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Plano de aula som e movimento

Ano


4º e 5º


Introdução


A dança inserida no meio escolar deve ser concebida como forma de articulação e construção de conhecimento, com seus objetivos e conteúdos específicos. Objetivos estes relacionados à formação mais integrada do aluno, desenvolvendo o corpo e o movimento de maneira expressiva, comunicativa e criativa. Na contramão de uma série de exercícios espontaneístas ou somente lúdicos, ou ao aprendizado de um “estilo”/código de dança específico, a visão de dança proposta refere-se à um trabalho consciente e criativo que oriente o aluno a conhecer seu corpo, explorar e desenvolver seu movimento, interagindo com o outro, o espaço da escola e outras linguagens artísticas e/ou conteúdos de outras áreas. Um processo de construção de conhecimento e criação constante.






Levar em conta os limites físicos dos alunos, valorizar e estimular sua movimentação particular, acolher diferenças e trabalhar com elas na dinâmica da aula é fundamental para o desenvolvimento do potencial criativo e expressivo do aluno em dança. Certo e errado são então relativizados, se o objetivo não é a reprodução de uma coreografia com passos ensinados pelo professor, mas sim uma construção conjunta em que a dança/coreografia é resultado do um processo de aprendizagem vivenciado.






A sala de aula, com espaço livre e se possível um chão adequado (madeira/quente), e a organização deste espaço são essenciais para o bom andamento da aula. Isto inclui a definição de um espaço específico para colocar os sapatos e outros combinados de utilização da sala que podem ser decididos conjuntamente com os alunos.






Conteúdos


- Som e movimento


- A relação entre som e movimento é intrínseca ao ser humano. Na criança, esta relação acontece de forma direta. Na dança, a relação com a música também é muito presente e, pode ser trabalhada de diferentes maneiras. Dissociá-la é uma boa forma de perceber e abrir a possibilidade de novas relações entre som/música e movimento.






Objetivos


- Estabelecer diferentes maneiras de relacionar som e movimento


- Perceber e conhecer o que é ritmo interno e externo


- Possibilitar o contato com diferentes sonoridades mecânicas(músicas gravadas) ou criadas pelos próprios alunos


- Possibilitar um processo de criação de pequenas sequências coreográficas




Tempo estimado


02 aulas de 50 min/01 h






Materiais necessários


- Sala ampla para realização de atividade corporal


- Aparelho de som – CD


- Seleção de diferentes sonoridades: músicas de rítmos diferentes, sons diversos. Pode-se solicitar material dos alunos: pedir para eles selecionarem e trazerem músicas que gostem, não necessariamente de dançar.






Desenvolvimento das atividades






Aula 1


- Organize uma roda para iniciar a aula e explique para os alunos a proposta da atividade. Ressalte a importância de ouvir: o sons, a música, o professor; de ver: o espaço, o movimento dos outros colegas; de criar: não importa se o movimento é “feio ou bonito”, “esquisito e/ou engraçado”. O importante é investigar seus movimentos utilizado todas as partes do corpo.






Atividade 1


- Inicie aquecendo o corpo em roda, começando pela respiração abdominal e, pedindo para cada um observar o tempo de sua respiração e o som ou silêncio. Siga o aquecimento pedindo para cada um realizar um movimento que aqueça, e todos repetem Sem música, cada um no seu tempo.






O professor pode ao longo deste aquecimento propor mudanças de velocidade, isto é: fazer este mesmo movimento mais rápido, mais lento, muito mais rápido, etc.






Atividade 2


- Introduza o jogo: os alunos, espalhados pela sala, começarão a se mover a partir do estímulo sonoro, no caso, musical. Quando acaba o som, cessa o movimento e permanecem em pausa atá começar outro som.






Coloque então diferentes músicas (8/10), com tempos e sonoridades contrastantes para que os alunos tenham experiências diversas. Os alunos podem num primeiro momento fechar os olhos para ouvir a música e deixar o corpo responder a este estímulo.






Ao final deste jogo estimule uma reflexão conjunta:Músicas diferentes faz com que nos movimentemos de maneira diferente? Qual música estimulou mais o movimento? Por que? Existe um consenso?






É importante que os alunos se escutem neste momento. A dança é um fazer/pensar constante.










Atividade 3


- Separe os alunos em duplas: um aluno emite sons enquanto que o outro responde imediatamente com o corpo/movimento ao som proposto. Como se fosse um “boneco movido ao som”






Os dois são criativos neste caso, quem faz o som e quem, responde. Inverta os papéis e repita o exercício formando novas duplas. O professor pode exemplificar fazendo sons diferentes para estimular os alunos: sons estridentes, sons relaxantes, sons calmos, sons aflitivos...






Avaliação


Ao final do exercício retorne a roda inicial para fechar a aula, propondo nova reflexão: Existiram dificuldades? Quais? Qual a preferência: fazer o som ou ser o boneco? Foi diferente fazer com uma dupla e com outra? O que foi diferente? Peça alguns exemplos de sons que geraram movimentos “interessante/esquisitos/engraçados/legais.”


Termine com a respiração do início.






É importante que o professor observe os alunos durante todo o tempo, intervindo sempre que achar necessário: estimulando, dando apoio técnico (indicado faltas e/ou outros caminhos), percebendo dificuldades,






Aula 2






Atividade 1


- Retome o aquecimento da aula anterior: em roda, respiração e cada um propondo um movimento, acrescentando que cada movimento seja realizado acompanhado de um som, que combine com ele. A “música” daquele movimento.






Atividade 2 - Dançando nomes


- Peça para que cada um pense em seu próprio nome ou como gosta de ser chamado, observando o som de seu nome: é cheio, vazio, fino, grosso, agudo, grave, reto, curvo...como cada um definiria?






Após este pensar (rápido), cada um cria um movimento para seu nome. Podem ser que o nome peça mais de um (01) movimento. Assim, o nome (sonoridade e tempo) é a “música” para o movimento.






Cada um apresenta na roda seu movimento falando seu nome e todo o restante da turma repete, (fazendo o movimento e falando o nome). Isto acorre com todos os alunos seguidamente.






Depois de todos terem apresentado, acontece mais uma rodada, mas em silêncio: repete-se só os movimentos, na mesma ordem/sentido. Se houver esquecimento, o aluno “dono” do movimento/nome, ajuda.










