Voltando às aulas

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Atualizações- Discos Virtuais

DV LIBRAS - 9 paginas sobre cadeia alimentar já disponível para download.

Alfabetização- atividades com alfabeto

Atividades diversas envolvendo alfabeto manuscrito, ordem alfabetica, escrita de nomes e palavras.Baixe em documentos de word ao final da postagem e imprima em meia folha para utilizar em sala de aula:







Carnaval com a Turma da Mônica 2

Mais imagens com a Turma da Mônica para colorir.
As imagens que ilustram o tópico estão cortadas, mas o documento original pronto para impressão está correto, o programa para transformação em imagem que não aceitou ler a imagem inteira.
Baixe em documento de word, imprima e use:








Carnaval com a Turma da Mônica

Desenhos para colorir sob o tema:
Carnaval com a Turma da Mônica, já estão formatados em documentos de word, configuração folha inteira para que você simplesmente baixe no seu computador e faça a impressão.
Nada de ter que ficar colocando em documentos de word, tirando imperfeições e defeitos no Paint, como outros arquivos que você encontra por aí. Todas as correções e formatações já foram feitas para facilitar sua rotina: apenas baixe, salve, imprima e use!




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Gravando um cd de arquivos com o Nero StartSmart

É extremamente importante que você saiba trabalhar com ferramentas de gravação.
Com elas você pode:
.salvar uma cópia de seus arquivos preferidos em um cd ou dvd;
.gravar um cd de áudio (quando precisa levar aquela música específica para trabalhar na escola, e lá só tem o toca cd normal);
.gravar videos em DVD para passar para os alunos.
Bem sabemos que a realidade das escolas públicas brasileiras, deixam muito a desejar nos quesitos tecnológicos, e quando se tem uma televisão com aparelho de DVD e um rádio ou aparelho de som, já tem que se erguer as mãos para o céu.
Tudo seria mais fácil se houvesse um data show para que você levasse seu notebook (para quem tem) ou aparelhos que lêem MP3 para que você conectasse apenas o seu pen drive.
Mas, como temos que trabalhar com a realidade e não o imaginário, vamos aprender a trabalhar com as ferramentas de gravação em três etapas.
Nesta primeira, a gravação simples, que você pode usar para salvar uma cópia dos arquivos que você retira da internet e deixar em um cd ou fazer uma cópia de todas as fotos que você tirou em sua câmera, porque computadores pegam vírus e de um momento para o outro você pode perder imagens de valor inestimável.

GRAVANDO UM CD DE ARQUIVOS

A ferramenta ou programa de gravação mais utilizado é o Nero. Os passos a seguir são ilustrados pelos procedimentos do Nero StartSmart, que é um programa de facil utilização.
Vamos lá:
1.Abra o programa selecionando-o em arquivos de programa.
Vai aparecer a tela assim:
2.Clique em cópia e gravação:

3.Selecione a opção gravar disco de dados:

4.Escolha se vai gravar os arquivos num cd ou num DVD.

5.Na tela seguinte selecione adicionar arquivos:

Então procure os arquivos, selecione-os um a um ou vários de uma vez, usando o mouse e a tecla Ctrl junto. Quando você clicar em cima do arquivo e ficar azul é porque está selecionado.
6.Quando terminar clique em avançar:

7.Nesta tela você pode trocar o nome do disco colocando o nome que você quiser, se for fazer mais de uma cópia pode também modificar o numero 1 pelo numero de cd's ou dvd's que pretende gravar.
Em seguida clique em gravar:
8.Aparecerá uma tela pedindo para você coloque o cd ou dvd para gravação.Faça isso e não precisa clicar em nada. O programa fará a leitura e começará a gravação.


Quando o programa terminar de gravar seus arquivos, ele abrirá o leitor de cd e dará opções para você salvar o projeto que acabou de gravar ou finalizar sem gravar. Vai de sua escolha o que vai fazer e finalizar o programa.
Simples não é?
Na próxima postagem sobre esse assunto mostraremos como é simples gravar um cd de áudio: para levar por exemplo, as marchinhas de carnaval para a sua sala de aula!
Foi útil para você essa postagem? Participe de nosso blog. Escreva seu comentário, sua opinião, faça sua pergunta, deixe suas duvidas, queremos conhecer você e saber sua opinião!

o banco de atividades

As comemorações do carnaval no Brasil

Foco: As comemorações do Carnaval no Brasil


Público: alunos de educação infantil

Objetivos: conhecer as diferentes formas de manifestação artística brasileira, durante as comemorações do carnaval, incluindo dança, música e adornos.

Apresentação: o carnaval é uma das maiores, senão a maior, festa popular brasileira. Os desfiles das escolas de samba – famosos no Rio de Janeiro e em São Paulo – são, normalmente, a forma mais divulgada dessa comemoração. As principais atrações são os carros alegóricos, a bateria e o casal de mestre-sala e porta-bandeira. Entretanto, outras maneiras igualmente festivas, coloridas e movimentadas são observadas pelo país e é com base nessa variedade regional que a aula será desenvolvida.

Na Bahia, há o carnaval de rua que faz uso dos trios elétricos - caminhões imensos, cheios de luzes, que servem de palco para cantores e dançarinos. Sua função é animar o povo por onde passar, atraindo as pessoas para que sigam dançando e cantando atrás dele.

Em Natal, Maceió, Olinda (Pernambuco) e Recife, o carnaval de rua, com brincadeiras livres e espontâneas, caracteriza uma enorme confraternização popular. Em Olinda, o destaque fica por conta dos bonecos gigantes carregados pelos foliões, que lotam as ruas da histórica cidade. O casal de bonecos mais famoso é formado pelo Homem da Meia-Noite e pela Mulher do Meio-Dia. Olinda será a Capital Brasileira da Cultura no ano de 2006, projeto criado pela Organização Capital Americana da Cultura e que está sendo implementado no Brasil pela ONG Capital Brasileira da Cultura.
No Recife, as ruas também ficam repletas de pessoas que desfilam em blocos ou simplesmente dançam e pulam ao som do frevo; passistas dão shows em coreografias individuais, improvisadas e rápidas, com roupas coloridas e um acessório especial: uma pequena sombrinha. Muitos dançarinos e dançarinas mirins fazem verdadeiras manobras dançando o frevo.


