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BERÇÁRIO - o bebê aos 5 meses


O pai já aos 5 meses é muito importante para brincar e conversar com o bebê que ficará mais receptivo e terá seu desenvolvimento fortalecido, mais do que se ele permanecesse sempre com sua mãe. Hoje o pai tem participação ativa na criação do seu filho, desde os primeiros dias de nascido. É necessario chamar a atenção das mães para que não tratem seu filho como sendo de sua única propriedade. A criança terá que construir o seu próprio destino. A mãe deve incentivar a independencia da criança. É neste momento importante que se fortalece a presença do pai, a pessoa que a mãe aceita e se mostra contente.
A função do pai é a de dividir a atenção da criança, desenvolvendo a individualidade de cada um. No caso desta função paterna falhar, o filho não consegue se separar de sua mãe, prejudicando toda sua personalidade, tornando-se confuso. A consulta a uma psicóloga analisando as circunstâncias de cada caso, poderá dar uma orientação adequada.
A expressão do rosto do bebê já demonstra medo, desagrado, zanga. Ele faz careta por imitação, sorri, percebe sua imagem ao espelho. Levanta os braços para ser tirado do berço. Sorri e vocaliza para fazer contato social. Reage quando alguém quer tirar seu brinquedo. Reconhece os seus brinquedos. Abaixa-se para ver o que cai. O bebê quietinho dos primeiros quatro meses mudou. No quinto mês ocorre a explosão das atividades. De costas, ele levanta a cabeça e os ombros, apoiando-se com as mãos. Tenta se arrastar, rolar e brinca com os chocalhos. Leva o pé à boca e chupa o dedo do pé. Consegue apanhar objetos  e trocá-los de mão.
A audição já está desenvolvida, podendo virar a cabeça se você chamar por ele. E pára de chorar quando alguém fala com ele.
Sua visão está se aperfeiçoando, podendo diferenciar seus pais. Sua sensibilidade à presença de estranhos aumenta.
Os pesquisadores admitem que eles sentem mais medo das mulheres do que dos homens, porque talvez elas sejam mais barulhentas, querem agarrá-lo e usam perfume.
A linguagem também está se aperfeiçoando; ele usa as vogais A,E,U e as consoantes D e B. Vocaliza "blá-blá" para ele mesmo ou para seus brinquedos. Balbucia para interromper a conversa dos outros, chamando a atenção para si. Começa a perceber seu nome. Grita por companhia, reclamando a presença de pessoas conhecidas. Aos cinco meses o bebê tem necessidade de chupar e de mastigar. Usa a boca e a língua para experimentar objetos, como os adultos usam as mãos e os olhos. Deve ser deixado fora do seu alcance o que ele pode levar à boca. Nunca deixe objetos que não sejam grnades, laváveis e sem tinta, e se cairem no chão deverão ser lavados outra vez.
É a época propícia para o treinamento das funções dos braços e pernas. A movimentação dos braços no primeiros e no segundo mês de vida é um treinamento motor indispensável e agradável para as crianças; todo desenvolvimento neuromuscular do bebê nos seus primeiros meses de vida deve ser feito por meio de diversão, estimulados pelo ambiete, pelas solicitações dos adultos ou pela presença de brinquedos.
Aos cinco meses ele começa a estranhar algumas pessoas, porque é o inicio da percepção da diferença entre ele e estas; as avós ficam desapontadíssimas se não são reconhecidas. Não o force a ir com as pessoas, parentes, vizinhos ou amigos, espere que ele os aceite. O que ele teme é o barulho, barulho de portas, pessoas falando falando alto. Aos poucos ele até se habituará com o ritmo da sua casa;

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