Atividade 3 - Criação em grupo


- Forme grupos de 03 ou 04 crianças. Escolha ou permita que eles escolham. Muitas vezes a escolha do professor permite que haja maior diversidade de movimentos.






Peça que eles organizem seus movimentos/nomes em forma de uma sequência com início, meio e fim, criando movimentos de transição entre um nome e outro, se necessário, decidindo qual é a melhor ordem: qual movimento vem primeiro, por exemplo. Pode-se nesta composição repetir movimentos e fazer pequenas modificações se desejarem.






Decidam também qual será a organização no espaço: todos de frente em linha? Em círculo?Um de frente dois de costas??






Atividade 4 - Produto final - Apreciação


Após todos terminarem - tempo estipulado pelo professor – os alunos decidem qual será a frente para a apresentação das sequências e já se organizam para poder assistir, compartilhar as criações dos outros colegas e apresentar as próprias.






Neste momento o professor (junto com os alunos ou sem) pode levantar critérios de observação: A sequência teve início, meio e fim? Todos conheciam o que estavam fazendo? Havia concentração?






Estes critérios são importantes para estabelecer comparações saudáveis e avaliar se o trabalho atingiu seu objetivo. Desta forma, não fica restrito a julgamentos ou achismos, mas auxilia os alunos a prenderem a falar sobre suas criações e de seus colegas, estimulando o respeito mútuo e, gerando debate/conhecimento que podem ser relacionados em futuros exercícios de composição.






Cada grupo apresenta seu produto final/criação.






Opção


Nesta apresentação o professor pode propor alguma música de pulso regular e bem nítido para apresentar as sequências e decidir com os grupos se querem apresentar com ou sem música. Pode também realizar a presentação duas vezes: com e sem música para que os alunos comentem a diferença estimulando a reflexão sobre a utilização de uma música inserida após a criação da movimentação.






Avaliação


A avaliação é processual e ocorre a cada discussão/reflexão realizada, no fechamento da aula ou nos momentos de apreciação. O levantamento de critérios para observação (conjunto ou pelo professor) e a clareza da proposta/objetivo bem como a explicitação do conteúdo a ser trabalhado criam parâmetros de observação para o professor avaliar formalmente, se necessário, e referenciais para que o aluno se aproprie de seu processo de aprendizado.






O importante neste caso, é que o professor não emita julgamentos de valor, o que pode reprimir a criação e expressão do aluno, valorize a criação pessoal e o processo do grupo, apontando falhas que possam ocorrer e indicando cominhos possíveis.






No trabalho proposto o professor pode levantar questões como:


- É necessário ter música para criar uma dança?


- O que eu (aluno) aprendi nestas duas aulas? Com relação ao corpo? Ao movimento? Ao trabalho em grupo?


- Quais foram minhas maiores dificuldades?


- O que eu poderia melhorar


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Cidadania- textos e atividades

CIDADANIA


Vamos procurar no dicionário o que significa a palavra CIDADANIA

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O que é cidadão?............................................................................................................................

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MANDAMENTOS CÍVICOS

1. Honra a Deus amando a Pátria sobre todas as coisas, pois Deus nos deu por berço esta Terra com tudo o que nela existe de esplendor no céu e de beleza e de fartura na terra (ecologia).

2. Considera a Bandeira como a imagem viva da Pátria, prestando-lhe o culto do teu amor e servindo-a com todas as forças do seu coração (religiosidade).

3. Honra a Pátria no passado, sobre os túmulos dos heróis, glorifica-a no presente: com a virtude e o trabalho, impulsiona-a para o futuro: com a força e a dedicação, que é a força da fé. ( estudo e trabalho).

4. Instrui-te para que possas andar por teu passo na vida e transmita a teus filhos a instrução que dote que não se gasta, direito que não se perde, liberdade que se não limita (educação).

5. Pugna pelos direitos que te confere a lei, respeitando-a em todos os seus princípios, porque da obediência que se lhe presta a Ordem, que é a Força sua vê que mantém os homens em harmonia (Lei dos direitos e deveres).

6. Ouve e obedece aos teus superiores, porque sem disciplina não pode haver equilíbrio. Quando sentires o tentador, refugia-te no trabalho, como quem se defende do demônio na fortaleza do altar (disciplina e ordem).

7. Previne-te na mocidade, economizando para a velhice, que assim prepararás de dia a lâmpada que te ilumina a noite (instrução e educação).

8. Acolhe o hóspede com agasalho oferecendo-lhe a terra, a água e o fogo, sempre porém, como senhor da casa, nem com arrogância que o afronte, nem com submissão que te humilhe, mas se serenamente sobranceiro (solidariedade).

9. Ouve aos teus, que tem interesse no que lhes é próprio reservando-te com os de fora. Quem sussurra segredos é porque não pode falar alto, e as palavras cochichadas nas trevas são sempre rebuços de idéias que se não ousam manifestar ao sol (influências / opinião própria).

10. Ama a terra em que nasceste e a qual reverterás na morte. O que por ela fizeres por ti mesmo farás que és terra, e a tua memória viverá na gratidão do que te sucederem (fazer o bem).



Estes mandamentos encerram-se em dois:



Amar a Pátria sobre todas as coisas e

Aos que conosco trabalham para engrandecê-la



Os mandamentos cívicos

(em uma nova versão)

1. preservas a natureza, pois foi Deus quem nos concedeu tanta beleza.

2. Respeita a Bandeira, como se deve respeitar a religião.

3. Estuda o passado para que possas conhecê-lo e trabalhando no presente possas construir o futuro.

4. Estude e dê oportunidade para que seus filhos possam estudar pois esse, é o seu maior bem, que ninguém poderá tirar.

5. Quem não tem instrução não poderá defender seus direitos por não conhecê-los.

6. Tenha disciplina e saiba obedecer.

7. Estude enquanto se é jovem para garantir uma velhice tranqüila.

8. Ajude o próximo.

9. Ouve seus pais e seus professores que desejam o seu bem, cuidado com os falsos amigos.

10. Faça o bem para que tua memória permaneça.



Declaração Universal dos Direitos Humanos

O direito à vida

Artigo 1º - todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, e dotados que são de razão e consciência, devem comportar-se fraternalmente uns com os outros.