Por fim, vale lembrar que o aprendizado e a vivência desta rica diversidade cultural brasileira podem ser mais atraentes e interessantes para as crianças se as atividades forem desenvolvidas sob a forma de projeto multidisciplinar, envolvendo o(a) professor(a) de música e também o(a) de educação física. Ao primeiro, caberá a escolha das músicas; ao segundo, a coreografia correspondente. Os alunos poderão se fantasiar livremente ou de modo a compor um bloco de frevo, usando os adornos apropriados. O mesmo vale para a formação de uma escola de samba, com seu carro alegórico temático. Outra opção é construir a maquete de um sambódromo com as crianças, estimulando a criatividade para a confecção de bonecos gigantes, bonecos de perna-de-pau ou mascarados. Toda forma de manifestação artística pode compor este cenário, pois o carnaval é símbolo de alegria, espontaneidade e criatividade. O trabalho em equipe gera cooperação e socialização, permitindo que cada aluno contribua, à sua maneira, em prol de um projeto coletivo.

Diversidade cultural - As comemorações do carnaval no Brasil


Atividades para a aula

• Reúna os alunos numa roda de conversa.

• Comece perguntando ao grupo quem conhece uma festa tão animada que dura 4 dias!

• De acordo com as respostas, esclareça que o carnaval é uma festa que promove brincadeiras nas ruas e em salões de clubes, animadas por muita música, dança e personagens especiais.

• Para ilustrar o que foi dito, mostre fotos (ou vídeos) de desfiles de escolas de samba, trios elétricos, concursos de fantasias, máscaras e quaisquer outras manifestações regionais brasileiras que representem a comemoração do carnaval, conforme descrito na apresentação.

• Em seguida, fale sobre as músicas dessa festa - o samba, o frevo, a marchinha. A aula ficará mais animada se as crianças puderem ouvir as diversas formas musicais, relacionando cada uma a um evento: desfile de rua, dança de frevo, baile de máscaras e de fantasias, trio elétrico.

• É interessante que a audição das músicas seja complementada e explorada na própria aula de música, com apoio do professor especialista. Ele saberá eleger as canções, indicando os instrumentos corretos e formando, quem sabe, uma bela banda musical carnavalesca.

• Depois de familiarizar a classe com sons e imagens, utilize as dicas fornecidas na apresentação da aula para dividir a classe em grupos, de acordo com o interesse das crianças e a faixa etária. Lembre-se que a divisão a seguir é apenas uma sugestão didática, podendo ser adaptada de acordo com sua intenção pedagógica. O importante é mostrar aos alunos a diversidade cultural brasileira durante a comemoração do carnaval.

• O grupo que representa o Rio de Janeiro poderá desenhar ou montar, a partir de sucata e massa de modelar, por exemplo, um carro alegórico (usando caixas de sapato ou garrafas PET) com tema escolhido pelas crianças (cuidados com o meio ambiente; animais em extinção, personagens do folclore brasileiro). Guaches e colas coloridas darão vida ao trabalho, enriquecendo seu acabamento.

• O grupo de São Paulo vai complementar o do Rio de Janeiro, selecionando o tipo de música que vai acompanhar o desfile. Possivelmente, neste momento, seja necessária a intervenção do professor da área.

• O grupo da Bahia montará um ou mais trios elétricos, usando sucata para montar cantores e dançarinos que ficarão sobre ele. Os trios podem ser enfeitados com confete e serpentina.

• O grupo de Pernambuco será encarregado de enfeitar a classe com sombrinhas de todos os tamanhos, bem coloridas. Se desejar, poderá representar dançarinas e dançarinos em ação, no frevo. Isto pode ser feito sob a forma de bandeirolas ou de painel. Aqui podem ser utilizados lápis de cor, hidrográficas ou cola colorida.

• O grupo de Olinda fará bonecos de perna-de-pau usando sucata (palitos de sorvete com ponta arredondada), massa de modelar (como base de sustentação), cola colorida e guache. Particularmente, sugerimos que as crianças façam o Homem da Meia-Noite e a Mulher do Meio-Dia, elementos mais representativos do local e da festa. Aqui também podem ser feitas máscaras de ambos os personagens, criadas a partir do imaginário da criança.

• Concluídas as etapas de elaboração das manifestações carnavalescas, é hora de comemorar o carnaval em sua sala de aula ou na quadra de esportes, já que estão previstas músicas para embalar as apresentações. Outras classes podem ser convidadas a participar, tal qual nos desfiles de rua.

Agora que você já tem um panorama das comemorações regionais do carnaval no Brasil, vamos às etapas da aula:

Diversidade cultural - As comemorações do carnaval no Brasil
Atividades complementares


• As crianças poderão levar CDs de música de carnaval, improvisando danças criativas, com indumentárias originais, inventadas ou recriadas por elas mesmas.

• Você, professor, poderá escolher cuidadosamente algumas músicas carnavalescas tradicionais (ou não, desde que apropriadas à faixa etária) que permitam às crianças não apenas cantá-las, mas também desenhá-las ou até mesmo, dramatizá-las. Alguns exemplo são: Mamãe eu quero, Balancê, Aquarela do Brasil, A jardineira, Florisbela; Trem das onze ou Allah-lá-ô. Para conhecer mais músicas, visite o site Carnaval - História - ao chiado brasileiro: www.geocities.com/aochiadobrasileiro

Curiosidades

• Carnaval significa período anual de festas profanas, originadas na antiguidade e recuperadas pelo cristianismo. Inicia-se no Dia de Reis (Epifania) e acaba na Quarta-Feira de Cinzas, às vésperas da quaresma, o período de 40 dias que antecede a páscoa cristã.

