FOCLORE - atualizações 2015

Novas atividades sobre o tema Folclore inseridas hoje (28/07) na pasta FOLCLORE 2015 e disponíveis para download nos Discos Virtuais.


.Todos (Maternal, EI, 1ºe2º, 3º, 4º, 5º)
>> Folclore brasileiro. É um referencial teórico  para o(a) professor(a) com 56 páginas onde se fala do folclore em todo o país separado por região e estado com destaque para a culinária, danças, etnia e costume. Pode servir de base para o trabalho com o folclore direcionado à seu estado.

.Educação Infantil volume 1
>> Projeto Brincando com o Folclore (com sequência de atividades para duas semanas)

1º e 2º ano
>> Figuras do folclore (estilo monte palavras com as principais lendas)

.3º ano / 4º ano / 5° ano
>> Almanaque do Folclore (com as lendas e atividades de produção textual)


FOLCLORE - atualizações 2015


Durante as próximas semanas serão inseridas atividades e materiais de apoio relacionados ao tema Folclore nos discos virtuais:
.Maternal
.Educação Infantil volume 1
.1 e 2º ano volume 1
.3º ano volume 1
.4º ano volume 1
.5º ano volume 1

As novidades estarão na pasta  FOLCLORE 2015 dentro de cada DV.
Você cliente que já possui o disco virtual  é só acessar usando seu email cadastrado ou o link de acesso e baixar os novos materiais inseridos.

Hoje para a abertura da pasta estou inserindo e estará disponível para download amanhã cedo (segunda-feira):

**História SACI (Turma da Mônica) em Power Point (apresentação de slides) que você pode apresentar para os alunos no tablet ou data show. As imagens são coloridas. No último slide tem o simbolo de um alto falante. Clique nele para tocar a música que está inserida ao final da apresentação.


** História Saci-pererê (Coleção Disquinho) em MP3 (áudio)

** Música Saci Pererê em MP3

** Música A dança do Saci em MP3

** História Saci Pererê (por Regina Duarte) em MP3 (áudio)

** Música Saci Pererê em percussão por Ney Rosauro

Durante a semana, novidades serão inseridas e será avisado aqui pelo blog.



DISCO VIRTUAL - atualização pasta Maternal

Inserimos hoje mais 100 atividades ao Disco Virtual Maternal.


Agora seu acervo passa de 500 para 600 atividades
em documentos de Word prontas para impressão.

Você que já adquiriu a pasta em outro momento 
pode acessar através do mesmo link que já tem e baixar as atualizações
sem nenhum custo extra.

Você que ainda não tem a pasta, adquira o acesso agora
por apenas 5 reais (menos de 1 centavo por atividade)
pelo pagseguro com diversas opções de pagamento:
.cartão de crédito
.boleto bancário
.transferência on line
clicando no link abaixo







ou através de deposito/transferencia em nossa conta direta no Itaú
(peça dados pelo email obancodeatividades@gmail.com)

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: A esquizofrenia na infância: Como detectar a esquizofrenia nas crianças