Artigo 3º - todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade, e à segurança de sua pessoa. O direito à integridade da vida

Artigo 5º- ninguém será submetido a torturas, penalidades ou tratamentos cruéis desumanos ou degradantes.

O direito a vida privada e a honra

Artigo 12- ninguém será objeto de ingerências arbitrárias em sua vida privada e sua família, seu domicílio ou sua correspondência, nem de ataques às sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais ataques.



Estatuto da criança e do adolescente

Lei nº 8069/90 Brasil

Artigo 3º - a criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta lei, assegurando-se a eles, por lei ou por outros meio, todas as condições de liberdade e de dignidade.

Artigo 4º- é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

Parágrafo único: a garantia a prioridade compreende:

a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias.

b) Precedência de atendimentos nos serviços públicos ou de relevância pública.

c) Preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas.

d) Destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.

Artigo 5º- nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.

Artigo 7º- a criança e o adolescente tem direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação das políticas sociais públicas que permitam o seu nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.



Na verdade, todas essas leis que foram lidas falam sobre o quê.....................................................

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Escreva abaixo 6 coisas boas da vida de uma pessoa:

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Escreva abaixo 6 coisas ruins na vida de uma pessoa:

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As regras da boa convivência em sala de aula

 respeitar a professora;

 respeitar os colegas;

 ajudar os amigos;

 não xingar;

 ser gentil;

 ser educado;

 saber falar e ouvir;

 respeitar a opinião dos colegas

 não agredir fisicamente os amigos.



A minha vida está sendo respeitada?...............................................................................................



A vida do planeta está sendo respeitada? Por quê?........................................................................

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O que eu posso fazer para preservar o planeta?.............................................................................

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Escreva um texto falando sobre a vida:

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O que nós podemos fazer para preservar a natureza da nossa escola?

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Precisamos cuidar de nosso planeta

Hoje em dia as pessoas aparentemente estão muito preocupadas em preservar a natureza, e quando se fala em natureza, a primeira coisa que vem em nossas mentes é um lugar cheio de árvores, e muito verde, principalmente, você já parou para pensar por quê o verde é tão importante?

Pois bem, as árvores e todos os seres vivos da família dos vegetais, aqueles que nós chamamos de plantas, são as responsáveis pela fabricação e renovação do oxigênio que nós seres humanos necessitamos para respirar. Então, se as árvores e as plantas desaparecerem da face da Terra, quem é que vai produzir o oxigênio?

Além disso, as plantas são seres produtores dentro da cadeia alimentar. O que significa isso? Significa que elas produzem o seu próprio alimento, se não houvesse outros seres vivos na Terra ainda assim as plantas sobreviveriam porque elas não dependem de outros seres, muito pelo contrário, nós seres humanos e os outros animais é que precisamos das plantas. Como é que as plantas produzem seu alimento? Elas fazem isso por um processo que nós chamamos de fotossíntese: é mais ou menos o seguinte:

As plantas usam a luz do sol juntamente com o gás carbônico e mais a água e produz o oxigênio e a energia. Assim a planta se mantém viva e dá vida para os animais que as consomem.

Mas você pode pensar: eu não como árvore e nem mato, e se essas plantas acabarem eu posso comer um belo bife de boi ou um bom pedaço de galinha, ou então um belo pernil de porco, não é? Até é. Mas e o boi para se manter vivo come o quê? E a galinha come o quê? E o porco come o quê? Todos eles são consumidores primários que se alimentam de plantas, de mato, de capim, de milho e outros vegetais da natureza, e sem esses vegetais, adeus bife, adeus frango, e adeus leitão.

Por essas e outras coisas mais, você deve ajudar a preservar a natureza, e não adianta ficar fazendo discurso para tentar convencer os outros se você não mudar a si mesmo, vamos cuidar do jardim da nossa escola e de todo verde que estiver à nossa volta, assim a natureza agradecida retribuirá com frutos e flores que nos alegrarão e perpetuarão a nossa existência.



Por que as plantas são importantes no nosso planeta?

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Declaração Universal dos Direitos Humanos

artigo 25- toda pessoa tem direito a um nível de vida adequado, que lhe assegure assim como à sua família, a saúde, o bem-estar, e de modo especial, a alimentação, o vestuário, a habitação, a assistência médica e os serviços sociais necessários, tem ademais, direito aos seguros no caso de desemprego, enfermidade, invalidez, viuvez, velhice e outros casos de perda de seus meios de subsistência por circunstâncias independentes de sua vontade.

Estatuto da criança e do adolescente

Artigo 8º

Parágrafo 3º- estabelece ao poder público propiciar apoio alimentar à gestante e à nutriz que dele necessite.

Artigo 18º- é dever de todos zelar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.

Constituição da República do Brasil

Artigo 277- é dever da família, da sociedade e do estado assegurar à criança e ao adolescente com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, a liberdade, e à convivência familiar e comunitária. Além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, crueldade e opressão.



O que a sociedade de modo geral está fazendo para acabar com o problema da fome?

Despertar a sociedade para a luta contra a fome e a miséria tem sido o desafio da Ação da Cidadania, movimento articulado pelo sociólogo Herbert de Souza, Betinho.

Há três anos, o Comitê Rio da Ação da Cidadania ajuda a promover um Natal sem fome para milhares de famílias carentes do Rio de Janeiro. Em 1993, 25 mil cestas básicas foram arrecadadas. Esse número dobrou em 1994, chegando a 60 mil em 1995. Nestes três anos mais de meio milhão de pessoas tiveram o que comer no Natal.

Parceria e solidariedade foram marcas determinantes para a realização de todos esses natais, que contaram com a adesão de inúmeras empresas, escolas, meios de comunicação, etc. artistas e a sociedade em geral participaram e deram suas contribuições. A mídia teve papel importante, divulgando a campanha e dando transparência à arrecadação e a distribuição dos alimentos.



Você acredita que os direitos dos cidadãos descritos acima estão sendo respeitados? Por quê?

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As doenças da fome

A falta de alimentos ou a ausência de uma dieta alimentar equilibrada podem determinar graves conseqüências para o organismo como: desnutrição, bócio, hipovitaminose e anemia.