• Alguns personagens marcam os festejos carnavalescos:

o O rei Momo, gordo e fanfarrão, é o rei do carnaval e se originou da tradição dos bobos, que eram os encarregados de divertir os nobres das cortes portuguesas. Os alunos podem fazer desenhos envolvendo as atividades de desenhar, pintar, recortar e colar a partir de modelos encontrados em revistas, livros ou mesmo na internet para mostrar aos alunos.

o A mesma atividade pode ser realizada para os personagens arlequim, o pierrô e a colombina que são personagens criados pela Commedia dell'Arte, um gênero de teatro italiano do século XVII e tornaram-se figuras sempre lembradas em letras de música e fantasias.

• O carnaval foi chamado de Entrudo por influência dos portugueses da Ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde, que trouxeram a brincadeira de loucas correrias, mela-mela de farinha, água com limão, no ano de 1723, surgindo depois as batalhas de confetes e serpentinas.

A origem do carnaval




O Carnaval teve origem nas festas em que os gregos e os romanos comemoravam suas colheitas. Muitos séculos depois, a celebração acabou tornando-se uma brincadeira típica das cidades.

O Carnaval brasileiro surge em 1723, com a chegada de portugueses das Ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde. Seu nome era entrudo — palavra que vem do latim introitus e que designa as solenidades litúrgicas da Quaresma.

O Carnaval daqui foi, até a metade do século XIX, uma festa de muita sujeira e molhação. Os escravos a festejavam sujando-se uns aos outros com polvilho e farinha de trigo, ou espirrando água pelas ruas com o auxílio de uma enorme bisnaga de lata.

As famílias brancas, refugiadas em suas casas, brincavam o Carnaval fazendo guerras de laranjinhas —pequenas bolas de cera que se quebravam espalhando água perfumada—, ou então, jogando de suas janelas um líquido não tão cheiroso na cabeça dos passantes.

Por isso as pessoas evitavam sair às ruas durante os dias do entrudo. Isso fez com que os bailes de máscara, realizados apenas para a elite durante o Primeiro Império, e, a partir da década de 1840, para a classe média, fizessem muito sucesso.

Nesses bailes, que eram pagos e feitos em teatros e hotéis do Rio de Janeiro, não se dançava o samba, mas sim o schottische, as mazurcas, as polcas, as valsas e o maxixe, que era o único ritmo genuinamente nacional. Somente em 1869, quando o ator Correia Vasques adaptou a música de uma peça francesa e deu para essa adaptação o nome de Zé Pereira — mesma música que é cantada até os dias de hoje —, apareceu à primeira música de Carnaval. Até então, todas as músicas eram instrumentais ou em outro idioma.

O carnaval da rua, entretanto, quase não existia. Tudo à custa da violência que tinha o entrudo [há no Recife, atualmente, uma brincadeira sobrevivente do entrudo que se chama mela-mela].

Alguns jornalistas da época começaram a estimular a criação de carnavais que imitassem os de Roma e de Veneza, onde as pessoas saiam às ruas fantasiadas para tomar parte no corso ou para realizarem batalhas de flores ou de confete.

Um dos jornalistas que defendia ardorosamente esta forma de Carnaval era José de Alencar, o qual escreveu na sua coluna do "Jornal Mercantil" do Rio de Janeiro, às vésperas do Carnaval de 1855, a seguinte frase: "Confesso que esta idéia me sorri. Uma espécie de baile mascarado, às últimas horas do dia, à fresca da tarde, num belo e vasto terraço, com todo o desafogo, deve ser encantador". Foi assim, após uma campanha dos jornalistas contra o violento entrudo e a favor do elegante Carnaval veneziano, que os desfiles de rua começaram a acontecer.

A partir daí o Carnaval pode ser dividido em dois tipos distintos de manifestação: um feito pelas classes mais ricas nos bailes de salão, nas batalhas de flores, nos corsos e desfiles de carros alegóricos; outro feito pelas classes mais pobres nos maracatus, cordões, blocos, ranchos, frevos, troças, afoxés e, finalmente, nas escolas de samba.

A primeira escola de samba foi fundada em 1928 no bairro do Estácio e se chamava Deixa Falar. A partir de então, outras foram surgindo até chegarmos à grande festa que vemos hoje.



Projeto Aprendendo a conviver na escola

Aprendendo a conviver adequadamente na escola

Objetivos:

Reconhecer a importância, compreender, valorizar e utilizar as regras• mínimas de boa convivência.

Vivenciar os valores universais (solidariedade,• respeito, colaboração...).

Interagir com os outros em diferentes grupos e• diferentes situações, relatando suas idéias e respeitando as idéias dos outros.

Dispor-se a buscar soluções pacíficas para os problemas, de forma• individual e coletiva, tanto envolvendo atitudes como conhecimento.

Saber• ouvir os outros em diferentes situações.

Resolver os conflitos sem brigar,• procurando controlar sua impulsividade.

Atuar com mais autonomia nas• atividades habituais e nas interações com o grupo, desenvolvendo as possibilidades de tomar iniciativa e estabelecer relações afetivas e respeitosas.

Colaborar no planejamento e realização das atividades de• grupo, respeitando pontos de vista contrários, articulando seus interesses com os dos outros, assumindo seu papel no grupo e suas responsabilidades.

• Estabelecer relações mais equilibradas e construtivas com os colegas com os colegas, comportando-se de maneira solidária, valorizando as diferenças e rechaçando qualquer tipo de discriminação.

Atividades:



- Trabalho com textos e ou livros diversos que sugerem temas como solidariedade, respeito aos outros, boas maneiras, cooperação, estímulo à sensibilidade e reflexão...

- Jogos e dinâmicas que estimulem a amizade, cooperação e o respeito às diferenças.

- Elaboração de frases e histórias que enfatizem a convivência adequada no grupo.

- Dramatização de situações de conflito que podem surgir na escola, confrontando com a dramatização do que seria a atitude mais adequada para o momento.

