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BERÇÁRIO I -planejamento


Berçário I - 4 meses a 1 ano e meio


Objetivo: Transmitir um ambiente acolhedor e seguro, possibilitando ao bebê um pleno desenvolvimento físico, emocional e social.

Atividades:
• Incentivo à fala.
• Introdução de alimentos com alegria e paciência;
• Cuidados básicos de higiene e saúde;
• Estimulação tátil, através de carícias e afago ao bebê;
• Estimulação visual, por meio de objetos coloridos, vídeos e livros de bebê;
• Estimulação verbal, por meio de conversas,sons de brinquedos e músicas;
• Estimulação motora básica do bebê, incentivando a criança a buscar um objeto primeiro com as mãos, depois arrastando-se ou engatinh
ando até que ele consiga andar;
• Estimulação do próprio corpo, mostrando e nomeando partes do corpo;
• Trocas de roupas e fraldas contínuas, sempre que for necessário;
• Banhos agradáveis, acompanhados de conversas, livros e músicas;
• Músicas gestuais e cantigas de roda;

BERÇÁRIO - sugestões


Luva com sininhos
Adquira uma luva de malha ou lã e pregue em cada dedo pequenos sinos.
Se preferir enfeite cada dedo com uma carinha que poderá ser pintada ou bordada. Se quiser aplique pedacinhos de lã para imitar os cabelos. Com essa luva você pode iniciar as aulas saudando as crianças como se cada dedo tivesse um nome ou para outras brincadeiras de saudação à turma. Você pode também colar outros materiais nas bordas da luva: arroz, castanhas, etc.
Outra ideia: existem musicas infantis que expressam o movimento com as mãos, use e abuse da imaginação. Por exemplo: "Os dedinhos" (Eliana)


.Locais para aventuras com bebês - são muitos os meios de se proporcionar aventuras para bebês que estão engatinhando. Exemplo: tunel para bebês: feito com papelões grandes, diferentes bolas e almofadas, bóias, animais de plastico para soprar, "Joao Bobo", balões de ar, colchas, etc. Faça voce mesma de papelão esta caixa para turminha entrar dentro. As crianças nesta idade adoram entrar em caixas, esconder-se e depois aparecer.
Deixe as crianças experimentarem as possibilidades de brincar com os materiais ao seu dispor. Quando elas não souberem o que fazer, mostre-as antes como podem brincar. Engatinhar dentro do túnel, brincar com os balões, construir torres com os travesseiros e almofadas, no inicio esse material todo é naturalmente excessivo. Talvez seja melhor começar apenas com os papelões por no maximo uma hora e no proximo instante com os balões, etc.


Piscina para bebês- para cada grupo de crianças é bom que se tenha aproximadamente duas piscinas de borracha ou plástico. Você pode enchê-las com balões, jornais. O algodão serve também para encher a piscina. Folhas de papel manteiga fazem também ruidos maravilhosos quando são amarrotados. 


Mascote- confeccionar um bichinho ou boneco de estimação para a turminha, trabalha-se a socialização e a afetividade.


Historia com avental- contar historias com um avental para a turminha e ir acrescentando personagens à historia que poderão ser feitos com EVA ou outros materiais.



MATERNAL - características da criança de 2 e 3 anos



A criança nessa faixa etária explora o mundo ao seu redor através do proprio corpo, vivenciando situações complexas de exploração do espaço. Ela está em amplo desenvolvimento e utiliza todas as possibilidades que lhe são oferecidas.Ela não para: sobe, desce, pula, entra e sai de pequenos lugares, desenvolvendo assim a noção de espaço e tempo.
Nessa faixa etária de 2 e 3 anos, acontece o período pré-operacional, onde a criança age intensamente sobre os objetos, buscando construir conceitos através de experiências com o meio físico e social e construindo o conhecimento do mundo em que vive.
As atividades abaixo favorecem o desenvolvimento da criança de 2 e 3 anos:
.brincar com bonecos articulados e desmontáveis
.situações rítmicas
.relaxamento espontâneo
.situações de equilíbrio
.rolar
.virar cambalhota
.arremessar e parar uma bola
.arrastar e puxar objetos
Essas atividades são extremamente agradáveis para a criança e irão desenvolver sua percepção, habilidades motoras, atenção, memória e linguagem.
O interesse do momento é que seleciona a escolha da atividade.Sua concentração é pequena e está ligada ao grupo.
As atividades necessitam ser livres (orientadas, não dirigidas) e baseadas em experiências e vivências com o próprio corpo. O espaço deve ser amplo e o uso de material concreto constante.
O professor deve ser o elemento de ligação e o ponto de apoio da criança, dando-lhe oportunidade de aumentar seu domínio em relação ao ambiente, relacionar-se com outras crianças, sair da sala para outros locais.
O egocentrismo é característica nessa fase, e é aos poucos que iniciará a tolerância social perante outras crianças. A área afetiva deverá ser bastante evidenciada.
As atividades devem ser brincadeiras cativantes, planejadas cuidadosamente, para que contemplem conquistas da criança na construção do seu conhecimento.
Sugestões de atividades:
.caixa de papelão do tamanho da criança para brincar de entrar e sair de dentro das caixas;
.trabalhar noções de espaço;
.brincar de trenzinho, enfileirando as caixas;
.guardar objetos nas caixas de acordo com noções de volume e tamanho.
A sua linguagem está se estruturando, é articulada, num primeiro momento com trocas e/ou omissões. É importante que a criança ouça as palavras corretamente e tenha vivência significativa do seu uso. Nomeia pessoas e animais ainda com termos próprios e utiliza pequenas frases através do monólogo.
A criança gosta muito de ajudar através de pequenas tarefas imediatas. Já domina movimentos bimanuais.
Sugestões de atividades:
.manusear argila;
.pintar com as mãos;
.construir;
.encaixar;
.enfileirar;
.enfiar contas ou macarrão em barbante ou lã;
.rasgar e amassar papéis;
.colorir e rabiscar com lápis de cera grosso;
.falar nomes de pessoas e objetos;
.movimentos corporais relacionados a cantigas e historias.





MATERNAL - projeto dia e noite









Duração: duas semanas


Objetivos:
.identificar aspectos do dia e da noite
.identificar o que fazemos de dia e de noite
.socializar
.estimular a linguagem oral
.desenvolver a criatividade


Desenvolvimento
.poemas
.desafio
.observação
.atividades de Português
.atividades de Matemática
.história dramatizada
.mobiles
.quebra-cabeça
.jogo da memória
.colagem
.labirinto
.artes


Culminância
.historia dramatizada



MATERNAL - projeto cores e formas geométricas



***PROJETO CORES E FORMAS GEOMÉTRICAS***


1) Tema: Brincando com Cores e Formas

2) Objeto Detonador: Este projeto tem o objetivo de fazer com que a criança
conheça as cores e formas que estão presentes em todos os ambientes em que
vive.

3) Justificativa
Nesta fase, é importante propiciar à criança a visualização, exploração,
contato e manuseio de diversos objetos que compõem o universo das cores e
formas, possibilitando a criança identifica-las.