Desnutrição: caracteriza-se por atraso no crescimento e ganho de peso, inchação, apatia, emagrecimento e falta de apetite. Em certas partes do mundo é comum ver crianças de dois ou três anos que não andam, não engatinham e não falam por causa desta doença. Pesquisas recentes mostram que os brasileiros não consomem o mínimo de calorias necessárias ao organismo, e isso atinge 64% de todo o povo.

Entre as causas da desnutrição a principal é a pobreza.

Bócio: é causado pela falta de iodo na alimentação.

Hipovitaminose A: causa até cegueira.

Anemia: é causada pela falta de ferro na alimentação, como conseqüência, a pessoa fica fraca e pálida.

Além da falta de uma alimentação equilibrada falta muita informação para que essas e outras doenças possam ser evitadas.

Lembre-se : comer bem é comer qualidade e não quantidade.

Quais são as medidas tomadas pelo governo para o combate a fome?..........................................

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Você acha que essas medidas tem sido eficazes?...........................................................................

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O que você acha que ainda é necessário para acabar com a fome no Brasil?................................

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Você tem uma boa alimentação em sua casa? O que você costuma comer?..................................

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Como é a merenda de sua escola e como você gostaria que ela fosse?.........................................

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Declaração Universal dos Direitos Humanos

Artigo 25- Toda pessoa tem direito a um nível de vida adequado que lhe assegure, assim como à sua família, a saúde e o bem-estar e, de modo geral e especial, a alimentação, o vestuário, a habitação, a assistência médica e aos serviços sociais necessários; tem ademais, direito aos seguros em caso de desemprego, enfermidade, invalidez, viuvez e outros casos de perda de seus meios de subsistência por circunstâncias independentes de sua vontade.

Estatuto da Criança e do Adolescente

Lei nº 069/90 Brasil

Artigo 7º - A criança e o adolescente têm o direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o seu nascimento e desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.

Artigo 11- é assegurado atendimento médico à criança e ao adolescente através do Sistema Único de Saúde. Garantido o acesso universal e igualitário às ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde.

Parágrafo 1º - criança e adolescente portadores de deficiência receberão atendimento especializado.

Parágrafo 2º- incumbe ao poder público fornecer gratuitamente àqueles que necessitarem os medicamentos, próteses e outros recursos relativos ao tratamento, habilitação e reabilitação.

Constituição da República Federativa do Brasil – 1988

Artigo 196- a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantindo mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

Você acredita que todos esses direitos do cidadão estão sendo colocados em prática?.................

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Quais direitos ainda não existem na prática e por quê?...................................................................

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O que é saúde?

A saúde é, assim entendida como direito do homem. Em se tratando de um direito, cabe ao estado zelar por ele e se empenhar para que os cidadãos possam desfrutá-lo. Aos governos cabe, pois, proporcionar as necessárias boas condições de sobrevivência à população, ou seja, elevar o seu padrão de vida.

Nesse contexto, o conceito de saúde se amplia e engloba muito mais do que a simples ausência de moléstias. Na definição da OMS, saúde é “o estado de completo bem-estar físico, mental, social não significando apenas ausência de doença”. A partir daí, podemos ponderar que a saúde, para ser mantida, não depende apenas de médicos e hospitais mas de toda uma estrutura que garanta alimentação adequada, habitação, vestuário, transporte, lazer, educação, bom ambiente de trabalho, segurança, salários suficientes para cobrir o custo de vida e hoje, a preservação do ambiente, cuja deteriorização crescente tantos danos tem causado ao homem. Em outras palavras, saúde implica desenvolvimento.

A saúde é como dissemos, um direito do cidadão. Cabe ao Estado proporcionar a ele este direito. No Brasil, porém não se pode dizer que a proposta da ONU esteja sendo cumprida.

O brasileiro ainda não possui direitos à saúde. Que o digam não só a enorme miséria observada em várias partes do país, mas também a desigualdade de padrões de vida, as deficiências físicas e mentais de crianças cujas mães não receberam assistência nutricional e médica durante a gravidez, a ausência de saneamento básico, a disparidade entre salários, a falta de assistência à velhice, a precariedade das campanhas de imunização, as deficiências do sistema médico – hospitalar, as longas filas para o atendimento médico, a falta de recursos da população para comprar remédios, a crise habitacional e muitos outros problemas.

O lixo e as doenças

Muitas doenças podem estar associadas à forma como o lixo está depositado no ambiente, pois ele é o alimento, fonte de água e abrigo para uma infinidade de organismos nocivos à saúde humana. O serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos, identificou cerca de 22 doenças humanas que podem estar associadas ao lixo sólido, principalmente aos dejetos humanos.

Algumas doenças associadas ao lixo:

- febre tifóide: doença infecciosa provocada por bactéria que se multiplica no intestino.

- Cólera: doença infecciosa aguda provocada por bactéria geralmente epidêmica caracterizada por vômitos e diarréia.

- Desinteria: infecção intestinal provocada por diferentes tipos de microorganismos patogênicos.

- Antraz: infecção estafilocócica da pele, formada da reunião de muitos furúnculos que se alastra pelo tecido subcutâneo.

- Peste bubônica? Doença infecciosa e contagiosa provocada por uma bactéria que é transmitida ao homem pela pulga do rato.

- Tracoma: conjuntivite causada por um vírus.

- Triquinose: infecção parasitária do homem transmitida pela carne do porco quando o animal é alimentado com lixo não esterilizado.

O lixo e o ambiente

No ambiente o lixo pode causar vários danos à qualidade das águas, do solo, do ar, por diferentes tipos de poluição.

- água: a disposição inadequada do lixo pode contaminar rios e lagos. O chorume, líquido que emana da decomposição do lixo, é um dos principais poluentes.

- Solo: o lixo pode alterar as características físicas, químicas e biológicas dele.

- Ar: a queima do lixo libera fumaça tóxica nociva á saúde humana.

- Visual: o lixo tem um aspecto considerado desagradável, além do odor: ele modifica características estéticas da paisagem e introduz uma fauna desagradável: moscas, baratas, ratos e urubus;

- Sonora: o trabalho de coleta, disposição e tratamento do lixo envolve transporte por caminhões e um maquinário para tratamento que produz ruídos desagradáveis.

Saneamento básico

O saneamento tem por fim, tornar o nosso ambiente são, respirável e habitável.