- Trabalho em parceria com a professora de Ensino Religioso, procurando desenvolver assuntos sobre valorização à vida, amor ao próximo, estímulo aos bons sentimentos e atitudes...

- Conversas informais (rodinha) para refletir sobre situações que surgem em aula ou temas abordados em textos, buscando soluções no grupo e valorizando a participação e o comprometimento de todos.

- Atividades em grupo e duplas

- Manual da Convivência

- Definição das regras de convivência da turma

- Eu vi uma barata: forma-se um círculo com as crianças. Uma inicia dizendo “ eu vi uma barata na fulana”. Quem estiver a sua direita deverá defender seu amigo dizendo: “ não, na fulana a barata não está. Eu vi foi na beltrana”. O jogo prossegue até que todos sejam chamados.

- Corpo a corpo: os alunos circulam pela sala e na ordem do professor juntam as partes do corpo solicitado: mão 5, braço 3, cabeça 4,...

- A bola da vez: forma-se um círculo com os alunos. Um começa jogando uma bola a um colega e dizendo o seu nome. Este continua o jogo, atirando a bola para o outro e assim por diante.

- Você sabe quem são seus colegas? : folha com perguntas.

- Dança das cadeiras: formam-se dois círculos de crianças, um fora e outro dentro. Os alunos deverão conversar com o seu colega da frente sobre o que mais gosta de fazer em casa quando não está no colégio. Ao sinal da professora, a roda do meio irá girar uma vez, seguindo a mesma conversa até que todos conversem com todos.

Jogo do nome: cada aluno tira de um saco o nome de um colega. Escreve seu nome, bem grande, numa folha de ofício e procura escrever o maior número de palavras que conhece que começam com a mesma letra.

- Dinâmica do Elefante: Cada criança receberá o desenho de um elefante onde deverá escrever uma palavra que a turma não deverá esquecer até o final do ano.

- Escrever um recadinho para um amigo ( sortear quem escreve para quem).

- Fazer um desenho bem bonito, escrevendo de: e para: ( sortear quem desenha para quem).

- Ursinho: forma-se um círculo. Neste círculo passará um ursinho. Cada criança deverá fazer nele um gesto. Quando todos tiverem terminado, a professora explicará que os alunos deverão fazer o mesmo gesto que fizeram no ursinho no colega da direita.

- Empresta-me tua casinha? Desenha-se no chão vários círculos ( um a menos que o número de crianças). Cada círculo será ocupado por uma criança. A que ficar sem a casinha deverá chegar a uma criança e dizer: “ empresta-me tua casinha?”. Todas as outras deverão responder: “ pois não!”. Todas saem do seu círculo, trocando de lugar. A que estava fora, deverá buscar um círculo também. Quem ficar sem lugar, recomeça o jogo.

Bingo humano: Cada criança receberá uma cartela. Após, deverá escolher o seu codinome: formado pelo seu apelido + seu prato predileto. Ao sinal, todos deverão preencher sua cartela com nome dos colegas. Após joga-se bingo com as cartelas. Quem preencher a sua primeiro vence o jogo.

- Jogo do rabisco: joga-se em dupla. Cada uma recebe uma folha. Uma criança inicia um desenho e passa a folha para a outra continuar e assim por diante até terminar o desenho.

- Jogo dos olhos: forma-se um círculo. Quando dois olhares das crianças se cruzarem, elas deverão trocar de lugar. O jogo termina conforme o interesse da turma.

- Autógrafo: Cada aluno recebe uma folha. Deverá conseguir o maior número de autógrafo dos seus colegas.

- Expressão de amizade: forma-se um círculo. Quem começa, olha para o colega da direita e diz “ amo o meu colega com A, porque ele é... ( e diz um adjetivo que comece com a letra A). A jogo prossegue com todas as letras do alfabeto.

- Sinais de trânsito: os alunos deverão, início da aula, colocar uma carinha ao lado do seu nome conforme seu humor.

Avaliação: Que cada aluno consiga integrar-se no grupo, participando ativamente, trocando experiências, resolvendo situações de conflito de forma tranqüila e convivendo adequadamente conforme as regras elaboradas pela da turma e os valores trabalhados em aula. Que o grupo como um todo consiga demonstrar maior autonomia e sensibilidade para resolver os problemas que surgem com mais tolerância e amabilidade.



Projetos sobre carnaval

alunos atendidos: primeira série




objetivos:

Deseja-se que a criança seja capaz de:

- Reconhecer o Carnaval como a maior expressão da cultura e da arte do povo brasileiro;

- Expressar-se livremente sobre o tema;

- Observar e participar culturalmente desta manifestação folclórica;



Desenvolvimento:

• Atividades lúdicas:

- Vídeo informativo

- Biblioteca (textos informativos)

- Ed. Artística: A arte presente no carnaval, (quebra cabeça com o tema).

- Ed. Física: Músicas e dança - baile de carnaval



Português

- Músicas de carnaval

- Palavras relativas ao carnaval

- Vogais encontradas nas letras, encontros vocálicos, consoantes.

- Pesquisa sobre as escolas de samba de São Paulo preferida das crianças

- Pesquisa sobre o que as crianças sabem sobre as manifestações carnavalescas no Brasil



• Matemática

- A escola mais votada entre as crianças

- As escolas vencedoras de São Paulo e Rio de Janeiro

- As cores do carnaval

- As formas geométricas

- numerais

- Valor do dinheiro (0,1; 0,5; 0,10; 0,50 centavos e 1 real).



• História e Geografia

- O Carnaval no Brasil

- Os sambódromos

- Carnaval, a expressão popular.

- O trabalho dos envolvidos nos trabalhos das escolas de samba e de rua



• Ciências

- As campanhas existentes em relação aos agravos à saúde a pela não observância dos excessos cometidos durante o carnaval



• Avaliação

- Foi realizada uma Avaliação Diagnóstica UNIFICADA para todas as crianças das 1a.s séries com o objetivo de se fazer uma observação do nível de alfabetização em que eles estavam.

