+72+36= 144.
2º = 36x2= 72
3º = 72: 2 = 36 R. Consumiram num total 144 peixes.
Criar problemas envolvendo coletivo (com as 4 operações fundamentais).
EDUCAÇÃO FÍSICA:
Levar os alunos para quadra ou pátio da escola. Desenhar no chão “ocas (casa dos índios)” a quantidade de alunos que estiver presente, tirar um.
EX: Tem 40 alunos, iremos desenhar 39 ocas, irá faltar um , que este será o cacique.
Após os desenhos feitos, cada aluno irá virar indiozinho e ocupará uma oca, exceto o cacique. Quando o professor dizer: o indiozinho saiu da oca, todos deverão sair e procurar outra oca, o cacique deverá procurar uma oca, e quem ficar sem oca vira o cacique.
V CULMINÂNCIA:
Encerraremos o projeto com a confecção do cocar indígena, e a dramatização da música “Vamos Brincar de Índio”
VI RECURSOS:
- Folhas mimeografadas
- Aparelho de som (fita)
- Quadro e giz
- Papel graffit e cartolina
VII TÉCNICA
- Aulas expositivas explicativas, ilustrativas e demonstrativas.
VIII AVALIAÇÃO:
- A avaliação será feita durante todo o andamento do projeto. O aluno é valorizado em todas as atividades que participará. Em resumo, o aluno é avaliado a todo instante.
IX BIBLIOGRAFIA:
Festas das Palavras – Dirce Guedes de Azevedo (vol 3)
Gramática de Hoje – Ernani Terra e José de Nicola
Estudos Sociais – Maria da Glória Santos Mariano e Rosemary Faria Assad
Espírito Santo Nossa História/ Nossa Gente – Luiz G. Santos Neves,
Léa Brígida R. Alvarenga Rosa e Renato J. Costa Pacheco.
Projeto Indio II
Projeto Indio
Temas transversais associados: pluralidade cultural- ética- trabalho- meio ambiente.
Objetivos:
•Conhecer e sensibilizar as crianças, sobre a história dos índios, saber sobre as dificuldades que eles enfrentam, seus usos, costumes, hábitos alimentares, palavras, lendas e crenças.
•Relatar às crianças as injustiças cometidas contra os índios, que estão sendo dizimadas pela civilização para despertar o Carinho das crianças para com os índios e com todos ao seu redor.
•Desenvolver o ritmo e atenção.
•Despertar nas crianças, que os índios também sabem amar.
•Estimular a imaginação e a criatividade.
Desenvolvimento e descrição do Projeto:
•Contar histórias sobre os índios.
•Montar com as crianças o "Cantinho do índio".
•Artes: confeccionar colar de macarrão com as crianças.
•Utilizar rodinha para conversas informais: Perguntar as crianças onde elas já viram um índio. Mostrar gravura de índioem revistas , no Data show pedir e que observem como os índios se vestem, se usa sapatos, o que tem na cabeça. Devemos demonstrar carinho prara com os índios!
•Fazer lanche especial em um "Dia Especial" com exposição de trabalhos realizados com as crianças na escola, com comidas típicas dos índios. Cada aluno traz uma comida. Ex.: pamonha, mandioca frita, cural, caldo de milho e outros.
•Dramatizar com as crianças as ações dos índios: caçar, pescar, dormir, comer, etc.
•Poesia: Índio.
•Música: Os indiozinhos.
•Adivinha.
"CAÇADA ESQUISITA"
Cada equipe, usando seus colares, recebem uma lista constando de vários objetos, que deverão procurar na própria sala, no pátio e onde mais for possível esconder, o que foi feito com antecedência pelo professor. Esses objetos serão, sempre que possível, nas cores de cada equipe, para evitar que uma não pegue os objetos de outra. Todos os objetos da lista serão em quantidades iguais a todas as equipes exceto o amuleto que terá apenas um.
Procurar os objetos listados abaixo. Procure sempre pela cor de sua equipe.
10 penas de ave, 5 folhas secas, 1 flor, 3 espigas de milho, 2 pedras redondas, 1 amuleto de biscuit (bichinho de massinha), 1 graveto em forma de y, 3 sementes.
Vence a equipe que conseguir reunir todos os objetos pedidos, portanto, a que conseguir encontrar todos os objetos pedidos incluindo o amuleto, que terá só um escondido.
A equipe vencedora receberá um amuleto para cada participante.
"O COCAR DO CACIQUE"
As quatro equipes estarão sentadas no chão em fila indiana, uma ao lado da outra. Mais ou menos 5 metros à frente de cada equipe, haverá uma mesa com várias tiras de tecidos e penas tingidas nas cores das equipes, nas quantidades equivalentes ao número de participantes. As tiras de tecidos e as penas tingidas estão todas misturadas.
Dado um sinal, o último de cada fila corre até o local onde estão as tiras de tecidos e as penas e separa 5 penas da sua cor e cola numa tira de tecido, imitando um cocar. Depois de pronto deve colocar o cocar na cabeça e voltar à sua fila, mas no primeiro lugar.
Imediatamente, o último deverá sair e fazer a mesma coisa. A equipe que terminar primeiro e todos os componentes estiverem com o cocar, será a vencedora.
A equipe vencedora receberá uma pena especial para os devidos cocares.
"COMIDA DE CURUMIM"
As crianças nas aldeias indígenas eram chamadas de curumim. Os alimentos melhores eram para elas. Os adultos tentavam agradá-las com as melhores frutas.
Todos participantes, por equipe recebem uma banana, canela em pó, um prato refratário ou assadeira.
O professor ensinará como preparar as bananas: cortar as pontas, fazer um corte na casca para abri-la sem tirar totalmente, polvilhar um pouco de canela em pó e fechar a casca.
Toda a equipe prepara a sua banana, colocam sobre o prato refratário, que é levado por alguns minutos ao forno micro-ondas ou forno comum. Dependendo do local, pode ser feito sobre brasas, numa fogueira, mas as bananas deverão ser embrulhadas em papel alumínio.
Enquanto as bananas assam, as equipes participarão de um trabalho manual.
"O POTE SAGRADO"
Algumas tribos de índios no Brasil faziam cerâmica. A cerâmica era importante para guardar sementes, cozinhar e também para enterrar seus mortos. A cerâmica era considerada sagrada pois guardada a vida, as sementes que produziriam alimentos; e os corpos dos entes queridos, que riam para outros campos de caça e viveriam para sempre felizes.
Todos os participantes, em equipe, recebem um pequeno pote de cerâmica. Cada equipe receberá tintas, pincéis, barbantes e colas, com os quais decorarão seus potes. Nos potes de cada equipe deverá ter a cor da equipe como predominante. Os desenho e enfeites ficarão por conta da vontade e inspiração de cada um.
"A CORRIDA DAS TORAS"
Algumas tribos indígenas fazem uma corrida carregando toras (pedaços do tronco de árvores) para avaliar que povo tem os guerreiros mais fortes.
As equipes também farão essa corrida, mas aos pares. Cada dois participantes terão uma perna amarrada à do outro de modo que fiquem com três pernas apenas.
Os pares com as pernas amarradas deverão correr uma distância pré-determinada, mas soprando ma pena de galinha ou pato. Se a pena cair, começam novamente. Ao chegar ao ponto final, nova dupla começa o percurso, soprando outra pena.
"A FESTA DE JACI"
Jaci é uma deusa indígena, representada pela lua. Os índios fazem festas, dançam e cantam para ela.
As equipes maquiadas, com colares e cocares feitos por elas, participarão da festa. Aprenderão a música: "Vida de índio" (letra abaixo),coma melodia da música infantil "Marcha soldado".
A mesa estará arrumada,com: flores, as bananas assadas, pedaços de milho cozido, mandioca cozida, mel, algumas frutas, sucos de frutas, copos, talheres e pratos descartáveis, que podem ser substituídos por espetinhos d emadeira e folhas de bananeira.
Os alunos se confraternizam, comendo, cantando a música ensinada e dançando. Cada equipe apresentará uma dança ou alguns passos coreografados, criados para esse momento.
Uma Musiquinha...
"
VIDA DE INDIO"
Na tribo ele vivia
Comendo raiz,
Caçando e pescando
Coletando feliz.
A oca é morada,
Cacique é o guerreiro,
Na taba onde ele mora
Pagé é o feiticeiro.
Suas armas são arco e flecha
O tacape também é usado
Mas o índio é pacífico,
Só revida quando é atacado.
O deus é Tupã,
A lua é Jaci,
A língua que ele fala
É o Tupi-guarani.
Temas transversais associados: pluralidade cultural- ética- trabalho- meio ambiente.
Objetivos:
•Conhecer e sensibilizar as crianças, sobre a história dos índios, saber sobre as dificuldades que eles enfrentam, seus usos, costumes, hábitos alimentares, palavras, lendas e crenças.
•Relatar às crianças as injustiças cometidas contra os índios, que estão sendo dizimadas pela civilização para despertar o Carinho das crianças para com os índios e com todos ao seu redor.