Fazem parte do saneamento básico:

- abastecimento de água

- a coleta de lixo

- a rede de esgotos

O abastecimento de água de uma cidade cuida do tratamento de água, tornando-a própria para ser consumida.

A coleta de lixo cuida da retirada do lixo da cidade. Para evitar a contaminação da água e do solo pelo lixo devemos:

- tampar as latas de lixo, para evitar moscas;

- coleta de lixo em sacos plásticos;

- enterrar ou queimar o lixo quando ele não é recolhido.

A rede de esgotos evita que o solo, as águas da superfície da terra e o lençol d’água subterrâneo fiquem contaminados. Quando não houver redes de esgotos na casa, devem-se construir fossas ou provadas em terrenos mais baixos.

Higiene

Para gozar de boa saúde deve-se:

- lavar as mãos antes das refeições;

- escovar os dentes ao deitar, e depois de cada refeição;

- manter as unhas limpas e os cabelos penteados;

- andar calçado e com roupas limpas;

- dormir em quarto arejado.

Higiene mental

- praticar esportes;

- ler bons livros;

- estudar com capricho.

Higiene social

Para viver bem com as outras pessoas deve-se:

- ser alegre;

- ser amigo;

- colaborar com o próximo;

- obedecer os mais velhos;

- zelar pelo patrimônio.

Além disso, respeitar os direitos dos outros.

Higiene dos alimentos

-devem ser guardados em lugares frescos;

- devem ser cobertos, a fim de serem protegidos das moscas e da poeira;

- as carnes devem ser bem cozidas ou fritas;

- as frutas e legumes devem ser bem lavados antes de serem consumidos.

Higiene da alimentação

Comer bem não quer dizer comer muito ou comer só as coisas que gostamos.

Comer bem é comer as substâncias necessárias ao organismo.

Para que o organismo aproveite bem os alimentos, devemos:

- lavar as mãos antes das refeições;

- alimentar-se nas horas certos;

- comer devagar e mastigar bem os alimentos;

- comer muitas verduras, legumes e frutas;

- tomar leite e comer carne;

- evitar alimentos muito temperados e apimentados;

- só tomar água fervida ou filtrada;

- não abusar de doces e refrigerantes.

Por que é importante viver num ambiente saudável?.......................................................................

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O esporte e a saúde

Por que o esporte não combina com as drogas?..............................................................................

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Qual é a importância da natureza na nossa vida?............................................................................

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Como tem sido a relação entre as pessoas e o ambiente no Parque Saint Hilaire Lange?.............

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O meio ambiente e o patrimônio comunitário

Você tem direito a um meio ambiente saudável, sem poluição de qualquer natureza. Matas, ar, rios, lagos, mares e animais silvestres necessários ao ecossistema e ao equilíbrio ecológico são bens preservados para uma vida pura e limpa.

Você pode defender, perante as comunidades, o poder público, a justiça, todos os patrimônios sociais, mesmo se estiverem sob domínio particular.

Você deve denunciar atos de destruição ao meio ambiente quando souber da existência deles. Nos estados e municípios existem instituições de proteção ao meio ambiente como as Secretarias do Meio Ambiente que funciona nos estados por meio do IBAMA para receber denúncias e sugestões dos cidadãos quando ocorrerem agressões aos recursos da natureza. O patrimônio comunitário, colocado à disposição dos cidadãos, é composto pelos recursos turísticos, paisagísticos, praças, parques, praias, corredeiras, cachoeiras, lagos, monumentos históricos e culturais, museus e todos os lugares que lembram a nossa história. Você tem direito a usufruir de todos esses bens.

É importante lembrar porém que, por ser um bem de todos, as coisas devem acima de todas as coisas ser preservadas. Assim, você mostra ser um cidadão e uma pessoa com boa educação.

Constituição da República Federativa do Brasil, 1988

Artigo 225- todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

Cadeia Alimentar

Nos ecossistemas existe uma relação de dependência entre os seres vivos que o compõe, isto é, cada um ocupa um papel e um espaço, mas um depende do outro para se alimentar ou para se manter vivo nesse ecossistema. Nesta teia complicada da vida existem os seres que produzem o seu próprio alimento, os vegetais utilizam-se da luz solar e gás carbônico e produzem seu alimento, oxigênio e crescendo fortes servem de alimentos para outros animais que por sua vez servem de alimento para outros animais. Quando um ser desta cadeia entra em extinção começa a existir um desequilíbrio ecológico, o que afeta profundamente a vida humana de um modo ou de outro. Por isso, sabendo que precisamos respeitar o direito dos outros é bom também lembrar que devemos respeitar o direito de a natureza crescer e se manter em perfeito funcionamento sem a interferência humana, pois só assim, um dia poderemos dizer que o futuro será belo, pois se o homem não parar com sua destruição não haverá mundo para seus filhos e netos que certamente nem chegarão a conhecer esse mundo da forma como nós o conhecemos.

Por que devemos preservar a natureza?..........................................................................................

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A natureza do Parque Saint Hilaire Lange tem sido preservada?.....................................................

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Declaração Universal dos Direitos Humanos

Artigo 13- toda pessoa tem direito de circular livremente e de escolher sua residência no território de um país. Toda pessoa tem direito de sair de qualquer país, inclusive do próprio país, e a regressar ao seu país.

Artigo 17- toda pessoa tem direito à propriedade, individual ou coletivamente. Ninguém será privado arbitrariamente de sua propriedade.

Artigo 22- toda pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social, e a obter, por meio do esforço nacional e da cooperação internacional, a devida conta da organização e dos recursos de cada Estado, à satisfação dos direitos econômicos, sociais e culturais, indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento de sua personalidade.

Artigo 25- toda pessoa tem direito a um nível de vida adequado que lhe assegure, assim como à sua família, a saúde, o bem-estar, e de modo especial, a alimentação, o vestuário, a habitação, a assistência médica e aos serviços sociais necessários; tem ademais, direito ao seguro em caso de desemprego, enfermidade, invalidez, viuvez e outros casos de perda de seus meios de subsistência por circunstâncias independentes de sua vontade.

Estatuto da Criança e do Adolescente

Lei nº 8069/90- Brasil

Artigo 7º- A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitem o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.

Artigo 22- Aos pais incumbe o dever do sustento, guarda e educação dos filhos menores, cabendo-lhes ainda, no interesse destes, a obrigação de cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais.

