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Alfabetização e letramento - parte 2

Experiências revelam que, antes de terem acesso a esses estudos, muitos alfabetizadores encaminhavam seus alunos a fonoaudiólogos, pedagogos ou psicólogos para que esses profissionais "corrigissem" a "deficiência" apresentada, ou seja, por desconhecimento, o professor incorria na inversão de valores - as hipóteses dos alunos eram encaradas como um problema e não como uma forma natural, reflexiva e inteligente de construção do conhecimento.
As etapas, compreendem três níveis diferentes: pré-silabico, silábico e silábico alfabetico, sendo que o ultimo é dividido em silábico-alfabético e alfabético.
No nível pré-silábico, a criança não estabelece relações entre a escrita e a pronuncia, ainda representa a escrita por meio de desenhos, rabiscos ou letras aleatórias, sem repetição e com o critério de no mínimo três. Nessa fase, a criança associa de maneira direta a palavra ao objeto a que se refere, não distingue ainda o objeto da palavra que o representa.
Acredita que a palavra cão deva ser maior que a palavra formiga, porque representa um objeto maior e mais pesado. Essa hipótese foi denominada por piaget de "realismo nominal".
A superação do realismo nominal se dá quando a criança compreende  que a palavra escrita, diferentemente do desenho, não representa o objeto, mas o nome do objeto.
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, "algumas situações didáticas  favorecem especialmente a análise e a reflexão sobre o sistema alfabético de escrita e a correspondência fonográfica.
São atividades que exigem uma atenção à análise - tanto quantitativa como qualitativa - da correspondência entre segmentos falados e escritos. São situações privilegiadas de atividades epilinguísticas em que, basicamente, o aluno precisa ler, embora ainda não saiba ler; e escrever  apesar de ainda não saber escrever (PCN - LP, p.34).
Quando a criança percebe que há estabilidade na escrita das palabras, isto é, que há uma forma única considerada convencional para escrever corretamente cada palabra, ela atinge a etapa subsequente: o nivel silábico.
No nível silábico, a criança descobre a lógica da escrita  por meio da correspondência entre a representação escrita das palavras e as propriedades sonoras das letras, usando, ao escrever, uma letra para cada emissão sonora, pois supõe que deve escrever tantos sinais quantas forem as vezes que mexe a boca, ou seja, para cada sílaba oral corresponde uma letra ou um sinal escrito. Nesta fase, é comum o uso aleatório dos simbolos gráficos, empregando ora letras "inventadas", ora apenas consoantes, ora vogais, repetindo-as conforme o numero de silabas das palavras.
Para essa etapa, sugere-se:
.identificação, primeiramente, do próprio nome, e, depois, do nome dos colegas, evidenciando que nomes maiores nem sempre pertencem aos colegas maiores;
.organização dos nomes (ou de outros textos), seguindo critérios como som inicial, som final, rimas, número de letras, entre outros;
.organização de palavras -texto em ordem alfabética e ilustrada por meio de desenhos, para serem expostas na sala de aula;
.criação de jogos com os nomes;
.trabalho com rótulos e embalagens de produtos conhecidos; com recortes de jornais; com títulos que remetam a assuntos ou temas próprios do universo da criança, etc.

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