•Desenvolver o ritmo e atenção.
•Despertar nas crianças, que os índios também sabem amar.
•Estimular a imaginação e a criatividade.
Desenvolvimento e descrição do Projeto:
•Contar histórias sobre os índios.
•Montar com as crianças o "Cantinho do índio".
•Artes: confeccionar colar de macarrão com as crianças.
•Utilizar rodinha para conversas informais: Perguntar as crianças onde elas já viram um índio. Mostrar gravura de índioem revistas , no Data show pedir e que observem como os índios se vestem, se usa sapatos, o que tem na cabeça. Devemos demonstrar carinho prara com os índios!
•Fazer lanche especial em um "Dia Especial" com exposição de trabalhos realizados com as crianças na escola, com comidas típicas dos índios. Cada aluno traz uma comida. Ex.: pamonha, mandioca frita, cural, caldo de milho e outros.
•Dramatizar com as crianças as ações dos índios: caçar, pescar, dormir, comer, etc.
•Poesia: Índio.
•Música: Os indiozinhos.
•Adivinha.
"CAÇADA ESQUISITA"
Cada equipe, usando seus colares, recebem uma lista constando de vários objetos, que deverão procurar na própria sala, no pátio e onde mais for possível esconder, o que foi feito com antecedência pelo professor. Esses objetos serão, sempre que possível, nas cores de cada equipe, para evitar que uma não pegue os objetos de outra. Todos os objetos da lista serão em quantidades iguais a todas as equipes exceto o amuleto que terá apenas um.
Procurar os objetos listados abaixo. Procure sempre pela cor de sua equipe.
10 penas de ave, 5 folhas secas, 1 flor, 3 espigas de milho, 2 pedras redondas, 1 amuleto de biscuit (bichinho de massinha), 1 graveto em forma de y, 3 sementes.
Vence a equipe que conseguir reunir todos os objetos pedidos, portanto, a que conseguir encontrar todos os objetos pedidos incluindo o amuleto, que terá só um escondido.
A equipe vencedora receberá um amuleto para cada participante.
"O COCAR DO CACIQUE"
As quatro equipes estarão sentadas no chão em fila indiana, uma ao lado da outra. Mais ou menos 5 metros à frente de cada equipe, haverá uma mesa com várias tiras de tecidos e penas tingidas nas cores das equipes, nas quantidades equivalentes ao número de participantes. As tiras de tecidos e as penas tingidas estão todas misturadas.
Dado um sinal, o último de cada fila corre até o local onde estão as tiras de tecidos e as penas e separa 5 penas da sua cor e cola numa tira de tecido, imitando um cocar. Depois de pronto deve colocar o cocar na cabeça e voltar à sua fila, mas no primeiro lugar.
Imediatamente, o último deverá sair e fazer a mesma coisa. A equipe que terminar primeiro e todos os componentes estiverem com o cocar, será a vencedora.
A equipe vencedora receberá uma pena especial para os devidos cocares.
"COMIDA DE CURUMIM"
As crianças nas aldeias indígenas eram chamadas de curumim. Os alimentos melhores eram para elas. Os adultos tentavam agradá-las com as melhores frutas.
Todos participantes, por equipe recebem uma banana, canela em pó, um prato refratário ou assadeira.
O professor ensinará como preparar as bananas: cortar as pontas, fazer um corte na casca para abri-la sem tirar totalmente, polvilhar um pouco de canela em pó e fechar a casca.
Toda a equipe prepara a sua banana, colocam sobre o prato refratário, que é levado por alguns minutos ao forno micro-ondas ou forno comum. Dependendo do local, pode ser feito sobre brasas, numa fogueira, mas as bananas deverão ser embrulhadas em papel alumínio.
Enquanto as bananas assam, as equipes participarão de um trabalho manual.
"O POTE SAGRADO"
Algumas tribos de índios no Brasil faziam cerâmica. A cerâmica era importante para guardar sementes, cozinhar e também para enterrar seus mortos. A cerâmica era considerada sagrada pois guardada a vida, as sementes que produziriam alimentos; e os corpos dos entes queridos, que riam para outros campos de caça e viveriam para sempre felizes.
Todos os participantes, em equipe, recebem um pequeno pote de cerâmica. Cada equipe receberá tintas, pincéis, barbantes e colas, com os quais decorarão seus potes. Nos potes de cada equipe deverá ter a cor da equipe como predominante. Os desenho e enfeites ficarão por conta da vontade e inspiração de cada um.
"A CORRIDA DAS TORAS"
Algumas tribos indígenas fazem uma corrida carregando toras (pedaços do tronco de árvores) para avaliar que povo tem os guerreiros mais fortes.
As equipes também farão essa corrida, mas aos pares. Cada dois participantes terão uma perna amarrada à do outro de modo que fiquem com três pernas apenas.
Os pares com as pernas amarradas deverão correr uma distância pré-determinada, mas soprando ma pena de galinha ou pato. Se a pena cair, começam novamente. Ao chegar ao ponto final, nova dupla começa o percurso, soprando outra pena.
"A FESTA DE JACI"
Jaci é uma deusa indígena, representada pela lua. Os índios fazem festas, dançam e cantam para ela.
As equipes maquiadas, com colares e cocares feitos por elas, participarão da festa. Aprenderão a música: "Vida de índio" (letra abaixo),coma melodia da música infantil "Marcha soldado".
A mesa estará arrumada,com: flores, as bananas assadas, pedaços de milho cozido, mandioca cozida, mel, algumas frutas, sucos de frutas, copos, talheres e pratos descartáveis, que podem ser substituídos por espetinhos d emadeira e folhas de bananeira.
Os alunos se confraternizam, comendo, cantando a música ensinada e dançando. Cada equipe apresentará uma dança ou alguns passos coreografados, criados para esse momento.
Uma Musiquinha...
"
VIDA DE INDIO"
Na tribo ele vivia
Comendo raiz,
Caçando e pescando
Coletando feliz.
A oca é morada,
Cacique é o guerreiro,
Na taba onde ele mora
Pagé é o feiticeiro.
Suas armas são arco e flecha
O tacape também é usado
Mas o índio é pacífico,
Só revida quando é atacado.
O deus é Tupã,
A lua é Jaci,
A língua que ele fala
É o Tupi-guarani.
Projeto Indio
Projeto Índio
Objetivos:
- Conhecer e refletir sobre a história dos índios;
- Conhecer, analisar e debater os hábitos e costumes indígenas;
- Conhecer, analisar e debater a influência indígena em nossa vida;
- Aprender a respeitar os índios com a finalidade de construir a cidadania numa sociedade pluriétnica e pluricultural;
- A partir do tema gerador desenvolver atividades nas diferentes Áreas de Estudo.
Objetivo Proposto nos PCN’S de interesse no presente projeto:
- Conhecer e Valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais.
PLANEJAMENTO:
Propostas de Atividades que trabalharão os temas transversais: Ética, Saúde, Meio Ambiente, Pluralidade Cultural e Cidadania.
Sensibilização:
- Propor aos alunos que pesquisem e levem para sala de aula recortes de fotos de pessoas que possam parecer descendentes indígenas. Com todas as fotos em mãos, o professor em círculo analisará juntamente com os alunos cada foto. Procurando incentivar para que todos dêem sua opinião. Em um segundo momento listar em um cartaz os conhecimentos que os alunos já tem sobre o assunto ( Conhecimentos Prévios ). Provocar os alunos a se expressarem, fazer indagações e ir registrando em um cartaz. Logo em seguida, em um outro cartaz, listar as dúvidas provisórias dos alunos, ou seja, perguntar o que desejam saber sobre o tema e ainda não sabem, novamente provocar os alunos a fim de lançarem suas dúvidas.
Por último, propor que os alunos ilustrem os cartazes com fotos e desenhos.
Propostas de Atividades de Integração das Áreas de Estudo:
GEOGRAFIA:
- Localizar em Mapa ou Globo Terrestre pontos do território nacional onde ainda vivem tribos indígenas;
- Comparar o modo de vida dos índios de outras regiões com o modo de vida dos índios que ainda habitam a floresta amazônica
HISTÓRIA:
- Reconhecer os modos de vida dos índios, sua cultura, sua alimentação, formas de trabalho e sobrevivência;
- Refletir e opinar sobre o papel do índio na formação da nação brasileira
LÏNGUA PORTUGUESA:
- Levantar o vocabulário usado pelos indígenas e descobrir seus significados;
- Produzir, utilizando diferentes formas de expressão, textos individuais e coletivos sobre os debates e as reflexões do assunto;
- Orientar os alunos para elaborarem pequenos textos sobre cada descoberta realizada;
- Ler histórias originalmente indígenas ou que tratem do indígena e seus valores;
- Organizar um dicionário ilustrado com as palavras indígenas.