Constituição da República Federativa do Brasil – 1988

Artigo 23- é competência comum da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios:

IX- promover programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico.

A lei assegura de maneira geral que as pessoas tem direito à um teto, uma casa para se abrigar e abrigar seus filhos, no entanto, a realidade é um tanto diferente do que realmente deveria ser. Porém, de nada adianta uma casa luxuosa, se as pessoas que lá vivem sofrerem a falta, de bens muito mais preciosos: o amor uma das outras. O carinho, a compreensão, a educação. Uma família que tem tudo isso certamente será feliz e a felicidade é um bem que não tem preço...

Descreva a sua casa:........................................................................................................................

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Escreva como seria a casa dos seus sonhos, a casa que você gostaria de ter:

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Conte com quem você vive em sua casa e como é a relação entre vocês:

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Alfabetização - família silábica do S com imagens

A família silábica do S está formatada em documentos de word, folha inteira e podem ser utilizados por professores de Educação Infantil e alfabetização, tanto servindo como atividade de pintura, como suporte ao trabalho com a família silábica.
Baixe no botão download ao final da postagem:













Estados brasileiros-imagens para colorir

Abaixo alguns estados brasileiros com imagens representativas para colorir.
Formatadas em documentos de word, configuração meia folha (ou seja, em cada folha tem duas imagens)
baixe no botão download ao final da postagem:













Pró Letramento Matemática 4


Seção 3: A ordenação dos números naturais
Quando perguntamos a você qual dos dois números naturais abaixo é o maior
8768 e 20 211
você responde com facilidade. Isto acontece por ter compreendido uma das principais características
do sistema decimal de numeração para números naturais – quanto mais algarismos houver,
maior o número. É a compreensão de que nosso sistema é posicional que permite fazer
uma primeira ordenação dos números naturais, decidindo qual é maior.
Da mesma forma que o significado da representação decimal dos números tem de ser aprendido
pelos alunos, a ordenação destes números também necessita de tempo de trabalho e de reflexão,
e a professora ou o professor deve estar atento a isto.
O trabalho com material concreto contribui para a descoberta de critérios de comparação e ordenação
de quantidades. Fazendo corresponder a cada elemento de um grupo de objetos um
elemento de outro grupo, o aluno se torna capaz de ordenar as duas coleções pela quantidade
de objetos, decidindo se em uma delas há mais do que na outra, ou se ambas têm quantidades
iguais. Desta forma, estamos ajudando nossos alunos a dar significado a relações importantes:
“... há mais que ...”, “... há menos que ...”,
“... há tantos quanto ...”.

Por exemplo: Dê uma certa quantidade de lápis e outra de borrachas para uma dupla de alunos e pergunte se há mais lápis do que borrachas. A estratégia de emparelhar os objetos ajuda o aluno a responder a esta pergunta.
Ao associar a quantidade de objetos de cada uma das coleções a um número natural, o aluno estará construindo significado para a ordenação dos números. Outras relações importantes podem ser construídas: “qual vem antes de ...”, “qual vem depois de ...”, “qual vem imediatamente antes de ...”. Também é importante explorar perguntas tais como: “quantos a mais”, “quantos a menos”, etc. , que serão importantes para dar significado às operações com números naturais.
Usando as idéias de comparação de coleções e contagem dos elementos de cada coleção, elabore uma atividade de ordenação de números naturais para os alunos.

Seção 4: A reta numérica


A representação dos números em uma reta é um recurso valioso em Matemática. Experiências com este modelo podem se iniciar bem cedo, utilizando recursos concretos, como barbantes, passos sobre uma linha desenhada no chão, etc. Observe que a reta numérica ajuda a visualizar a ordenação dos números naturais.


Nas primeiras experiências, é importante iniciar sempre do zero e os alunos devem perceber que se deve usar espaços iguais entre as marcas que representam intervalos iguais. A reta numérica é um excelente apoio visual para as atividades de ordenação de números naturais. Por exemplo: Peça que os alunos marquem na reta os números 4, 7 e 11.

A reta numérica também contribui muito para ajudar seus alunos a compreender e realizar as operações com números naturais, como veremos no Fascículo 2.
Elabore uma atividade lúdica de ordenação de números naturais na reta numérica.
Seção 5: As centenas


Quando os alunos já estiverem trabalhando números com dois algarismos com mais facilidade, faça os agrupamentos com quantidades maiores que 99, utilizando o mesmo processo adotado até o momento. Nesta etapa, é fundamental enfatizar que a “regra do jogo” precisa ser mantida, ou seja, em nosso sistema de numeração usamos agrupamentos de 10 em 10. Assim, os alunos devem perceber que, ao completarem dez grupos de dez, é preciso fazer um novo agrupamento de outra ordem, ou seja, um grupão de grupos de dez. O novo grupão, que conterá 100 unidades ou dez dezenas, será representado por um algarismo em uma nova casa decimal, uma nova ordem.
Sugestão: Quando houver necessidade de uma quantidade muito grande de palitos, negocie com as crianças a troca de grupos e grupões por palitos coloridos. Mesmo assim, é preciso ter bastante material que represente as unidades e as dezenas, pois o aluno deve experimentar algumas  trocas concretamente. Por exemplo:

· 1 palito natural vale 1 unidade.

.1 palito vermelho vale 10 palitos naturais, logo, 10 unidades.

1 palito azul vale 10 vermelhos, ou seja, 100 naturais. Portanto, 100 unidades.
 
Descreva pelo menos quatro representações diferentes para o número 984 usando materiais concretos.
 
Seção 6: Outros recursos


Lembre-se de que nosso sistema de numeração levou séculos para ser construído. Portanto, é necessário que a criança vivencie de diversos modos esse aprendizado, com diversos materiais. Quanto mais modelos utilizar, mais o pensamento da criança se torna flexível e mais fácil será chegar a um conceito mais abstrato, que poderá ser usado em novas situações. A seguir, apresentamos alguns exemplos de materiais, dentre muitas possibilidades.
Este material, também conhecido como material montessoriano de contagem, é composto de cubos, barras e placas de madeira, de modo que:
Material Dourado

· um cubo pequeno, de 1 cm x 1cm x 1 cm, representa a unidade. ○ ○ ○

uma barra, com 10 cubos unidos, representa 1 dezena


uma placa com 100 cubos unidos (ou 10 barras unidas) representa a centena.

um cubo grande, com 1.000 cubos pequenos (ou 10 placas unidas ou 100 barras unidas) representa o milhar.