- Observação da participação nas atividades em grupo e desempenho individual
 
PROJETO CARNAVAL DO BRASIL


Justificativa:

Desde pequenas, as crianças aprendem muito, sobre o mundo, fazendo perguntas e ouvindo fatos e histórias dos seus familiares, amigos até mesmo assistindo TV, vídeos e ou foliando e apreciando revistas e jornais.Vivenciam também experiências e interagem num contexto de: conceitos, gostos e costumes formando suas idéias e conhecimentos sobre o mundo que a cerca.Através deste pensamento será trabalhado o tema "O Carnaval", de forma integrada indo de encontro aos interesses das crianças respeitando suas necessidades, curiosidades e idéias.



Objetivo geral:

Levar as crianças através deste projeto a:

* Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social, formulando perguntas, imaginando soluções para compreende-lo manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias.



Objetivos Específicos:

* Reconhecer o carnaval brasileiro como a maior festa do mundo;

* Conhecer a história do carnaval no Brasil e suas características;

* Coletar dados sobre o carnaval no Brasil;

* Conscientizar as crianças no sentido de que é preciso não confundir diversão com confusão;

* Desenvolver o gosto pela leitura;

* Trabalhar o raciocínio e a memória;

* Desenvolver a linguagem oral e a escrita;

* Desenvolver o gosto por poemas e músicas;

* Desenvolver a percepção e a coordenação motora;

* Estimular o ritmo;

* Despertar e educar a atenção e a observação;

* Proporcionar liberdade de auto-expressão;

* Possibilitar habilidades com as mãos; desenvolver o espírito criador;

* Estabelecer relações de quantidade/cor, quantidade total e formas;

* Trabalhar com seqüência de numeração;

* Desenvolver a percepção usual do número;

* Trabalhar com psicomotricidade;

* Estabelecer regras para o jogo.



Conteúdos:

* O Carnaval;

* Linguagem oral e escrita;

* O fazer artístico;

* Apreciação musical

* Expressividade

* Equilíbrio e coordenação;

* Número e sistema de numeração
Estratégias:


*Música

* Poemas;

* Parlendas;

* Painéis;

* Pesquisa;

* Dança,

* Desenho;

* Pintura;

* Festa de carnaval;

* Brincadeiras infantis;

* Jogos diversos;

* Ditado;

* Recorte e colagem;

* Carta enigmática

* Literatura infantil;

* Vídeos;

* Cds;

* Fantoches;

* Máscaras;

* Murais informativos;

* Atividades explorando a escrita de letras e números.



Avaliação:

A avaliação será realizada permanentemente comprometida com o desenvolvimento das crianças. Será observado o que as crianças sabem fazer, o que pensam a respeito do carnaval e do que é difícil entender, assim como conhecer mais sobre os interesses que possuem.



Cronograma:

Quinze dias.



Alunos atendidos: Jardim e Pré escola
 
 
PROJETO CARNAVAL


Alunos atendidos: Pré II

Mês de atuação: FEVEREIRO

Dias de aplicação: terças e quintas-feiras



Objetivos:

 Conhecer as características do Carnaval;

 Promover a socialização dos alunos;

 Desenvolver a criatividade e a coordenação motora;



Descrição do projeto:



Rodinha: Como é esta festa?

Como são as vestimentas?

E a música, como é?

Quem já ouviu marchinhas de carnaval?



Músicas: Marchinhas de Carnaval.



Artes: Confecção de máscaras e enfeites:

Criação de fantasias de Carnaval através de recortes de revistas;



Atividades integradas: Introdução das letras que iniciam algumas palavras do projeto como: C de Carnaval, M de Máscara e F de Fantasia;

Leitura de poemas:

Atividades de percepção;

Assistir um desfile de Carnaval;

Recorte/colagem/pintura;



Culminância: Um baile de Carnaval (matinê) na escola. Estarão caracterizados para o baile.





Recurso de apoio: VIDEO - Gravação de um desfile de escola de samba;

CD de marchinhas de Carnaval.

Educação Infantil - Matemática na prática 7

UM ÚNICO-UMA ÚNICA- UM PAR


Peça aos alunos que dêem exemplos daquilo de que cada pessoa tenha um único ou uma única. Por exemplo, cada pessoa tem uma única boca, um único nariz, etc. Em seguida, faça o contorno do corpo de uma criança com pincel atômico em papel pardo e peça que os alunos completem o desenho com aquilo que nós temos um único ou uma única.


Agora peça aos alunos exemplos de coisas que cada pessoa na sala tem aos pares. Por exemplo, todos temos um par de orelhas, um par de braços, etc. Faça um outro contorno do corpo de uma criança em papel pardo e peça aos alunos que completem o desenho com aquilo que temos aos pares.






DIREITA – ESQUERDA


Procure explorar os conceitos de direita e esquerda com a brincadeira de pular corda com dois batedores. Os alunos podem fazer a mímica de bater corda em duplas:


a) Cada aluno da dupla pega a ponta da corda de mentirinha com a mão direita. Atenção: os dois tem de fazer os movimentos para cima e para baixo ao mesmo tempo.


b) Depois cada aluno da dupla pega a ponta da corda de mentirinha com a mão esquerda, não se esqucendo de fazer os movimentos para cima e para baixo ao mesmo tempo. Converse com os alunos sobre os possíveis acidentes que podem ocorrer quando brincamos: “Quem já sofreu algum acidente? (tombo, queda) enquanto brincava?Que cuidados devemos tomar quando estamos brincando?”






LOGO DEPOIS – ENTRE – LOGO ANTES


Explore os termos logo depois, entre e logo antes organizando os alunos sentados em fila. Faça perguntas aos alunos como por exemplo: “Quem está sentado logo depois de Maria?Qual o nome de quem está sentado entre Carlos e Rafaela? Como se chama aquele que está sentado logo antes de João?”