4) Perfil do grupo
Crianças de dois e três anos de idade, participativas e curiosas em contínuo
processo de desenvolvimento e descobrimento do seu mundo.

5) Objetivos
- Conceituais:
• Identificar cores e formas.
• Nomear cores e formas.
• Ampliar vocabulário.
Desenvolva percepções visuais, auditivas e táteis.
• Reconhecer a existência de diferentes formas, (ler) e interpretar.

- Procedimentais:
• Conhecer e nomear cores e formas.
• Aprender a usar as cores.
• Reproduzir cores e formas.
• Ampliar vocabulário.
• Reconhecer existência de formas e cores do mundo.
• Utilizar diversos materiais plásticos para ampliar suas possibilidades de
expressão.
• Produzir trabalhos de arte, utilizando linguagem do desenho, da pintura,
da colagem e da construção.
• Ampliar o conhecimento do mundo.
• Desenhar a partir do que foi observado.

- Atitudinais:
• Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural.
• Identificar, valorizar e reconhecer as cores e formas.
• Deleitar-se no momento de desenhar.
• Apreciar as artes visuais.
• Possibilitar a integração com pessoas e ambientes.
6) Janelas:
• Linguagem oral e escrita.
• Artes visuais.
• Natureza e sociedade.
• Matemática.
• Movimento.
• Música.

7) Etapas
- Organizar as crianças em rodinha de forma que todas possam olhar-se e
interagir. Conversar sobre as cores primárias e algumas secundárias e sobre
as formas (quadrado, retângulo, círculo e triângulo).
- Mostrar fotos coloridas, observando a diversidade de cores e ressaltando
suas formas. Perguntar a cor preferida de cada um, trabalhando com o lúdico
(a cor da roupa da criança, etc.).
- Realizar experiência com anilina nas cores primárias com água em
recipiente transparente para que observem o resultado.
- Apresentar os Blocos Lógicos e valorizar suas cores primárias. Permitir
que manuseiem. Propor as seguintes perguntas para despertar sua observação:
Vocês conhecem os Blocos Lógicos? Quais são essas figuras geométricas? Quais
suas cores?, Etc.
- Ouvir a música arco íris (Xuxa)
- Registrar com guache de cores variado o que mais chamou atenção da criança
na música;
- Folhar revistas e observar o que mais lhes chama a atenção;
- Confeccionar mural com figuras escolhidas pelas crianças;

- Levar as crianças a observarem as cores de tinta que temos.
- Registrar a cor vermelha: pintar com guache o coração.
- Registrar a cor azul: pintar um céu com buchinha e guache e colar estrelas.
- Registrar a cor amarela: pintar um girassol com cola colorida.
- Registrar a cor verde: papel crepom molhado e batido.
- Deixar as crianças misturarem as cores de tinta a seu critério e observar
as cores novas que descobriu;
- Falar as crianças, sobre o arco íris, se sabem o que é, quem já viu;
- Brincar com massinha nas cores do arco íris;
- Confeccionar um arco íris com as crianças. Registrar o arco íris usando
mistura de cores de tinta guache com buchinha.
- Conversar com as crianças sobre as cores da natureza e seres vivos
(peixes, mar e conchinhas). Registro com areia e guache misturados, colagem
de peixinhos feitos com furador.
- Organizar um aquário na sala com um peixinho;
- Escolher um nome para o peixinho;
- Explicar as crianças quais os cuidados que devemos ter com o peixinho e
como proceder;
- Fazer registro de um peixe com colagem de papel celofane.
- Dividir a tarefa de cuidar do peixinho com as crianças;
- Explicar aos pais o objetivo da atividade e solicitar autorização para que
a criança leve o peixinho para passar uma noite em sua casa;
- Realizar um sorteio em sala e colocar em um cartaz, o roteiro do peixinho
para que as crianças possam saber quando será sua vez de levar para casa

Ouvir a música "Aquarela". Registrar, usando lápis de cor para aquarela.
- Espalhar formas geométricas coloridas pela sala de aula e pedir que as
crianças as encontrem. Incentivar a dizerem o nome e a cor. Pedir que colem
esta figura em uma folha e que a partir dela façam um desenho;
- Fazer uma casinha com formas geométricas, e pedir que montem,
identificando qual é cada forma. Fazer também um prédio e comparar as formas
geométricas usadas;
- Brincar de jogo dos quatro cantos: desenhar um grande quadrado no chão, e
cada um fica num canto, e tem um pego. Quando a professora fala trocou, os
colegas tem que trocar de lugar e o pego tem que tentar entrar em um dos
cantinhos.
- Esconder em sala algumas formas geométricas. Mostrar uma forma e a turma
deve encontrar a mesma forma mostrada. Colocar formas geométricas nas
crianças e pedi-los para achar as mesmas formas;
- Registro da figura geométrica quadrado: pintar com guache o quadrado
apresentado e ao lado desenhar seu próprio quadrado na cor desejada.
- Registro da figura geométrica triângulo: utilizar um sorvete na casquinha
e pedir que coloram apenas o triângulo com giz de cera.
- Registro da figura geométrica retângulo: a partir do desenho de um
caminhão, pedir que coloram apenas a parte retangular.
- Brincar de bolinhas de sabão e enfatizar o formato. Registrar círculos
coloridos;
- Trabalho de registro: pintar de azul todos os quadrados. A outra forma
pinte como quiser.
- Trabalhar a bandeira brasileira. Fazer o contorno da bandeira brasileira.
Cortar vários pedacinhos de papel verde em formato de retângulo, vários
amarelos em formato de losango e vários azuis em formato de círculo. Montar
um mosaico da bandeira.
- Colar círculo amarelo numa folha e pedi-los para desenhar um sol.
- Realizar brincadeira no salão: usar um grande lençol e várias bolinhas
coloridas (da piscina de bolinha) colocando todas as bolas em cima do lençol
e fazendo um grande quadrado com todos os alunos segurando-o. Dar um sinal e
propor que todos sacudam bem o lençol até todas as bolinhas caírem no chão.
Estas ficarão misturadas, então, propor que corram buscando as bolas por cor
para guardar.
- Trabalho de registro montando mosaico com as cores das bolinhas.
- Colar no chão um quadrado vermelho, um triângulo amarelo e um círculo
azul. Ir brincando: meninas dentro do círculo azul... Meninos no quadrado
vermelho... Meninas com cabelo preso no triângulo amarelo...

8) Avaliação
• Será feita avaliação ao longo do projeto observando o cumprimento de
etapas.

9)Duração
• Aproximadamente dois meses junto com outras atividades trabalhadas também, ou seja, esse projeto NÃO deve ser trabalhado isoladamente !

fonte: internet



MATERNAL - planejamento de lingua portuguesa primeiro bimestre



1.Socialização:
.integração da criança à turma e à escola
2.Coordenação visomotora:
.pintura
.coloridos
.colagem
.recortes


Objetivos instrucionais:
.Ensinar regras e procedimentos de comportamento.
.Desenvolver a criatividade
.Desenvolver a capacidade de atenção e concentração
.Desenvolver a coordenação visomotora
.Estimular a concentração e a atenção
.Propiciar condições para o desenvolvimento da criatividade e da expressão artística.