Se você encontrar dificuldade em conseguir os cubos e barras de madeira, use cartões em que os quadradinhos são desenhados, formando as unidades, dezenas e centenas. Em um segundo momento, as crianças podem também passar a representar este material na forma de desenhos – estas idéias e estas representações serão bem exploradas ao trabalharmos com as operações de números naturais, no Fascículo 2.

O Quadro Valor Lugar (QVL)

O QVL mostrado na ilustração ao lado, é um recurso que reforça o significado da representação posicional decimal. Ao montar uma tabela na qual estão indicadas claramente as ordens decimais (unidade, dezena, centena, etc.) o aluno pode fazer e desfazer agrupamentos, representar com desenho estes agrupamentos e dar significado aos números escritos no sistema decimal de numeração. O QVL deve acompanhar os alunos durante todo o
aprendizado do sistema decimal de numeração e dos algoritmos das operações com números naturais. Ele
ainda poderá voltar a ser utilizado quando este sistema for ampliado no estudo de decimais, para incluir as
ordens menores que a unidade (décimos, centésimos, etc.). Embora você deva, aos poucos, incentivar seus alunos a não usar sempre materiais concretos, tais recursos serão úteis toda vez que for introduzida uma nova ordem decimal, ou quando os alunos demonstrarem dificuldades na compreensão do valor posicional.

Explique por que é errado dizer que o número 28 tem 8 unidades. Quantas unidades tem 28? Qual é o significado correto do algarismo 8, em 28?
Explique por que é errado dizer que o número 234 tem 3 dezenas. Quantas dezenas tem 234? Qual é o significado correto do algarismo 3, em 234?

Elabore uma atividade, explorando recursos discutidos neste fascículo, para ajudar seus alunos a compreender que há unidades agrupadas nas dezenas, dezenas agrupadas nas centenas, e assim por diante.

Parte 2: Preparando para a adição e a subtração


A conceituação da operação de adição serve de base para boa parte de aprendizagens futuras em Matemática. A criança deve passar por várias experiências concretas envolvendo o conceito da adição para que ela possa interiorizá-lo e transferi-lo para a aprendizagem do algoritmo, que vem a ser um mecanismo de cálculo. A conceituação da operação de subtração deve ser feita paralelamente, já que em atividades concretas a exploração dos dois tipos de conceitos é muito natural. Além disso, não podemos deixar escapar a oportunidade que o aluno tem de ver, na prática, que a subtração e a adição são operações inversas. Por exemplo, quando reúne objetos para desenvolver o significado da adição, a criança sente que pode também separá-los. Assim, ela vê que se 4 + 2 = 6, vale também que 6 – 2 = 4.
Quando desenvolve o conceito de número, a criança verifica, por exemplo, que pode arrumar cinco palitos como “quatro e um” ou “três e dois”. Tais experiências devem ser enriquecidas, para que a criança possa registrá-las mais tarde, em linguagem matemática como: 4 + 1 = 5 e 3 + 2 = 5. A professora ou o professor terá de oferecer inúmeras oportunidades concretas para que a criança comece a exprimir experiências em linguagem matemática. Assim, quando ela escreve 4 + 3 = 7, esta ação deve refletir uma experiência e não uma simples informação
transmitida pela professora ou pelo professor.
 
Na seção 3 da Parte I, afirmamos que perguntas como: “quantos a mais” e “quantos a menos” ajudam a dar significado às operações. Discuta a qual operação cada uma destas perguntas está associada.
 
Seção 2: Ações associadas às operações de adição e subtração

A adição corresponde sempre a dois tipos básicos de ação: juntar (ou reunir) ou então acrescentar, enquanto a subtração corresponde às ações de: retirar, comparar ou completar. É muito importante que as crianças vivenciem experiências envolvendo todos estes tipos de ação. A dificuldade que os alunos sentem na resolução de problemas, expressada muitas vezes pela pergunta “que conta devo fazer?”, é causada, principalmente, pela falta de experiências concretas variadas. Atividades que envolvem a ação de juntar Utilize materiais concretos como chapinhas, palitos, botões, grãos e pedrinhas e uma folha de papel para cada aluno, na qual estão desenhados três círculos de cores diferentes (azul, vermelho e verde, por exemplo). Peça às crianças que coloquem 3 lápis no círculo vermelho e 2 no círculo azul. Feito isto, peça que juntem todos os lápis no círculo verde e pergunte: “quantos lápis estão reunidos no círculo verde?”.
Explore atividades lúdicas, como por exemplo o “jogo de esconder”. Neste jogo, distribua um certo número de objetos do mesmo tipo para cada dupla de alunos (podem ser 9 no primeiro 21 U mo mento, e mais tarde uma quantidade maior). Diga às crianças que o jogo tem as seguintes regras:
a) um aluno apresenta ao seu colega uma certa quantidade de fichas (ou do objeto que estiver sendo utilizando) arrumadas em dois grupos – as fichas não utilizadas permanecem escondidas da vista do outro jogador.
b) Depois que o colega observar, junta as fichas e cobre-as com uma folha de papel.
c) O outro aluno que joga deve dizer o total de fichas que ficou embaixo da folha.
d) Em seguida, os dois alunos levantam a folha e conferem o resultado. Para cada resultado correto será marcado um ponto para o jogador.
e) A turma faz 10 jogadas, revezando sempre o aluno jogador. Depois os pontos são contados para se determinar o vencedor da partida.

Crie um jogo com a idéia de juntar e que possa ser desenvolvido na área externa de sua escola, envolvendo a participação corporal das crianças.

Atividades que envolvem a ação de acrescentar
Uma forma interessante de se trabalhar é contar histórias, usando, por exemplo, flanelogravuras. Por exemplo: “Havia 5 patinhos no lago”. Peça que um aluno venha à frente e prenda cinco patinhos no flanelógrafo, de forma que as outras crianças acompanhem a tarefa. Continue contando: “Chegaram mais dois patinhos”. Outro aluno deve fazer a ação de acrescentar os novos patinhos ao flanelógrafo. Pergunte então, no final: “quantos patinhos estão agora no lago?”. Ações de acrescentar são também bastante comuns em situações que ocorrem no cotidiano da sala de aula. A professora ou o professor atento pode registrar estas ocorrências e fazer perguntas.