IGUAL – DIFERENTE


1.Desenhe dois aquários na lousa, lado a lado, e um peixinho no aquário da direita.


a) Peça aos alunos que indiquem a quantidade de peixinhos com os dedos da mão direita.


b) Na sequencia, desenhe também um peixinho no outro aquário e peça que eles indiquem a quantidade de peixinhos desse outro aquário com os dedos da outra mão.


c) Pergunte se a quantidade de peixinhos nos dois aquários é igual ou diferente.


d) Continue a desenhar peixinhos nos dois aquários até completar 5 peixinhos em cada um.


e) A cada novo peixinho, peça aos alunos que indiquem as quantidades com os dedos usando uma mão para cada aquário.


f) Prossiga questionando os alunos se a quantidade de peixes dos dois aquários é igual ou diferente.


2.Pegue duas folhas. Numa dela, desenhe dois aquários com o mesmo numero de peixinhos e escreva QUANTIDADES IGUAIS, na outra desenhe dois aquários com quantidades diferentes de peixinhos e escreva QUANTIDADES DIFERENTES. Fixe as folhas em um mural ou pendure-as em um varal como registro da atividade. O registro incidental facilita a memorização dos conceitos.Sempre que a atividade permitir, elabore algum tipo de registro ao qual os alunos tenham acesso.


3.Aproveite o trabalho com os conceitos de igual e diferente para explorar com os alunos o jogo da memória. Construa 11 pares de cartas. Cada par deve ser formado por uma carta com um numero de zero a dez e por outra com uma quantidade de elementos correspondentes. Exemplo.


Pro Letramento Matematica 9

Fasciculo 3
Espaço e Forma
Apresentação do Fascículo 3
Para organizar este fascículo voltado ao estudo de espaço e forma, recorremos às orientações
dos Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1997), de onde destacamos os seguintes aspectos
conceituais e procedimentais:
• localização e movimentação no espaço a partir de diferentes pontos de referência;
• observação e reconhecimento de formas geométricas presentes na natureza e nos objetos criados
pelo ser humano;
• exploração e criação de situações que envolvam formas geométricas.
A exploração do tema busca respeitar as diferentes manifestações da cultura. Procuramos
problematizar os espaços de convivência e a Geometria presente nos diferentes ofícios e também
nas produções artísticas.
Além de propor situações para estudo e discussão, este trabalho pretende promover a reflexão
a respeito do que já vem sendo realizado por você, professor ou professora, na escola. Por isso,
sua participação neste estudo é fundamental, socializando experiências em que você obteve sucesso,
bem como trazendo questões em que você encontrou dificuldades. Acreditamos que estas
práticas e o seu envolvimento com este trabalho possam qualificar sua ação docente.
O presente fascículo está organizado em um roteiro de trabalho a ser desenvolvido em grupo e
outro individual. Este último está subdividido em três partes: as duas primeiras retomam e ampliam
as questões do trabalho em grupo; a terceira parte encaminha a discussão sobre frações,
tema do fascículo 4. Cada uma delas é constituída de seções com tarefas e questões que você
realizará em casa para depois partilhar com seus colegas de grupo e tutor.
Desejamos que este estudo, além de colaborar com o aperfeiçoamento de sua prática docente,
seja prazeroso, contribuindo para o seu crescimento pessoal.
Bom trabalho!
 
Fascículo 3 - Espaço e Forma

Roteiro de trabalho para o terceiro encontro
Pensando juntos
Estudamos anteriormente os números naturais e seu uso no dia-a-dia. Da mesma forma, a nossa
localização e orientação nos espaços cotidianos podem se constituir em objeto de estudo, fazendo
uma preparação para representações do espaço, de forma que seja possível identificar figuras
geométricas.
Questão 1: Em suas aulas de matemática, vocês exploram a localização e a orientação do
aluno em algum espaço do cotidiano?
Construindo a maquete
Tarefa 1
Para a realização desta primeira tarefa, serão necessários os seguintes materiais:

quatro folhas em tamanho ofício justapostas, compondo uma nova folha, com
dimensões de aproximadamente 42 cm x 60 cm; embalagens diversas como, por
exemplo, caixinhas e latinhas, além de canetinhas ou lápis coloridos.Sobre esta folha de papel vamos isopor estas embalagens que poderão representar um espaço de convivência com casas, igreja e escola ou também equipamentos como automóveis,brinquedos ou bancos de praça. Lembramos que
 no trabalho com crianças dos primeiros anos do ensino fundamental, a preocupação com a escala
não é tão rigorosa. Ou seja, nem sempre as crianças têm preocupação com que a maior
caixinha represente o maior prédio do espaço representado. Já vocês professores, no trabalho com o grupo de estudos, podem dar maior atenção à escala. Para demarcar os caminhos, ruas, calçadas, esquinas, canteiros e jardins ou demais detalhes que o grupo considerar importantes, usem as
canetinhas e os lápis com muita criatividade, procurando transformar esta composição numa bela maquete.
Agora vamos fazer uma exploração de localização e orientação por meio de
deslocamentos nesta maquete. Um dos componentes do grupo escolhe um
ponto de partida e um ponto de chegada e outro colega do grupo dá asorientações de um possível trajeto para um deslocamento de um ponto ao outro,

dizendo, por exemplo: Ande duas quadras para frente, dobre à direita e ande
mais três quadras para frente.
Questão 2: Que cuidados aquele que dá a orientação precisa tomar? Escolhendo o mesmo

trajeto, a tarefa de dar a orientação é mais complexa para o colega que está ao lado ou
para o colega em frente? Por quê?
 