ARTES:
- Observar manifestações de arte da cestaria, da cerâmica, da plumaria e de outros objetos de cerdas vegetais e cordas, realizados pelos índios de hoje e de antigamente;
- Observar ilustrações de artistas do tempo do Brasil – Colônia que retrataram o indígena e suas manifestações culturais;
- Vivenciar através de músicas sobre o tema um pouco da cultura indígena – cantando e dramatizando;
- Vivenciar através de atividades artísticas manuais e plásticas um pouco da cultura indígena, criando objetos e instrumentos musicais.
Formulação de Problemas:
- Questionar em classe: Ainda existe preconceito com os índios?
- O que as crianças sabem, pensam e acham sobre isso?
- O que podem e o querem fazer para ajudar a mudar o quadro dos preconceitos e discriminação?
- A culinária indígena é usada na cozinha brasileira? Como?
- Ainda são encontrados locais de agrupamentos e reservas indígenas?
- Quais são essas tribos? Como vivem? Como se mantêm? Quais os seus atuais costumes?
- Quais são as palavras e costumes de origem indígena?
- Há influência dos índios na Língua Brasileira?
- Há influência dos índios no artesanato?
- Há influência dos índios na medicina caseira? E nos adornos pessoais?
Adquira o Projeto Índio completo do PPD - repleto de sugestões de atividades que se adaptam da Educação Infantil ao 5o ano do Ensino Fundamental.
“Somente através de uma proposta viva é que podemos trabalhar com as crianças. É assim que elas têm oportunidade de perceberem que o conhecimento é repleto de significado e que ele não pertence apenas em livros, mas nas nossas ações cotidianas e está ao alcance de todos”.
Objetivos:
- Conhecer e refletir sobre a história dos índios;
- Conhecer, analisar e debater os hábitos e costumes indígenas;
- Conhecer, analisar e debater a influência indígena em nossa vida;
- Aprender a respeitar os índios com a finalidade de construir a cidadania numa sociedade pluriétnica e pluricultural;
- A partir do tema gerador desenvolver atividades nas diferentes Áreas de Estudo.
Objetivo Proposto nos PCN’S de interesse no presente projeto:
- Conhecer e Valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais.
PLANEJAMENTO:
Propostas de Atividades que trabalharão os temas transversais: Ética, Saúde, Meio Ambiente, Pluralidade Cultural e Cidadania.
Sensibilização:
- Propor aos alunos que pesquisem e levem para sala de aula recortes de fotos de pessoas que possam parecer descendentes indígenas. Com todas as fotos em mãos, o professor em círculo analisará juntamente com os alunos cada foto. Procurando incentivar para que todos dêem sua opinião. Em um segundo momento listar em um cartaz os conhecimentos que os alunos já tem sobre o assunto ( Conhecimentos Prévios ). Provocar os alunos a se expressarem, fazer indagações e ir registrando em um cartaz. Logo em seguida, em um outro cartaz, listar as dúvidas provisórias dos alunos, ou seja, perguntar o que desejam saber sobre o tema e ainda não sabem, novamente provocar os alunos a fim de lançarem suas dúvidas.
Por último, propor que os alunos ilustrem os cartazes com fotos e desenhos.
Propostas de Atividades de Integração das Áreas de Estudo:
GEOGRAFIA:
- Localizar em Mapa ou Globo Terrestre pontos do território nacional onde ainda vivem tribos indígenas;
- Comparar o modo de vida dos índios de outras regiões com o modo de vida dos índios que ainda habitam a floresta amazônica
HISTÓRIA:
- Reconhecer os modos de vida dos índios, sua cultura, sua alimentação, formas de trabalho e sobrevivência;
- Refletir e opinar sobre o papel do índio na formação da nação brasileira
LÏNGUA PORTUGUESA:
- Levantar o vocabulário usado pelos indígenas e descobrir seus significados;
- Produzir, utilizando diferentes formas de expressão, textos individuais e coletivos sobre os debates e as reflexões do assunto;
- Orientar os alunos para elaborarem pequenos textos sobre cada descoberta realizada;
- Ler histórias originalmente indígenas ou que tratem do indígena e seus valores;
- Organizar um dicionário ilustrado com as palavras indígenas.
ARTES:
- Observar manifestações de arte da cestaria, da cerâmica, da plumaria e de outros objetos de cerdas vegetais e cordas, realizados pelos índios de hoje e de antigamente;
- Observar ilustrações de artistas do tempo do Brasil – Colônia que retrataram o indígena e suas manifestações culturais;
- Vivenciar através de músicas sobre o tema um pouco da cultura indígena – cantando e dramatizando;
- Vivenciar através de atividades artísticas manuais e plásticas um pouco da cultura indígena, criando objetos e instrumentos musicais.
Formulação de Problemas:
- Questionar em classe: Ainda existe preconceito com os índios?
- O que as crianças sabem, pensam e acham sobre isso?
- O que podem e o querem fazer para ajudar a mudar o quadro dos preconceitos e discriminação?
- A culinária indígena é usada na cozinha brasileira? Como?
- Ainda são encontrados locais de agrupamentos e reservas indígenas?
- Quais são essas tribos? Como vivem? Como se mantêm? Quais os seus atuais costumes?
- Quais são as palavras e costumes de origem indígena?
- Há influência dos índios na Língua Brasileira?
- Há influência dos índios no artesanato?
- Há influência dos índios na medicina caseira? E nos adornos pessoais?
Adquira o Projeto Índio completo do PPD - repleto de sugestões de atividades que se adaptam da Educação Infantil ao 5o ano do Ensino Fundamental.
“Somente através de uma proposta viva é que podemos trabalhar com as crianças. É assim que elas têm oportunidade de perceberem que o conhecimento é repleto de significado e que ele não pertence apenas em livros, mas nas nossas ações cotidianas e está ao alcance de todos”.
Projeto Dia das Mães para Maternal
PROJETO DIA DAS MÃES - MATERNAL
1 – DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
TEMA: Família
TURMA: Maternal 1 A
ÁREA: Natureza e Sociedade / Sócio afetivo
2 – JUSTIFICATIVA:
Este projeto surgiu a partir da necessidade da escola em trabalhar datas comemorativas.
3 - QUESTÃO DESENCADEADORA:
Através do projeto das abelhas introduzirei o tema mãe com a explanação da abelha rainha através da história: “A Abelha” da editora Edelbra. Realizando a comparação entre as tarefas da abelha rainha e da mamãe. Também começaremos os ensaios para a apresentação no dia da festa.
4 – CONTEÚDOS NORTEADORES:
Qual o nome da minha mamãe?•
O que minha• mãe mais gosta?
Quem é a rainha do meu lar?•
Quem são os membros da• minha família?
5 – OBJETIVOS:
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA:
• Identificar pelo nome a minha mamãe;
conhecer o nome da mamãe dos• colegas;
Expressar-se;•
Participar de variadas situações de comunicação• oral, para interagir e expressar desejos, necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral, contando suas vivências;
Usar a linguagem oral para• conversar, brincar, comunicar-se e expressar desejos, opiniões, necessidades, idéias, etc.
MATEMÁTICA:
Seqüenciar fatos;•
Estabelecer• aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem, relações espaciais, etc.;
NATUREZA E SOCIEDADE:
• Reconhecer e nomear os membros da família;
Participar de atividades que• envolvam histórias, brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais de sua comunidade e de outros grupos;
ARTES VISUAIS:
Utilizar o dedo para realizar as colagens;•
Confeccionar• presentes e lembranças para datas especiais;
Observar o limite disponível• para os desenhos, pinturas e colagens;
Participar de mímicas das• músicas;
SÓCIO AFETIVO:
Criar combinações para o desenvolvimento• da rotina;
Respeitar regras pré-estabelecidas;•
Compartilhar materiais• de uso comum, bem como brinquedos e espaços;
Esperar sua vez de expor• idéias e pensamentos;
Ouvir os que os colegas têm para falar;•
Criar• vínculo afetivo com a professora e os colegas;
Valorizar sentimentos de:• arrependimento, amizade, cooperação, cuidados com o próximo;
MOVIMENTO:
Grandes Movimentos:
Explorar as• possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e nas demais situações de interação;
Deslocar-se com destreza progressiva no• espaço ao andar, correr, pular, etc..., Desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras;
Locomover-se pela escola com• mobilidade;
Pequenos Movimentos:
Encaixar objetos por tamanho;•
• Rasgar, amassar e picar materiais com texturas e tamanhos diferentes;
• Modelar livremente com massinhas e argila;
Utilização adequada dos talheres• (colher) e copo, durante as refeições;
MÚSICA:
Participar de• brincadeiras e jogos cantados e rítmicos;
Participar de situações que• integrem músicas, canções e movimentos corporais.
6 – ATIVIDADES PREVISTAS:
Conversas na rodinha;•
Levantar questionamentos;•
• Pinturas diversas;
Ouvir, cantar e dançar diferentes músicas e• ritmos;
Confecção da coroa da abelha rainha;•
Confecção do presente da• mamãe (porta retrato);
Confecção do cartão da mamãe;•
Criar um mural• com as fotos da mamãe;
Ouvir diferentes histórias sobre o tema• família.
Apresentação, para as mães, da música da Xuxa “5 patinhos”•
• Colocar fantasias de patinho.
1 – DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
TEMA: Família
TURMA: Maternal 1 A
ÁREA: Natureza e Sociedade / Sócio afetivo
2 – JUSTIFICATIVA:
Este projeto surgiu a partir da necessidade da escola em trabalhar datas comemorativas.
3 - QUESTÃO DESENCADEADORA:
Através do projeto das abelhas introduzirei o tema mãe com a explanação da abelha rainha através da história: “A Abelha” da editora Edelbra. Realizando a comparação entre as tarefas da abelha rainha e da mamãe. Também começaremos os ensaios para a apresentação no dia da festa.
4 – CONTEÚDOS NORTEADORES:
Qual o nome da minha mamãe?•
O que minha• mãe mais gosta?
Quem é a rainha do meu lar?•
Quem são os membros da• minha família?
5 – OBJETIVOS:
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA:
• Identificar pelo nome a minha mamãe;
conhecer o nome da mamãe dos• colegas;
Expressar-se;•
Participar de variadas situações de comunicação• oral, para interagir e expressar desejos, necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral, contando suas vivências;
Usar a linguagem oral para• conversar, brincar, comunicar-se e expressar desejos, opiniões, necessidades, idéias, etc.
MATEMÁTICA:
Seqüenciar fatos;•
Estabelecer• aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem, relações espaciais, etc.;
NATUREZA E SOCIEDADE:
• Reconhecer e nomear os membros da família;
Participar de atividades que• envolvam histórias, brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais de sua comunidade e de outros grupos;
ARTES VISUAIS:
Utilizar o dedo para realizar as colagens;•
Confeccionar• presentes e lembranças para datas especiais;
Observar o limite disponível• para os desenhos, pinturas e colagens;
Participar de mímicas das• músicas;
SÓCIO AFETIVO:
Criar combinações para o desenvolvimento• da rotina;
Respeitar regras pré-estabelecidas;•
Compartilhar materiais• de uso comum, bem como brinquedos e espaços;
Esperar sua vez de expor• idéias e pensamentos;
Ouvir os que os colegas têm para falar;•
Criar• vínculo afetivo com a professora e os colegas;
Valorizar sentimentos de:• arrependimento, amizade, cooperação, cuidados com o próximo;
MOVIMENTO:
Grandes Movimentos:
Explorar as• possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e nas demais situações de interação;
Deslocar-se com destreza progressiva no• espaço ao andar, correr, pular, etc..., Desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras;
Locomover-se pela escola com• mobilidade;
Pequenos Movimentos:
Encaixar objetos por tamanho;•
• Rasgar, amassar e picar materiais com texturas e tamanhos diferentes;
• Modelar livremente com massinhas e argila;
Utilização adequada dos talheres• (colher) e copo, durante as refeições;
MÚSICA:
Participar de• brincadeiras e jogos cantados e rítmicos;
Participar de situações que• integrem músicas, canções e movimentos corporais.
6 – ATIVIDADES PREVISTAS:
Conversas na rodinha;•
Levantar questionamentos;•
• Pinturas diversas;
Ouvir, cantar e dançar diferentes músicas e• ritmos;
Confecção da coroa da abelha rainha;•
Confecção do presente da• mamãe (porta retrato);
Confecção do cartão da mamãe;•
Criar um mural• com as fotos da mamãe;
Ouvir diferentes histórias sobre o tema• família.
Apresentação, para as mães, da música da Xuxa “5 patinhos”•
• Colocar fantasias de patinho.
Artes- Desenhe Monteiro Lobato
Em folha de sulfite tamanho A4, pronta para a impressão, essa atividade artística pode servir de base para a produção de um mural comemorativo ao Dia do Livro.
Dia do livro - atividades práticas
Atividades propostas
.Se possível, comece a atividade distribuindo livros infantis para os alunos. É importante que os livros sejam adequados à faixa etária.
Na falta de livros infantis sem texto, selecione outros com texto nos quais as ilustrações possam servir de roteiros de leitura.
O ideal é permitir que os próprios alunos escolham os livros, que podem ficar dispostos numa mesa. Se houver disputa pelo mesmo livro, ajude-os a estabelecer uma ordem: primeiro um aluno, depois o outro.
Junto com a turma, escolha um dos livros e leia a historia em voz alta, de maneira expressiva para despertar o interesse.
Leia para os alunos o texto informativo sobre Monteiro Lobato. Pergunte se conhecem os personagens mais famosos desse escritor: Emília, Narizinho, Pedrinho, Tia Nastácia, Dona Benta, o Saci, a Cuca, o Marquês de Rabicó, o Visconde de Sabugosa (personagens do Sitio do Pica-Pau Amarelo).
Cante com os alunos a música Sitio do Pica-pau Amarelo.
Depois das atividades introdutórias propostas, os alunos farão um livro, conforme as orientações descritas.
Monte uma exposição na escola com os livros produzidos.
TEXTO INFORMATIVO
O dia 18 de abril foi escolhido como Dia Nacional do Livro Infantil porque nesse dia, há muitos anos, nasceu um escritor muito importante: Monteiro Lobato.
Ele nasceu em uma fazendo em Taubaté, uma cidade próxima de São Paulo. Os livros que ele escreveu ficaram muito famosos e agradam adultos e crianças de todas as idades. Suas historias mais conhecidas são as do Sitio do Pica-Pau Amarelo. Ali viviam dois primos: Pedrinho e Narizinho, junto com a Tia Nastácia e Dona Benta. Também moravam no sítio uma boneca de pano (Emília), um boneco feito de espiga de milho (Visconde de Sabugosa) e um porquinho comilão (Marquês de Rabicó), entre outros personagens. Todos eles falavam e tinham sentimentos iguais aos dos humanos, e viveram aventuras incríveis junto com as crianças;
OFICINA DE CONFECÇÃO DE PERSONAGENS
Inspirados nos personagens do Sítio do Pica-Pau Amarelo, os alunos podem inventar seus próprios personagens. Estimule as crianças a inventar o nome dos personagens e falar um pouco sobre eles.
Alguns materiais que voce pode oferecer:
.rolinhos vazios de papel higiênico
.copos plásticos
.pratos de papelão
.bolinhas de isopor
.caixas de papelão de tamanhos e formatos variados
FAZENDO UM LIVRO
1.pegue 3 folhas de sulfite
Converse com os alunos sobre o tema da historia que vão criar.
Deixe que eles explorem o espaço do livro como acharem melhor, e estimule-os a contar a historia que criaram.
.Se possível, comece a atividade distribuindo livros infantis para os alunos. É importante que os livros sejam adequados à faixa etária.
Na falta de livros infantis sem texto, selecione outros com texto nos quais as ilustrações possam servir de roteiros de leitura.
O ideal é permitir que os próprios alunos escolham os livros, que podem ficar dispostos numa mesa. Se houver disputa pelo mesmo livro, ajude-os a estabelecer uma ordem: primeiro um aluno, depois o outro.
Junto com a turma, escolha um dos livros e leia a historia em voz alta, de maneira expressiva para despertar o interesse.
Leia para os alunos o texto informativo sobre Monteiro Lobato. Pergunte se conhecem os personagens mais famosos desse escritor: Emília, Narizinho, Pedrinho, Tia Nastácia, Dona Benta, o Saci, a Cuca, o Marquês de Rabicó, o Visconde de Sabugosa (personagens do Sitio do Pica-Pau Amarelo).
Cante com os alunos a música Sitio do Pica-pau Amarelo.
Depois das atividades introdutórias propostas, os alunos farão um livro, conforme as orientações descritas.
Monte uma exposição na escola com os livros produzidos.
TEXTO INFORMATIVO
O dia 18 de abril foi escolhido como Dia Nacional do Livro Infantil porque nesse dia, há muitos anos, nasceu um escritor muito importante: Monteiro Lobato.
Ele nasceu em uma fazendo em Taubaté, uma cidade próxima de São Paulo. Os livros que ele escreveu ficaram muito famosos e agradam adultos e crianças de todas as idades. Suas historias mais conhecidas são as do Sitio do Pica-Pau Amarelo. Ali viviam dois primos: Pedrinho e Narizinho, junto com a Tia Nastácia e Dona Benta. Também moravam no sítio uma boneca de pano (Emília), um boneco feito de espiga de milho (Visconde de Sabugosa) e um porquinho comilão (Marquês de Rabicó), entre outros personagens. Todos eles falavam e tinham sentimentos iguais aos dos humanos, e viveram aventuras incríveis junto com as crianças;
OFICINA DE CONFECÇÃO DE PERSONAGENS
Inspirados nos personagens do Sítio do Pica-Pau Amarelo, os alunos podem inventar seus próprios personagens. Estimule as crianças a inventar o nome dos personagens e falar um pouco sobre eles.
Alguns materiais que voce pode oferecer:
.rolinhos vazios de papel higiênico
.copos plásticos
.pratos de papelão
.bolinhas de isopor
.caixas de papelão de tamanhos e formatos variados
FAZENDO UM LIVRO
1.pegue 3 folhas de sulfite
2.dobre as folhas ao meio
3. faça uma pequena dobra na lateral
4.prenda o centro com grampeador
5.numere as folhas internas
Pronto! Agora é só inventar a história.
Converse com os alunos sobre o tema da historia que vão criar.
Deixe que eles explorem o espaço do livro como acharem melhor, e estimule-os a contar a historia que criaram.
Projeto O reino das águas claras
O REINO DAS ÁGUAS CLARAS
O PONTO DE PARTIDA:
As aventuras de Narizinho e seus amigos, no riacho existente no Sítio do Pica- Pau Amarelo despertou o interesse das crianças para o rio localizado nesta comunidade e desta forma foi definido o tema do nosso primeiro projeto de pesquisa deste ano.
Levantamos com as crianças o que sabiam e o que queriam saber sobre o assunto.
CERTEZAS PROVISÓRIAS
•Existe água em diversos lugares.
•A água do rio vem da cachoeira.
•Existe água de cores diferentes.
•Não podemos viver sem água.
•É perigoso tomar banho no rio.
•Existe peixes e outros bichos na água.
•O polvo e o tubarão são ferozes.
DÚVIDAS TEMPORÁRIAS:
•De onde vem a água das cachoeiras e das lagoas?
•Por que a água do mar é diferente da água do rio?
•Como o rio enche quando chove se a água vai para o mar?
•Os bichos do mar podem vir até o nosso rio?
•Quais são os bichos perigosos e os que não são perigosos que vivem na água.
POR ONDE CAMINHAMOS:
Buscamos respostas às nossas dúvidas nos livros, revistas e jornais; na INTERNET e Cd rooms; junto aos pais e familiares; com os demais alunos, professores e funcionários da escola.
Buscamos o contato com a água no rio da comunidade e na lagoa da casa de um dos alunos e organizamos um espaço com diversos tipos de água (do rio, do poço, da lagoa, da SAMAE, da cachoeira e do mar).
Fantasiamos com Monteiro Lobato montando num aquário o Reino da Águas Claras e experimentamos as receitas da Tia Anastácia, fazendo docinhos para as mães para o café que realizamos em sua homenagem.
Confeccionamos nossos Viscondes de Sabugosa com as socas de milho trazidas por um dos alunos
No desenvolver do projeto buscamos nas diversas áreas do conhecimento os conteúdos necessários para resolver nossos problemas e esclarecer as nossas dúvidas.
Estudamos a água (origem, diferenças, importância e cuidados) e os animais aquáticos (características e habitat). Trabalhamos com medidas de massa e capacidade. Contamos, juntamos e separamos. Registramos nossas descobertas através da escrita e do desenho. Expressamos o conhecimento adquirido através da fala, escrita, desenho, poesia, dramatização.
Encontramos as respostas para nossas dúvidas e aprofundamos o conhecimento das nossas certezas.
O PONTO DE PARTIDA:
As aventuras de Narizinho e seus amigos, no riacho existente no Sítio do Pica- Pau Amarelo despertou o interesse das crianças para o rio localizado nesta comunidade e desta forma foi definido o tema do nosso primeiro projeto de pesquisa deste ano.
Levantamos com as crianças o que sabiam e o que queriam saber sobre o assunto.
CERTEZAS PROVISÓRIAS
•Existe água em diversos lugares.
•A água do rio vem da cachoeira.
•Existe água de cores diferentes.
•Não podemos viver sem água.
•É perigoso tomar banho no rio.
•Existe peixes e outros bichos na água.
•O polvo e o tubarão são ferozes.
DÚVIDAS TEMPORÁRIAS:
•De onde vem a água das cachoeiras e das lagoas?
•Por que a água do mar é diferente da água do rio?
•Como o rio enche quando chove se a água vai para o mar?
•Os bichos do mar podem vir até o nosso rio?
•Quais são os bichos perigosos e os que não são perigosos que vivem na água.
POR ONDE CAMINHAMOS:
Buscamos respostas às nossas dúvidas nos livros, revistas e jornais; na INTERNET e Cd rooms; junto aos pais e familiares; com os demais alunos, professores e funcionários da escola.
Buscamos o contato com a água no rio da comunidade e na lagoa da casa de um dos alunos e organizamos um espaço com diversos tipos de água (do rio, do poço, da lagoa, da SAMAE, da cachoeira e do mar).
Fantasiamos com Monteiro Lobato montando num aquário o Reino da Águas Claras e experimentamos as receitas da Tia Anastácia, fazendo docinhos para as mães para o café que realizamos em sua homenagem.
Confeccionamos nossos Viscondes de Sabugosa com as socas de milho trazidas por um dos alunos
No desenvolver do projeto buscamos nas diversas áreas do conhecimento os conteúdos necessários para resolver nossos problemas e esclarecer as nossas dúvidas.
Estudamos a água (origem, diferenças, importância e cuidados) e os animais aquáticos (características e habitat). Trabalhamos com medidas de massa e capacidade. Contamos, juntamos e separamos. Registramos nossas descobertas através da escrita e do desenho. Expressamos o conhecimento adquirido através da fala, escrita, desenho, poesia, dramatização.
Encontramos as respostas para nossas dúvidas e aprofundamos o conhecimento das nossas certezas.
Artes - Imagem de Monteiro Lobato para pintura e biografia
Literato e jornalista, José Bento Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, São Paulo, a 18 de abril de 1882. Descendente de antigos fazendeiros de café do vale do Paraíba, cresceu junto à zona rural, interessando-se pelo homem e pelos problemas do campo. Essa vivência marcou a obra literária de Monteiro Lobato, que se afirmou como autor regionalista. Por isso, criticou a Semana de Arte Moderna de 1922 como "estrangeirismo". Ao revelar as duras condições de vida do interior brasileiro, Monteiro Lobato seguiu os passos de Euclides da Cunha. Esses dois autores se distanciaram do padrão literário das duas primeiras décadas do século XX, caracterizado pela influência francesa e pela temática urbana. As principais obras de Monteiro Lobato pertencem à fase regionalista: ‘Urupês’ (1918), livro de estréia; ‘Cidades Mortas’, ‘Idéias de Jeca Tatu’ (ambos de 1919) e ‘Negrinha’ (1920). O personagem Jeca Tatu tornou-se símbolo do caipira brasileiro, vítima da pobreza e do desamparo. No entanto, Monteiro Lobato adquiriu fama principalmente pela literatura infantil, gênero em que foi pioneiro no país. Personagens como o Visconde de Sabugosa, Tia Nastácia e Emília influenciaram mais de uma geração de brasileiros. Esses e outros personagens do Sítio do Pica-pau Amarelo representam satiricamente a sociedade patriarcal do interior, assim como o passado imperial. A partir dos anos 20, o escritor dedicou-se principalmente a esse tipo de literatura.
A vida de Monteiro Lobato foi também marcada por iniciativas editoriais e políticas. Em 1918, fundou a primeira editora brasileira a atingir o grande público. A editora Monteiro Lobato faliu em 1925, sendo substituída pela Companhia Editora Nacional. Em 1943, fundou a Editora Brasiliense. Quanto à vida política, após um período em Nova Iorque como adido comercial do Brasil de 1927 a 1929, retornou ao país consciente dos problemas do subdesenvolvimento econômico. Daí empenhou-se em campanhas pela exploração nacional do ferro e do petróleo, dedicando ao último a obra ‘O Escândalo do Petróleo’ (1936). Os esforços de Monteiro Lobato foram levados em conta durante o governo de Eurico Gaspar Dutra e, principalmente, durante o segundo governo de Getúlio Vargas, quando a Petrobrás foi criada. Monteiro Lobato faleceu na cidade de São Paulo a 5 de julho de 1948.
Projeto Monteiro Lobato
PROJETO MONTEIRO LOBATO
Turma: Pré II Idade: 5 anos
Introdução
Monteiro Lobato foi, verdadeiramente, um dos grandes homens da história desse país. Grande escritor, celebrado por gerações e gerações de crianças por seu espetacular trabalho “O Sítio do Pica-pau Amarelo”, Lobato foi também um empreendedor. Além disso, através de todas as suas produções e realizações queria por que queria fazer com que o Brasil pudesse crescer desenvolver-se, ocupar um lugar de destaque mundial dos países. Originário do interior de São Paulo, mais especificamente da cidade de Taubaté o escritor fez um pouco de tudo em sua vida. O que mais permanece na memória coletiva nacional é a sua forte ligação com as crianças. Proximidade e carinho conseguidos com o apoio da Narizinho, da Emília, do Visconde, do Pedrinho e dos demais personagens do Sítio. Em suas obras dedicadas as crianças, Lobato conseguiu verdadeiras façanhas como contar a história do mundo tornando-a divertida e atraente para os pequenos ou, ainda, falar de temas adultos e sérios de forma descontraída, como a questão do petróleo.
JUSTIFICATIVA
Conhecer a obra de Monteiro Lobato deveria ser atividade básica programada por todas as escolas de nosso país. Conhecer o Sítio e seus personagens, desbravando as páginas escritas pelo Monteiro Lobato, é muito mais que um dever escolar, é um grande prazer e contribuição essencial para o nosso próprio sentimento. Lobato significa literatura de muita qualidade e história. Não ler suas obras significa abrir mão de livros que simbolizam nossa própria identidade. O sitio do Pica-pau amarelo foi uma maneira que nós, professoras do Pré II, encontramos para apresentar aos alunos esse maravilhoso escritor, desenvolvendo nos alunos a paixão pela leitura.
Problemática
Nossos alunos gostam muito de historias e desenhos. Por isso resolvemos trabalhar, no mês do aniversario de Monteiro Lobato, as duas coisas: historias e desenhos. O desenho do Sitio do Pica-pau amarelo é um recurso que pretendemos usar para estimular ainda mais esse gosto das crianças Suas historias afloram ainda mais a criatividade das crianças.
Objetivos
- Conhecer o escritor Monteiro Lobato, bem como suas obras:
- Criar nos alunos o hábito da leitura, através do contato com histórias;
- Despertar um ambiente prazeroso para a leitura, onde a própria criança pede e sente vontade;
- Proporcionar a socialização através de produção de textos orais junto aos colegas;
- Desenvolver interesse e atenção por músicas, leitura, histórias e escrita.
Desenvolvimento
1.Apresentação do autor Monteiro Lobato:
- Biografia;
- Quebra-cabeça;
- Músicas.
2.Apresentação dos principais personagens e suas características:
- Músicas;
- Filmes;
- Cartazes;
- Dobraduras;
- Confecção de bonecos;
- Culinária;
3.Confecção de um livro gigante:
- Produção coletiva;
Culminância
As professoras se caracterizarão de D. Benta e Tia Nastácia e contarão a historia do livro, criada pelos alunos do Pré II, para todas as turmas. Ao final receberão os bolinhos de chuva da tia Nastácia. As crianças do Pré II estarão vestidas de Emília (meninas) e Visconde de Sabugosa (meninos). A sala estará ornamentada para receber as crianças da escola num ambiente parecido com o Sitio do Pica-pau Amarelo. Serão recebidos com música, tema desta obra.
Conteúdos integrados:
Matemática: Seqüência numérica e quantificação;
Linguagem oral e escrita: Leitura, alfabeto e o próprio nome;
Natureza e sociedade: Alimentos e animais;
Avaliação:
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
O instrumento de avaliação será relatórios diários no caderno de planejamento das professoras e será passado aos pais no final do semestre através do portfolio.
Turma: Pré II Idade: 5 anos
Introdução
Monteiro Lobato foi, verdadeiramente, um dos grandes homens da história desse país. Grande escritor, celebrado por gerações e gerações de crianças por seu espetacular trabalho “O Sítio do Pica-pau Amarelo”, Lobato foi também um empreendedor. Além disso, através de todas as suas produções e realizações queria por que queria fazer com que o Brasil pudesse crescer desenvolver-se, ocupar um lugar de destaque mundial dos países. Originário do interior de São Paulo, mais especificamente da cidade de Taubaté o escritor fez um pouco de tudo em sua vida. O que mais permanece na memória coletiva nacional é a sua forte ligação com as crianças. Proximidade e carinho conseguidos com o apoio da Narizinho, da Emília, do Visconde, do Pedrinho e dos demais personagens do Sítio. Em suas obras dedicadas as crianças, Lobato conseguiu verdadeiras façanhas como contar a história do mundo tornando-a divertida e atraente para os pequenos ou, ainda, falar de temas adultos e sérios de forma descontraída, como a questão do petróleo.
JUSTIFICATIVA
Conhecer a obra de Monteiro Lobato deveria ser atividade básica programada por todas as escolas de nosso país. Conhecer o Sítio e seus personagens, desbravando as páginas escritas pelo Monteiro Lobato, é muito mais que um dever escolar, é um grande prazer e contribuição essencial para o nosso próprio sentimento. Lobato significa literatura de muita qualidade e história. Não ler suas obras significa abrir mão de livros que simbolizam nossa própria identidade. O sitio do Pica-pau amarelo foi uma maneira que nós, professoras do Pré II, encontramos para apresentar aos alunos esse maravilhoso escritor, desenvolvendo nos alunos a paixão pela leitura.
Problemática
Nossos alunos gostam muito de historias e desenhos. Por isso resolvemos trabalhar, no mês do aniversario de Monteiro Lobato, as duas coisas: historias e desenhos. O desenho do Sitio do Pica-pau amarelo é um recurso que pretendemos usar para estimular ainda mais esse gosto das crianças Suas historias afloram ainda mais a criatividade das crianças.
Objetivos
- Conhecer o escritor Monteiro Lobato, bem como suas obras:
- Criar nos alunos o hábito da leitura, através do contato com histórias;
- Despertar um ambiente prazeroso para a leitura, onde a própria criança pede e sente vontade;
- Proporcionar a socialização através de produção de textos orais junto aos colegas;
- Desenvolver interesse e atenção por músicas, leitura, histórias e escrita.
Desenvolvimento
1.Apresentação do autor Monteiro Lobato:
- Biografia;
- Quebra-cabeça;
- Músicas.
2.Apresentação dos principais personagens e suas características:
- Músicas;
- Filmes;
- Cartazes;
- Dobraduras;
- Confecção de bonecos;
- Culinária;
3.Confecção de um livro gigante:
- Produção coletiva;
Culminância
As professoras se caracterizarão de D. Benta e Tia Nastácia e contarão a historia do livro, criada pelos alunos do Pré II, para todas as turmas. Ao final receberão os bolinhos de chuva da tia Nastácia. As crianças do Pré II estarão vestidas de Emília (meninas) e Visconde de Sabugosa (meninos). A sala estará ornamentada para receber as crianças da escola num ambiente parecido com o Sitio do Pica-pau Amarelo. Serão recebidos com música, tema desta obra.
Conteúdos integrados:
Matemática: Seqüência numérica e quantificação;
Linguagem oral e escrita: Leitura, alfabeto e o próprio nome;
Natureza e sociedade: Alimentos e animais;
Avaliação:
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
O instrumento de avaliação será relatórios diários no caderno de planejamento das professoras e será passado aos pais no final do semestre através do portfolio.
Desabafo
Nem tudo na vida da gente sai conforme o planejado e a mensagem da amiga Alexandra hoje, me fez parar para pensar em uma dessas coisas: o blog do banco. A Alexandra é uma amiga muito querida, e não quero que ela pense que estou escrevendo essa mensagem para ela. Estou escrevendo para todos que passam por aqui e esclarecendo o que se passa para que ela também possa entender.Pois escrever na caixa de recados esse texto seria impossível.
Para voce que não conhece a historia do banco de atividades.
Vou contar e explicar um pouco do que estou vivendo hoje.
O banco de atividades surgiu no dia 17 de fevereiro de 2008. Foi eu que criei. Que pensei nele, como uma segunda fonte de renda, para complementar meus rendimentos e me tirar do sufoco financeiro que eu estava vivendo naquela época.
Pois bem, o formato original era o seguinte: abri um orkut, as pessoas iam me add, eu fiz albuns mostrando os conteudos e atividades que eu tinha disponiveis e as pessoas faziam pedidos de atividades por email. O que elas precisavam eu enviava por email. A cobrança não era antecipada, eu enviava 50 atividades para a pessoa, e se ela quisesse receber mais, faria o pagamento por elas, no valor de 5 reais e habilitava sua conta para receber mais 50 atividades, então faria o pagamento novamente e assim sucessivamente.
Nessa época eu trabalhava dois turnos em uma escola municipal, e quando chegava a noite em casa, meu email estava lotado de pedidos e trabalho a ser realizado.
Cheguei a ter mais de 400 clientes cadastrados recebendo atividades. Mas...
na hora de pagar...ou melhor dizendo: na hora de contribuir com quem estava contribuindo com o seu trabalho...as pessoas foram sumiiiiinnnnnddddoooooo.Desaparecendo! Literalmente!
Então mudei a idéia e comecei a comercializar as atividades em CD's. Consegui sim algumas boas clientes, que acompanhavam minhas produ ções, e colaboravam com o meu trabalho, mas, não o suficiente para manter uma renda razoável que compensasse todo o trabalho que eu tinha na época.
Foi nesse meio tempo que nasceu minha filha, eu me mudei de cidade e deixei meus dois padrões de professora e fiquei só em casa com a minha filha para vê-la crescer. Mas, voce sabe que depender de marido para comprar uma calcinha não é fácil e eu depositei nesse trabalho, meu empenho para ter sim uma fonte de renda razoável, nada que me garantisse um carro novo ou uma viagem ao exterior, mas algo que eu pudesse contar todos os meses, para poder pelo menos fazer uma comprinha a prestação!
Nesse tempo meu orkut lotou o perfil com 1000 contatos, mas as pessoas só queriam saber do que eu postava, das novidades que eu deixava lá em termos de ideias e facilidades para seu trabalho. Financeiramente nunca foi o que eu esperei ou planejei e vivi aquela situação chata de recusar a entrada de novas pessoas, ou excluir quem estava lá, quando então, apareceu a idéia do blog.
O blog seria o espaço ideal para a divulgação do meu trabalho visto que eu poderia ter um numero ilimitado de seguidores (não só 1000 como no orkut) e poderia postar atividades e propagandas e abri o blog na expectativa das mesmas 1000 pessoas que queriam espaço no orkut, me acompanharem no blog. O que também não aconteceu!
Embora atualmente eu tenha uma visitação diária na faixa de 3 a 5000 pessoas. Essas passam, pegam e nada deixam. Nem sequer um MUITO OBRIGADO na caixa de recado elas deixam.
A criação dos cd's de arquivos do blog, foi outra tentativa de conseguir renda, que também, tem se mostrado, frustrada! Das mais de 3.000 visitas que o anuncio teve nos últimos 30 dias, houveram 10 vendas! E dessas vendas, 3 pessoas fizeram a compra, clicando em comprar, e não fizeram o pagamento! Ainda passaram para brincar no meu anuncio!!!!!!!!
Veja: o que seria 15 reais para uma professora que visita o blog regularmente e baixa atividades gratuitamente? Comprar o cd do blog não seria apenas uma forma de facilitar o seu trabalho tendo organizadas 1000 atividades num cd, mas seria também uma forma de colaborar com a manutenção do meu trabalho, porque diga-se de passagem, nem relógio trabalha de graça!Mas...
eu não estou cobrando nada, porque atualmente, já perdi a motivação que tinha!
Estou simplesmente explicando e contando o que tenho pensado!!!!!
..ah, mas sugestões de postagens muitas se lembram de deixar nos meus emails!!!!!!
Ou até pedidos do que não encontraram aqui! Daí se lembram!!!!!
Esse tipo de situação tem me deixando muito chateada, e já há algum tempo,porque na verdade, vejo que meu trabalho não tem o menor valor!
Que as pessoas, não digo todas, mas que há pessoas que me tratam como uma empregada: "preciso de atividades de... urgente!" É com essa delicadeza que me escrevem rsrss
E quem se lembra que eu também sou uma pessoa e que também gostaria de uma remuneração pelo serviço que realizo????
Que professora vai trabalhar todos os dias se não tiver a certeza do pagamento no final do mês????
Mas eu sempre estive aqui todos os dias fazendo postagens no blog!
Mas, meu trabalho não teve valor.
Comecei a vender os produtos que minha mãe confecciona anunciando aqui no blog, mas também não tive retorno. Também não tive retorno com os livros que estive vendendo por menos da metade do preço de uma coleção nova. Enfim, onde conseguir $$$?
Foi aí que conheci o STC! Por indicação de uma conhecida eu entrei, estou formando a minha rede de negócios, e agora sim, eu estou conseguindo ter a fonte de renda que eu queria. E que na verdade todos precisam! Estou agora, investindo meu tempo em algo que me trará retorno financeiro! Dinheiro certo!
E que eu gostaria muito de ter tido com o blog mas infelizmente não tive.
Sinceramente, as propagandas estão aqui, mas não me ajudam em nada!
Pois quem ve o blog não compra o que eu vendo!
Da mesma forma o blog está aqui e também não me ajuda em nada!
Porque não tenho retorno financeiro com ele!
Já que a situação foi levantada, é tempo de tomar decisões. Que eu nao estava pensando também por falta de tempo, visto que meus dias tem sido curtos para realizar as atividades que realizo atualmente.
Por isso, deixarei o blog aqui quietinho por uns dias, até que eu resolva o que será dele...
Se voce chegou com a leitura até o final, obrigada por ouvir meu desabafo.Eu estava precisando mesmo colocar para fora rsrrss.
Não tive a intenção de ofender ninguém, apenas contei fatos de minha vida que mudaram a minha trajetória e a maneira de encarar as coisas.
abraços
Juliana
obancodeatividades@gmail.com
obancodeatividades@hotmail.com
Para voce que não conhece a historia do banco de atividades.
Vou contar e explicar um pouco do que estou vivendo hoje.
O banco de atividades surgiu no dia 17 de fevereiro de 2008. Foi eu que criei. Que pensei nele, como uma segunda fonte de renda, para complementar meus rendimentos e me tirar do sufoco financeiro que eu estava vivendo naquela época.
Pois bem, o formato original era o seguinte: abri um orkut, as pessoas iam me add, eu fiz albuns mostrando os conteudos e atividades que eu tinha disponiveis e as pessoas faziam pedidos de atividades por email. O que elas precisavam eu enviava por email. A cobrança não era antecipada, eu enviava 50 atividades para a pessoa, e se ela quisesse receber mais, faria o pagamento por elas, no valor de 5 reais e habilitava sua conta para receber mais 50 atividades, então faria o pagamento novamente e assim sucessivamente.
Nessa época eu trabalhava dois turnos em uma escola municipal, e quando chegava a noite em casa, meu email estava lotado de pedidos e trabalho a ser realizado.
Cheguei a ter mais de 400 clientes cadastrados recebendo atividades. Mas...
na hora de pagar...ou melhor dizendo: na hora de contribuir com quem estava contribuindo com o seu trabalho...as pessoas foram sumiiiiinnnnnddddoooooo.Desaparecendo! Literalmente!
Então mudei a idéia e comecei a comercializar as atividades em CD's. Consegui sim algumas boas clientes, que acompanhavam minhas produ ções, e colaboravam com o meu trabalho, mas, não o suficiente para manter uma renda razoável que compensasse todo o trabalho que eu tinha na época.
Foi nesse meio tempo que nasceu minha filha, eu me mudei de cidade e deixei meus dois padrões de professora e fiquei só em casa com a minha filha para vê-la crescer. Mas, voce sabe que depender de marido para comprar uma calcinha não é fácil e eu depositei nesse trabalho, meu empenho para ter sim uma fonte de renda razoável, nada que me garantisse um carro novo ou uma viagem ao exterior, mas algo que eu pudesse contar todos os meses, para poder pelo menos fazer uma comprinha a prestação!
Nesse tempo meu orkut lotou o perfil com 1000 contatos, mas as pessoas só queriam saber do que eu postava, das novidades que eu deixava lá em termos de ideias e facilidades para seu trabalho. Financeiramente nunca foi o que eu esperei ou planejei e vivi aquela situação chata de recusar a entrada de novas pessoas, ou excluir quem estava lá, quando então, apareceu a idéia do blog.
O blog seria o espaço ideal para a divulgação do meu trabalho visto que eu poderia ter um numero ilimitado de seguidores (não só 1000 como no orkut) e poderia postar atividades e propagandas e abri o blog na expectativa das mesmas 1000 pessoas que queriam espaço no orkut, me acompanharem no blog. O que também não aconteceu!
Embora atualmente eu tenha uma visitação diária na faixa de 3 a 5000 pessoas. Essas passam, pegam e nada deixam. Nem sequer um MUITO OBRIGADO na caixa de recado elas deixam.
A criação dos cd's de arquivos do blog, foi outra tentativa de conseguir renda, que também, tem se mostrado, frustrada! Das mais de 3.000 visitas que o anuncio teve nos últimos 30 dias, houveram 10 vendas! E dessas vendas, 3 pessoas fizeram a compra, clicando em comprar, e não fizeram o pagamento! Ainda passaram para brincar no meu anuncio!!!!!!!!
Veja: o que seria 15 reais para uma professora que visita o blog regularmente e baixa atividades gratuitamente? Comprar o cd do blog não seria apenas uma forma de facilitar o seu trabalho tendo organizadas 1000 atividades num cd, mas seria também uma forma de colaborar com a manutenção do meu trabalho, porque diga-se de passagem, nem relógio trabalha de graça!Mas...
eu não estou cobrando nada, porque atualmente, já perdi a motivação que tinha!
Estou simplesmente explicando e contando o que tenho pensado!!!!!
..ah, mas sugestões de postagens muitas se lembram de deixar nos meus emails!!!!!!
Ou até pedidos do que não encontraram aqui! Daí se lembram!!!!!
Esse tipo de situação tem me deixando muito chateada, e já há algum tempo,porque na verdade, vejo que meu trabalho não tem o menor valor!
Que as pessoas, não digo todas, mas que há pessoas que me tratam como uma empregada: "preciso de atividades de... urgente!" É com essa delicadeza que me escrevem rsrss
E quem se lembra que eu também sou uma pessoa e que também gostaria de uma remuneração pelo serviço que realizo????
Que professora vai trabalhar todos os dias se não tiver a certeza do pagamento no final do mês????
Mas eu sempre estive aqui todos os dias fazendo postagens no blog!