Exemplifique pelo menos duas situações possíveis de ocorrer no cotidiano da sala de aula, nas quais a professora ou o professor pode chamar a atenção para a ação de acrescentar. Para cada uma delas, registre uma pergunta que a professora ou o professor pode fazer aos seus alunos.

Atividades que envolvem a ação de retirar

Usando o mesmo tipo de material adotado em atividades anteriores, proponha que um aluno  “coloque 5 borrachas dentro da caixa”. Depois, peça que ele “retire 3” e que, ao final, “verifique quantas ficaram na caixa”.

Dessa forma, estaremos sempre subtraindo elementos de um mesmo conjunto. Do total de 3 lápis (conjunto maior), retiramos 2 deles, que foram emparelhados com as 2 borrachas. Sobra 1 lápis. Este resultado diz “quantos a mais” há no conjunto maior. Utilize materiais diferenciados e proporcione muitas atividades de emparelhar objetos. Somente quando você perceber que a relação da ação de comparação com a subtração foi compreendida e está sendo corretamente utilizada, é que você poderá partir para generalizações, trabalhando com comparações nas quais os alunos não possam dispor os elementos dos dois conjuntos lado a lado.

TI 13

Elabore uma atividade de comparação na qual os alunos precisam ter interiorizado a idéia de comparar, pois não é possível dispor concretamente os elementos dos dois grupos lado a lado.

Atividades que envolvem a ação de completar

Para a criança, a utilização da subtração em situações de completar é ainda mais difícil. Quando precisamos descobrir quantos elementos faltam para completar um conjunto de objetos, a ação  completar está intimamente relacionada à ação de acrescentar. No entanto, a operação realizada é a subtração, e as crianças devem ser ajudadas a compreender POR QUE se usa a subtração para resolver esse tipo de situação, à qual uma idéia aditiva está associada. Aqui, para compreender que a subtração resolve esse tipo de situação-problema, o aluno deve ser levado a visualizar a quantidade total necessária e a retirada do que já tem deste total. Separando o conjunto de objetos disponíveis do total necessário, o aluno verá porque subtrai para encontrar a resposta.
Coloque no flanelógrafo (ou sobre uma mesa, ou em um mural) 2 agrupamentos de figuras, sendo que em um dos conjuntos faltam algumas figuras que estão no outro.
Peça a um aluno que complete o segundo grupo, levando-o a responder à seguinte questão:
“Quantas figuras você precisou colocar para que as quantidades ficassem iguais?”.
A ação de completar pode ser explorada em atividades nas quais os alunos tenham de completar uma tarefa já iniciada. Podemos utilizar folhas com desenhos para colorir ou completar: Veja:

TI 14

Elabore uma situação–problema envolvendo a ação de completar. Liste as perguntas que você deve fazer ao seu aluno.

Maria tem 4 vasos.
- “Quantos estão com plantas?”
- “Quantos estão vazios?”
- “Complete o trabalho de Maria, desenhando flores nos vasos vazios”.


Diante do problema de comparação: “Flávia tem 38 anos e sua filha, Duda, tem 13. Quantos anos a filha de Flávia tem a menos que ela?”, Clara apresentou a seguinte solução, apoiada na idéia de reta numérica:
Clara marcou na reta as duas idades (13 e 38) envolvidas no problema. Em seguida, marcou os números 20 e 30 e assinalou “saltos”, com os valores 7, 10 e 8, para sair de 13 e chegar a 38. Abaixo desta representação, a
aluna escreveu a resposta correta, ou seja, 25.
a) Clara realizou um cálculo mental para obter a resposta. Qual foi?
b) Por que você acha que Clara escolheu estes “saltos”?
c) Exemplifique outros “saltos” que uma criança poderia usar para chegar à resposta.
d) Que lhe parece mais natural: calcular 38-13 ou as ações de Clara? Por quê?


Forme, na frente da turma, uma fila de crianças (até 9). Peça a uma criança, que não esteja na fila, que observe a quantidade de crianças na fila e depois vire de costas. Sem falar, retire alguns alunos da fila e diga à criança de costas que se vire. Em seguida, pergunte:

- “Quantos alunos havia na fila?”
- “Quantos alunos ainda ficaram?”
- “Quantos saíram?”

Repita a atividade com outros alunos, sempre mudando o número de alunos da fila.
 
Em um problema de retirada, sempre há pelo menos três quantidades envolvidas:
(1) quanto havia antes da retirada; (2) quanto foi retirado e (3) quanto restou. Para

cada uma das duas sugestões feitas acima, reconheça qual dessas quantidades a

criança deve encontrar e quais são as quantidades conhecidas no problema.
 
Atividades que envolvem a ação de comparar
 
A ação de comparar não é do mesmo tipo que a ação de retirar. Considerando o grupo original dado, na ação de retirar uma parte era subtraída para se encontrar o resto. No entanto, numa ação comparativa como “Marcos tem 5 lápis e 2 canetas. Quantos lápis ele tem a mais do que canetas?”, as duas canetas não podem ser retiradas do conjunto de 5 lápis. A forma de criar situações para que a criança perceba que a operação de subtração é a que deve ser associada à comparação é o emparelhamento de objetos. Colocando os elementos dos dois
conjuntos, lado a lado, até que todos os elementos de um dos conjuntos tenham sido utilizados, a criança verá que a resposta (quantos a mais) é a quantidade de elementos que ficaram sem par. A ação concreta necessária para encontrar esta resposta é separar ou retirar os elementos do conjunto maior, que tiveram elementos correspondentes no conjunto menor. Assim, ele estará determinando o número de elementos do resto, e esta ação corresponde à determinação de quantos elementos a mais existem.



Natal - peças de presépio e desenhos para colorir

Mais algumas atividades de Natal:
peças para montar o presépio e desenhos para colorir.
Baixe no botão download ao final da postagem:













Língua Portuguesa - gramática

Abaixo, atividades de gramática.
Indicadas para turmas de quarto ano,podem ser modificadas e adaptadas para outras turmas.
Baixe em documentos de word no botão download ao final da postagem: