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EDUCAÇÃO FÍSICA- no Brasil

A Educação Física no Brasil nos leva à época do Descobrimento: os portugueses quando chegaram aqui encontraram indígenas habituados à prática de atividades físicas, da mesma forma que o homem primitivo, pois os mesmos possuíam habilidades naturais e, na luta pela sobrevivência, praticavam natação, arco e flecha, corridas, saltos, pesca, canoagem, montaria, lutas e outras. Outra contribuição indígena foi o jogo de peteca.
Na época da escravidão, uma cultura foi introduzida pelos escravos africados: a capoeira, que é a mistura de dança, jogo e competição e demonstrava o sentimento de emoção e saudade de um povo.
A elite dominante dessa época dividia o trabalho manual e intelectual. Baseada nessa postura, resistia na inclusão da ginástica nas escolas, pela semelhança com o trabalho manual, que era destinado aos escravos.
Dois documentos nortearam os princípios da Educação Física. O primeiro foi a Carta Régia de 04/12/1810, que introduzia a Ginástica Alemã (uma tentativa de equiparar no mesmo grau de importância o intelecto e o físico do homem) na Academia Real Militar. Nesse momento, instaurou-se a função higienista, pois era importante termos homens fortes, sadios, robustos com condutas morais e intelectuais para o desenvolvimento do Brasil.
O egundo documento foi o parecer de Rui Barbosa no projeto 224/1882 - "Reforma do Ensino Primário..."que reforçava a importância da ginástica nos currículos escolares.
No período pré-guerra (1930), as exigências continuavam sendo de corpos atléticos e disciplinados, pois precisava-se garantir a defesa da pátria
Após a II Guerra Mundial (1945), o escolanovismo buscava estimular o interesse do aluno e a sua auto-realização (1961).
Na década de 70, presenciou-se a existência de um regime autoritário de poder a Ditadura Militar.
Em função dessa nova perspectiva política, o sistema educacional foi totalmente reformulado e, a partir daí, as consequencias dessa reforma desencadearam inúmeras mudanças em nossa sociedade.
A Educação baseou-se na Pedagogia Tecnicista, que tinha como princípios a racionalidade e a eficiência. Foi um período marcado pela meta da produtividade.
Com a privatização do ensino (sobreturo das universidades que deveriam reservar-se às elites) foram criadas inúmeras instituições universitárias.
A instituição do Decreto 68.450 de 1971, manteve a ênfase na aptidão física, tanto na organização das atividades como em seu controle e avaliação.
Se por um lado o Regime Militar favoreceu a expansão da Educação Física, pois houve um aumento significativo de suas escolas, por outro, a qualidade do ensino ficou seriamente comprometida. Principalmente devido ao comportamento de professores e profissionais da área que, influenciados pelas características da política educacional vigente, e com uma postura totalmente autoritária, apresentavam uma forte tendência em valorizar o rendimento físico, a perfeição e o domínio dos movimentos adquiridos por meio da aplicação de métodos rígidos de automatização e adestramento, para se atingir um melhor desempenho esportivo.

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