Tarefa 2
Trabalhando com a representação do espaço de convivência


Para dar continuidade à tarefa, a base dos “prédios” será contornada com uma
canetinha ou um lápis, ficando representados diferentes polígonos. Atenção:
Não se esqueça de identificar nos polígonos os “prédios” que estes
representam. As embalagens serão retiradas para serem utilizadas
posteriormente na 3ª tarefa, ficando apenas representado, no plano, o espaço
de convivência, visto de cima.
Quadriculando esta representação, é possível transpô-la para uma folha de
papel quadriculado de tamanho menor. Este trabalho de transpor de um
quadriculado maior para um quadriculado menor, mantendo a localização do
traçado da base dos prédios, será uma redução da representação inicial. Esta
redução manterá a proporcionalidade entre as representações.
Se o primeiro quadriculado é composto por quadrados de 3cm de lado e o
segundo quadriculado, para onde vamos transpor a figura, é composto por
quadrados de 1cm de lado, estamos trabalhando com uma redução. A razão
entre as medidas do desenho e as medidas originais, ambas expressas na
mesma unidade, denominamos de escala. No nosso exemplo, a razão 1:3 (lê-se
um para três) significa que cada 1cm no novo desenho está representando 3cm
da figura original.
Questão 3: Na realização da tarefa, qual foi a escala utilizada?
Questão 4: Em que outras situações se faz uso de escala?

Questão 5: O que significa uma escala de ampliação?
Atividade em dupla
De posse da representação do espaço de convivência, dê orientações para o deslocamento, por

exemplo, a partir da escola, supondo que esta faça parte deste espaço. Ao final destas orientações,
pergunte ao colega qual é o ponto de chegada. Esta atividade de movimentação pode ser
enriquecida com a inserção de novas condições como, por exemplo, não permitir a passagem
por uma determinada rua.
Tais experiências não convencionais em matemática merecem ser realizadas, pois se constituem em
situações vivenciadas por todos nós e que, nesta tarefa, receberam um tratamento geométrico.
Tarefa 3
Classificação de sólidos geométricos

Retomando as embalagens utilizadas anteriormente na maquete, propomos que
estas sejam agrupadas segundo critérios estipulados pelos participantes deste
estudo.
Questão 6: Quais foram os critérios adotados pelo grupo para separação das
embalagens? Quantos agrupamentos formaram?
Na continuidade, propomos a separação das embalagens em apenas dois grupos,
numa tentativa de se chegar aos que “rolam” e “não rolam”. Em outras palavras,
deseja-se identificar dois grupos de sólidos geométricos: os corpos redondos (que
rolam) e os poliedros ( que não rolam).
Nesta tentativa, podem surgir dificuldades em relação à classificação de objetos
redondos e poliedros, uma vez que se faz uso do termo "rolar lápis" para um lápis
sextavado que não é um corpo redondo. Para contribuir com essa discussão,
sugerimos que as crianças sejam incentivadas a perceberem as diferenças entres
estes objetos por meio do tato. Ao comparar a superfície dos objetos, através do
tato, ela também tem condições de fazer esta classificação.
É importante a percepção de que existem objetos que se assemelham a cilindros,
cones, cubos, prismas e pirâmides que ajudam a reconhecer o uso da geometria
o cotidiano para nomear objetos, percebendo suas propriedades.
Observando os poliedros, é possível identificar que as faces que os compõem são
figuras planas. Cada colega do grupo pode escolher um poliedro para contornar
com lápis ou caneta, reproduzindo no papel, em desenho, suas faces.
Denominamos estas faces de polígonos. Lembramos que o termo "polígono"
advém do idioma grego e quer dizer muitos (poly) e ângulos (gon)
Caso seja de interesse do grupo, pode-se aprofundar a nomenclatura das figuras
geométricas planas e espaciais. No entanto, cabe ressaltar que este não é o foco
de estudo dos anos iniciais. Nessa tarefa, o objetivo foi partir do espaço que é de
domínio de todos nós para, posteriormente, introduzir a Geometria plana, por meio
de suas propriedades.
Texto para Leitura - A importância do ensino da Geometria nos anos iniciais
Os sentidos atribuídos ao ensino da Geometria nos anos iniciais do Ensino
Fundamental, de um modo geral, estão vinculados a aplicação de fórmulas, a
desenhos (em preto e branco) de figuras geométricas e a exploração de
teoremas, constituindo-a como um conjunto de “verdades eternas” sem relações
com a cultura dos estudantes. Talvez tais concepções estejam presentes entre nós
pelo fato de a Geometria ter estado praticamente excluída de nossa trajetória
escolar, ou então por ter sido pouco enfocada – ainda encontramos livros
didáticos que exploram esta área apenas nos capítulos finais, gerando a noção
de que é um estudo para “o final do ano letivo”, pouco relevante para a
formação dos estudantes.
Cabe assinalar que a Geometria ensinada nas escolas se sustenta, de um modo
geral, na denominada “Geometria Euclidiana”, produzida pelo matemático grego
Euclides (em 300 a.C., aproximadamente), o qual buscava sistematizar o saber
geométrico através da enunciação de definições, postulados e axiomas para adedução de teoremas. Este sistema constitui-se, então, no modelo capaz de gerar