Mas, meu trabalho não teve valor.
Comecei a vender os produtos que minha mãe confecciona anunciando aqui no blog, mas também não tive retorno. Também não tive retorno com os livros que estive vendendo por menos da metade do preço de uma coleção nova. Enfim, onde conseguir $$$?
Foi aí que conheci o STC! Por indicação de uma conhecida eu entrei, estou formando a minha rede de negócios, e agora sim, eu estou conseguindo ter a fonte de renda que eu queria. E que na verdade todos precisam! Estou agora, investindo meu tempo em algo que me trará retorno financeiro! Dinheiro certo!
E que eu gostaria muito de ter tido com o blog mas infelizmente não tive.
Sinceramente, as propagandas estão aqui, mas não me ajudam em nada!
Pois quem ve o blog não compra o que eu vendo!
Da mesma forma o blog está aqui e também não me ajuda em nada!
Porque não tenho retorno financeiro com ele!
Já que a situação foi levantada, é tempo de tomar decisões. Que eu nao estava pensando também por falta de tempo, visto que meus dias tem sido curtos para realizar as atividades que realizo atualmente.
Por isso, deixarei o blog aqui quietinho por uns dias, até que eu resolva o que será dele...
Se voce chegou com a leitura até o final, obrigada por ouvir meu desabafo.Eu estava precisando mesmo colocar para fora rsrrss.
Não tive a intenção de ofender ninguém, apenas contei fatos de minha vida que mudaram a minha trajetória e a maneira de encarar as coisas.
abraços
Juliana
obancodeatividades@gmail.com
obancodeatividades@hotmail.com
Páscoa- produção de texto simples
Produção de texto bem simples para essa semana de Páscoa onde já se está havendo tantas comemorações na escola e não se terá tanto tempo de trabalho efetivo com os conteudos programáticos:
Texto Uma historia de Pascoa
Uma história de Páscoa
Narrador – Quando vai chegando a Páscoa, as crianças vão pensando em ovos de chocolate, bombons...
Grupo de crianças faz uma rodinha falando: Queremos ovinhos! Queremos ovinhos!
Narrador – Mas o que ninguém sabe é que os coelhinhos começam a pensar em cenouras coloridas, nessa época.
Grupo de coelhos pulando: Queremos cenoura! Queremos cenoura!
Narrador – Joãozinho era um menino muito esperto e vivia perguntando ao papai:
Joãozinho – Eu vou ganhar muitos ovinhos?
Papai – Claro que sim, Joãozinho.
Narrador – E lá no fundo do bosque o coelho Dudu também vivia perguntando ao papai.
Dudu – Eu vou ganhar muitas cenourinhas?
Papai coelho – Claro que sim, Dudu.
Narrador – No domingo de Páscoa Joãozinho pulou da cama bem cedo, escovou os dentes, tomou café da manhã e rapidinho foi para o jardim procurar os ovos de chocolate que o coelhinho trouxe para ele. Procurou, procurou, procurou e não achou nada.
Enquanto isso, lá no bosque, Dudu também acordou bem cedo, se espreguiçou, escovou seus dentes de coelho, tomou seu café da manhã e foi procurar as cenourinhas que o menino de Páscoa havia deixado pra ele. Procurou, procurou, procurou e nada. Até que de repente os dois se encontraram. E ficaram muito felizes. O menino corria pelo jardim atrás do coelho e o coelho corria no jardim atrás do menino. Os dois se abraçaram e o menino disse:
Joãozinho – Bom dia coelho!
Dudu – Bom dia menino!
Narrador – O menino perguntou pro coelho:
Joãozinho – Ué, você não trouxe os ovos?
Narrador – E o coelho falou pro menino:
Dudu – Ué, você não trouxe as cenouras?
Narrador – E os dois ficaram tristes, indo cada um pra sua casa. Joãozinho chegou em casa, sentou-se no chão e ficou pensativo. Seu pai, vendo aquela tristeza, perguntou:
Papai – O que aconteceu?
Narrador – E o menino contou tudo o que tinha acontecido e no final falou assim:
Joãozinho – Eu fiquei com pena do coelhinho. Ele queria umas cenouras coloridas.
Papai – Vamos dar um jeito.
Narrador – Enquanto isso na casa do Dudu, o papai coelho queria saber porque ele estava triste. Dudu contou tudo o que aconteceu para o papai e falou assim:
Dudu – Eu fiquei com pena do menino. Ele queria uns ovinhos de chocolate.
Papai coelho – Vamos dar um jeito.
Então os papais voltaram com cestas cheias. O do Joãozinho voltou com uma cesta cheia de cenouras coloridas e o do Dudu com uma cesta cheia de ovos de chocolate. Joãozinho foi até o jardim e começou a esconder os ovinhos. Tudo com muito cuidado para o coelhinho não ver. Ia ser uma surpresa. Do outro lado do jardim, Dudu escondia os ovos de chocolate, também com muito cuidado para o menino não ver. Ia ser uma surpresa. Eles voltavam pra casa um pouco alegres e um pouco tristes. Um pouco tristes porque não ganharam nada e um pouco alegres porque iam fazer um amigo feliz.. E foi no caminho de volta que viram algo diferente. Primeiro o Joãozinho encontrou.
Joãozinho – Oba! Ovos de chocolate!!
Narrador – Depois foi o Dudu.
Dudu – Oba! Cenourinhas coloridas!
Narrador – Os dois ficaram muito felizes e tiveram uma excelente Páscoa.
Narrador – Quando vai chegando a Páscoa, as crianças vão pensando em ovos de chocolate, bombons...
Grupo de crianças faz uma rodinha falando: Queremos ovinhos! Queremos ovinhos!
Narrador – Mas o que ninguém sabe é que os coelhinhos começam a pensar em cenouras coloridas, nessa época.
Grupo de coelhos pulando: Queremos cenoura! Queremos cenoura!
Narrador – Joãozinho era um menino muito esperto e vivia perguntando ao papai:
Joãozinho – Eu vou ganhar muitos ovinhos?
Papai – Claro que sim, Joãozinho.
Narrador – E lá no fundo do bosque o coelho Dudu também vivia perguntando ao papai.
Dudu – Eu vou ganhar muitas cenourinhas?
Papai coelho – Claro que sim, Dudu.
Narrador – No domingo de Páscoa Joãozinho pulou da cama bem cedo, escovou os dentes, tomou café da manhã e rapidinho foi para o jardim procurar os ovos de chocolate que o coelhinho trouxe para ele. Procurou, procurou, procurou e não achou nada.
Enquanto isso, lá no bosque, Dudu também acordou bem cedo, se espreguiçou, escovou seus dentes de coelho, tomou seu café da manhã e foi procurar as cenourinhas que o menino de Páscoa havia deixado pra ele. Procurou, procurou, procurou e nada. Até que de repente os dois se encontraram. E ficaram muito felizes. O menino corria pelo jardim atrás do coelho e o coelho corria no jardim atrás do menino. Os dois se abraçaram e o menino disse:
Joãozinho – Bom dia coelho!
Dudu – Bom dia menino!
Narrador – O menino perguntou pro coelho:
Joãozinho – Ué, você não trouxe os ovos?
Narrador – E o coelho falou pro menino:
Dudu – Ué, você não trouxe as cenouras?
Narrador – E os dois ficaram tristes, indo cada um pra sua casa. Joãozinho chegou em casa, sentou-se no chão e ficou pensativo. Seu pai, vendo aquela tristeza, perguntou:
Papai – O que aconteceu?
Narrador – E o menino contou tudo o que tinha acontecido e no final falou assim:
Joãozinho – Eu fiquei com pena do coelhinho. Ele queria umas cenouras coloridas.
Papai – Vamos dar um jeito.
Narrador – Enquanto isso na casa do Dudu, o papai coelho queria saber porque ele estava triste. Dudu contou tudo o que aconteceu para o papai e falou assim:
Dudu – Eu fiquei com pena do menino. Ele queria uns ovinhos de chocolate.
Papai coelho – Vamos dar um jeito.
Então os papais voltaram com cestas cheias. O do Joãozinho voltou com uma cesta cheia de cenouras coloridas e o do Dudu com uma cesta cheia de ovos de chocolate. Joãozinho foi até o jardim e começou a esconder os ovinhos. Tudo com muito cuidado para o coelhinho não ver. Ia ser uma surpresa. Do outro lado do jardim, Dudu escondia os ovos de chocolate, também com muito cuidado para o menino não ver. Ia ser uma surpresa. Eles voltavam pra casa um pouco alegres e um pouco tristes. Um pouco tristes porque não ganharam nada e um pouco alegres porque iam fazer um amigo feliz.. E foi no caminho de volta que viram algo diferente. Primeiro o Joãozinho encontrou.
Joãozinho – Oba! Ovos de chocolate!!
Narrador – Depois foi o Dudu.
Dudu – Oba! Cenourinhas coloridas!
Narrador – Os dois ficaram muito felizes e tiveram uma excelente Páscoa.
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