Avaliação:
.Observação individual e coletiva do desenvolvimento das crianças
.Exercícios práticos e xerocados ou mimeografados
.Avaliação bimestral


**atividades escritas para trabalhar com esses conceitos em cd pelo email obancodeatividades@hotmail.com





MATERNAL - planejamento de matematica primeiro bimestre





Cores primárias:
.vermelho
.amarelo
.azul


Conceitos matematicos:
.tamanho:
>maior
>menor
>grande
>pequeno


Objetivos instrucionais:
1.Conhecer as cores primarias.
.identificar as cores primárias em situações da vida prática e acadêmica.
2.Conceituar maior e menor, grande e pequeno.
.identificar objetos e desenhos de acordo com o tamanho
.desenvolver a discriminação visual, atenção e concentração


Avaliação
Observação individual e grupal do desenvolvimento das crianças
exercícios mimeografados ou xerocados
exercicios práticos
relatorio bimestral avaliativo de cada criança.


**atividades para trabalhar com esses conceitos no cd maternal volume 1 com 500 atividades.
Compra por deposito bancario e envio pelos Correios.

BERÇÁRIO - planejamento de atividades para berçário II


Equilíbrio e Coordenação


· Brincar em rodinhas levando a criança a levantar-se, sentar-se, andar, deitar, correr etc.;

· contar histórias e pedir que as crianças participem com gestos e mímicas, dramatizando-as;

· organizar atividades onde a criança possa manipular grandes e pequenos objetos, pular obstáculos, andar para frente e para trás, empurrar objetos, encaixar etc.;

· proporcionar brincadeiras de estátua, fique onde está, corre-cotia, coelhinho na toca etc.;

· propor brincadeiras diversas com corda elástica, bambolês, garrafas plásticas, colchões, bastões, bolas etc.

Expressividade


· Realizar, na hora do banho, massagens, estimulação das palmas das mãos e dos pés, movimentos na água junto com a criança etc;
· favorecer o desenvolvimento oral e corporal por meio da música, juntamente com as atividades de higiene, trocas, alimentação etc.;
· proporcionar brincadeiras de roda, esconde/esconde e outras para permitir o desenvolvimento da oralidade, da espontaneidade e da socialização da criança;
· utilizar brincadeiras com música para estimular as crianças na manutenção de boa postura (importante que o professor tome cuidados com sua própria postura, pois a criança age por imitação do adulto);
· fazer uso de atividades no espelho, trabalhando a expressividade de cada um: as crianças farão caretas, mímicas, enfim, brincarão com a própria imagem;
· desenvolver atividades relacionadas aos jogos de imitação e mímica.
· Hora da rodinha com histórias, músicas, etc;
· Brincadeiras ao ar livre
· Brincadeiras livres e banho de sol (de acordo com as condições climáticas).
· Passeio externo ou interno.
. Brincadeiras coletivas ou opções individuais (organização de diferentes materiais para interação das crianças).

Artes Visuais
· Levar a criança a imitar formas e figuras por meio da representação;
· proporcionar exploração de marcas, gestos e texturas;
. confeccionar tintas e massas com a participação das crianças para observação das propriedades, possibilidades de registro e transformações;
· propor toques sobre diversos tipos de superfície como lixa, argila, papel liso, rugado etc.;
. favorecer a articulação das sensações corporais e das marcas gráficas;
. promover impressão de marcas em papel comprido ou no chão, para que as crianças caminhem e percebam suas marcas (claras/escuras);
· imprimir com as crianças marcas gráficas utilizando o próprio corpo;

O Fazer Musical


· Propiciar a escuta de diferentes sons produzidos por brinquedos sonoros;
· levar a criança a ouvir e aprender canções, brincar de roda, realizar brinquedos rítmicos, jogos de mãos etc.;
· estimular a produção de sons diversos (vozes de animais, ruídos, palmas, batidas de pés…);
· favorecer a exploração de materiais sonoros de corda, percussão e sopro;
· promover o contato com obras musicais diversas;
· gravar as produções e interpretações das crianças;
· realizar, durante o banho, brincadeiras com água e brinquedos sonoros alternando som e silêncio;
. promover passeios pelo ambiente escolar para explorar os sons de cada espaço;
· oferecer oportunidades de ouvir e observar os sons da natureza, em atividades externas;
· confeccionar materiais sonoros, observando o nível de habilidade das crianças do berçário;
· contar histórias enfatizando os sons existentes;
· proporcionar a participação em jogos e brincadeiras cantadas;
· promover a exploração livre dos sons graves e agudos (altura), forte ou fraco (intensidade), curtos ou longos (duração).
· As melodias, as canções e acalantos têm um espaço cativo neste período. Não se deve esquecer das parlendas como brincadeiras para desenvolvimento oral.
· Os acalantos e brincos são formas de brincar musical característico da primeira fase da vida da criança.

A criança e a linguagem


· Conversar e cantar, freqüentemente, com o bebê para intensificar a relação
afetiva e desenvolver a linguagem;
· instigar a emissão de sons e a pronúncia de pequenas palavras carregadas de significado para o bebê;
· incentivar a fala da criança nos diálogos, nas rodinhas etc.;
· dialogar, na troca de roupas e na hora do banho, deixando a criança expressar verbalmente suas idéias e conhecimento do mundo com liberdade;
. disponibilizar livros e revistas para folhear e nomear figuras, personagens, gravuras e reconhecer a linguagem escrita;
· contar histórias e levar a criança a comentar;
. proporcionar dramatizações com máscaras, fantoches, mímicas, imitar voz de personagens, animais;
· propiciar brincadeiras de teatrinho usando roupas, sapatos, bolsas e outros objetos de adulto, deixando que as crianças criem diversas situações;
· deixar que a criança se expresse livremente histórias, parlendas etc.;
· estimular a interação com outras crianças e adultos;
· deixar a criança transmitir recados simples;
· levar a criança a falar o nome das pessoas e objetos que estão por perto, pronunciando corretamente as palavras;
· trabalhar com projetos de acordo com a faixa etária;
· propiciar jogos de percepção e observação em situações cotidianas;
· proporcionar momento de conto de histórias em ambientes diversificados (debaixo de árvores, antes de dormir etc.);
· direcionar a ação pedagógica de forma a criar situações de fala e compreensão da linguagem (gravar fala, entrevistas com as crianças etc.).

Natureza e Sociedade

· Propiciar às crianças a observação da diversidade de pequenos animais presentes no ambiente (como a tartaruga Magali da nossa creche);
· ampliar o repertório histórico e cultural das crianças por meio de músicas, jogos e brincadeiras dos tempos de seus pais e avós;
· oportunizar o manuseio e a exploração de diferentes tipos de objetos;
· propiciar a exploração dos diversos órgãos sensoriais e suas funções como a visão, a audição, o tato, o olfato e o paladar para percepção do corpo e das interações que ele estabelece;
· nomear com as crianças as partes do corpo e algumas funções de forma contextualizada, por meio de situações reais e cotidianas;
· promover excursões pelos arredores da instituição para reconhecimento de animais, a fim de que as crianças percebam os sons produzidos, onde se abrigam, como se locomovem, como se alimentam etc.;
· formular questões provocadoras para que as crianças manifestem suas hipóteses e encadeiem novas questões (Ex.: chuva caindo, relâmpagos, caule das plantas, tronco quebrado ou apodrecido etc.);
· oportunizar informações em fontes variadas (livros, revistas, jornais, filmes etc.);
· desenvolver projetos que integrem diversas dimensões do mundo social e natural.

Pensamento Lógico-Matemático

· Oportunizar à criança brincadeiras como jogos de esconder ou de pega-pega onde um dos participantes deverá contar, enquanto espera os outros se posicionarem;
· propor brincadeiras e cantigas que incluam diferentes formas de contagem (Ex.: a galinha do vizinho bota ovo amarelinho, bota um, bota dois… etc.);
· propor situações que propiciem a troca de idéias sobre as representações;
· propiciar a utilização de material massa de modelar de farinha de trigo com anilina;
· construir diferentes circuitos de obstáculos com almofadas, colchonetes, pneus e panos por onde as crianças possam engatinhar ou andar;
· possibilitar a representação do espaço numa outra dimensão (construir torres, pistas para carros e cidades, em blocos de madeira ou encaixe);
· organizar PAINEL com pesos e medidas das crianças para que elas observem suas diferenças (comparar o tamanho de seus pés e depois olhar os números em seus sapatos);
· oportunizar à criança audição de músicas do folclore brasileiro, de rimas infantis, envolvendo contagem e números utilizados como forma de aproximação com a seqüência numérica oral;
· ORGANIZAR UM QUADRO DE ANIVERSARIANTES, contendo a data do aniversário e a idade de cada criança;
· providenciar, para cada berço, objetos (brinquedos, argolas, móbiles) para que o bebê possa observar, tocar, tendo um despertar prazeroso.

Estimulação
A repetição e os elogios são muito importantes para que as crianças se sintam estimuladas a avançar na construção do seu conhecimento. Para isso, o educador pode utilizar atividades de estimulação como as seguintes:
· levar a mão do nenê a acariciar o seu rosto e fazer o mesmo com sua mão no rosto do nenê;
· carregar a criança nos braços, voltada para a frente, formando uma cadeira com seus próprios braços, ou então acomodá-la de bruços, pois assim ela terá uma maior amplitude visual;
· fazer movimentos com objetos coloridos, que façam barulho, para que a criança ouça, observe e acompanhe;
· pendurar objetos coloridos e sonoros (sem exagerar na quantidade) em posições diferentes e na altura que a criança possa alcançar (no início, ela só olhará para eles; mais tarde, tentará tocá-los);
· acomodar o nenê no chão, de bruços, sobre um tapete ou cobertor, com vários objetos coloridos ou que façam barulho à sua frente; fazer um pequeno rolo com uma toalha e colocá-lo debaixo do peito do nenê, estimulando-o para que ele se mova em direção aos objetos;
· oferecer a mamadeira para o bebê, ajudando-o a segurá-la com as duas mãos, em posição reclinada. Olhar sempre nos olhos dessa criança e conversar com ela;
. procurar deixar o nenê entre 3 e 6 meses, quando acordado, em posição reclinada, apoiado em travesseiro e com suas próprias mãos colocadas à frente;
· procurar tornar a hora do banho bem agradável, segurando o bebê firme, para que se sinta seguro. Fazer brincadeiras como bater as mãos e os pés na água, colocar objetos que fiquem boiando na banheira para chamar atenção do bebê etc.;
· levar, sempre que possível, o bebê para passear; cantar para ele e mostrar-lhe coisas diferentes;
· fazer a criança rolar de um lado para o outro, sempre mostrando algum objeto colorido que possa interessá-la;
· deitar o nenê de costas; aproximar um chocalho de seus pés e fazê-lo dar chutes para movimentá-lo e produzir sons;
· colocar o bebê em frente a um espelho durante algum tempo, chamando-lhe a atenção para que se olhe;
· dar à criança um objeto pequeno, procurando fazê-la passar de uma à outra mão;
· dar dois objetos pequenos ao bebê para que segure um em cada mão; tentar fazê-lo bater um no outro. Procure imitar o som produzido;
· oferecer ao nenê objetos de vários tipos como: espuma, lixa, toalha, madeira, metal, borracha e outros. Se ele estranhar, apresentar o objeto em outra ocasião e em outro contexto. Oferecer também alimentos ou objetos variados, para que a criança possa sentir gostos e cheiros diferentes. Exemplo: açúcar, sal, limão, talco, perfume etc.;
· permitir que a criança vá, gradativamente, pegando com as próprias mãos, pedaços de frutas, pão etc.; permitir, também, que ela mexa na comida e não se importe se ela se sujar (esta atividade é importante para que mais tarde a criança aprenda a comer sozinha);
. acariciar, cantar e repetir sons ou gestos emitidos pela criança na hora da troca de fraldas ou do banho;
. fazer, a partir dos sete meses, o nenê sentar-se sozinho, em posição de ioga, apoiando as mãos na frente do corpo;
· brincar de “cuca-achou” ou “achou-sumiu” com o nenê, cobrindo o seu rosto com um pano, chamando a sua atenção e levando-o a retirar o pano. Se o nenê não entender a brincadeira, recomeçar tampando somente a metade do seu rosto. Depois, esconder o rosto do nenê e esperar que ele retire o pano. Esta brincadeira deve ser acompanhada de risos e gritos de alegria. Repetir esta brincadeira escondendo objetos de que a criança goste;
· bater palmas, levantar os braços, fazer gestos para que a criança o acompanhe já que ela gosta de imitar gestos;
· colocar o nenê de pé (depois dos oito meses) sobre suas próprias pernas, segurando-lhe as mãos; fazer com que ele impulsione seu corpinho para cima e para baixo, que se levante apoiando-se nas grades do berço, do quadrado, numa mesinha, chamando ou mostrando um brinquedo interessante;
. colocar vários objetos num barbante e ensinar a criança a puxá-los (esta atividade deve ser feita com os nenês que já engatinham ou que já andem);
. dar papel macio para que os bebês rasguem ou amassem com o cuidado para não colocar na boca.


Sugestões de Atividades da Rotina:

· chegada e recepção das crianças;
· organização da sala e dos materiais;
· atividades didático-pedagógicas;
· brincadeiras ao ar livre;
· higiene e troca de roupa;
· almoço;
· higiene bucal;
· repouso;
· atividades alternativas para as crianças que vão acordando;
· lanche;
· atividades didático-pedagógicas;
· brincadeiras ao ar livre;
· higiene e troca de roupa;
· jantar;
· higiene bucal;
· reorganização da sala;
· saída.

OBS: A construção da rotina deve ser feita pela escola levando-se em conta os seguintes aspectos:
· o cotidiano na creche está impregnado de vínculos e afetos nas atividades como comer, dormir, trocar fraldas, dar banhos etc.;
· o educador deve diversificar ao máximo o lugar das atividades, oportunizando passeios, excursões, entrevistas que proporcionem maior interação e diferentes leituras do mundo;
. as propostas devem ser desafiadoras, significativas e prazerosas, possibilitando novas descobertas;
· a diferenciação das realidades e a disponibilidade de materiais e espaços.

BERÇÁRIO-desenvolvimento de 0 a 3 anos

Primeiro Ano de Vida

Durante todo o primeiro ano de vida, verifica-se uma completa dependência dos cuidados ambientais. Este período de dependência é mais acentuado nos mamíferos e nas aves, e em especial, nas espécies mais encefalizadas. Ocorrendo a máxima duração na nossa espécie.
Esta é uma relação que traz proveitos para ambos os lados. Se, no caso do bebé, o seu objetivo está ligado à própria sobrevivência pessoal, no caso da progenitora, tal é igualmente uma questão de sobrevivência, mas, neste caso, a sobrevivência dos seus genes.
Após nove meses dentro do útero materno, o bebé estará provavelmente preparado para entrar no mundo exterior. No entanto, mais do que em qualquer outro animal, o desenvolvimento continua muito para além do nascimento, quer a nível intelectual, quer a nível motor. No seu conjunto, o recém-nascido está mais afastado da idade adulta do que as crias da maioria das espécies. De certa maneira, todos nós nascemos prematuros.
Alguns autores defendem que este ritmo atrasado de desenvolvimento é o que mais distintamente nos torna humanos, pois o seu resultado inevitável é um período extenso e prolongado de dependência. Por um lado, tal constitui um grande inconveniente para a criança e para os pais mas, simultaneamente, acarreta grandes benefícios. Com efeito, um período tão longo de dependência justifica-se pelo facto de ser uma criatura cuja principal especificidade é a capacidade de aprender e, invenção básica, a cultura, isto é, os modos de ser e estar no mundo que cada geração transmite para a seguinte. Desta forma, com tanto para aprender, as crianças têm muito a ganhar com o facto de serem forçadas a permanecer junto daqueles que as ensinam.

"O Equipamento do Recém-nascido"


Ao nascer, os bebés têm pouco controlo sobre o seu aparelho motor. Os recém-nascidos possuem reduzidas capacidades de acção: agitam-se duma forma descoordenada e nem conseguem segurar a cabeça. Aos 4 meses de idade, serão capazes de se sentar com apoio e de tentar agarrar objectos que estejam à vista, mas algo que realizam com taxas de insucesso elevadas.
No entanto, o recém-nascido começa a vida com um equipamento neurológico de sobrevivência, um conjunto de reflexos primitivos que o ajudará ao longo desta primeira fase de vida.
Alguns destes reflexos, nos primeiros meses, estão relacionados com o acto de agarrar-se à pessoa que a pega ao colo. Um exemplo é o reflexo de preensão palmar: ocorre quando um objecto toca a palma da mão do bebé, e este procura automaticamente apertar o objecto, sem o largar. Se o objecto é levantado, a criança continua agarrada e é erguida conjuntamente com ele. Este reflexo está relacionado com a herança primitiva dos nossos antepassados primatas, cujas crias se agarram ao corpo peludo das mães.
Outra reflexo diz respeito à alimentação- Reflexo dos pontos cardeais. Ao aproximar algo da face do bebé, a sua cabeça volta-se na direcção da fonte de estimulação, com a boca aberta. A cabeça continua a rodar até que o estímulo, normalmente um mamilo, dedo ou tetina, se encontre dentro da boca. Quando se chega a este ponto, o bebé começa instintivamente a sugar.
Ao fim de poucos meses estes reflexos extinguem-se. Nalguns casos, o reflexo acaba por ser substituído por uma resposta consciente. Por exemplo, o reflexo de preensão palmar desaparece por volta dos três ou quatro meses de idade, o que não significa que deixem de agarrar coisas com a mão. Por essa altura, fazem-no, mas de uma forma voluntária. Estes actos voluntários não podem ser executados, mesmo desajeitadamente, antes de várias partes do córtex cerebral terem atingido um nível de maturidade suficiente para os tornar possíveis. Até essa altura, os reflexos do bebé funcionam enquanto um substituto temporário.


A capacidade sensorial do bebé


Enquanto as capacidades motoras dos bebés são, inicialmente, muito limitadas, os canais sensoriais funcionam, desde logo, bastante bem. Tal é amplamente comprovado nas mudanças dos ritmos de respiração, de mamar e de índices semelhantes de resposta à estimulação.
Os recém nascidos têm uma audição apurada. Conseguem discriminar entre tons de diferentes alturas e intensidades; possuem uma certa tendência para responder a uma voz humana suave, especialmente feminina, preferencialmente a outros sons. Conseguem ver, apesar de um tanto "míopes" e incapazes de focar objectos a distâncias maiores do que cerca de um metro e vinte; podem discriminar facilmente brilho e cor e seguir um estímulo móvel com os olhos. Além disso, são sensíveis ao tacto, aos odores e ao paladar.


Desenvolvimento Emocional / Social

Os instintos e reflexos inatos giram, antes de mais nada, à volta da ingestão de alimentos e à satisfação das necessidades básicas. Consequentemente, existe uma enorme dependência da mãe, com a qual o recém-nascido mostra-se quase fundido, ainda sem grande capacidade de individualidade e autonomia. A comunicação com a mãe (ou outro adulto de referência) proporciona à criança segurança.
O sentimento de aceitação incondicional por parte da mãe é um factor indispensável ao desenvolvimento da confiança. Na ausência de uma relação duradoura com uma pessoa (para alimentação, cuidados, contacto da pele), pode resultar a retirada para dentro de si mesmo, ou indiferença.
Se no início, a criança sente a mãe como parte de si mesma, no culminar do primeiro ano, ela aprende a vivenciar a mãe como objecto separado (com identidade e papel próprios). Aprende a esperar (tolerância à frustração) e, desta capacidade de espera resulta o ecoar interno de uma representação da mãe.
Mas, esses momentos de crescimento só serão possíveis se esta etapa for suficientemente preenchida de boas experiências emocionais, que permitam ao bebé um modelo de estabilidade e segurança, previsível e contínuo. Ganham os bebés que se ligam bem aos adultos mais próximos, e com eles constróem uma relação de confiança básica, marcada por um padrão rotineiro, sem períodos de separações traumáticas ou perdas de figuras de referência. Perdem aqueles que, por oposição, possuírem vinculações inseguras, marcadas pela instabilidade ou, por múltiplos prestadores de cuidados.
Esta vinculação pode ser indicadora da qualidade das ligações emocionais futuras da criança. Aquelas cuja ligação com a mãe ocorreu de modo seguro, estão naturalmente mais aptas a gostar de ir à escola, aprender, brincar, receber e visitar amigos, e um dia namorar, casar, terem a sua família organizada. Tal é possível devido a uma confiança básica em si e no mundo adquirida precocemente.
É também pelas pequenas frustrações do dia-a-dia que a criança continua a crescer. Nenhum adulto satisfaz 100% no que diz respeito à capacidade de resposta das necessidades das crianças. Dentro de certos limites, é por uma boa dose de frustração (desapontamento, desilusão) que o bebé reconhece cada vez mais os seus limites, bem como os dos outros que dela cuidam, e sai, pouco a pouco, de uma posição omnipotente.
É igualmente aconselhável que, durante o primeiro ano de vida, o bebé possa ocupar o seu espaço privado num quarto próprio. Para que, pouco a pouco, se possa adaptar a pequenos sinais da sua autonomia emocional e social.
Neste Estádio de Desenvolvimento, os bebés aprendem, principalmente, através dos sentidos, e são, fortemente, afectados pelo aqui e agora. Daí a importância de lhes assegurar um meio sensorial rico e responsivo de modo a promover o desenvolvimento da inteligência das crianças.