e classificar os saberes geométricos, os quais, uma vez “provados”, passam a ser
considerados como “verdadeiros” e inquestionáveis. A Geometria escolar,
baseada no modelo euclidiano, também passa a agregar conhecimentos tidos
como universais e absolutos, como se pré-existissem às culturas dos professores e
estudantes.
Outra característica marcante no ensino da Geometria, influenciada também
pelo sistema euclidiano, é a linearidade. Os Parâmetros Curriculares Nacionais
(BRASIL, 1997), nesta direção, destacam que a concepção linear ainda está muito
presente nas práticas pedagógicas desta área ao privilegiar o trabalho centrado
na seqüência: ponto, reta, linhas, figuras planas e, posteriormente, os sólidos
geométricos. Tal seqüência se contrapõe, geralmente, às experiências
vivenciadas pelos estudantes na exploração do espaço em que vivem. Desde
cedo, as crianças manipulam muitos objetos geométricos (como bolas, caixas,
latas) e, posteriormente, centram sua atenção às figuras geométricas planas,
vértices e arestas que os compõem, mostrando o quanto a seqüência estipulada
pela escola caminha na direção oposta à da vida.
Buscando justamente romper com as marcas da linearidade e aridez que ainda
caracterizam muitas práticas pedagógicas na área da Educação Matemática,
principalmente na Geometria, enfatizamos a relevância de uma educação
geométrica capaz de auxiliar nossos estudantes no entendimento do ambiente
que os cerca, aguçando sua percepção para examinar e organizar o próprio
espaço que habitam. Como enfatiza Fonseca et al. (2001), antes de freqüentarem
a escola, os estudantes já exploram o espaço e detêm um conhecimento sobre o
mesmo – através de suas brincadeiras e da própria construção de brinquedos, de
passeios realizados e também quando auxiliam seus familiares em alguma
atividade de trabalho – cabendo a você, professor ou professora, ampliar e
sistematizar estes saberes para que “a criança melhore sua percepção espacial,
visual e tátil, identificando as características geométricas desse espaço,
preendendo as relações espaciais entre objetos nesse espaço” (IBIDEM, p. 47).
Você, professor ou professora, poderia então se questionar: Por que ensinar
Geometria nos anos iniciais do Ensino Fundamental? Qual é a relevância de uma
educação geométrica? Para sinalizar algumas respostas, no sentido de
aprofundarmos uma discussão e reflexão sobre nossas próprias práticas
pedagógicas, acompanhamos Fonseca et al. (2001) quando problematizam tais
questões. Para as autoras, além da dimensão utilitária como a resolução de
problemas da vida cotidiana, o estudo da Geometria se torna importante também
como meio de facilitar as percepções espaciais dos estudantes, contribuindo
para uma melhor apreciação das construções e dos trabalhos artísticos, tanto dos
seres humanos quanto da natureza.
Finalizamos destacando a relevância de proporcionarmos práticas pedagógicas
centradas no estudo e na exploração do ambiente que nos cerca, fazendo uso,
então, de conhecimentos geométricos. Para isto, além de enfocarmos os saberes
presentes nos livros didáticos, poderemos enfatizar, analisar e problematizar
aqueles gerados pelos próprios estudantes e seus familiares nas diferentes
práticas sociais que produzem e que envolvem noções geométricas. Desta forma,
estaremos inserindo na escola, não só outros saberes matemáticos que
enriquecem nossas práticas pedagógicas, mas, principalmente, elementos da
cultura e da vida de nossos estudantes.
Nossas conclusões PPara preparar coletivamente um relatório

deste dia de trabalho, não se esqueça de
discutir:
• Pontos a destacar na proposta de trabalho
realizada;
• Uma breve avaliação do trabalho do
grupo.
Relatório

de memória do
grupo de trabalho
Entregue este relatório e
todos os materiais
selecionados ao seu tutor.

Musica O mundo ao contrário da Xuxa

Trabalhar com letra de música é sempre muito animado!
Ainda mais se além da música em si, houver um conteúdo
para ser trabalhado, melhor ainda!
É o caso dessa música da Xuxa:
ela fala dos antônimos:
conteúdo presente nos currículos básicos dos anos iniciais.
Aproveite para fazer a festa em sala de aula
e deixar os alunos afiados nessa matéria:





Rotinas na educação infantil

Video retirado do youtube que mostra rotinas e procedimentos de uma classe de educação infantil.
Com cerca de 4 minutos vale a pena dar uma olhada:

Educação Infantil - equilibrio

Estamos fazendo uma série de postagens de videos educativos.
Qual a razão?
Nem tudo que se trabalha em sala de aula, são atividades em folhas
ou no quadro-negro.
Desta forma, muitas vezes é interessante ver atividades práticas
em desenvolvimento para ter idéias, adaptar para sua realidade
e então aplicar atividades diversificadas!
Isso também conta pontos positivos em sua prática pedagógica.
E desenvolve outras potencialidades de seus alunos.
O video abaixo mostra uma aula prática sobre equilibrio
para turmas de Educação Infantil.
Veja que os procedimentos são simples, de fácil execução
e os conceitos trabalhados são inúmeros:

Olfato e consciencia corporal para Educação Infantil

Estratégia de ensino para abordar o conteúdo Consciência Corporal e explorar o sentido do olfato em classes de educação infantil, em aulas de educação física.

Como organizar o tempo na volta às aulas

Para professores que possuem filhos, excelente video.
Aproveite as primeiras semanas de aula para colocar a rotina escolar das crianças nos eixos. A psicóloga Roseane Schiller, do Colégio Santo Américo, conta como organizar a agenda das tarefas e do brincar e como incentivar as crianças a valorizar a escola. Vale à pena assistir:


Recreação para a volta às aulas

Veja abaixo alguns vídeos com atividades recreativas e jogos para animar a volta às aulas:
Jogos cooperativos:
 
Jogo de revezamento:
 

Decore sua sala com balões para o início do ano letivo

O início das aulas está chegando...
Imagine você mesma decorando sua sala de aula ou escola com arcos e colunas de balões, como se faz em festas infantis!!!!!!Deixando o ar e o ambiente receptivo e colorido para a chegada de seus novos alunos!

Veja os videos abaixo e aprenda a decorar a sua escola para o início das aulas com balões coloridos!
E ainda gastando pouco! Um pacote com 50 balões numero 9 (o mais indicado para esse tipo de atividade) custa entre 3 e 6 reais. Com apenas um pacote você já produz uma coluna de balões numa altura de aproximadamente um metro e setenta centímetros!!!!!


Veja também:

Montagem de festa parte 1



Montagem de festa parte 2



Voce pode encher os balões com a boca mesmo ou com inflador, que custa entre 3 e 7 reais em casas de artigos para festa.
Se quiser fazer apenas a coluna reta, ao inves de usar uma base, voce pode encher duas bexigas com um pouco de agua, amarrar as duas e colocá-las na base nos balões mais embaixo no meio da amarração.

Tartaruga de balão

Veja nas fotos o passo-a-passo da confecção da tartaruga com balão.
ótima dica de lembrancinha ou material concreto para trabalho com animais, lembrancinha de primeiro dia de aula...