Hoje, a Educação Inclusiva é uma realidade
porém, você professor, está preparado em teoria principalmente para agir?
Sempre que possível estaremos colocando em nosso espaço materiais teóricos referentes à esse assunto para ampliar seus conhecimentos e consequentemente melhorar sua prática.
Como detectar a esquizofrenia em crianças.
A esquizofrenia é uma enfermidade médica que causa pensamentos e sentimentos estranhos e um comportamento pouco usual. É uma enfermidade psiquiátrica pouco comum em crianças, e é muito difícil ser reconhecida em suas primeiras etapas. O comportamento de crianças e adolescentes com esquizofrenia pode diferir dos adultos com a mesma enfermidade.
É uma desordem cerebral que deteriora a capacidade das pessoas para pensar, dominar suas emoções, tomar decisões e relacionar-se com os demais. É uma enfermidade crônica e complexa que não afeta por igual a quem sofre dela.
Estimativas da esquizofrenia
A esquizofrenia é uma enfermidade mental que afeta menos de 1% da população mundial, com independência de raças, civilizações e culturas. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), afeta uns 52 milhões de pessoas em todo o mundo.
No Brasil, estima-se que 1,8 milhão de pessoas são afetadas por esta doença.
Como detectar a esquizofrenia nas crianças?
As esquizofrenias que aparecem antes dos 5 anos, têm traços extremamente comuns ao autismo, e somente com uma evolução posterior, com o aparecimento de sintomas psicóticos, propriamente ditos, permitirá um diagnóstico certo. Antes dos 3 anos, o diagnóstico diferencial é muito improvável.
É praticamente impossível distinguir uma esquizofrenia de um autismo. Somente ficará esclarecido com o passar do tempo. A partir dos 5 anos o diagnóstico diferencial vai-se esclarecendo com a presença de sintomas psicóticos (alucinações, delírios) na esquizofrenia.
Mas pode-se notar alguns sinais de alerta nas crianças com esquizofrenia. O comportamento de uma criança pode mudar lentamente com o passar do tempo. Por exemplo, as crianças que desfrutavam, relacionando-se com outros, podem começar a ficar tímidas e retraídas, com se vivessem em seu próprio mundo. Às vezes começam a falar de medos e ideias estranhas. Podem começar a ficar obstinados pelos pais e a dizer coisas que não fazem muito sentido. Os professores podem ser os primeiros a perceberem esses problemas.
A esquizofrenia é hereditária?
Se na família houve outros antecedentes familiares de esquizofrenia, pode ser hereditária, mas numa porcentagem relativamente baixa (não supera os 25% de possibilidades), mas se a esquizofrenia desencadeou por fatores de estresse ambiental, ou por outras causas que não são genéticas, não há razão para herdá-la.
O que se deve fazer?
As crianças com esses problemas e sintomas devem passar por uma avaliação integral. Geralmente, essas crianças necessitam de um plano de tratamento que envolva outros profissionais. Uma combinação de medicamentos e terapia individual, terapia familiar e programas especializados (escolas, atividades, etc.) são frequentemente necessários. Os medicamentos psiquiátricos podem ser úteis para tratar de muitos dos sintomas e problemas identificados. Estes medicamentos requerem a supervisão cuidadosa de um psiquiatra de crianças e adolescentes.
Formas de esquizofrenia
Nem todas as esquizofrenias são iguais, nem evoluem da mesma maneira. Uma vez realizado o diagnóstico, os profissionais as dividem em quatro:
- PARANÓIDE: É a mais frequente. Caracteriza-se por um predomínio dos delírios sobre o resto dos sintomas, em particular, delírios relativos a perseguição ou suposto dano de outras pessoas ou instituições para o paciente. O doente está desconfiado, inclusive irritado, evita a companhia, olha de relance e com frequência não come. Quando é questionado, dá respostas evasivas. Podem acontecer alucinações, o que gera muita angústia e temor.
- CATATÔNICA: É muito mais rara que a forma anterior, e se caracteriza por alterações motoras, seja por uma imobilidade persistente e sem motivo aparente ou agitação. Um sintoma tipico é a chamada obediência automática, segundo a qual o paciente obedece cegamente todas as ordens simples que recebe.
- HEBEFRÊNICA: É menos frequente, e ainda que também podem dar-se a idéias falsas ou delirantes, o fundamental pode aparecer ants que a paranóide e é muito mais grave, com pior resposta à medicação e evolução mais lenta e negativa.
- INDIFERENCIADA: Este diagnóstico se aplica àqueles casos que sendo verdadeiras esquizofrenias não reúnem as condições de nenhuma das formas anteriores. Pode-se utilizar como uma “gaveta de alfaiate” em que se inclui aqueles pacientes impossíveis de serem definidos.
Tratamento da esquizofrenia
O tratamento dos processos esquizofrênicos podem ficar reservados para o psiquiatra. Requer o emprego de medicamentos difíceis de empregar, tanto pela limitação dos seus efeitos como pela quantidade de reações adversas que podem provocar. Em geral, os sintomas psicóticos antes citados, correspondem a dois grandes grupos:
- Sintomas “positivos”, ou produtivos. Refere-se a condutas ou modos de pensamento que aparecem na crise psicótica, em forma auditiva (novas condutas se somam às existentes). São os delírios e as alucinações, fundamentalmente. Neste caso, a palavra “positivo” não tem conotações favoráveis; significa simplesmente que “algo se soma ou se acrescenta”, e esse “algo” (delírios, alucinações) não é, em absoluto, nada bom.
- Sintomas “negativos”, ou próprios da deterioração: diminuição das capacidades com o aparecimento de sinais de fraqueza e debilidade. Distúrbios psíquicos, perda de ânimo afetivo, dificuldade nas relações interpessoais, incapacidade para trabalhar, etc. São ao principais sintomas negativos.
Pois bem, os tratamentos básicos antipsicóticos (neurolépticos, eletrochoque) podem atuar mais ou menos sobre os “sintomas positivos”. Mas não temos nada que atue de forma brilhante sobre os “negativos”. Somente o emprego de alguns neurolépticos concretos ou de antidepressivos, a doses baixas, pode ser de alguma ajuda. Seu manejo exige muitíssimo cuidado, pois podem reativar uma fase aguda da esquizofrenia. O eletrochoque se reserva para os casos de baixa resposta aos neurolépticos, ou para quadros muito desorganizados com riscos físicos para o paciente (condutas auto-agressivas, por exemplo). Sua utilidade é na fase ativa, e somente para os sintomas “positivos”.
Fontes:
– American Academy of Child and Adolescent Psychiatry (AACAP)
Direto do site:
http://www.contioutra.com/esquizofrenia-na-infancia-como-detectar-esquizofrenia-nas-criancas/