Atividade Lúdica do Bebé


O bebé precisa de se adaptar a um mundo novo mas, para tal, necessita de conhecê-lo e compreendê-lo. Por natureza, as crianças são muito curiosas, possuindo um desejo natural de compreender tudo o que se passa à sua volta, embora seja limitado pelas suas reduzidas capacidades motoras, que restringem as suas possibilidades de exploração.
Como se tem verificado, desde o primeiro momento, a capacidade perceptiva e a inteligência do bebé actuam em consonância com o ambiente. Um bebé, deitado no berço, verifica que, ao mexer-se, o móbil também se mexe. A partir daí, repete o mesmo movimento, porém, agora de forma objectiva e consciente. Dado que o bebé, nesta etapa, se encontra maioritariamente deitado, a decoração da cama do bebé estimula a sua inteligência. Obviamente que, à medida que vai crescendo, tal estende-se a outros espaços.
Aos 4 meses, a criança consegue controlar de forma mais eficaz os seus movimentos podendo, com razoável precisão, aproximar a mão dos objectos, desde que estes estejam próximos. Então, o chocalho que ela sacode e produz som, o brinquedo que ela morde, a grade do berço, etc., cada objecto próximo adquire vida e estimula-a para novas e ricas experiências.
Nestas idades é muito comum brincar com o abrir e fechar os olhos, o que, para a criança, representa perder o mundo ou possuí-lo. Uma boa forma de estimulação que a criança pode realizar com o adulto é a tradicional brincadeira de esconder a cara com algo, e depois reaparecer.
O atirar objectos para o chão, actividade que tanto aborrece os adultos, mas que diverte imensamente as crianças, acaba por ser uma experiência que o bebé faz com o objecto e com o adulto, numa relação causa/efeito, em que o atirar o objecto causa o seu desaparecimento e respectivo barulho na queda, e a respectiva reacção na cara dos adultos...
No segundo semestre de vida, o bebé descobre um novo e maravilhoso brinquedo: os seus pequenos dedos, e a sua capacidade para entrar em objectos ocos. Geralmente, os "receptáculos" preferidos para os seus dedos são os olhos, ouvidos, a boca (sua e das pessoas à volta), etc. Nesta fase, a criança passa a explorar tudo o que seja possível meter lá um dedo (atenção às tomadas eléctricas...).
O bebé sente prazer em explorar, manipular, encaixar, descobrir, construir... O desejo de aprender e conhecer é evidente em todos os bebés saudáveis. No início da vida, cada gesto e acto executado actua de forma permanente na construção da sua inteligência e desenvolvimento. A curiosidade faz parte da natureza humana, e caminha, lado a lado, com os interesses e necessidades de cada indivíduo, influenciando-o.
Verifica-se em alguns adultos, que estes "podam" a curiosidade natural das crianças, impedindo-os de tocar, sentir e experimentar determinados objectos. A repetição constante do NÃO e a punição física em resposta a esse desejo natural da criança poderá trazer, como consequência para o seu desenvolvimento os seguintes problemas:
- Baixo Q.I.;


- Futuros problemas na aprendizagem;


- Insegurança;


- Retraimento, timidez, medo do desconhecido;


- Intolerância à frustração;


- Chamadas de atenção pela negativa;


-Baixo auto-conceito/auto-estima;


- Entre outros.
Uma criança pequena não tem noção do perigo, e é óbvio que ela também precisa de aprender o NÃO, mas ao mesmo tempo precisa de estímulos para crescer, aprender e compreender tanto objectos, como pessoas, que fazem parte do seu mundo.

A Criança Aprende a Brincar!


É a brincar que a criança aprende o que mais ninguém lhe pode ensinar. É dessa forma que ela se estrutura e conhece a realidade. Além de estar a conhecer o mundo, está-se a conhecer a si mesma. Ela descobre, compreende o papel dos adultos, aprende a comportar-se e a sentir-se como eles. Não são necessários muitos brinquedos para o bebé brincar, antes pelo contrario, o poder da imaginação e da criatividade é enorme.


Ideias para estimulação do Bebé


1º. mês - Converse ou cante para o bebé. O som da sua voz é reconfortante e transmite-lhe segurança.


Faça massagens à criança, estimule cada parte do corpo dela: pés, mãos, costas, rosto. Pode-se colocar música suave e revelar, através deste contacto físico, os seus sentimentos por ele pois, o toque das mãos transmite amor, carinho e segurança.

2º mês - Apresente objectos grandes e coloridos para que ele possa brincar e tentar alcançá-los com as mãos.


Junto ao berço coloque um móbil colorido dentro do campo de visão do bebé.






3º. mês - Cante, faça gestos e expressões faciais. O bebé tentará imitar e responderá aos estímulos com sorrisos e ruídos.


Estimule o tacto do bebé com objectos de diferentes texturas. Ex.: passar no pé ou na mão dele uma pluma e observar as reacções; encostar na mão algo áspero e depois macio. Coloque-o sentado apoiado por almofadas.


4º. mês - Conte histórias curtas e imite o barulho dos animais com diferentes tons de voz. O bebé tentará imitar.


Mande-lhe brinquedos (bolas, dados) para ele tentar agarrar.


5º. mês - Deixe-o brincar com brinquedos macios, como mordedores, pois tudo que ele agarrar, vai levar à boca.


Coloque músicas de diferentes ritmos e dance com ele.


Espalhe brinquedos à sua volta deixe-o a brincar no chão.






6º. mês - Durante as refeições relate ao bebé o que ele está a comer. Mostre-lhe os alimentos.


Nesta fase, convide a criança para passear, e espere que ela lhe estenda os braços.


Imite o barulho dos animais e objectos, como gatos, telefone, estimulando-o a fazer o mesmo. Ao ar livre, deixe-o próximo das árvores, para que ele observe o balancear o e barulho das folhas.


7º. mês – Proporcione à criança a manipulação de brinquedos que façam barulho, de diferentes cores, formas e tamanhos. Coloque-os próximos do bebé e estimule-o de modo a ele ir buscá-los.


Ensine-o a dizer adeus. Em pouco tempo repetirá os gestos dos adultos.






8º. mês - Brinque às escondidas com uma toalha ou cortina. Permita que a criança mande objectos para o chão. Ele repetirá inúmeras vezes este movimento. Desta forma, está-se a fomentar a noção de causa e efeito.


Conte histórias, mostrando as imagens do livro.






9º. mês - Deixe perto do bebé brinquedos grandes e coloridos. Ensine-o a empilhá-los e a encaixá-los.


Quando junto do bebé, relate-lhe tudo o que faz. Ele começará a repetir sílabas. Converse sobre animais e imite o barulho dos mesmos.






10º. mês - Converse com o bebé e dê-lhe alternativas. Por exemplo: "Queres o urso ou a bola". Assim ele apontará o que quer e muitas vezes irá chorar se não for atendido.


Dance e cante com ele no colo, ele tentará imitar a coreografia e soltará os seus monossílabos.


Dê-lhe um telefone de brinquedo. Assim, está a incentivar a linguagem.






11º. mês - Participe nas brincadeiras da criança.


Deixe à mão objectos que possam ser colocados e retirados de uma caixa ou balde.


Chame a atenção dele para objectos e animais conhecidos e também para as novidades.


Estimule-o a beber água em copos ou com o auxílio de palhinhas.






12º mês - Cante e conte histórias. Disponibilize livros e revistas para manusear. Incentive-o a comer sozinho e a guardar brinquedos.


Ele já entende ordens curtas, portanto explique-lhe tudo: o que estão a fazer, onde vão, etc... Brinque às escondidas ou à apanhada com a criança. Jogue à bola com ela.


Segundo / Terceiro Ano


Depois do primeiro ano, existem três marcos evolutivos do desenvolvimento da criança:


- O aparecimento da marcha;


- O início da linguagem (sobretudo a possibilidade de dizer "não");


- E o controlo dos esfíncteres, que representa a possibilidade de entre os 2 e os 3 anos prescindir-se do uso de fraldas.


Com a aprendizagem da marcha e da linguagem, a criança adquire, de forma progressiva, a sua independência motora, ficando muito mais apta a explorar o que a rodeia. Nesta fase, a capacidade de tolerar a distância e a ausência dos pais é maior, mas ainda não é substancial. Para que exista uma presença emocional dos pais na vida psíquica da criança, a sua presença é ainda muito necessária.


Por esta altura, a criança começa a andar, sobe e desce escadas, vai para cima dos móveis, etc. - o equilíbrio é inicialmente bastante instável, uma vez que os músculos das pernas ainda não estão bem fortalecidos. Contudo, a partir dos 16 meses, o bebé já é capaz de caminhar e de se manter de pé em segurança, com movimentos muito mais controlados. Verifica-se igualmente uma melhoria da motricidade fina devido à prática - capacidade de segurar um objecto, manipulá-lo, passá-lo de uma mão para a outra e largá-lo deliberadamente. Por volta dos 20 meses, será capaz de transportar objectos na mão enquanto caminha.
Após o segundo aniversário, e à medida que o seu equilíbrio e coordenação aumentam, a criança é capaz de saltar, andar ao pé-coxinho ou saltar de um pé para o outro quando está a correr ou a andar. É mais fácil manipular e utilizar objectos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para comer sozinha.
No segundo ano de vida, a linguagem começa igualmente a desenvolver-se e, a possibilidade de dizer "não", "eu" e "meu" surge como a expressão do eu próprio em oposição ao outro. Verifica-se uma grande mudança na consciência que a criança tem de si própria.






Após os 15 meses, verifica-se uma maior capacidade de compreensão das ordens impostas, inicialmente com o recurso de gestos, depois, sem os mesmos. Começa a conseguir acompanhar ordens simples, do género "Dá-me o brinquedo".


Uma vez que este é o período em que as crianças estão mais abertas à aprendizagem da linguagem, os adultos que falam muito com elas, que lhes lêem, ensinam canções e poemas infantis (por outras palavras, que usam a linguagem para comunicar com elas) têm um efeito marcante no seu desenvolvimento linguístico.


As inter-relações pessoais também ajudam as crianças a distinguir quais os comportamentos adequados e quais não são. À medida que o seu comportamento se torna cada vez mais complexo durante o segundo ano de vida, a criança vai aprendendo com as expressões faciais dos adultos, com o seu tom de voz, gestos e palavras, quais os tipos de comportamento que geram aprovação e quais geram reprovação. Os padrões geram-se através do dar e receber entre as crianças e os adultos que cuidam delas. Contudo, e a par do comportamento, são também muito importantes as emoções, os desejos e a auto-imagem em formação.
A partir dos 24 meses, surge a idade dos "Porquês?" À medida que se desenvolvem as suas competências linguísticas, a criança começa a exprimir-se de outras formas, que não apenas a exploração física - trata-se de juntar as competências físicas e de linguagem (por ex., quando faço isto, acontece aquilo), o que ajuda ao seu desenvolvimento cognitivo. É capaz de produzir regularmente frases de 3 e 4 palavras. A partir dos 32 meses, é já capaz de conversar com um adulto usando frases curtas e de continuar a falar sobre um assunto por um breve período. Ocorre igualmente um desenvolvimento da consciência de si: a criança pode referir-se a si própria como "eu" e pode conseguir descrever-se por frases simples, como "tenho fome".
No seu processo de evolução, por volta dos dois anos/dois anos e meio, vai-se verificar a capacidade de criar imagens mentais (aquilo a que chamamos símbolos, ideias). Tal leva à compreensão dos conceitos - progressivamente, e com a ajuda dos adultos, vai sendo capaz de compreender conceitos como dentro e fora, cima e baixo. Por volta dos 32 meses, começa a apreender o conceito de sequências numéricas simples e de diferentes categorias (o que mais tarde lhe permitirá o contar até 10; formar grupos de objectos - 10 animais de plástico podem ser 3 vacas, 5 porcos e 2 cavalos, etc.).
Por esta altura, as brincadeiras que implicam o fazer de conta ou a imaginação e que envolvem dramas humanos (por ex., bonecos a abraçar-se ou a lutar) ajudam a criança a aprender a relacionar uma imagem ou representação com um desejo, e depois usar essa imagem para pensar.
Surge então a capacidade de auto-observação. Esta capacidade é fundamental para o autocontrolo de actividades tão simples como pintar dentro ou fora dos riscos de um desenho, ou fazer corresponder imagens com números. A auto-observação também ajuda a estabelecer relações de empatia com os outros e a corresponder a expectativas.
Nesta fase, a criança irá investir muito na medição das suas posses, limites (de que algumas birras são exemplo), bem como em comportamentos omnipotentes, de risco ou de oposição. Embora seja um aspecto fundamental em todo o desenvolvimento, é uma altura em que se torna maior a importância das regras e limites estabelecidas às e com as crianças.
As birras são uma das formas mais comuns da criança chamar a atenção, e podem dever-se a mudanças ou a acontecimentos, ou ainda a uma resposta aprendida (costumam estar relacionadas com a frustração da criança e com a sua incapacidade de a comunicar de forma eficaz).
Frequentemente, existe uma tendência dos pais em facilitar-lhes tudo, devido a uma culpabilidade inconsciente que sentem em não passarem com os seus filhos o tempo que consideram ideal, considerando-se que conter, frustrar, contrariar ou proibir pode prejudicar a criança.
Mas, o que se verifica é que as crianças mais inseguras e com um maior sentimento de desprotecção são aquelas que, desde pequenas, não lhes foram passadas regras nem limites por uma entidade protectora.


Bases para a aprendizagem da disciplina


A seguir ao amor, o que de mais importante podemos dar a uma criança são os limites. Toda a aprendizagem, mesmo a dos limites e da organização, começa com o carinho, a partir do qual as crianças aprendem a confiar, a sentir calor humano, intimidade, empatia e afeição pelos que a rodeiam. Os limites e a organização começam com o afecto, pois 90% da tarefa de ensinar as crianças a interiorizarem os limites baseiam-se no desejo dela de agradar ao "outro". Elas sentem este desejo por diferentes razões: porque amam as pessoas que cuidam delas e querem a sua aprovação e o seu respeito e/ ou porque têm medo.
As crianças aprendem também a modelar as suas atitudes a partir das de quem está com elas. A moral desenvolve-se a partir da tentativa de querer ser como um adulto admirado.
Um dos problemas associados às regras e limites fundamentalmente estabelecidos a partir do medo prende-se com a impossibilidade da figura de autoridade estar sempre junto da criança, o que faz com que, na sua ausência, a criança não sinta medo da punição. Por outro lado, o excesso de medo pode criar na criança ansiedade e inibição na maior parte das situações, chegando ao ponto de inibir formas saudáveis de expressão
Quando a disciplina é estabelecida como uma aprendizagem e é reforçada, com muita empatia e carinho, as crianças sentem-se bem por seguirem as regras. A sensação de saber que se é "o menino dos olhos" de alguém é muito agradável. Quando essa criança sentir o olhar de desapontamento por um comportamento incorrecto, vai possuir uma sensação de perda porque não recebe o olhar carinhoso de quando se porta bem. Se nunca tivesse sentido tal, não haveria sensação de perda ou de frustração que a motivasse interiormente a modificar o comportamento.
Os castigos corporais não são uma boa alternativa à disciplina. Ela tem a ver com ensinar, não com o punir. Os castigos corporais não respeitam a criança e tendem a danificar a sua auto-imagem. Além disso, estamos a transmitir à criança a imagem de que, em determinadas situações, os problemas podem ser resolvidos através da violência. Medidas como a contenção, o isolamento, o afastamento são mais eficazes. Apesar de tudo, é necessário ver que a disciplina é uma tarefa a longo prazo. O objectivo é ensinar a criança a controlar os seus próprios impulsos.
Ao nível da socialização, a criança aprecia a interacção com adultos que lhe sejam familiares, imitando e copiando os comportamentos que observa. No entanto, vai verificando-se um aumento progressivo da autonomia: sente satisfação por estar num grupo de crianças, necessitando apenas de confirmar ocasionalmente a presença e disponibilidade do(s) adulto(s) de referência - esta necessidade aumenta em situações novas, surgindo uma maior dependência quando é necessária uma nova adaptação.
As suas interacções com as outras crianças são ainda limitadas: as suas brincadeiras decorrem sobretudo em paralelo e não em interacção com elas. A partir dos 20-24 meses, e à medida que começa a ter maior consciência de si própria, física e psicologicamente, começa a alargar os seus sentimentos sobre si própria aos outros - desenvolvimento da empatia (começa a ser capaz de pensar sobre o que os outros sentem).
Inicialmente, o leque de emoções é vasto, desde o puro prazer até à raiva frustrada. Embora a capacidade de exprimir livremente as emoções seja considerada saudável, a criança necessitará de aprender a lidar com as suas emoções e de saber que sentimentos são adequados, o que requer prática e ajuda dos adultos.
No decorrer do terceiro ano de vida, começa a verificar-se como tema comum de brincadeira a imitação e tentativa de participar nos comportamentos dos adultos: por ex., lavar a louça, maquiar-se, etc.

Controlo dos esfíncteres


Com cerca de dois anos de idade, inicia-se o processo de ensino do controlo dos músculos que permitem a possibilidade de contenção e expulsão das fezes e da urina (controlo dos esfíncteres). E, simultaneamente, a aprendizagem da limpeza do corpo. Travam-se as "lutas" do bacio. Do ponto de vista da criança, tal implica uma renúncia, um "favor" que se presta à mãe. Os pais desejam que a criança passe a utilizá-lo sempre que sente necessidade e esta vai aproveitar a possibilidade de controlo para os seus momentos de oposição e jogos de afirmação. É um momento importante do desenvolvimento e é de salientar que poderá provocar na criança muita ansiedade, sobretudo quando há excessiva rigidez na educação (chegando-se por vezes ao castigo quando a criança não controla). É desejável que este processo seja realizado com tranquilidade, aceitando o ritmo de cada uma.










É de evitar um exagero na necessidade de limpeza. Nalguns casos, a associação entre sexo e "porcaria" poderá mais tarde, no adulto, repercutir-se como uma não aceitação do seu próprio corpo, dos seus cheiros e líquidos, o que eventualmente, levará a manifestações negativas nas suas vivências afectivas e comportamentos mais íntimos.

Retirado do site:
http://aconversacompais.blogspot.com/2008/03/desenvolvimento-da-criana-dos-0-aos-3.html

MATERNAL - projeto Estudos Sociais primeiro bimestre

1. A escola
->a sala de aula
-> os colegas
->as dependências da escola
-> as pessoas que trabalham na escola


2. A criança e a família
-> minha história
-> minhas preferências
-> membros da família


Objetivos instrucionais
Reconhecer as atividades vivenciadas na escola
Identificar as pessoas que trabalham na escola e a função que exercem
Conhecer sua história desde o namoro dos pais até a idade atual
Citar preferências
Identificar membros da família
Compreender a importancia da familia.


Datas comemorativas
.Páscoa
.Dia do Índio
.Dia do Circo
.Dia do Livro Infantil
.Semana da Saúde e Nutrição


Avaliação
Observação individual e coletiva do desenvolvimento da criança.
Exercícios xerocados ou mimeografados
Exercícios práticos
Relatório bimestral avaliativo de cada criança.





MATERNAL - recorte e cole as partes do corpo - menino



MATERNAL - colorir o mascote



Objetivos;
Colorir o mascote da escola seguindo os seguintes critérios:
.criatividade
.originalidade
.harmonia
Use as cores da escola (cor do emblema ou uniforme, fica a critério da escola), m alguma parte do desenho.


Regras:
.participa do concurso as crianças que estiverem devidamente matriculadas na escola.
.as crianças podem receber a ajuda dos pais e/ou responsáveis.
.a criança apresentará a sua proposta devidamente lacrada e identificada na secretaria da escola.
.o número de registro é a senha para a apuração dos resultados sem privilégios, não devendo ser revelado a nenhum outro membro da escola, exceto ao profissional responsável em relacionar o nome e o numero dos autores de propostas, para futuramente identificar o ganhador.


Entrega e abertura de propostas
.as propostas serão recebidas até o dia estipulado pela escola, com apuração e premiação a critério da escola.
.a escola formará uma mesa julgadora composta por cinco funcionários, que serão sorteados somente no dia da abertura de propostas.
.as propostas deverão ser colocadas em uma urna na secretaria da escola.


A premiação
A criança premiada receberá uma homenagem de todo o corpo escolar e um brinquedo surpresa.